Você pode passar a sua vida sem Jesus, mas vai ser terrível morrer sem Ele!!!

Você pode passar a sua vida sem Jesus, mas vai ser terrível morrer sem Ele!!!

Paulo Junior:

Loading...

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O ÚLTIMO FOLHETO. Impossível conter as lágrimas...



Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na igreja, o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos evangelísticos.

Numa tarde de domingo, quando chegou a hora do pastor e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito. O menino se agasalhou e disse:

-'Ok, papai, estou pronto. '

E seu pai perguntou:

-'Pronto para quê?':

-'Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos. '

Seu pai respondeu:

-'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito. '

O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:

-'Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?'

Seu pai respondeu:

-'Filho, eu não vou sair nesse frio. '

Triste, o menino perguntou:

-'Pai, eu posso ir? Por favor!'

Seu pai hesitou por um momento e depois disse:

-'Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho. '

-'Obrigado, pai!'

Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos evangelísticos a todos que via.

Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado, mas faltava o último folheto. Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta.

Finalmente, este soldadinho de 11 anos se virou para ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar. De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela perguntou gentilmente:

-'O que eu posso fazer por você, meu filho?'

Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno menino disse:

-'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR. '

Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora. Ela o chamou e disse:

-'Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!'

Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o papai Pastor estava no púlpito. Quando o culto começou ele perguntou:

- 'Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?'

Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé. Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto.

- 'Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.

Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço. De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto de saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu pensei:

-'Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora.'

Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte. Eu pensei:

-'Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa ou vem me visitar. '

Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta, enquanto a campainha soava cada vez mais alta.

Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração, que estava morto há muito tempo, SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim:

-'Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO. '

Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos.

Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto.

Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês veem - eu agora sou uma FILHA FELIZ DO REI!!!

Já que o endereço da sua igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno.

Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja. E quando gritos de louvor e honra ao REI ecoaram por todo o edifício, o papai Pastor desceu do púlpito e foi em direção a primeira fila onde o seu anjinho estava sentado. Ele tomou o seu filho nos braços e chorou copiosamente.

Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este e provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho...

Exceto um. Este Pai também permitiu que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso. Ele recebeu o Seu Filho de volta com gozo indescritível, todo o céu gritou louvores e honra ao Rei, o Pai assentou o Seu Filho num trono acima de todo principado e potestade e lhe deu um nome que é acima de todo nome.

Bem aventurados são os olhos que veem esta mensagem. Não deixe que ela se perca, leia-a de novo e passe-a adiante.

Lembre-se: a mensagem de Deus pode fazer a diferença na vida de alguém próximo a você.

Por isso...

- Me perdoe se estou perturbando, mas eu gostaria de dizer que JESUS TE AMA MUITO e vim aqui para lhe entregar o meu último folheto.


domingo, 29 de agosto de 2010

Judeus aguardam o Messias para breve. Alerta global contra os Judeus.

Assistam os vídeos, está em espanhol mas dá para entender.
Este é o povo formado por Deus, é a menina dos olhos de Deus.
Os judeus aguardam o messias para breve, pena que nem todos conhecem a Bíblia, então saberiam o quanto isto significa que estamos próximos do fim de todas as coisas neste mundo horrível.
Os vídeos parecem ser do ano 5768/5769, ano judaico, se eles criam que estava próximo naquele ano, imaginem agora que terá início o ano 5771?
Deus fará novos céus e nova terra, onde habitará a justiça para sempre.

http://www.youtube.com/watch?v=t87v6xfCUNc



http://www.youtube.com/watch?v=S9-8X3dKqOg&feature=related



http://www.youtube.com/watch?v=0pfrs4RrvQ4&NR=1



Vou colar abaixo as palavras da minha querida irmã Ethel, porque gostei muito do que ela escreveu, a seguir assistam ao vídeo, que vale a pena, isto para os que amam Israel e aguardam a volta do Senhor Jesus. ISRAEL É O PONTEIRO NO RELÓGIO MUNDIAL DE DEUS!!! Eu também chorei de emoção quando li a mensagem abaixo que a Ethel me enviou e o vídeo é maravilhoso.

de ETHEL
data 23 de agosto de 2010 11:27
assunto Chorei de emoção...e pensei em você, Aurita!

Menina, (e demais irmãos a quem estou enviando cópia)...

Hoje abri um e-mail de minha amiga Elisa B... (EUA), com o link abaixo para um vídeo do YouTube... Não tenho tempo de traduzir antes da viagem... Quem sabe o Luis possa fazê-lo.

http://www.YouTube.com/watch?v=eATJ4PRXEJk&feature=player_embedded


Um rabino judeu, referência em Israel, morto em 2006, aos 108 anos de idade, passou o último ano de sua vida sonhando e tendo visões com o Messias. Ele deixou um documento com o nome do Messias e pediu que só fosse publicado um ano depois da morte dele.
No documento, ele conta que o Messias lhe disse que virá após a morte de Ariel Sharon, e que virá em breve.
E advinhe o nome que ele deixou escrito... Isso mesmo : YESHUA !

A grande mídia escondeu essas informações (como já era de se esperar, claro!)
Vc pode encontrá-la em "Israel Today". O filho do rabino confirmou a autenticidade do documento e que o pai relatava as visões. Mas ele e os seguidores do rabino se declaram confusos (óbvio, por essa eles não esperavam!...)

Parece que a nossa "abençoada esperança", como diz Paulo, está mesmo bem próxima de se realizar!

Abraços a vc e ao Jo ! Até a minha volta do Chile (ou a volta dEle do céu, o que ocorrer primeiro...rsrsrs)

Ethel.



UM RABINO FALOU COM JESUS??? Aguardemos, ele disse que após a morte de Ariel Sharon o messias virá. Quem conhece as Escrituras sabe que os judeus vão primeiramente aceitar o erro e aceitarão o anticristo, mas será por pouco tempo, porque então reconhecerão quem ele é e se voltarão para o Senhor Jesus verdadeiramente.

http://www.youtube.com/watch?v=nl-EKhSkGBU&NR=1



JESUS ESTÁ VOLTANDO EM BREVE, se preparem, porque a maioria vai lamentar amargamente nos próximos anos por não terem dado ouvidos.

Não zombe do inferno. Você está vivo ainda, então leia isto e clame a Jesus Cristo agora, porque seu minuto seguinte pode ser no inferno.


ESCOLHA AGORA, NESTE MINUTO, ONDE QUER PASSAR A ETERNIDADE... CÉU OU INFERNO? É uma decisão pessoal, mas Jesus está batendo na tua porta agora, clame por sua salvação.


Vivemos numa sociedade humanista onde não existe essa coisa de certo absoluto nem errado absoluto, por isso os "espertalhões" subestimam o conceito de um inferno literal como um lugar de julgamento eterno.
Mas vejamos o que Deus diz a respeito disso.

- O inferno é um lugar literal. Jesus disse que "havia certo homem rico... havia também certo mendigo, chamado Lázaro" (Luc 16.19,20). Note bem que Jesus disse "havia". Isso não é uma parábola, pois Jesus deu nome aos bois. A estória relata a experiência real de dois mendigos: um mendigava nesta vida; e o outro, na próxima.

- O ensino de Jesus a respeito do inferno confirma a diferença extrema da eternidade para o justo e para o ímpio. Isso não é uma condenação da riqueza; é uma condenação de qualquer pessoa que rejeita Jesus.

- O inferno é um lugar de tormento eterno. O ímpio vai para o inferno quando morre e fica num estado consciente de tormento eterno.

- O inferno é um lugar sem misericórdia. O rico gritou no inferno, dizendo: "tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua; porque estou atormentado nesta chama" (Luc 16.24).

- O inferno é um lugar sem escape. Jesus disse: "E além de tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós" (Luc 16.26). Amigo, quando você chegar ao inferno, as orações de um milhão de santos não poderão salvá-lo.

- No inferno as pessoas terão consciência dos que estão na terra. O rico gritava: "porque tenho cinco irmãos; para que Lázaro dê testemunho, a fim de não virem também para este lugar de tormento" (Luc 16.28).

- Satanás, os anjos caídos, os demônios e todos os ímpios serão colocados no inferno eterno pela mão de Deus como julgamento, por rejeitarem a Jesus como o Filho de Deus.

- Não confundir o inferno com o lago de fogo. Nesta vida os ímpios morrem e vão para o inferno onde ficam aguardando até que sejam trazidos ao Grande Trono Branco para o julgamento final perante Deus e sentenciados ao lago de fogo.

- O inferno é um lugar onde há grande dor física. O primeiro clamor urgente termina com as palavras: "...porque estou atormentado nesta chama..." Não podemos imaginar exatamente o que isto quer dizer. Todos nós temos sentido a dor em alguma medida. Sabemos que a dor pode fazer esquecer num instante todas as belezas e alvos que temos na vida. Mas a pior dor que possamos sentir não é nada comparada à dor no inferno. A mais intensa dor que sintamos aqui na terra não é comparável à dor no inferno. Nunca o ser humano experimentou tal sofrimento, nem o imaginou. Mas Deus vai além e comenta sobre pessoas reais e como eles sentirão essa dor. Jesus não está sendo macabro; está nos dizendo a verdade. Uma reação das pessoas a tal dor é o "choro". Não podemos olhar e ficar indiferentes ao choro, é algo que nos comove. Outra reação de quem está sofrendo no inferno é "gemer". Este é um choro mais comovedor ainda, cheio de dramatismo e urgência pela libertação. Enquanto o choro atrai a nossa simpatia, o gemido choca e nos afasta, atemoriza e ofende. O gemido deles é o grito de almas que merecem compaixão, mas não a recebem. É o grito de almas procurando escape, buscando sair de feridas sem conserto ou cura, eternamente feridas. O gemido é um som tão grotesco que nem o suportamos.

Outra reação de quem está sofrendo no inferno é o "ranger de dentes". Por quê? Talvez ranjam os dentes por ira ou frustração. Nada poderá aliviar a sua situação e eles o sabem. Este ranger pode ser uma defesa ou para variar o choro e os gemidos. Poderia ser uma pausa - sem parar de sofrer - para quem está cansado de chorar. Parece que não aguenta chorar mais; porém, tem que continuar.
No inferno é choro que não pára, fogo por tudo quanto é canto, gemidos, dor até onde podem aguentar sem deixar de existir, e ranger de dentes. Há, ainda, "o verme que nunca morre". O fogo nunca se acaba (não consome), só atormenta e nunca morre. Já os vermes dão a idéia de carne em decomposição, se bem que aqui fala-se de almas. Algo está podre, e bem podre, no inferno.
Estando vivos ainda, os que ali moram sentem como que comidos vivos. O verme não acaba de comer a decomposição espiritual e por isso nunca morre. Um castigo romano era atar alguém a um cadáver em decomposição e ver como os vermes, saindo do corpo morto, passavam a consumir o corpo ainda em vida. Tal como para o fogo, a verdade do verme é que nunca acaba de consumir o que tem pela frente.
Mas o inferno tem outros dois aspectos, pouco considerados, que chamam a nossa curiosidade e assustam. Na terra nós temos duas propriedades físicas garantidas. Elas nos ajudam a nos manter física, mental e emocionalmente estáveis. São a luz e as superfícies sólidas. Infelizmente, estas duas comodidades não existem no inferno. O inferno é um lugar de trevas.

Imaginemos uma pessoa que acaba de entrar no inferno... Pode ser um vizinho nosso, um parente ou um amigo que trabalha conosco. Depois que a primeira sensação de dor física o ataca, ela passa seus primeiros momentos chorando, gemendo e rangendo os dentes. Pouco a pouco vai se acostumando à dor. Não que agora não a sinta mais, mas a sua capacidade tem sido alargada para aguentar mais. A dor não é tolerável, mas também não lhe tira a existência. Ainda que sinta dor, pode pensar; e logo olha ao seu redor. Mas, quanto mais olha... mais vê trevas e escuridão. Em sua vida passada aprendeu que depois de olhar por um tempo na escuridão seus olhos iam se acostumando e podia ver algo de luz. Isso lhe mostrava o que estava ao seu redor. Ele então pisca e fixa bem a atenção dos seus olhos tentando ver algo, mas acha somente trevas. São trevas que parecem grudar nele, como lhe apertando, lhe oprimindo. Vendo que as trevas não vão embora, ele tenta tocar algo, sentir algo sólido a sua volta... Procura paredes, rochas, árvores, cadeiras; estica suas pernas tentado estar quieto sobre algo sólido. Nada! Procura sentir o chão, e nada...

O inferno é um "abismo", sem fundo. O novo morador, porém, não aprende rápido. Pouco a pouco vai crescendo o pânico, chuta com as pernas e move os braços procurando algo. Mas não acha nada. Depois de muitas tentativas, pára, cansado, suspenso na escuridão. Mas não está quieto. Está sempre caindo no abismo sem fundo. Ali vai, sozinho, numa queda sem fim, inseguro pela ausência de superfícies. Incapaz de tocar um objeto sólido que transmita estabilidade. Chora... geme... range os dentes de ira. Olha para si e se acha tão cansado que não move mais uma parte de si...
Seus gemidos fazem eco na escuridão, e logo se volvem débeis por tantos rugidos que há no inferno.

Enquanto o tempo parece nunca passar, de novo faz o que fez o homem rico. Ele tenta pensar. Lembra da terra, tenta achar esperança, mas a dor nem deixa que ele se concentre. Na terra, quando as coisas iam mal ele sempre achava uma saída. Se sentia dor, tomava um calmante, Tendo fome, comia. Se tinha sede, bebia. Se perdia um amor, sempre podia achar outro amor. Procura, então, achar na mente uma base para elaborar um plano que faça renascer a esperança no seu coração. Logo, pensa: "Jesus é um Deus de amor, Ele vai me tirar daqui". Começa então a gritar, com urgência: "Jesus, Jesus! Ajuda-me, me tira daqui!" Espera, respirando fundo. O som de sua voz perdeu-se nas trevas e não se ouve mais. De novo, ele tenta: "Jesus, Jesus! eu creio! me salva disto!" De novo, as trevas calam a sua voz.

Este pecador não é o único: todos os que estão no inferno acreditam agora, mas não serão salvos. Sendo milhões e milhões de pessoas, sentem-se cada um sozinho, como sendo o único habitante do inferno... Lembra-se então dos apelos, dos conselhos, tenta esquecer a dor, mas o pensamento lhe diz: Isto é para sempre!!!
Jesus usou a palavra "sempre" para falar tanto do Céu como do Inferno. "Para sempre", pensa o condenado, e sente de novo a dor. "Para sempre", fala como não acreditando. A idéia de "para sempre" se alarga, fica profunda. Uma horrível verdade aparece na sua cabeça: "quando eu tiver passado dez mil séculos de tempo aqui, ainda não terei nem um segundo a menos de castigo, nem um segundo a menos para passar aqui". Horrorizado, aprende que no inferno não existe o fator tempo e que suas lembranças estão sempre lhe dando pesadelos.

Tal como o rico pedia um pingo de água, assim também o novo morador do inferno tenta se entreter com esta simples ambição. Estando vivo, aprendeu que até as piores coisas podem ser suportadas se há algum alívio temporal. Mas vê que no inferno...
"a fumaça de seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não tem descanso algum, nem de dia nem de noite" (Apoc 14:11).

Sem descanso dia e noite, pense nisso.
A idéia de que alguém possa passar toda a eternidade sofrendo de tal forma nos impressiona fortemente... Parece que viola a sensibilidade do mais severo juiz que possa existir em nosso interior. Simplesmente não podemos suportar o fato de só dedicar mais tempo a pensar nisto.

É, amigo, mas nossos pensamentos sobre o inferno nunca serão tão cruéis como a realidade dele mesmo. Devemos entender esta verdade bíblica e ter certeza de que ela nos afeta. Talvez, olhando de perto para ela, mudemos nossa forma de ver o pecado e levemos mais a sério nossa vida cristã.
adailcampelo@hotmail.com

sábado, 14 de agosto de 2010

Os Judeus na história da humanidade. Israel é o ponteiro no relógio mundial de Deus!

Que quer dizer:
"ISRAEL É O PONTEIRO NO RELÓGIO MUNDIAL DE DEUS"?

O texto abaixo explica um pouco a frase acima, que eu gosto de usar. Notem que o texto abaixo tem pesquisa até 2006. De 2006 para 2010 Israel já se salientou muito mais nas notícias mundiais. E existem muito mais Judeus famosos na história mundial, o irmão Adail citou apenas alguns deles. Esse é o povo formado por Deus. Israel é a menina dos olhos de Deus. Olhem para Israel, porque os próximos acontecimentos mundiais estarão todos em conexão com esse povo.

OS JUDEUS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE
Recentemente, procurando despertar a curiosidade de um amigo para os mistérios das profecias bíblicas, aproximei-me dele e perguntei-lhe:

- Quem é o apresentador de televisão e empresário mais popular do país?
- O Silvio Santos – respondeu meu amigo imediatamente.
- E a mais popular loja de venda de eletrodomésticos e móveis?
- As Casas Bahia.
- E o cineasta mais famoso do mundo? Todos seus filmes são cheios de efeitos especiais e histórias cativantes?
- Steven Spielberg.
- E o homem considerado o maior cientista do mundo?
- Albert Einstein.
- E o mágico mais famoso do mundo, bastante conhecido na década de 90, e que veio, inclusive, ao Brasil?
- David Copperfield – respondeu meu amigo, depois de pensar um pouco.
- E quem é o super-herói mais popular de todos os tempos?
- Com certeza é o Superman.
- Sim. Gerações passam, outras chegam, mas esse herói nunca perde o carisma. Os analistas acham muito esquisito tanta gente gostar de um super-herói que usa um uniforme ridículo, parecendo um papagaio enfeitado. Continuando. Cite outros heróis populares...
- Homem-Aranha, Hulk, Batman, X-Men, Quarteto Fantástico, etc. O que você pretende com essas perguntas?
- Você imagina o que eles têm em comum?
- A fama. Estou certo?
- Não.Há algo mais. Algo que tem deixado os estudiosos perplexos. Todos esses personagens que acabamos de citar são judeus. Por exemplo, o criador e dono das Casas Bahia, Samuel Klein, é um judeu que fugiu do Holocausto.
- O que?
- Sim, judeus, descendentes diretos de Jacó, filho de Isaque, filho de Abraão. Em outras palavras, os irmãos de sangue de Jesus.
- Incrível! Mas como entram na história o Superman, o Batman, o Homem-Aranha e os outros super-heróis?
- Dois judeus (Jerry Siegel e Joe Suster) criaram o Super-Homem; um judeu, Bob Kane, criou o Batman; Stan Lee, o mais famoso autor do mundo dos quadrinhos também é judeu, e é o criador do Homem-Aranha, Hulk, X-Men, Quarteto Fantástico, Demolidor, etc. E tem mais: O Capitão América (tão conhecido como os outros heróis) foi criado por dois judeus, Joe Simon e Jack Kirby.
- Quer dizer que o Superman é “primo” do Hulk, do Homem-Aranha, etc.? Que coisa esquisita! Qual a explicação para isso? Esses autores judeus são gênios?
- Não, há algo mais por trás. Recentemente a revista VEJA publicou uma reportagem sobre o mistério da genialidade judaica, e citou que, dentre 700 prêmios Nobel, 140 foram dados para os judeus. Como se sabe, o prêmio Nobel é o mais famoso prêmio dado aos cientistas do mundo todo, todos os anos, premiando quem fez alguma descoberta importante nas áreas da medicina, física, química, e ainda na literatura, economia e em prol da paz mundial. Os judeus já ganharam 52 prêmios Nobel em Medicina, 45 em Física e 28 em Química. Considerando que os judeus são apenas 0,2% da população mundial, isso é impressionante.
- Rapaz, eu nunca tinha pensado nisso. E por que é que o mundo odeia tanto os judeus, por que eles são tão discriminados?
- Só há um lugar onde podemos encontrar as respostas: NAS PROFECIAS BÍBLICAS.
- Profecias? O que isso tem a ver?
- Quer aceitemos ou não, a Bíblia diz que um dia os judeus irão governar o mundo, como príncipes, no tempo em que Jesus Cristo estiver visivelmente reinando sobre a terra, a partir de Jerusalém. Os judeus, também conhecidos como filhos de Israel, tem sofrido mais do que os outros povos, no decorrer da História. A história de Israel durante quase toda a Era Cristã está recheada de massacres, perseguições e ódio. Basta citar o Holocausto na Segunda Guerra Mundial, quando Hitler ordenou a morte de 6.000.000 (seis milhões) de judeus nas câmaras de gás e campos de concentração.
- E tudo isso foi predito na Bíblia?
- Sim. Eu poderia citar centenas de versículos que contam, com até 3.000 anos de antecedência, toda a história dramática dos judeus. Até agora nenhuma palavra tem deixado de se cumprir.
- E o que as profecias falam sobre o destaque dos judeus na história do mundo?
- Preste atenção – abri a Bíblia e mostrei as mais conhecidas passagens sobre os judeus, as profecias mais claras, que tem se cumprido ao pé da letra.
- Impressionante! – Disse meu amigo, minutos depois – E o que vem pela frente?
Entreguei a ele vários textos, dizendo:
- Leia com cuidado e tire suas conclusões. Depois a gente conversa mais.

Pelo pouco que leu até aqui, o que você acha? Enquanto pesquisava sobre este tema, me surpreendi várias vezes. Deixe-me citar alguns poucos exemplos:
Eu estava lendo uma entrevista com Gary Gasparov, considerado o Rei do Xadrez, e ele mesmo afirmou que, apesar da fama, era discriminado por ser judeu. Estudando a história de Harry Houdini, considerado o Rei dos Mágicos, o homem que inventou a maioria dos truques envolvendo fugas impossíveis, descobri que também era judeu. Kevin Mitnik, considerado o Rei dos Hackers (= espécie de gênios em computador), e, por ter invadido vários sistemas do governo americano e do resto do mundo, passou cinco anos preso. Ele é judeu. Mais recentemente, a revista VEJA fez outra reportagem sobre hackers e mostrou o rosto de um adolescente de 18 anos (Ehud Tenebaum), que foi preso em Israel por ter invadido mais de 200 sistemas de segurança, inclusive, o Pentágono. O título da reportagem era: O REI DOS HACKERS. Ou seja, o título de rei dos Hackers passou de um judeu (Mitnik) para outro judeu (Tenebaum). Coincidências?

DEUS PROMETEU A ABRAÃO QUE SUA DESCENDÊNCIA SERIA TÃO NUMEROSA COMO A AREIA DO MAR - “Então o anjo do Senhor bradou a Abraão pela segunda vez desde o céu, e disse: Por mim mesmo jurei, diz o Senhor, porquanto fizeste isto, e não me negaste teu filho, o teu único filho, que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos.” (Gênesis 22.17). O Mar, na linguagem profética simboliza as nações, e a areia é Israel. Assim como a areia regula o mar, Israel (isto é, o povo judeu) tem regulado o destino das nações.

A BÊNÇÃO E A MALDIÇÃO - Em Israel havia (e há) dois montes: Gerizim (de onde Moisés pronunciou as BÊNÇÃOS) e Ebal (de onde eram pronunciadas as MALDIÇÕES). As profecias mostram que os judeus têm trazido bênçãos e maldições para a Humanidade. Por que isto? Porque eles são usados como instrumentos do juízo de Deus contra as nações. Não é fácil entender isso.

a) A maior bênção do mundo veio por meio do Judeu JESUS; uma das grandes maldições da humanidade veio por meio de um judeu (Karl Marx), que pregou o ATEÍSMO e trouxe o pensamento COMUNISTA, responsável pela morte de mais de 85 milhões de pessoas.

b) Um judeu é considerado o homem mais inteligente do mundo (Albert Einstein, que descobriu, inclusive, os segredos da Bomba Atômica); o judeu Teller descobriu os segredos da Bomba de Hidrogênio. Outro judeu, Robert Oppenheimer também é considerado um dos “pais da bomba atômica”. Considerando que a bomba atômica é a arma que faltava para que as profecias de destruição total fossem cumpridas, não é de admirar que os judeus tenham contribuído para isso, já que os profetas dizem que DEUS USARÁ ISRAEL COMO JUÍZO CONTRA AS NAÇÕES!

É INCONTESTÁVEL QUE OS JUDEUS TEM REGULADO O DESTINO DAS NAÇÕES – E TRAZIDO BÊNÇÃOS PARA A HUMANIDADE - MAIS BÊNÇAOS DO QUE MALDIÇÕES, DIGA-SE!

a) - O judeu Steven Spielberg é o maior cineasta do mundo, mestre dos efeitos especiais e dos filmes grandiosos; o judeu Albert Sabin inventou a vacina contra a poliomielite.

b) Arthur Solomon Loevenhart, um judeu, foi um dos responsáveis pelos medicamentos contra a sífilis; um judeu (Selman Abraham Waksman) descobriu a estreptomicina em 1944, valorosa no tratamento das tuberculoses.

c) Um judeu (Siegried Marcus) criou o motor a gasolina, e outro judeu descobriu a anestesia. Um judeu (Dr. Dittel) criou a cirurgia que faz a extração de cálculo renal.

d) Sigmund Freud, considerado o pai da Psicanálise, foi outro judeu que mudou (na verdade, revolucionou) o pensamento do mundo.

A LISTA É GRANDE

a) O MAIS FAMOSO MÁGICO DO MUNDO ERA JUDEU - Não existem dúvidas de que Harry Houdini é o mais famoso mágico da história. Sua habilidade em escapar de situações de extremo risco e de fazer o impossível o tornou uma lenda em sua época. Ainda hoje seus feitos são admirados e imitados por mágicos do mundo inteiro! Seu verdadeiro nome era Erik Weisz, mágico americano, de origem judaica, nascido na Hungria. Mestre do escape, famoso pela habilidade com que se livrava dos receptáculos que o encarceravam, como cofres, malas e ataúdes. Mais tarde, David Copperfield, outro judeu, se tornaria um mágico respeitado mundialmente. E ele também se especializou na arte de escapar das armadilhas mais incríveis. Será que isso não é uma profecia simbólica mostrando que é impossível prender Israel?

b) O profeta mais polêmico da Humanidade, Nostradamus, era judeu. JERRY LEWIS, um dos maiores comediantes do mundo, era judeu. HENRY KISSINGER, o maior estadista americano, conselheiro e assessor de vários presidentes americanos, é judeu. SILVIO SANTOS (ou SENOR ABRAVANEL), o apresentador de televisão mais conhecido do Brasil, é judeu.

c) Os judeus também têm uma habilidade especial na arte do riso. Apesar de ser um povo muito perseguido e humilhado, deram origem a centenas de humoristas, alguns dos mais famosos do mundo. Exemplos: Os Três Patetas e os Irmãos Marx inspiraram todos os humoristas da atualidade, especialmente aqueles que fazem humor envolvendo quedas no estilo vídeo-cassetada. Os trapalhões (nosso saudoso quarteto brasileiro) se inspiraram nos humoristas judeus.

d) BARBRA STREISAND (famosa cantora americana), WOODY ALLEN (cineasta americano), SEINFIELD (comediante americano), MEL BROOKS (comediante americano), NOAM CHOMSKY (escritor americano), IRVING BERLIN, STRAUSS, MENDELSSON, SERGE GAINSBOURG, ENSENBERG, HOWARD STERN, KUBRICK, etc. Todos judeus, que tem influenciado a história do mundo. Alguém declarou que “dos judeus vem grande parte do talento e da alegria do mundo”.

e) Mais judeus famosos: Isaac Asimov (escritor e filósofo americano sobre ciência e cosmologia); Benjamin D'israeli, Chaim Weizmann, Ben Gurion, Alfred Dreyfus, Clarice Lispector (escritora brasileira), Franz Kafka, escritor tcheco, José Goldemberg (político brasileiro), Kirk Douglas (ator americano), Leonard Bernstein (maestro), Maimonides, Menahem Begin, Marc Chagall (pintor), Olga Benário (Militante Comunista deportada pelo Governo Brasileiro para a Alemanha, onde morreu em um Campo de Concentração. Seu grande crime: ser judia), Os Rothschild (magnatas), Theodor Herzl (criador do movimento sionista), Arnaldo Niskier (O Primeiro Imortal Judeu da Academia Brasileira de Letras e seu Presidente), Marcel Proust (conhecido como escritor francês. Apontado por muitos como o maior - e mais influente - escritor do século XX), Leon Eliachar (Escritor brasileiro), Saul Bellow (prêmio Nobel em literatura), etc.

O MUNDO TENTA ENTENDER A GENIALIDADE JUDAICA

a) HÁ UMA EXPLICAÇÃO LÓGICA? Desde seu lançamento, em 1901, o Prêmio Nobel já foi conferido a 700 personalidades - 140 delas judaicas. É uma estatística que impressiona: os judeus são, hoje, um grupo de 16 milhões, num planeta habitado por 6 bilhões de pessoas. Mas são responsáveis por grande parte das grandes novidades cientificas do século.

Recentemente, a revista VEJA, Edição 1909 (15 de junho de 2005) trouxe uma matéria que tentava explicar a genialidade dos judeus – isso está sendo até tema de debates universitários! A reportagem afirmou que: “Testes realizados com asquenazes, como são conhecidos os judeus originários da Europa Central e Oriental, constataram que a porcentagem dos que tinham QI acima de 140 pontos era cinco vezes maior do que entre o restante da população européia.” Os especialistas afirmam que o analfabetismo é inexistente entre os judeus. Como um povo tão pequeno consegue gerar tantos super-homens intelectuais?

b) QUAL O SEGREDO DE TANTA GENIALIDADE? Você sabia que dentre os 20 melhores violinistas da História, 15 são judeus? Foi o que declarou a revista VEJA em 28 de outubro de 1998. Uma estatística recente divulgada numa revista Cristã (Noticias de Israel, Janeiro de 2006), afirma que: “Israel é líder mundial no número de cientistas e técnicos profissionalmente ativos. Para cada 10.000 habitantes há 145 desses profissionais altamente qualificados na ativa, enquanto nos Estados Unidos a proporção é de 85, no Japão mais de 70 e na Alemanha menos de 60.” Qual a explicação? A revista NEWSWEEK (revista semanal americana) de 9/11/1998 trouxe uma matéria de capa, onde mostrava Tel Aviv (uma das principais cidades israelenses) como UMA DAS DEZ CIDADES LIDERES EM ALTA TECNOLOGIA NO MUNDO. Israel tem se destacado principalmente na área da Informática (não é a toa que os maiores Hackers do mundo são judeus – até nisso eles são os melhores!).

c) LIDERANÇA ISRAELENSE EM VÁRIAS ÁREAS – Vejam um resumo daquilo que Israel tem feito de bom e que tem chamado a atenção do mundo – é fato que cientistas de vários paises costumam visitar Israel para se impressionarem com a criatividade israelense.

- Uma empresa israelense desenvolveu um exame de sangue que permite diagnosticar ataques cardíacos por telefone.
- Uma equipe de pesquisadores israelenses descobriu que as metástases cancerígenas desaparecem quando expostas a uma combinação de quimioterapia com estímulos elétricos.
- Em Israel foi desenvolvido o primeiro sistema de segurança de vôo para aviões cargueiros e de passageiros contra ataques com mísseis.
- Pesquisas israelenses provaram que muitas coisas que se escondem sob a superfície terrestre podem ser detectadas através de satélites no espaço.
- Em relação à população mundial, Israel tem o maior índice de pessoas com diploma universitário.
- Em Israel são produzidos e publicados muito mais trabalhos científicos que em qualquer outra nação, numa proporção de 109 por 10.000 cidadãos israelenses. Israel também detém o maior índice per capita de registro de patentes.
- Segundo representantes da indústria aeronáutica, Israel desenvolveu o mais seguro sistema de segurança de vôos. O governo americano usa assessoria israelense sobre como lidar com ameaças aéreas.
- Cientistas israelenses desenvolveram o primeiro sistema para detecção de câncer de mama isento de radiação e monitorado por computador.
- A firma israelense Given Imaging desenvolveu a primeira filmadora em forma de cápsula ingerível, que permite o exame do intestino delgado e o diagnóstico de câncer e de disfunções digestivas.
- Cientistas israelenses construíram um novo aparelho que melhora a circulação sanguínea no coração e pode salvar a vida de pacientes com insuficiência cardíaca congestiva. O novo aparelho está sincronizado com as funções mecânicas do coração através de um sofisticado sistema de sensores.
- Para tempos de aguda falta de água, engenheiros israelenses desenvolveram um revolucionário sistema de irrigação, que reduz ao mínimo a água necessária para o crescimento das plantas.
- Israel tem a maior porcentagem per capita de computadores pessoais.
- A tecnologia de chips para o processador Pentium MMX foi projetada pela Intel em Israel.
- O sistema de armazenamento de voz (Voice Mail) surgiu em Israel.
- Um novo tratamento anti-acne foi desenvolvido em Israel: a terapia de luz ClearLight produz luz azul de espectro reduzido isenta de raios ultra-violeta e leva as bactérias da acne a se autodestruirem sem causar danos à pele e aos tecidos adjacentes.
- O primeiro programa antivírus para computadores foi desenvolvido em 1979 em Israel. (Fonte: Revista Noticias de Israel, Janeiro de 2006).

d) E VEM MAIS POR AÍ – Imagine comprar perfumes pela Internet e ainda ter o privilégio de sentir o perfume através do computador? Ficção científica? Parece que não, pois dois cientistas israelenses criaram um processo de codificação onde torna possível a transmissão de odores pelos meios eletrônicos, ou seja, televisão, computador, etc. Em breve isso será muito popular. (Fonte: O Estado de São Paulo - 03/05/2000). Outra noticia recente anunciava que um inventor israelense desenvolveu um sistema para respiração embaixo d’água que retira o oxigênio diretamente da água do mar, eliminando a necessidade de tanques de ar comprimido. Isso foi divulgado no inicio de fevereiro de 2006 nos principais meios de comunicação do mundo.
Qual a razão dessa criatividade israelense?

A MELHOR RESPOSTA ESTÁ NAS PROFECIAS
a) Como um povo tão pequeno consegue gerar tantos super-homens intelectuais? A resposta (como sempre) está nas profecias bíblicas. Deus prometeu a Abraão, que iria engrandecer o seu nome; que os judeus seriam a cabeça das nações e não a cauda; que o mundo ficaria perplexo diante do povo de Israel; que um dia as pessoas das outras nações iriam reconhecer a grandeza dos judeus e que eles seriam até “adulados”. O profeta Zacarias disse:
“ASSIM DIZ O SENHOR DOS EXÉRCITOS: NAQUELE DIA SUCEDERÁ QUE DEZ HOMENS, DE NAÇÕES DE TODAS AS LÍNGUAS, PEGARÃO NA ORLA DAS VESTES DE UM JUDEU, DIZENDO: IREMOS CONVOSCO, PORQUE TEMOS OUVIDO QUE DEUS ESTÁ CONVOSCO.” (Zacarias 8.23). Isso ainda se cumprirá na sua totalidade, quando Jesus estiver reinando na terra, e quando a nação de Israel for oficialmente a rainha das nações.

b) Em Isaias 60, encontramos um vislumbre do futuro de Israel. Atente para as seguintes frases proféticas: “MAS VÓS SEREIS CHAMADOS SACERDOTES DO SENHOR, E VOS CHAMARÃO MINISTROS DE NOSSO DEUS; COMEREIS AS RIQUEZAS DAS NAÇÕES, E NA SUA GLÓRIA VOS GLORIAREIS. (...) E MAMARÁS O LEITE DAS NAÇÕES, E TE ALIMENTARÁS AO PEITO DOS REIS; ASSIM SABERÁS QUE EU SOU O SENHOR, O TEU SALVADOR, E O TEU REDENTOR, O PODEROSO DE JACÓ.” Se hoje os judeus (= que se encontram afastados de Deus) estão causando assombro por causa de sua inteligência e criatividade, imagine quando se voltarem para Deus, no futuro Reino do Messias Jesus!

CONCLUSÃO – Por incrível que pareça o Anti-Semitismo ( ódio e preconceito contra os judeus) tem aumentado no mundo. Se as pessoas soubessem o que Deus pensa sobre os judeus, pensariam mil vezes antes de discriminar um judeu. É perigoso odiar os judeus, pois o MAIOR JUDEU de todos os tempos declarou uma verdade que ninguém pode contestar:

“A SALVAÇÃO VEM DOS JUDEUS” – Palavras de
Jesus em João 4.22
Pesquisado/postado por Adail

terça-feira, 10 de agosto de 2010

A história e o significado da 'Palestina' e dos 'Palestinos'.

Isto são fatos da HISTÓRIA. Repito, isto é HISTÓRIA.

Quem quiser comprovar é só pesquisar.
Mas a realidade é que há uma guerra no "reino espiritual", portanto, desde Abrahao o povo de Israel começou a se formar em Canaan (que há 3500 anos o povo de Israel fez sua Terra), e formando-se efetivamente no Egito, o reino espiritual do mal tenta aniquilar o povo que DEUS formou, através de Abraham, Isaac e Jacov, pois através deste povo vieram os profetas, a Bíblia, e o MESSIAS, chamado de JESUS CRISTO. Os profetas, Jesus Cristo, o Apostolo Paulo e o Apóstolo João com o livro de Apocalipse, escreveram o resumo da História da Humanidade, e isto também incomoda muita gente, sobretudo o Inimigo de DEUS, e aqueles que o Diabo seduz, coisa que ele sabe fazer muito bem, seduzir, torcer os fatos e enganar. Jesus chamou o Diabo de "o pai da mentira".

A leitura não é de um minuto, mas é HISTÓRIA, não é notícia de TV.
Abraços. Benevides

“A História e o significado da 'Palestina' e dos 'Palestinos'

Para os que se interessam por história e em conhecer a verdadeira origem dos “Palestinos”, resolvi escrever para vocês baseando-me em traduções do artigo: “A História e o significado da 'Palestina' e dos 'Palestinos', por Joseph Katz, renomado historiador e escritor americano. Vale a pena aprender um pouco sobre a verdadeira origem do Conflito Árabe-Israelense, até porque este conflito não é milenar como muitos afirmam, mas bem recente e repleto de interesses políticos.
A história de Israel e a verdadeira história dos "Palestinos".
Por Joseph Katz
Tradução e adaptação por MZandona

“Não existe uma nação árabe chamada Palestina (...). Palestina é o nome que os romanos deram para o Eretz Israel com o intuito de enfurecer os judeus. Por que deveríamos usar o mesmo infeliz nome dado para nos humilhar? Os ingleses escolherem chamar a terra que eles controlavam de Palestina, e os árabes pegaram este nome como seu suposto nome milenar, apesar de nem sequer conseguirem pronunciá-lo corretamente. Eles transformaram a Palestina em 'Falastin', uma entidade ficcional.”
Golda Meir

O QUE SIGNIFICA “PALESTINA”?

“Palestina” nunca foi o nome de uma nação ou estado. É na verdade um termo geográfico utilizado para designar uma região abandonada ao descaso desde o século II d.C. O nome em si deriva do termo “Peléshet”, que aparece constantemente na Bíblia hebraica e foi traduzido como “Filístia” ou “Palestina”. Os Filisteus eram um povo do mediterrâneo com origens na Ásia Menor e na Grécia. Eles chegaram à costa Israelense em várias caravanas. Um grupo chegou no período pré-patriarcal, estabelecendo-se em Beer Sheva, entrando em conflito com Abraão, Isaque e Ismael. Um outro grupo, vindo da ilha de Creta após uma frustrada tentativa de invasão do Egito (1194 a.C.), se estabeleceu na área costeira de Israel. Lá eles fundaram cinco assentamentos: Gaza, Ashkelon, Ashdod, Ekron e Gat. Posteriormente, durante o domínio dos Persas e Gregos, povos de outras ilhas do Mediterrâneo invadiram e destruíram os assentamentos filisteus. Desde os dias de Heródoto, os gregos chamam a costa leste do Mediterrâneo de “Síria Palestina”.

Os filisteus não eram árabes nem ao menos semitas. Sua origem era grega. Eles não falavam árabe, nem nunca tiveram qualquer conexão étnica, lingüística ou histórica com a Arábia ou com os Árabes. O nome “Falastin” que os árabes usam atualmente para “Palestina”, nem sequer é uma palavra árabe mas sim hebraica - Peleshet (raiz Pelesh), que significa divisor, invasor. O uso do termo “Palestino” para se referir a um grupo étnico árabe é uma criação política moderna, sem qualquer credibilidade acadêmica histórica.

COMO A TERRA DE ISRAEL VEIO A SE TORNAR “PALESTINA”?

No primeiro século d.C., os romanos destruíram o reino independente da Judéia. Após a revolta frustrada de Bar Korchba no segundo século, o imperador romano Adriano determinou a eliminação da identidade de Israel (também conhecido como Judá ou Judéia), visando destruir o vínculo milenar do povo judeu com a região. Assim, ele escolheu o nome “Palestina”, impondo-o em toda a terra de Israel. Ao mesmo tempo, ele mudou o nome de Jerusalém para “Aélia Capitolina”.

Os romanos mataram milhares de judeus e expulsaram ou venderam como escravos outras centenas de milhares. Muitos dos sobreviventes optaram por não abandonar a terra de Israel, e jamais houve um momento sequer na história da região sem que judeus e comunidades judaicas estivessem presentes, apesar das condições serem extremamente precárias e perigosas.

BREVE HISTÓRIA DA “PALESTINA”

Milhares de anos antes dos romanos criarem o termo “Palestina”, a região era conhecida como Canaã. Os cananitas possuíam muitas cidades-estados, às vezes independentes às vezes vassalos de reis egípcios ou hititas. Os cananitas nunca se uniram para formar um estado. Após o Êxodo do Egito (provavelmente no sec. XV ou XIII a.C.), os filhos de Israel se estabeleceram na terra de Canaã. Ali formaram primeiramente uma confederação tribal e depois os reinos de Israel e Judá.

Desde os primórdios da história até os dias atuais, Israel (Judá ou Judéia) foi a única entidade independente e soberana que existiu ao oeste do rio Jordão (nos dias bíblicos, Amon, Moabe e Edom, bem como Israel, possuíram territórios ao leste do Jordão, mas estes desapareceram na antiguidade e nenhuma outra nação reivindicou a região, até os britânicos criarem o termo “Trans-Jordânia”, nos anos 20).

Após a conquista romana da Judéia, a “Palestina” se tornou uma província do império romano e posteriormente do império cristão Bizantino (brevemente também foi conquistada pelo império zoroástrico persa). Em 638 d.C, um califa árabe muçulmano tomou a Palestina das mãos dos bizantinos e a anexou ao império árabe-muçulmano. Os árabes, que não tinham nem sequer um nome em árabe para a região, adoraram o nome dado pelos romanos, pronunciando-o como “Falastina”, ou invés de “Palestina” (na língua árabe não há o som de “p”).

Durante este período árabe, grande parte da população da região (composta por uma mistura de povos e tribos nômades de várias regiões ao redor) foi forçada a converter-se ao islamismo. Eles eram governados por um califa que reinava de sua capital (primeiramente em Damasco e depois em Bagdá). A região da Palestina nunca se tornou uma nação ou um estado independente, nem desenvolveu uma cultura ou sociedade distinta. Em 1099, cruzados cristãos da Europa conquistaram a “Palestina – Filistina”. Após 1099, nunca a região esteve novamente sob domínio árabe. O reino estabelecido posteriormente pelos cruzados europeus era politicamente independente, mas nunca desenvolveu uma identidade nacional, servindo apenas como um posto militar da Europa Cristã por menos de 100 anos. Após este período, a Palestina foi anexada à Síria como uma província mameluca (etnicamente um povo fruto de uma mistura entre guerreiros e escravos cujo centro político encontrava-se no Egito), e posteriormente anexada ao Império Turco-Otomano, cuja a capital encontrava-se em Istambul.

Cruzados na Palestina, 1099, Chateau de Versailles, França

A PROMESSA DO "LAR JUDAICO NACIONAL"

Viajantes do ocidente à região da Palestina deixaram registros do que viram no local. O tema presente em todos os relatos é DESCASO. Vejamos alguns testemunhos:

“A terra está desolada, vazia, negligenciada, abandonada, destinada à ruínas. Não há nada lá (Jerusalém) para ser visto, a não ser poucos vestígios da antiga muralha que ainda permanece. Todo o resto está coberto por musgo e mato”. Peregrino inglês, 1590.

“A região está em situação deplorável, sem habitantes. Sua maior necessidade são pessoas!” Cônsul Britânico, 1857.

“Não há sequer uma vila em toda a extensão do vale chamado Jezreel, nem mesmo em um raio de 50Km. Viajamos quilômetros sem encontrar uma alma sequer. Nazaré está abandonada, Jericó é uma ruína que se desfaz; Belém e Betânia, na sua pobreza e humilhação, não é desejada por qualquer criação (...). Um país desolado cujo solo é bastante rico, mas é dado inteiramente a ervas inúteis (...) uma expansão silenciosa, pesarosa (...) uma desolação (...). Nunca vimos um ser humano durante todo o caminho. A Palestina encontra-se vestida em pano de saco e cinzas...”.
Mark Twain, “The Innocents Abroad”, 1867.

A restauração da terra “desolada” e “não desejada” começou na segunda metade do século XIX, com os primeiros pioneiros judeus. O trabalho realizado por estes pioneiros criou novas e melhores condições e oportunidades, o que acabou por atrair outros imigrantes de várias partes do Oriente Médio, tanto árabes quanto outros.

A Declaração Balfour, de 1917, confirmada pela Liga (ou Sociedade) das Nações, comprometeu o governo britânico aos princípios que “o governo de vossa majestade vê com favor o estabelecimento, na Palestina, de um Lar Nacional Judaico, e fará uso de seus melhores recursos para facilitar a materialização deste objeto (...)”. Ficou então determinado o controle britânico sobre toda a região e que a área seria aberta à criação de assentamentos judaicos. Também determinou-se que os direitos de todos os seus habitantes (já residentes na região) seriam preservados e protegidos.

O Mandato Britânico na Palestina originalmente incluía tudo o que é hoje a Jordânia, bem como o que hoje é Israel e os territórios entre eles. No entanto, quando o “protégé” britânico Emir Abdullah foi forçado a abandonar seu domínio hashmaíta na Arábia, os britânicos criaram para ele uma região alternativa para seu reino, localizada ao leste do rio Jordão. Não havia nenhum nome árabe para a região, assim os ingleses a chamaram de “além do Jordão”, ou “Trans-Jordânia”; posteriormente apenas “Jordânia”.

Com esta manobra política, que violava todas as regras estipuladas pela Declaração Balfour e pelo Mandato Britânico, os ingleses retiraram 75% da região destinada a ser o “Lar dos Judeus”, como havia declarado a rainha. Não foi permitido que nenhum judeu habitasse na região da Trans-Jordânia (ou Jordânia). Menos de 25% permaneceu da Palestina original do Mandato Britânico, destinado aos “assentamentos judaicos” prometidos pelos ingleses. Além disso, eles restringiram a imigração judaica na região e impuseram restrições quanto ao local onde os judeus poderiam trabalhar, viver, construir ou plantar. Na verdade, as regiões mais deploráveis da então Palestina britânica foram destinadas aos judeus, como os pântanos da Galiléia e as regiões infestadas de malária como Jafa e Tel-Aviv.

Somente após 1967, Israel finalmente conseguiu habitar em algumas das regiões prometidas pelos britânicos aos judeus. Apesar dos britânicos constantemente declararem como ilegais os assentamentos judaicos durante o Mandato Britânico, foram eles mesmos que agiram contrariamente à lei ao expulsarem os judeus da região já declarada “O Lar Judaico Nacional” pela Liga das Nações e pela rainha da Inglaterra.



MAS ENTÃO, QUEM SÃO OS “PALESTINOS”?


Durante o Mandato Britânico em Israel (1920-1948), os ingleses se referiam a população judaica de Israel como “Palestinos” (termo na verdade criado pelos Romanos no início da era cristã com o intuito de humilhar os judeus – uma vez que “Palestina” significa “local dos Filisteus”, antigos inimigos dos judeus que foram extintos pelos Persas no sec. X a.C). Em 1939, os ingleses decidem proibir toda imigração Judaica para a “Palestina”, algo que era constante desde o século XVIII na região. Esta proibição foi feita no momento em que os Judeus mais precisariam, uma vez que o Nazismo estava fortemente se estabelecendo na Europa e milhões de judeus estavam sendo perseguidos. Milhares que conseguiam escapar dos campos de concentração e tentaram ir para Israel, foram mandados de volta para o inferno, novamente para as câmaras de gás na Europa.


Mas ao mesmo tempo em que os britânicos proíbem a imigração judaica, eles permitem ou ignoram a imigração ilegal de milhares de árabes da Jordânia (chamada de Palestina Oriental), Síria, Egito e de várias partes do norte da África. Em 1939, Winston Churchill declara que “...longe de serem perseguidos, os árabes invadiram a região e se multiplicaram...!” Estatísticas exatas da população da região na época são problemáticas, mas sabe-se que em 1947 o número de árabes ao oeste do Jordão triplicou em comparação a 1900.


O mito atual é que estes árabes há muitos séculos já estavam estabelecidos na Palestina, até que vieram os judeus e os “desalojaram” em 1948. Mas na verdade a imigração recente de árabes para a Palestina foi que “desalojou” os judeus. O aumento massivo da população árabe na região é comprovada pela lei criada pela ONU em 47: “Qualquer árabe que tenha habitado na Palestina por pelo menos dois anos, mas que deixou a região em 1948, é considerado um “refugiado palestino”. Esta é a origem dos famosos “refugiados palestinos”.


As estatísticas sobre a população judaica e árabe na região raramente levam em consideração como surgiram tais proporções. Um dos fatores foi a política inglesa de manter os judeus fora ao mesmo tempo em que traziam os árabes. Outro fator foi a violência utilizada para matar ou expulsar até mesmo judeus que já estavam há muito tempo estabelecidos na região. Por exemplo: A conexão judaica com a cidade de Hebron data dos dias de Abraão, e na verdade, sempre existiu lá uma comunidade judaica desde os dias de Josué, antes mesmo do Rei Davi torná-la capital. Mas em 1929, uma revolta armada de árabes (com o consenso britânico), matou e expulsou quase toda a comunidade judaica de Hebron.


Outro exemplo: Em 1948, a Transjordânia passou a ocupar quase todo o território da Judéia e Samaria (os quais eles chamavam de Cisjordânia) bem como a parte Oriental de Jerusalém e a cidade antiga. O que foi feito com os milhares de judeus que já habitavam na região? Foram assassinados ou expulsos.


DE PALESTINA PARA ISRAEL


O que seria da “Palestina” após o Mandato Britânico? Esta questão foi levantada por vários líderes britânicos e também mundiais, culminando com a decisão da ONU em 1947. Durante as várias deliberações, oficiais, representantes e escritores ÁRABES expressaram suas visões sobre a “Palestina”. Vejam que interessante:


“Não existe um país chamado Palestina. ‘Palestina’ é um termo que os sionistas inventaram (...). Nosso país foi por séculos parte da Síria. ‘Palestina’ é estranha a nós. Foram os sionistas (termo como os árabes se referem aos judeus) que criaram este termo." Líder árabe que discursou na Comissão Britânica, 1937.


“Palestina? Jamais existiu tal coisa na história! Absolutamente não!” Professor Philip Hitti, historiador árabe a serviço do Comitê Anglo-Americano, 1946.


“Todos sabem que a ‘Palestina’ não é nada mais do que o sul da Síria”.Delegado da Arábia Saudita no Conselho de Segurança da ONU, 1956.


“Nunca existiu uma região chamada Palestina, governada por palestinos. Não há uma língua chamada Palestina. Não existe uma cultura Palestina. Palestinos são na verdade árabes, sem distinção de Jordanianos (outra invenção recente), Sírios, Libaneses, Iraquianos, etc. Os árabes controlam 99,9% das terras do Oriente Médio. Israel representa 0,1% da região. Mas isso já é muito para os árabes. Eles querem tudo! Esta é a razão dos conflitos existentes hoje em Israel. Não importa quantas concessões territoriais o governo de Israel fará; nunca será o suficiente.


“Mitos do Oriente Médio”, por Joseph Farah, escritor e jornalista árabe.


Ainda em 1948, os árabes ainda não haviam descoberto sua nação milenar chamada “Falastina” (até hoje eles nem sequer conseguem pronunciar a palavra “Palestina”, trocando o “P” pelo “F”). Quando a ONU lhes ofereceu metade da Palestina ao oeste do Jordão como seu país, eles violentamente rejeitaram a proposta. Logo após a declaração da ONU criando as duas nações na região (uma árabe e uma judaica), seis nações árabes iniciaram uma guerra visando a aniquilação da recém formada nação de Israel. O propósito desta guerra jamais foi estabelecer uma nação independente chamada “Falastina”, mas sim, expulsar e aniquilar os judeus para dividir entre eles a região antes controlada pelos ingleses.


Os líderes destas nações árabes ordenaram que a população árabe da então Palestina emigrasse para as regiões de fronteira e para a costa, uma vez que conduziriam um ataque massivo aos judeus em todos os povoados. Ironicamente, eles demandaram a retirada mas jamais ofereceram seus territórios para receberem tais refugiados. Israel, pressentindo a guerra eminente, organizou uma campanha nacional onde garantiu aos árabes que ficassem no país, cidadania israelense, liberdade de religião e de culto, bem como os mesmos direitos civis e políticos que os judeus teriam. Após o término da Guerra e a vitória de Israel, os árabes que permaneceram se tornaram cidadãos de Israel, e os que abandonaram suas casas esperando a destruição dos judeus foram rejeitados pelos países árabes das fronteiras onde estavam refugiados. Egito, Jordânia, Síria e Líbano fecharam suas portas para seus irmãos árabes, dando início ao que conhecemos hoje como os “Refugiados Palestinos”.


Apesar de ter perdido esta guerra, a Jordânia (então chamada Transjordânia) conseguiu anexar a Cisjordânia e a cidade oriental de Jerusalém, matando ou expulsando os judeus que já habitavam na região (judeus de todas as nações que há milênios cuidavam dos locais judaicos sagrados para o judaísmo). O Egito, por sua vez, ocupou a faixa de Gaza. Estas duas nações árabes ocuparam estas regiões até 1967. Neste ano, elas iniciaram uma outra guerra para aniquilar Israel, e como conseqüência de seu fracasso, perderam as terras que tomaram na Guerra de 1948. Nestes 19 anos que ocuparam estas regiões, Jordânia e Egito nunca planejaram criar um estado “Falestino” para os “palestinos”. Nem mesmo os palestinos tinham esta reivindicação. Aliás, ninguém no mundo jamais sugeriu tal coisa.


Finalmente, em 1964, o “Movimento para Libertação da Palestina” foi criado por Yasser Arafat com o claro objetivo de promover a destruição de Israel. Com este propósito, ele ajudou também nos ataques precipitados a Israel em 1967. O resultado frustrado deste ataque inspirou uma mudança da opinião pública. Como propaganda, era mais prudente falar em “liberação da Palestina” do que em “destruição de Israel”. Grande parte do mundo, governos, a mídia e a opinião pública aceitou sem questionamento ou análise o novo mito árabe de luta para criação da nação chamada “Falastina”. Até os dias de hoje as principais organizações terroristas entre os árabes financiam o terror em Israel. Eles não têm nenhum plano para fundar uma nação Palestina nem nunca terão. Seu intuito é armar até os dentes grupos como o Fatah, Hizbolá e o Hamas para matarem o maior número de judeus possível. Famílias de jovens suicidas, conhecidos como “homens bomba”, recebem gratificações de milhares de dólares de governos e Sheiks árabes, como recompensa pelo “sacrifício” de seus filhos. Eles abertamente financiam e incentivam o terrorismo em Israel e no mundo, mas a mídia mundial finge não saber.
Yasser Arafat (1929 – 2004) – Criador e líder da OLP e do grupo terrorista Fatah. O “maior líder palestino” desviou 2 bilhões de dólares de fundos públicos palestinos para sua conta bancária pessoal.




A SITUAÇÃO NA ÚLTIMA DÉCADA


Desde o início da década de 2000, Israel tem colocado em prática um plano de evacuação dos territórios conquistados em 67, que inclui a faixa de Gaza, a Cisjordânia e as planícies do Golan. Gaza já foi completamente entregue em 2005, e se tornou um centro de treinamento para o Hamas, que aos trancos e barrancos finge administrar a região. A Cisjordânia está sendo evacuada e entregue para os palestinos (lê-se Fatah), e a região afunda economicamente e socialmente de forma proporcional à retirada de Israel. Agora, os terroristas do Hizbolá (financiados pelo Iran) esperam receberem o Golan. Para a mídia mundial os palestinos prometem paz em troca de território, mas para os Israelenses esta promessa nunca foi nem nunca será cumprida. Se o objetivo de todas estas entidades terroristas é abertamente “destruir a Israel”, como alguém pode acreditar que a entrega de terra cessará o conflito?


À medida que a faixa de Gaza e a Cisjordânia eram evacuadas, Israel via o número de atentados suicidas aumentar a cada ano, tendo todos os assassinos provenientes desses territórios. Israel então dá início ao audacioso plano de construir uma barreira nos pontos mais frágeis da fronteira com a Cisjordânia, visando diminuir o número de atentados. O projeto atual é proteger toda a extensão da fronteira, totalizando quase 700 km. Até o final de 2007, 60% da barreira já havia sido construída. Desde o início da construção, em 2003, o número de atentados suicidas nas cidades israelenses diminuiu em 99,5%. “Tivemos que aprender a usar foguetes uma vez que Israel descobriu uma maneira de se proteger de nossos ataques suicidas. Com a construção deste muro, nossos militantes não conseguem mais penetrar em território Israelense para realizarem seus ataques suicidas”, afirmou Ramadan Shalah, líder da Jihad Islamica Palestina em entrevista ao jornal islâmico Al-Sharq.


Os palestinos, que carregam o ódio islâmico contra os judeus e contra Israel, aproveitaram-se durante décadas da falta de segurança nas fronteiras para invadirem e promoverem atos de terrorismo em território Israelense. Centenas de civis inocentes morreram em Israel em ônibus, em restaurantes, lanchonetes, praças, ruas, shopping centers, etc. Nunca houve qualquer comoção por parte da mídia internacional ou da ONU. Agora, após a início da construção do Muro de Segurança, os palestinos posam para a mídia mundial como aprisionados, injustiçados e separados de Israel com um muro que chamam de “Muro do Apartheid”. “Muitos são os danos psicológicos que os palestinos destas regiões têm sofrido, além do efeito na economia, na saúde e no bem estar da população”, afirma o relatório elaborado pela ONU em 2005. Mas onde estão os relatórios sobre os danos psicológicos, econômicos e sociais de Israel frutos de anos de barbárie palestina? É lícito tentar manter seguro suas fronteiras? É lícito proteger o seu povo de organizações que abertamente desejam a sua aniquilação?


Muro de Segurança em Israel – Responsável direto pela redução em 99,5% dos ataques suicidas em Israel
Os EUA há décadas têm construído uma barreira de segurança na fronteira com o México. Até 2008, 580Km já haviam sido construídos. A proposta, já aprovada pelo congresso americano em 2005, é cobrir todos os 3.141km da fronteira com a construção de um muro de concreto armado, cercas elétricas, e policiamento constante. Vejam que os EUA tomaram esta medida emergencial para conter a imigração ilegal de mexicanos e o tráfego de drogas. Os mexicanos não entram nos EUA com o intuito de matarem civis americanos, mas, em sua maioria, com o intuito de trabalharem e ajudarem suas famílias pobres no México. Imaginem se os mesmos estivessem invadindo os EUA para promoverem atentados terroristas? O que fariam os EUA nesta situação? Pois bem, ninguém se atreve a falar contra o muro de separação dos EUA e jamais vemos documentários ou reportagens sobre como os mexicanos se sentem rejeitados e psicologicamente afetados com o “apartheid” americano. Mas Israel, que desesperadamente tenta proteger sua população contra atentados terroristas e que conseguiu provar ao mundo que 99,5% destes atentados foram reduzidos em conseqüência de sua barreira de segurança, é acusado de racista e de estar reconstruindo o “muro de Berlin”.


Desde o término da I Grande Guerra, os árabes do Oriente Médio e do norte da África receberam estados independentes em 99,5% dos territórios por eles requisitados. Lord Balfour (estadista inglês que expressou o apoio britânico à criação de um estado judaico na Palestina) certa vez expressou sua esperança que, uma vez que os árabes receberam tanto, não se incomodariam com o pequeno território prometido aos judeus. Infelizmente, Lord Balfour estava errado.
Sempre chamo a atenção das pessoas sobre a manipulação da mídia mundial e nacional (brasileira) em relação às informações sobre Israel e o conflito árabe-israelense. É deplorável a forma como as maiores empresas jornalísticas do mundo deturpam, omitem e alteram fatos com o intuito de prejudicar a imagem de Israel no cenário mundial. Não apenas isto, mas o desejo por detrás das notícias, artigos e comentários é na verdade mostrar Israel como o grande inimigo, a grande “pedra no sapato” do Oriente Médio e do mundo. Todos buscam histórias mirabolantes para provar ao mundo que os Palestinos são os verdadeiros habitantes de Israel e que seu vínculo com a terra data de milênios. Mas, quem são os Palestinos? Qual a sua origem? Como a região denominada “Palestina”, pelos romanos, veio a se tornar a nação judaica da atualidade?-