Você pode passar a sua vida sem Jesus, mas vai ser terrível morrer sem Ele!!!

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Paulo Junior:

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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Israel - uma prova da existência de Deus.


ISRAEL – O RELÓGIO DE DEUS
ISRAEL – UMA PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS
· O TEMA NÚMERO 1 DAS PROFECIAS BÍBLICAS É O NASCIMENTO E O RETORNO DE JESUS CRISTO
· O TEMA NÚMERO 2 É A HISTÓRIA DE ISRAEL – PASSADO, PRESENTE E FUTURO

No século xvii Frederico ii, rei da Prússia, desafiou seu conselheiro espiritual:
- dai-me uma prova da existência de Deus
Seu conselheiro respondeu sem hesitar:
- os judeus, majestade!
TODAS AS PROFECIAS RELACIONADAS A ISRAEL TÊM-SE CUMPRIDO NA HISTÓRIA.
E TODAS AS PESSOAS E NAÇÕES QUE TENTARAM IMPEDIR O CUMPRIMENTO DESSAS PROFECIAS FORAM DESTRUIDAS.

A nação de Israel e o povo judeu são um enigma para este mundo. Sua existência desafia a lógica humana; sua preservação contradiz todas as tendências históricas.

Palavras de Deus: “Assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.”
Isaias 55.11

DEUS É CHAMADO NA BÍBLIA 203 VEZES DE DEUS DE ISRAEL
Deus prometeu que iria disciplinar Israel por causa de seus pecados. Por não terem obedecido aos seus mandamentos para que fossem um povo diferente na terra e adorassem apenas ao único Deus que fez o universo.
SERÁ QUE ESSAS PROMESSAS DIVINAS SE CUMPRIRAM?
· PROFECIA
“Espalhar-vos-ei por entre as nações e, desembainhando a espada, vos perseguirei; a vossa terra será assolada, e as vossas cidades se tornarão em deserto.”
Levitico 26.33
“Assim saberão que eu sou o Senhor, quando eu os dispersar entre as nações e os espalhar entre os países.”
(Ezequiel 12.15).
NO ANO 70 DA ERA CRISTÃ, OS ROMANOS(Tito) DESTRUIRAM JERUSALÉM E OS JUDEUS FORAM ESPALHADOS PARA O MUNDO TODO.
PROFECIA CUMPRIDA!

· PROFECIA
“...e serás espetáculo horrendo a todos os reinos da terra. Os teus cadáveres servirão de pasto a todas as aves do céu, e aos animais da terra, e não haverá quem os enxote.”
Deuteronômio 28.25-26

NA 2.ª GUERRA MUNDIAL OS NAZISTAS MATARAM 6 MILHÕES DE JUDEUS
ISSO FOI CHAMADO DE HOLOCAUSTO, OS CORPOS DOS JUDEUS FICARAM ESPALHADOS AO SOL SEM SEPULTAMENTO, MULTIDÕES DE OSSOS SECOS EXPOSTOS AO SOL – CENAS QUE O MUNDO NUNCA ESQUECERÁ.
PROFECIA CUMPRIDA!

DIANTE DO MASSACRE NAZISTA OS JUDEUS CLAMARAM ANGUSTIADOS: ACABOU-SE A NOSSA ESPERANÇA!
MAIS DE 2000 ANOS ANTES EZEQUIEL OUVIU OS OSSOS SECOS CLAMANDO:
“OS NOSSOS OSSOS SECARAM-SE, E PERECEU A NOSSA ESPERANÇA; ESTAMOS DE TODO EXTERMINADOS.”
EZEQUIEL 37.11
As profecias afirmam que durante muitos séculos os judeus iriam vagar de um lado para o outro e seriam expulsos de várias nações onde tentassem encontrar abrigo, se Israel é uma prova da existência de Deus, a eliminação definitiva dos judeus seria uma forte evidência para o mundo de que Deus não existe, POR ISSO, DURANTE SÉCULOS, REIS E TIRANOS TENTARAM APAGAR ESSA MARCA DE DEUS NA TERRA, MAS NÃO SABIAM QUE DEUS ESTAVA PRESTES A MUDAR A SORTE DO SEU POVO.
RENASCE ISRAEL: 29 DE NOVEMBRO DE 1947 – APENAS DOIS ANOS DEPOIS DO GRANDE MASSACRE – NA MESA DA ONU É CRIADO O NOVO ESTADO DE ISRAEL, NUM ÚNICO DIA, UMA NAÇÃO RENASCE:
MAS O PROFETA ISAIAS JÁ SABIA DISSO HÁ MAIS DE 2.700 ANOS ANTES:
“Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? Mas logo que Sião esteve de parto, deu à luz seus filhos.”
(Isaias 66.8).
14 DE MAIO DE 1948 É PROCLAMADA A INDEPENDÊNCIA DO NOVO ESTADO DE ISRAEL
O primeiro-ministro David Ben Gurion convida os judeus do mundo todo para retornarem à sua pátria: MILHARES DE JUDEUS DE VÁRIAS PARTES DO MUNDO VIAJAM PARA ISRAEL, PARECIA INACREDITÁVEL – APÓS 1878 ANOS, OS JUDEUS ESTAVAM DE VOLTA À SUA PÁTRIA. CENTENAS DE PROFECIAS MILENARES COMEÇAM A SE CUMPRIR:
“E vos tomarei dentre as nações, e vos congregarei de todas as terras, e vos trarei para a vossa terra.” (Ezequiel 36.24).
APÓS 19 SÉCULOS, OS JUDEUS ESTAVAM DE VOLTA À SUA ANTIGA PÁTRIA
DE MAIS DE 120 PAÍSES, MILHARES DE JUDEUS RETORNARAM
E AS MILENARES PROFECIAS TORNARAM-SE HISTÓRIA

Existem mais profecias falando da restauração de Israel do que da sua dispersão.Deus multiplicou as profecias sobre este tema para que ninguém tenha desculpas para duvidar.
A BÍBLIA DIZ QUE OS DESERTOS EM ISRAEL IRIAM FLORESCER
“Também trarei do cativeiro o meu povo Israel; e eles reedificarão as cidades assoladas, e nelas habitarão; plantarão vinhas, e beberão o seu vinho; e farão pomares, e lhes comerão o fruto. Assim os plantarei na sua terra, e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o senhor teu Deus.”
(Amós 9.13-14).
HOJE ISRAEL É O 3.º MAIOR EXPORTADOR DE FLORES PARA O RESTO DO MUNDO
ENTRE OS MAIS DE 200 PAÍSES DO PLANETA, ISRAEL É UM DOS 30 QUE POSSUEM O MAIS ELEVADO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO DO MUNDO.
ENTRE OS MAIS DE 200 PAÍSES DO PLANETA, ISRAEL É UM DOS 30 QUE POSSUEM O MAIS ELEVADO ÍNDICE DE ESPERANÇA DE VIDA – GANHANDO (DE LONGE) ATÉ DOS ESTADOS UNIDOS.
Israel o lugar que moldou o passado e definirá o futuro do planeta.
Israel é a prova da existência de Deus.

http://teologando-fernando.blogspot.com/2010/04/israel-o-relogio-de-deus.html

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O grande engano.

O Grande Engano

Palavras como disfarce, imitação ou cópia são conhecidas de todos. Também no cristianismo há pessoas que se dizem "cristãs", mas no fundo não o são.
Um automóvel parou ao meu lado em um espaço para descanso à margem de uma auto-estrada na Alemanha. Alguém me ofereceu os "melhores artigos de couro" por pouco dinheiro. Como fui totalmente surpreendido pela oferta e também tinha pouco tempo, comprei um objeto pequeno. Apenas mais tarde percebi o tipo de "artigo de couro" que havia adquirido: uma imitação barata, que desmontava só de olhar para ela.
Há muitas coisas falsas, quase idênticas às verdadeiras, difíceis de distinguir das genuínas, como roupas, relógios, jóias, quadros, tapetes, etc. Precisamos de especialistas que consigam diferenciar entre o verdadeiro e o falso com base em detalhes mínimos.
Também no cristianismo há imitações, disfarces, cópias, cristãos que parecem verdadeiros e, no entanto, são falsos. Isso é ilustrado de forma clara na parábola das dez virgens (Mt 25.1ss): exteriormente, as cinco virgens néscias eram muito parecidas com as sábias, exceto pelo fato de que lhes faltava o óleo (um símbolo do Espírito Santo que habita nos salvos). Muitos vivem uma vida cristã porque são levados pela corrente do cristianismo que os cerca. Seu ambiente é cristão e por isso eles também o são.
Não quero que esta mensagem roube a certeza da salvação de ninguém que tenha no coração essa convicção pelo testemunho do Espírito de Deus. Além disso, tenho certeza de que um cristão espiritualmente renascido não pode se perder (Hb 10.10,14). Mas também não quero que alguém ponha sua confiança em uma falsa segurança, em algo que nem mesmo existe.
Às vezes admiramo-nos quando pessoas, que eram consideradas cristãos autênticos, de repente se desviam da fé e não querem ouvir mais nada a respeito de Jesus e da obra que Ele realizou na cruz do Calvário, chegando até mesmo a negá-la. O apóstolo João também passou por essa experiência dolorosa, descrita em sua primeira carta: "Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos" (1 Jo 2.19).

Este buquê de flores é verdadeiro ou não? Também no cristianismo há imitações, cristãos verdadeiros e falsos cristãos.
A Bíblia não esconde o fato de que além do cristianismo verdadeiro, legítimo, renascido da "água e do espírito", há também um cristianismo aparente, formado por "cristãos" que não estão ligados a Jesus, não estão enraizados nEle, não vivem nEle e por Ele. Mesmo que tudo pareça legítimo, eles não passam de uma imitação. É desses "cristãos" que Paulo fala ao escrever a Timóteo, em sua segunda carta: "...tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes" (2 Tm 3.5). A Edição Revista e Corrigida diz: "...tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te". Na Nova Versão Internacional lemos: "...tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se desses também".

Sendo cristão sem ser cristão

De acordo com pesquisas nos EUA, quase metade dos americanos se dizem cristãos renascidos. Mas uma análise mais aprofundada revelou que muitos confundem o novo nascimento com uma sensação positiva a respeito de Deus e de Jesus.
Um levantamento estatístico entre os cristãos praticantes nos EUA apresenta resultados desanimadores, o que também é representativo em relação à Europa:
  • 20% nunca oram
  • 25% nunca lêem a Bíblia
  • 30% nunca vão à igreja
  • 40% não apóiam a "obra do Senhor" por meio de ofertas
  • 50% nunca vão à Escola Bíblica Dominical (de todas as faixas etárias)
  • 60% nunca vão a um culto vespertino
  • 70% nunca dão dinheiro para missões
  • 80% nunca freqüentam uma reunião de oração
  • 90% nunca realizam culto em família [1]
Se a situação já é assim na América marcada pela influência do puritanismo, quanto mais na superficial Europa.
O próprio Senhor Jesus advertiu a respeito da confissão nominal, que carece de conteúdo verdadeiro, ou seja, que não está de acordo com o que vai no coração: "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade" (Mt 7.21-23). Com isso, o Senhor esclarece quatro pontos básicos: há duas coisas que não são de forma alguma suficientes para que alguém seja salvo, e outras duas são imprescindíveis para que alguém seja redimido.

Duas coisas insuficientes para a salvação

Nem a simples confissão "Senhor, Senhor" (1) nem as obras em nome de Jesus (2) são suficientes para alcançar a salvação eterna. Em muitas igrejas, denominações e entidades cristãs as orações são meramente formais, os atos de caridade são feitos em nome de Jesus sem que aqueles que os realizam pertençam a Ele ou sejam filhos de Deus. Quantos indivíduos "cristãos" realizam atos cristãos sem pertencerem a Cristo! É assustador que no fim Jesus até mesmo condena as suas ações como sendo iníquas: "Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade".

Duas coisas imprescindíveis para a salvação

Precisamos fazer a vontade de Deus (1) e precisamos ser conhecidos por Deus (2).
1. Fazer a vontade do Pai celeste não é realizar muitas boas ações, pequenas e grandes, mas ter fé em Jesus Cristo, entregar conscientemente a vida a Ele e obedecer-Lhe na prática.
O judaísmo da época de Jesus tinha "boas ações" para apresentar: muitos eram fanáticos em seguir a lei, lidavam com a Palavra de Deus, expulsavam maus espíritos e faziam milagres. Mas uma coisa eles não queriam: crer em Jesus Cristo e, assim, aceitar a misericórdia que recebemos por meio dEle. Pensavam que chegariam ao céu sem Ele, que Deus reconheceria as suas obras e lhes permitiria entrar. Porém, foi justamente nesse ponto que Jesus tratou de contrariar seus planos. Eles tinham de aprender e aceitar que a vontade de Deus era que reconhecessem sua própria falência espiritual e cressem em Jesus.
Nós enfrentamos o mesmo problema hoje. "Cristãos" nascidos em um ambiente cristão pensam que conseguirão ir para o céu por meio de obras cristãs. Ao lhes dizermos que nada disso serve, que no fim das contas as suas ações são iniqüidades inaceitáveis aos olhos de Deus e que eles continuam perdidos, a grande maioria reage de forma irritada, por pensar que não precisam de Jesus pessoalmente. Quando Jesus foi questionado: "Que faremos para realizar as obras de Deus?", Ele respondeu: "A obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele foi enviado" (Jo 6.28-29).
2. Precisamos ser conhecidos por Deus. Haverá pessoas das quais Jesus dirá naquele dia: "Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade".
Não é suficiente crer em Jesus de forma superficial, reconhecê-lO, acreditar em Sua existência ou aceitá-lO até certo ponto. Não – é preciso que haja um encontro pessoal com Ele.
Posso dizer: "Conheço o presidente do Brasil". De onde o conheço? De suas aparições na mídia. Mas será que ele me conhece? Claro que não! No entanto, se eu fosse convidado a visitá-lo, teria a oportunidade de ser conhecido por ele.
O Senhor Jesus convida cada ser humano, de forma pessoal, a entregar-se a Ele: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei" (Mt 11.28). Quem aceita esse convite, quem se achega a Ele com todos os seus pecados, quem O aceita em seu coração e em sua vida e crê em Seu nome (Jo 1.12), esse é conhecido por Ele. Quem fez isso reconheceu o Pai e o Filho de Deus e entrará no céu: "E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (Jo 17.3).

"Tens nome de que vives...

...e estás morto" (Ap 3.1). Há muitos que se chamam de "cristãos", mas o são apenas nominalmente. O Senhor Jesus falou de pessoas que imaginariam servir a Deus matando justamente Seus verdadeiros filhos: "Eles vos expulsarão das sinagogas; mas vem a hora em que todo o que vos matar julgará com isso tributar culto a Deus. Isto farão porque não conhecem o Pai, nem a mim" (Jo 16.2-3).

Em muitas igrejas, denominações e entidades cristãs as orações são meramente formais, sem que aqueles que oram pertençam a Jesus.
Eles reivindicam autoridade teológica, pensam servir a Deus, mas não conhecem nem o Pai nem Jesus Cristo. Isso aconteceu, por exemplo, na época das Cruzadas e da Inquisição. Hoje também existe uma teologia que reivindica toda autoridade para si e rejeita os que se baseiam na Palavra de Deus. Basta lembrar das muitas seitas e do islamismo, que afirmam que Deus não tem um Filho.
Já no século VII antes de Cristo, na época do profeta Jeremias, havia dignitários religiosos meramente nominais. Ouvimos o lamento de Jeremias: "Os sacerdotes não disseram: Onde está o Senhor? E os que tratavam da lei não me conheceram, os pastores prevaricaram contra mim, os profetas profetizaram por Baal e andaram atrás de coisas de nenhum proveito" (Jr 2.8).
Mesmo um cristão meramente nominal pode apostatar da fé. Quem com sua boca confessa ser cristão, mas não pratica o cristianismo no dia-a-dia, precisa aceitar que outros lhe perguntem se não está enganando a si mesmo.
Não é exatamente isso que vemos hoje? Muitos teólogos abandonaram a fé bíblica e correm atrás de convicções que não servem para nada. Eles se abriram para religiões e correntes espirituais que não têm absolutamente nada a ver com Jesus Cristo. Isso também já aconteceu na época em que o povo de Israel peregrinou pelo deserto. Depois de ter louvado a grandeza e a soberania de Deus (Dt 32.3-4), Moisés emendou uma declaração sobre os infiéis: "Procederam corruptamente contra ele, já não são seus filhos, e sim suas manchas; é geração perversa e deformada" (v.5). Portanto, realmente é possível que aqueles que não são Seus filhos se tornem infiéis a Ele.
É dito a respeito dos filhos de Eli: "Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial e não se importavam com o Senhor... Era, pois, mui grande o pecado destes moços perante o Senhor, porquanto eles desprezavam a oferta do Senhor" (1 Sm 2.12,17). Não reconheceram ao Senhor porque desprezaram o sacrifício. Enquanto uma pessoa (por mais cristã que se considere) desprezar o sacrifício de Jesus pelo pecado, não reconhecerá o Senhor.
Todos os israelitas saíram do Egito, mas da maior parte deles Deus não se agradou, motivo pelo qual tiveram de morrer no deserto (veja 1 Co 10.1-12).
Como exemplo especial de alguém que era crente nominal e que realizava obras, mas que ainda assim estava espiritualmente morto, lembro de Balaão (veja Nm 22-24):
  • Ele era um homem a quem Deus se revelava, com quem Deus falava (Nm 22.9).
  • No começo ele foi obediente (Nm 22.12-14).
  • Ele afirmava conhecer o Senhor e O chamou de "meu Senhor" e "meu Deus" (Nm 22.18).
  • Ele adorava o Senhor (Nm 22.31).
  • Ele reconhecia a sua culpa (Nm 22.34).
  • Ele estava disposto a servir (Nm 22.38).
  • Deus colocou Suas próprias palavras na boca de Balaão (Nm 23.5).
  • Balaão abençoou Israel três vezes (Nm 23 e 24).
  • Ele testemunhou da sinceridade e da fidelidade de Deus (Nm 23.19).
  • Ele falou três vezes do Messias como Rei de Israel (Nm 23.21; Nm 24.7,17-19).
  • O Espírito Santo veio sobre ele (Nm 24.2).
  • Ele testemunhava ser um profeta de Deus (Nm 24.3-4).
  • Balaão confirmou a bênção e a maldição de Deus sobre os amigos e inimigos de Abraão (Nm 24.9, Gn 12.3).
  • Ele colocou o mandamento de Deus acima de bens materiais (Nm 24.13).
  • Ele falou profeticamente a respeito do futuro dos povos, sobre a chegada do Messias e chegou a mencionar o Império Mundial Romano [Quitim] (Nm 24.14-24).
Apesar de tudo isso, a Bíblia chama Balaão de falso profeta, vidente e sedutor (veja Nm 31.16; Js 13.22; Ne 13.1-3; 2 Pe 2.15-16; Jd 11; Ap 2.14-16). Por quê? Porque Balaão fazia concessões e aceitava comprometimentos, e levou o povo de Deus a se misturar com outros povos. Havia uma discrepância entre suas palavras e ações. "Habitando Israel em Sitim, começou o povo a prostituir-se com as filhas dos moabitas. Estas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu e inclinou-se aos deuses delas. Juntando-se Israel a Baal-Peor, a ira do SENHOR se acendeu contra Israel" (Nm 25.1-3). Balaão havia levado Israel a essa prostituição (Nm 31.16; Ne 13.1-3). Pedro chama Balaão de alguém que "amou o prêmio da injustiça". Na Epístola de Judas ele é chamado até mesmo de enganador ("erro de Balaão") e no Apocalipse ele é apresentado como alguém que "armou ciladas".
A Bíblia diz a respeito das pessoas nos últimos tempos que "os homens perversos e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados" (2 Tm 3.13). Quem tende a prostituir-se espiritualmente ou a comprometer sua fé e suporta, permite e pratica essas coisas sem que sua consciência o acuse, tem motivo para crer que, apesar das aparências, não é um cristão verdadeiro. Com isso não estou me referindo à luta contra o pecado, que qualquer filho de Deus enfrenta. Não, aqui não se trata de "derrotas" na fé e na obediência, mas de lidarmos com o pecado de forma consciente e indiferente, de deliberadamente escolhermos a prática pecaminosa.
Não somos salvos por nossas próprias obras, mas somente pela fé em Jesus Cristo, pela conversão a Ele. Só aqueles que O aceitam, ao Filho de Deus, em seu coração e em sua vida, com fé infantil, poderão realizar obras que testemunhem a veracidade de sua fé. Essa fé precisa estar "enraizada" na Palavra de Deus. Em Sua parábola sobre o semeador, Jesus diz que há pessoas que aceitam a Palavra de Deus com alegria, mas não criam raízes para ela e mais tarde a abandonam (Mt 13.20-21). A raiz liga a planta à terra, da qual ela vive, lhe dá firmeza, extrai alimento e o conduz à planta. A raiz é um símbolo do Espírito Santo, por meio do qual estamos enraizados em Deus. O Espírito Santo nos traz a vida em Deus, à medida que extrai alimento das Escrituras.

Qualquer planta precisa ter raízes para poder absorver água e alimentos. Assim, todo cristão também precisa estar enraizado em Jesus Cristo.
Podemos aceitar a Palavra de Deus de forma superficial, podemos simpatizar com o Senhor, podemos acompanhar os cristãos durante algum tempo, mas depois nos afastar novamente, porque nunca nascemos realmente de novo e por isso nunca tivemos "raízes".
Jesus disse aos Seus discípulos, àqueles que O seguiam: "Contudo, há descrentes entre vós. Pois Jesus sabia, desde o princípio, quais eram os que não criam e quem o havia de trair" (Jo 6.64). De acordo com Hebreus 6.4-6, há pessoas que foram "iluminadas", que "provaram o dom celestial", e que até "se tornaram participantes do Espírito Santo" e ainda assim caíram. Por quê?
  • Porque foram iluminadas, mas elas mesmas nunca se tornaram luz. A luz pode se refletir em mim, e então estou iluminado; mas é preciso mais para que eu mesmo seja luz.
  • Porque provaram, mas não comeram (aceitaram). Posso sentir o cheiro do pão, provar o seu sabor (assim como o enólogo, que toma um pouco de vinho na boca para testar seu aroma, mas depois o cospe fora). Mas é preciso que aconteça mais: precisamos comer o pão, ingeri-lo. Não basta "provar" Jesus, ou seja, experimentá-lO – precisamos aceitá-lO em nós (Jo 6.53-56,63; Jo 1.12).
  • Porque participaram do efeito do Espírito Santo, mas nunca O receberam pessoalmente. Ao ler a Palavra de Deus, ao freqüentar um culto, posso participar do efeito do Espírito Santo. Mas isso não é suficiente. Não – é preciso que haja uma renovação espiritual real.
É possível que pessoas assim imitem o cristianismo durante algum tempo, acompanhem e participem de uma igreja local. Mas um dia elas "cairão" e negarão a Jesus. Então muitos se perguntam espantados: "Como isso é possível?"
Quando o Senhor Jesus falou de comer Sua carne e beber Seu sangue para ganhar a vida eterna (Jo 6.53-59), muitos de Seus discípulos disseram: "Duro é este discurso; quem o pode ouvir?" (v. 60) e se afastaram dEle (v. 66), apesar dEle ter lhe explicado de antemão o que isso significava: "O espírito é o que vivifica; a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida" (v. 63).

Tornar-se cristão apesar de ser "cristão"

Enganam-se a si mesmos os que pensam que todos são cristãos! Muitas vezes, quando questionei pessoas que davam a entender isso, a resposta era: "Meus pais são cristãos", ou: "Minha família é cristã!" Um conhecido evangelista costumava responder a essas afirmativas: "Se alguém nasce em uma garagem, isso não significa que seja um automóvel! E quando alguém nasce em uma família cristã, ainda falta muito para que se torne cristão!" (extraído de um livro de Wilhelm Busch).
Jesus disse a Pedro: "Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos" (Lc 22.32). Por um lado, o Senhor confirmou a fé de Pedro. Por outro lado, porém, Ele falou da necessidade de sua conversão futura. Pedro poderia ter retrucado: "Senhor, sou judeu, um filho de Abraão. Cumpro os mandamentos, fui circuncidado ao oitavo dia, guardo o sábado, oro três vezes ao dia, celebro a Páscoa e faço os sacrifícios. E já Te sigo há três anos..." Mesmo assim, ele ainda precisava converter-se. Da mesma forma Paulo, o grande defensor da lei, precisou se converter, assim como todos os outros apóstolos e discípulos.
Toda pessoa precisa se converter se quiser ser salva – inclusive os "cristãos", sejam eles membros da igreja católica romana, protestantes, evangélicos ou de uma família cristã. Não são poucos os que nascem no cristianismo, da mesma forma como os judeus nascem no judaísmo. Mas, não é esse nascimento que dá a salvação, alcançada somente através de um "novo nascimento": "Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus" (Jo 3.3). Precisamos nos converter mesmo que tenhamos sido batizados, ou participado de cultos. Se não nascermos de novo, continuaremos perdidos.
Mais tarde, quando o apóstolo Pedro se converteu e experimentou o novo nascimento, ele escreveu em sua primeira carta: "Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros" (1 Pe 1.3-4).
Quem carrega em si o testemunho do Espírito Santo a respeito de seu novo nascimento (Rm 8.16) deve alegrar-se com essa certeza e agradecer a Jesus Cristo por ela. Mas quem não possui esse testemunho inconfundível do Espírito Santo e ainda assim pensa ser cristão, está sujeito a um grande engano. Mas hoje esses "cristãos", e qualquer pessoa que queira ser salva, pode alcançar a certeza da salvação, se converter-se de forma muito séria a Jesus Cristo. Então, por que esperar mais? (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)

Nota

1. Gemeindegründung nº 77/04
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, dezembro de 2006.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

As aparências enganam.



O Senhor Jesus nos alerta dizendo: “Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor vê o coração” (1 Samuel 16.6-7).
Nesta direção, há um ditado que afirma: “Nem tudo que reluz é ouro, e nem tudo que balança cai”. Na vida é preciso atenção. As aparências enganam, e determinados enganos tornam-se irrecuperáveis.
Jesus alertou quanto à necessidade de atenção. Muitos viriam em seu nome, realizando sinais, curas, milagres, profetismos... Mas nada tinham dEle.
Não bastam boa vontade, nem aparência de semelhança! É preciso nova natureza. É preciso nascer de novo. Quem nasce do Espírito, nasce para Deus, nasce de Deus. Ganha uma nova natureza.
Não precisa fazer força alguma para parecer com o Pai ou os filhos do Pai. Simplesmente ele o é! Há muita gente tentando ser parecida... Mas as aparências enganam.
Gente que se engana sobre sua condição diante de Deus. Meu querido! Para se herdar o reino de Deus é preciso ter a natureza de Deus. Ser parecido não adianta nada! Deus não vê o exterior – Deus conhece o coração!
Você pode enganar poucos por muito tempo. Você pode enganar muitos por pouco tempo. Mas jamais enganará todos o tempo todo. (Rev. C. Orlandi)
Se ajoelhe e ore a Deus, peça misericórdia, confesse seus pecados, você não precisa de ninguém para fazer isso, será apenas você e Deus. JESUS ESTÁ VOLTANDO, faça isso hoje mesmo, porque o Tempo da Graça terminará em breve.
Josemar Nascimento 

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Olha o Sinal Vermelho..

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Josiel Dias


Você não viu o sinal vermelho?
Aos Gálatas 6:7
Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.
Era um belo dia de sol e finalmente chegou o final de semana. Planos e mais planos passavam na cabeça de Richard, assim como as paisagens passavam rapidamente pela janela do carro. Pensou ele: finalmente meu pai tem um tempo para mim. Como Richard estava feliz!
Mas algo estava errado, seu pai corria muito, quando de repente, Richard viu que seu Pai estava correndo acima da velocidade permitida da via. Viu também seu pai passar por alguns sinais vermelhos. Não entendendo o que significava toda aquela pressa, fala para o pai: Pai? Você não viu o sinal vermelho? E o pai respondeu: sim filho eu vi. Todos os motoristas fazem assim quando estão com pressa. E continuou a dirigir sem se importar.
Mas pai - retrucou o garoto - isto não é errado? Isto o quê? Perguntou o pai. Respondeu Richard: Desde que o Sr. saiu de nossa casa, o Sr. passou em dois sinais vermelhos, corre acima da velocidade permitida ,isso não vai dar encrenca depois? Claro que não! Quero chegar logo ao nosso destino, isso é o que importa, depois se houver algum problema eu pago. O dinheiro pode pagar tudo, filho. Sorria, não era isso que você almejava? Um final de semana com o seu pai? Richard riu sem graça, torcendo logo para chegar ao seu destino.
Que exemplo feio o pai de Richard deu hem? Sem contar as conseqüências. Depois como o pai de Richard poderia cobrar alguma posição errada de seu filho, se o mesmo descumprisse alguma norma ou lei do homem?
Queridos, somos cercados de Leis, lei pra isso, lei pra aquilo, até existe um conjunto de leis que rege todo um País, chamada Constituição. Muitas são as regras e normativas criadas para que o homem tenha um limite em suas atitudes. Embora estas leis existam e todos saibam das conseqüências, caso descumpra algum ponto, quase sempre vemos quebras destas leis. Seja no trânsito ou em qualquer outra situação, estas leis foram constituídas para serem observadas, mas se for quebrado qualquer ponto da lei, também devemos estar ciente das conseqüências.
O homem perdeu totalmente a noção do que pode e do que não pode, nos dias de hoje o certo é errado e o errado é certo. Eles fazem o que é errado, apenas com a justificativa que não está fazendo sozinho, pois todos fazem, e por isso também faz. Ainda diz: hoje eu não ligo muito para o que representa minha desobediência. Alguns contam até vantagens, dizendo: Quando chegar a multa eu pago. Basta pagar e tudo estará resolvido.
Devemos estar cientes das conseqüências de que, cada um de nós colherá, individualmente, aquilo que plantamos e temos a total consciência que daremos conta dos nossos atos. Aos Gálatas 6:7.
No plano espiritual funciona da mesma forma, temos uma Lei, e uma ordenança, varias placas estão diante de nós. Não roube, não mate, não adultere, não use o nome do teu Deus em vão, não adore imagens, Honra teu pai e tua mãe. No nosso dia a dia, estas placas de observações, passam por nós, e não adianta fingirmos que não estamos vendo. Um dia a multa vai chegar, e não fique bravo com quem te multou, não coloque a culpa na sinalização. Assim como temia o Richard, a multa chegou em sua casa, e não foi apenas uma, mas várias. Simplesmente o pai de Richard não tinha o que fazer, se não pagar.
Muitos ignoram o Evangelho do Senhor, zombam e fazem chacota da palavra de Deus, pensando eles que ficarão imunes a estes erros. A bíblia diz que aquilo que o homem plantar isto ele colherá.
Hoje somos convidados a plantar uma boa semente nos nossos atos, para que no mundo vindouro podermos colher o melhor de Deus para nossas vidas.
Assim como o pai do Richard, existem muitos que dizem: todos fazem, então eu faço também.
Meu querido a responsabilidade é pessoal, a salvação é pessoal, até a multa é pessoal. Só você vai pagar pelos seus atos, pense nisto todas as vezes que você pensar em avançar um sinal vermelho.
Graça e Paz.
Convido a você a conhecer o nosso Blog. Ficaremos felizes por vossa visita mais ainda se nos seguir.
Josiel Dias
Mensagem Edificante para Alma



domingo, 12 de setembro de 2010

Ter religião ou ter Jesus?

Vamos tentar aqui esclarecer o que significa ter uma religião, ou mais precisamente, ser uma pessoa religiosa. Antes de mais nada, informamos algo aqui muito interessante: quando Jesus esteve aqui em carne e osso, já existia no mundo de então, mais de trezentas religiões e seitas. E as que existiam nos locais onde o Mestre pisou, todas elas tentaram ser uma pedra de tropeço para Jesus (fariseus, saduceus, zelotes, herodianos etc). Ou seja, todas elas somente quiseram atrapalhar a obra salvítica que Ele veio realizar.
Para falar a verdade, elas não diferem em nada das muitas religiões que conhecemos hoje (mesmo algumas quase se auto-denominam cristãs). Ainda vemos muitos "fariseus" (que virou sinônimo de hipócrita) modernos metidos a cumpridores de lei se auto-justificando por aí. São chamados também de sepulcros caiados.

E no que deu tanta religiosidade, tanto zelo? No maior de todos os crimes já perpetrados pela humanidade a umhomem justo: a morte por crucificação, que era dada na época somente aos piores criminosos e monstros.Mataram o Autor da vida, justamente Aquele que nos viera mostrar o caminho para o Céu, um caminho diferente esimples, apenas apertado e estreito, do qual tentamos nos desviar de todas as maneiras por causa de nossa religiosidade.

Preferimos sempre escolher outro caminho, o nosso próprio caminho, o caminho da auto-justificação, do auto-conhecimento, do auto-renascimento, do auto-aperfeiçoamento, tudo à nossa própria maneira, para depois ainda pensarmos que somos os mais sabidões.

Vejamos o que diz a Palavra de Deus a respeito disso: Todavia, falamos sabedoria entre os perfeitos; não porém a sabedoria deste mundo, nem dos intelectuais deste mundo, que se aniquilam; mas falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória; a qual nenhum dos intelectuais deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca teriam crucificado o Senhor da glória (1Cor 2.6-8).

Na verdade, Jesus em nenhuma parte da Bíblia diz que Ele é a religião que devemos seguir. Vemos sempre Ele afirmando que é O CAMINHO, A PORTA, A RESSURREIÇÃO, A VIDA, O BOM PASTOR, entre tantas alegorias por Ele pronunciadas, para nos dar a entender que fora dEle não há outro, nem outra solução para o problema do pecado do homem que precisa ser resolvido diante de Deus. Jesus é o Criador, o resto é criatura.

Por isso, se somos do tipo que vive se desculpando e se retraindo para poder afirmar: Eu já tenho a minha religião, estamos cometendo um grande equívoco que pode custar toda uma eternidade. Jesus não está oferecendo a nós mais uma religião, mas nos dando gratuitamente a salvação com garantia de uma vida abundante aqui e agora e eternamente.

Se pararmos para pensar um pouquinho veremos que isso não existe em nenhuma religião do mundo e nunca houve. Jesus não nos diz que precisamos nascer e renascer em vários corpos por uma infinidade de vezes para que sejamos perfeitos. Isso é uma velha invenção do capeta que tem enganado a muitos que não examinam as Escriituras.

Ora, ora, não vamos morrer com a nossa religião (porque meu pai, meu avô, meu bisavô, meu tataravô era assim), mas vamos verificar a veracidade do que nos diz o Senhor Jesus. Não nos custa nada.

Por que deveríamos morrer na ignorância? Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará (João 8:32).

Por que não ser libertado pelo Rei Jesus? Ora, não vamos cometer também o mesmo engano dos fariseus que disseram a Jesus: Nunca fomos escravos de ninguém (João 8.33). Eles que já tinham sido escravos dos babilônios, dos persas, dos gregos, e agora eram escravos dos romanos.

Mas não era desse tipo de liberdade que Jesus falava (e nos fala agora), mas da liberdade do espírito. Essa, para quem não sabe, é a verdadeira liberdade.

Não vamos nos enganar: quem não serve a Jesus, serve ao diabo. Não há outra opção. Nem existe essa coisa de neutralidade e muito menos de "ficar em cima do muro".

Deixem de pregar religiões, pregam igrejas criadas por homens, o ensinamento de Jesus foi para que pregássemos o Evangelho, mas ao invés disto os homens se preocupam em construir templos e se orgulham disto. Jesus está voltando e todas essas construções virarão pó e a religiosidade para nada servirá, as doutrinas criadas dentro das denominações são inventadas pelos homens que querem poder. Na verdade deveriam ler a Bíblia, conhecer a Palavra de Deus e sair pelo mundo pregando o Evangelho da Salvação.

E aí? Será que devemos optar pela nossa religião ? Será que devemos ficar com a tradição que nossos pais nos legaram? Ou será que o ensinamento de nossos antepassados é mais importante que o ensino do Autor da vida?

Oh, amigo, vamos deixar essa nossa religiosidade hipócrita de lado e vamos seguir apenas a Jesus, pois fora dEle não há a menor possibilidade de sermos salvos (Atos 4.12). Existem dezenas de religiões, mas só há um CAMINHO e este Caminho é o SENHOR JESUS. A Igreja de Cristo, a Noiva, não faz parte de denominação alguma, a IGREJA DE CRISTO É ESPIRITUAL.

Senhor Jesus, para quem iremos nós? Só tu tens as palavras da vida eterna (João 6.68).

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O que diz a Bíblia sobre a virgem Maria?

http://www.gotquestions.org/portugues/Virgem-Maria.html

Pergunta: "O que diz a Bíblia sobre a virgem Maria?"


Resposta: Maria, a mãe de Jesus, era uma mulher que foi descrita por Deus como “agraciada”. A palavra “agraciada” vem do grego, e significa, essencialmente, “muita graça”. Maria recebeu a Graça de Deus. Graça é “favor imerecido”, que significa que é algo que recebemos apesar do fato de que não o merecemos. Maria precisava de graça de Deus, assim como o resto de nós precisa. Maria compreendeu este fato, como declara em Lucas 1:47, “E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador.” Maria reconheceu que precisava ser salva, que ela precisava de Deus como seu Salvador. A Bíblia nunca diz que Maria foi qualquer coisa além de uma mulher comum que Deus escolheu para usar de uma forma extraordinária. Sim, Maria era uma mulher correta e favorecida (agraciada) por Deus (Lucas 1:27-28). Ao mesmo tempo, Maria era também um ser humano pecador como todos os outros, que necessitava de Jesus Cristo como seu Salvador, como todas as outras pessoas (Eclesiastes 7:20; Romanos 3:23; 6:23; I João 1:18).

Maria não teve uma “concepção imaculada” – não há qualquer razão bíblica para crer que o nascimento de Maria tenha sido qualquer coisa que não seja um nascimento humano normal. Maria era virgem quando deu à luz Jesus (Lucas 1:34-38), mas a idéia de uma virgindade perpétua de Maria não é bíblica. Mateus 1:25, falando de José, declara: “E não a conheceu ATÉ que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus.” A palavra “até” claramente indica que José e Maria tiveram união sexual após o nascimento de Jesus. José e Maria tiveram vários filhos juntos depois que Jesus nasceu. Jesus tinha quatro meio irmãos: Tiago, José, Simão e Judas (Mateus 13:55). Jesus também tinha meia irmãs, mas não são nomeadas e nem se conhece seu número (Mateus 13:55-56). Deus abençoou e agraciou Maria dando a ela vários filhos, o que naquela cultura era a mais clara indicação de que Deus estava abençoando uma mulher.

Uma vez, quando Jesus estava falando, uma mulher na multidão proclamou: “Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que mamaste” (Lucas 11:27). Nunca houve melhor oportunidade para Jesus declarar que Maria era verdadeiramente digna de louvor e adoração. Mas qual foi a resposta de Jesus? “Antes bem aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam” (Lucas 11:28). Para Jesus, a obediência à Palavra de Deus era MAIS IMPORTANTE do que ser a mulher que o pôs no mundo. Em nenhum lugar das escrituras Jesus, ou qualquer outra pessoa, dirige qualquer louvor, glória ou adoração a Maria. Isabel, parente de Maria, a louvou em Lucas 1:42-44, mas seu louvor é baseado no fato de que Maria daria à luz Jesus. Não foi baseado em qualquer glória inerente a Maria.


Maria estava perto da cruz quando Jesus morreu (João 19:25). Maria estava com os apóstolos no dia do Pentecostes (Atos 1:14). Entretanto, jamais se menciona Maria depois de Atos capítulo 1. Os Apóstolos, em nenhum lugar, dão a Maria papel proeminente. A morte de Maria não é registrada na Bíblia. Nada é dito sobre Maria subindo aos Céus, ou tendo qualquer forma de papel exaltado no Céu. Maria deve ser respeitada como a mãe terrena de Jesus, mas ela não é digna de nossa adoração ou exaltação. A Bíblia, em nenhum lugar, indica que Maria pode ouvir orações, ou que ela possa ser mediadora entre nós e Deus. Jesus é nosso único defensor e mediador no Céu (I Timóteo 2:5). Se fosse oferecida adoração, exaltação ou orações, Maria diria o mesmo que os anjos: “Adora a Deus!” (Apocalipse 19:10; 22:9). A própria Maria dá para nós exemplo, direcionando sua adoração, exaltação e louvor somente a Deus: “Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador; Porque atentou na baixeza de sua serva; Pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada, Porque me fez grandes coisas o Poderoso; E santo é seu nome” (Lucas 1:46-49).

Zeitgeist, o Filme - ("A maior história já contada")


Zeitgeist, o Filme
(Zeitgeist, the Movie, no original) é um filme de 2007 produzido por Peter Joseph, aborda temas como Cristianismo, ataques de 11 de setembro e o Banco Central dos Estados Unidos da América (Federal Reserve).[1] Ele foi lançado online livremente via Google Video em Junho de 2007.[2] Uma versão remasterizada foi apresentada como um premiere global em 10 de novembro de 2007 no 4th Annual Artivist Film Festival & Artivist Awards.[3]
Em 2 de outubro de 2008 foi lançado um segundo filme, continuação do primeiro, chamado Zeitgeist: Addendum, no qual se tratam temas como a globalização, a manipulação do homem pelas grandes corporações e instituições financeiras, e aborda a atual insustentabilidade material e moral da humanidade, apresentando o Projeto Vênus como solução para o problema.
O filme é estruturado em três seções:
  • Primeira parte: "The Greatest Story Ever Told" ("A maior história já contada") - Aos 13 min
  • Segunda parte: "All The World's A Stage" ("O mundo inteiro é um palco") - Aos 40 min
  • Terceira parte: "Don't Mind The Men Behind The Curtain" ("Não se importem com os homens atrás da cortina")- À 1 h 14 min*

NA INTEGRA NO YOUTUBE:

http://www.youtube.com/watch?v=EewGMBOB4Gg





MARIA NÃO PODE INTERCEDER POR NINGUÉM.

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Silvestre Macedo

MARIA

Afirmação corriqueira de um católico romano: "Por que os evangélicos odeiam Maria, a mãe de Jesus?"

Nada mais improcedente! Os crentes em Cristo não detestam a Sua mãe, pelo contrário, a tem em grande estima. Prova é que, seguindo sua ordem aos empregados na festa de casamento em Caná, fazemos tudo o que Jesus nos manda (cf. João 2:1ss). E tudo que o que Jesus nos ordena está revelado em Sua Palavra.

Por isso mesmo, não damos a Maria glórias que não lhe cabem. Contudo, não a destratamos por isso, pois a Bíblia diz que Maria foi bem-aventurada entre todas as mulheres (Lucas 1:48). Ela foi a mãe do Senhor Jesus, por isso, devemos respeito, admiração pela mulher que foi: um exemplo de crente em Cristo!

Geralmente as críticas aos evangélicos neste âmbito advêm do pouco conhecimento em relação à história desta magnífica personagem bíblica. Também, não é para menos, pois a vida de Maria – ou o pouco de sua trajetória – é relatada apenas nos quatro evangelhos e no início dos Atos dos Apóstolos. Depois disso, não se tem mais menção à vida de Maria, nem mesmo nas três epístolas universais e no livro de Apocalipse de autoria do Apóstolo João (a quem Jesus incumbiu os cuidados de Sua mãe, cf. João 19:16,17).

Pois bem, onde os Escritos Sagrados se calaram sobre a vida de Maria – até porque não era ela o centro das Boas Novas, mas, sim, Jesus –, a tradição "completou" com seus relatos. Eis aí o maior problema: esses relatos distorciam a visão sobre esta humilde serva do Senhor, chegando a contrariar as Sagradas Escrituras. Está aí o princípio da visão distorcida da vida da mãe de Jesus.

Maria e seus títulos

Os evangélicos não atribuem à mãe de Jesus títulos como "Mãe da Igreja", "Rainha" e "Senhora" simplesmente porque a Bíblia em o Novo Testamento não lhe denomina assim. Tais títulos não são encontrados nos quatro evangelhos, nos relatos dos Atos dos Apóstolos, nas epístolas apostólicas e no livro de Apocalipse. Vale salientar que no Novo Testamento temos um Evangelho, três Epístolas Universais e o último livro, Apocalipse, escrito pelo discípulo João, que cuidou de Maria, por ordem de Jesus (cf. João 19:16,17).

Cabendo ainda ressaltar que nenhum dos apóstolos ou escritores sagrados fala de Maria como "mãe da Igreja". A Igreja tem um Noivo: Jesus (cf. Apocalipse 19:7), que também é a "cabeça da Igreja" (cf. Efésios 4:15; 5:23).

Em segundo lugar, o título "Rainha" tem uma referência no Antigo Testamento, já que era assim denominada uma divindade pagã: "rainha do céu" (cf. Jeremias 7:18ss), adoração a qual irava ao Senhor. Interessante notar que o título àquela divindade pagã é o mesmo concebido por muitos católicos romanos à mãe de Jesus. Geralmente a defesa destes é que, por Maria ser a mãe de Jesus, e Ele sendo Rei (cf. 1 Timóteo 6:15), então, ela seria "rainha" por consequência. A mãe do médico é médica? Não necessariamente, não é mesmo? Se Maria fosse "Rainha", a Bíblia o declararia. Não é o que se vê nas Sagradas Letras!

Por fim, tem-se o título de "Senhora" que também é dado à mãe do Salvador Jesus. A Bíblia declara que há "um só Senhor" (cf. 1 Coríntios 8:6) e que não devemos servir a "dois senhores", ou se agradará a um ou se agradará ao outro (cf. Mateus 6:24). O argumento de que Maria é "Senhora" porque Jesus é Senhor também não encontra respaldo aqui. Nem há necessidade de dizer por quê. Nenhum dos discípulos ou apóstolos chama Maria pela alcunha de "Senhora", nem mesmo Lucas, que em seu Evangelho detalha a visita de Maria à sua prima Isabel, que declara, cheia do Espírito Santo, que Maria é a mãe do Senhor dela (de Isabel)1.

A Palavra chama Deus de "Deus dos deuses" (cf. Daniel 11:36), e sabemos que não há deus além do nosso Deus (cf. Deuteronômio 32:39), então, sendo Deus também "Rei dos reis" e "Senhor dos senhores" (cf. 1 Timóteo 6:15), afirma-se também que não há outros "reis" e "senhores", embora saibamos nós que sejam títulos terrenos, mas em se tratando da esfera divina, não há outros "reis" nem outros "senhores", só Jesus é o "Rei dos reis e Senhor dos senhores".

Mateus, Marcos, Lucas, João, Paulo, Pedro, Tiago e Judas, escritores do Novo Testamento, em nenhum momento chamam Maria por nenhum desses títulos ("Mãe da Igreja", "Rainha" e "Senhora"), e sabemos todos que estes sacros escritores foram inspirados pelo Espírito Santo de Deus, que não é de confusão. Se fosse para chamarmos a mãe de Jesus por estes títulos, o sábio Espírito Santo teria inspirado aos escritores a assim escrever. Porém, como vemos, não há menção deles, não é verdade?

Intercessão de Maria?

Jesus declarou claramente que Ele é o CAMINHO que leva até Deus (cf. João 14:6). Paulo declara que há UM SÓ MEDIADOR entre Deus e os homens: Jesus Cristo (cf. 1 Timóteo 2:5). Só estas duas referências bastavam para afirmar cabalmente que não há outro intercessor, mediador entre nós e Deus, a não ser Cristo Jesus. Ora, só Jesus é 100% Deus e 100% homem, logo, só Ele pode ter essa função.

Vejamos os fatos que concorrem para não se crer numa intercessão mariana. Primeiro, em NENHUM LUGAR do Novo testamento vemos algum texto dizendo para rezarmos a ela, pedirmos sua intercessão. Nem João, seu "filho adotivo" (cf. João 19:16,17), a menciona como medianeira, intercessora! João escreveu o Apocalipse aos 90 anos, tempo o suficiente para Maria estar no céu, intercedendo pelos cristãos (se isto fosse possível). Mas em nenhum de seus escritos (Evangelho, as três Epístolas Universais e o Apocalipse) João faz menção a isso.

Em segundo lugar, Maria não é e nunca foi divina, logo, não tem nenhum dos atributos que são unicamente do Todo-Poderoso: a Onipresença, a Onisciência e a Onipotência. A primeira, Onipresença, quer dizer que Deus pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo. A segunda, Onisciência, diz que Deus sabe de tudo antes que aconteça, que Ele sonda os pensamentos. Já a terceira, a Onipotência, diz que Deus pode todas as coisas. Maria não poderia estar nem em dois lugares ao mesmo tempo, que dirá em mais de um bilhão de lugares simultaneamente, já que o número de católicos romanos é em torno disso. Tampouco Maria teria poder para atender sequer um desses fiéis. E não me digam que os católicos não crêem que é Maria que lhes dá a bênção, porque é assim que crêem. Só Deus pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo, só Ele pode conceder bênçãos e só Ele sabe de todas as coisas, pois Ele é Deus!

Outro fato a ser notado, quando o Apóstolo João foi ao céu em visão, ele viu Maria? Vasculhe do primeiro ao último versículo de Apocalipse e você não encontrará nenhuma referência sequer à mãe de Jesus. Muito menos que ela está à destra de seu filho, intercedendo pelos cristãos. Simplesmente porque ela ainda não está no Céu dos céus, ela está no Paraíso, ou Seio de Abraão, descrito por Cristo na história do Rico e Lázaro (cf. Lucas 16:20ss; 20:43). É para lá que vão aqueles que morrem (dormem) em Cristo e que ressuscitarão no Arrebatamento da Igreja (cf. 1 Tessalonicenses 4:16ss). Tão simples e tão claro! Está lá, na Bíblia, examine-a!

Oração mariana: Ave Maria

Como vimos acima, para que Maria atendesse alguma oração, seria necessário que ela tivesse alguma característica divina – pelo menos, a Onipresença. Porém, a Bíblia diz que não há outro Deus além do nosso Deus (cf. Isaías 43:11; 44:6; 45:6), e que Ele não reparte a Sua glória com outra pessoa (cf. Isaías 48:1). Logo, não há um ser, além de nosso Deus, que tenha Seus atributos: só Ele é Onipresente, Onipotente e Onisciente! Nem mesmo os anjos, que são superiores a nós, podem estar em dois ou mais lugares ao mesmo tempo.

Outro fato merece menção: a oração da "Ave Maria". Diz a oração: "Ave, Maria Cheia de Graça. O Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres. Bendito é o Fruto do vosso ventre: Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém". A referida oração tem base em Lucas 1:28. Mas só a base mesmo, pois a metade dela é extra-bíblica, chegando também a ser anti-bíblica.

Senão, analisemos: o termo usado em grego em Lucas 1:28 pelo anjo do Senhor para saudar a Maria não é "cheia de graça", mas "agraciada". Se você puder ter acesso ao texto original, verá que, para se referir a Jesus, o termo "cheio de graça" é πλήρης1 χάριτος2, em grego (cf. João 1:14). Esta expressão ("cheio de graça") é usada para se referir a alguém que concede algo a outra pessoa. Neste caso, é usado corretamente, pois sabemos que Jesus nos concede graça, ou seja, favores que não merecemos. No caso de Maria, o anjo jamais usaria o termo "cheia de graça", pois ela estava sendo "agraciada", contemplada, presenteada por Deus, no fato de ser a mãe dAquele que viria a salvar o mundo. Neste caso, em grego, o termo usado pelo anjo para Maria foi κεχαριτωμένη3, em grego. Como se pode ver, πλήρης χάριτος ("cheio de graça") não é igual a κεχαριτωμένη ("agraciada").

______________

1. πλήρης,a: cheio; completo.

2. χάρις,n: graça; favor imerecido.

3. κεχαριτωμένη: agraciada; favorecida; abençoada.

Deus não tem mãe, pois Ele não nasceu, não foi criado. Ele é o Criador de todas as coisas (cf. Gênesis 14:19). Certo que Jesus é Deus, mas também Ele é homem, e, como homem, é que Ele tem mãe, não como Deus.

A outra parte da oração que diz: "rogai por nós pecadores", também não condiz de maneira alguma com o ensino bíblico. A Bíblia fala apenas de um Intercessor (cf. Romanos 8:34), Mediador (cf. 1 Timóteo 2:5) e Advogado (cf. 1 João 2:1): este Alguém é Jesus. Ainda sim, como pode alguém que morreu interceder pelos vivos. E se a questão levantada for que a Bíblia não fala da morte de Maria, isso não quer dizer que ela não tenha morrido, pois também a mesma Bíblia não relata a morte de seu esposo, José. E, no entanto, não sabemos todos que José, pai adotivo de Jesus, morreu? Sobre este assunto, trataremos mais à frente.

Por fim, se Maria estivesse a interceder pelos cristãos, por que João, aquele que cuidou dela a pedido de Jesus, não a viu em sua visão lá do Céu, no Apocalipse? Simplesmente porque tal fato não encontra apoio bíblico.

Se Maria não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo (e sabemos que não pode mesmo!), então orar a ela também não tem sentido.

Ascensão de Maria aos céus?

É outra crença que merece apreço: a suposta subida de Maria aos céus. A ascensão de alguém aos céus é algo tão extraordinário, que merece menção na Bíblia. Tirando a ida de Cristo aos céus, a Bíblia só relata outros dois fatos parecidos, e ambos no Antigo Testamento: o caso de Enoque, a quem o próprio Deus o tomou (cf. Gênesis 5:24) e o de Elias, a quem Deus tomou num carro de fogo (cf. 2 Reis 2:1).

Como se pode ver, a subida de alguém aos céus algo tão fantástico, que merece ser citado na Bíblia. E por que seria diferente logo com a mãe de Jesus? Não falamos de qualquer uma, falamos da genitora do Salvador!

Obviamente, em ambos os casos relatados os trasladados (transportados) para os céus, não foram para o Céu dos céus, onde estão Deus e Seus anjos adorando-O. Pois se assim fora, João teria relatado a presença de Enoque e Eliseu no Céu, mas não o faz, por quê? Porque não há um só Céu, mas há "céus", você já parou para pensar que a Bíblia fala de céus no plural? Paulo relata que conheceu alguém que foi ao "terceiro céu" (cf. 2 Coríntios 12:2). Somente pelas palavras do Apóstolo, vê-se que há três céus.

Por isso Cristo disse ao ladrão arrependido: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" (Lucas 23:43). Veja que Cristo não fala "Hoje estarás comigo no Céu", mas diz "paraíso", porque o paraíso é um dos "céus", por vezes, com o nome de "seio de Abraão" (cf. Lucas 16:22). É para este lugar que vão os que dormem (morrem) em Cristo. Se assim não fora, João teria relatado a presença de diversos irmãos cristãos, como Paulo, por exemplo, que fora morto muito antes de João falecer.

Por isso que Jesus disse que "ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem" (cf. João 3:13). Note que Jesus define "céu" e não "céus", especificando o lugar de Sua morada. Logo, crer que alguém esteja no Céu além de Deus, Jesus e Seus anjos é heresia!

Maria e seus filhos

Maria teve outros filhos além de Jesus? A resposta a essa pergunta vem da Própria Palavra. A Bíblia declara que Maria era virgem ao se casar com seu esposo, José (cf. Isaías 7:14; Lucas 1:27). A mesma Bíblia diz que Jesus foi o filho primogênito de Maria (cf. Lucas 2:7). O Dicionário Aurélio define "primogênito" como o "primeiro filho", "filho mais velho". Ora, Lucas, escritor do terceiro Evangelho, era médico, então, com propriedade, podia usar este termo se referindo a Jesus como sendo o primeiro filho de Maria, o filho mais velho. Logo, é de se crer que Maria teve outros filhos. Qual o mal nisso?

Os evangelhos relatam diversos momentos de Cristo com sua família. Senão, vejamos: teve um momento em que, escandalizados, os judeus referenciam o pai adotivo de Jesus (José), sua mãe, irmãos e irmãs (cf. Mateus 13:55,56). Em outra ocasião, Jesus falava a uma multidão, quando a mãe e os irmãos Dele chegaram (cf. Mateus 12:47ss). Em outro momento, os irmãos de Jesus O expulsam de casa para que Ele Se mostre ao povo (cf. João 7:1ss). Lucas relata a família de Jesus reunida com os discípulos e as mulheres no Cenáculo, buscando o revestimento do Espírito Santo (cf. Atos 1:13,14).

Há ainda outras referências aos irmãos de Jesus: 1 Coríntios 15:7 e Gálatas 1:19. Este Tiago aí não pode ser nenhum dos outros homônimos (de mesmo nome) dos discípulos, pois está num contexto bem diferente, e Paulo o trata de forma diferente também. Ainda vale ressaltar que Judas se referencia como irmão de Tiago no prefácio de sua Epístola Universal (cf. Judas v. 1). Sabemos que, entre os discípulos, não havia um Judas irmão de Tiago, mas que haviam dois irmãos de Jesus chamados Judas e Tiago (cf. Marcos 6:3), logo, é de se supor que o Judas em questão é o irmão de Jesus.

Sabemos todos que muitos dos Salmos são chamados "messiânicos" porque se referiam profeticamente ao Messias de Israel, Jesus Cristo. No Salmo 69 versículo 8, é dito pelo próprio Messias: "Tornei-me como um estranho para os meus irmãos, e um desconhecido para os filhos de minha mãe". Ora, e não foi o que houve com Jesus, relatado em João 7:5? Diz o texto: "Pois nem seus irmãos criam nele".

Tem coisa pior para uma pessoa do que nem seus próprios familiares não lhe darem crédito? Pois foi o que aconteceu com Jesus: nem Seus próprios irmãos, filhos de Sua mãe, acreditavam nEle! E "irmãos" aqui não é no sentido de "primos", pois o Novo Testamento fora escrito em grego, que diferencia claramente ambos os termos, ou seja, tem um termo para "irmão" (em grego, adelphós) e outro para "primo" (em grego, anepsios). Se esses IRMÃOS/ÃS de Jesus são Seus primos, por que então não temos nenhuma tradução católica romana substituindo estes termos por PRIMOS/AS? A resposta é simples: NÃO SE PODE ALTERAR A VERDADE!

Portanto, você que lê este breve estudo, pese bem estas palavras na Balança da Verdade, a Palavra de Deus. Se eu disse alguma coisa que fugiu ao contexto bíblico, mostre-me! Mas se tudo que disse aqui está correto – e eu sei, pela autoridade do Espírito Santo de Deus que sim! –, então, não incorra mais no erro de idolatrar a mãe de Jesus, que é bem-aventurada, sim, um exemplo para todos os cristãos em todos os tempos e lugares, mas que não tem nenhum dos títulos que a enaltecem, como vimos acima. Deus te abençoe, em nome de Jesus. Amém.

FONTES E NOTAS:

Programa "Auto-Ajuda através da Bíblia" – versão 2.01

www.gotquestions.org/Portugues/Virgem-Maria.html

www.abiblia.org/bibliaGrego.asp


terça-feira, 7 de setembro de 2010

Inferno: quem, por que, como, quando?


Dr. George Alquist, Jr.
Tradução e adaptação: Valdenira N. de M. Silva
QUEM MERECE IR PARA O INFERNO?
Todos! Isto mesmo, TODOS nós! Mas como pode ser isto, que TODOS merecem ir ao inferno? Porque é o que a Bíblia, a Palavra do próprio Deus, diz: "Porque TODOS pecaram e destituídos estão da glória de Deus;" (Rm 3:23). TODOS, isto significa cada ser humano! Isto significa você e eu: "Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a Todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte." (Ap 21:8). Ah! Todos nós somos culpados aqui. Todos os que já pecaram (pelo menos uma vez, isto é o suficiente) e todos que já mentiram (lembre que um só assassinato faz de quem o cometeu um assassino, portanto uma só mentira faz de quem a disse um mentiroso!) merecem ir para o inferno.
POR QUE TODOS MERECEM IR PARA O INFERNO?
Por causa do pecado! "... A alma que pecar, essa morrerá." (Ezequiel 18:4). O pecado nos impede de entrar no céu e exige uma penalidade. "Porque o salário do pecado é a morte, ..." (Romanos 6:23). Por causa do pecado nós somos inadequados para o céu. "E agora digo isto, irmãos: que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção." (2Cor 15:50). "E não entrará nela coisa alguma que contamine, e cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro." (Apo 21:27). Por causa do pecado que há em nossas vidas, até mesmo nossas melhores ações são inaceitáveis diante de Deus. "Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; ..." (Is 64:6). Deus não deseja que as pessoas vão para o inferno (2Pedro 3:9); mas, uma vez que Ele é perfeito e justo, não pode fechar os olhos como se não visse nosso pecado e fingir que ele não está ali, nem pode deixar de aplicar a justa penalidade para o pecado, que é o tormento eterno no inferno.
COMO AS PESSOAS EXISTIRÃO NO INFERNO?
O inferno é chamado de segunda morte, em Apocalipse 20:15. Esta é uma morte espiritual. As pessoas existirão conscientemente e para sempre, em um lugar literal de fogo literal, em tormento sem [absolutamente] nenhuma esperança de escape ou de aliviamento. TORMENTO: "E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama." (Lc 16:24). Seu pedido foi negado! Ali haverá lamentação, choro, dor, sofrimento, tormento, ranger dos dentes (Mat 13:42). ETERNO: "E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga," (Mc 9:43). EXISTÊNCIA CONSCIENTE: "Os pecadores de Sião se assombraram, o tremor surpreendeu os hipócritas. Quem dentre nós habitará com o fogo consumidor? Quem dentre nós habitará com as labaredas eternas?" (Is 33:14). [Ver também o Rico em Luc 16:24.] ESCURIDÃO: Para quem está reservada a obscuridade da escuridão para sempre? (resposta em Judas 13). As pessoas existirão para sempre no inferno, em [absoluta] escuridão e em tormentos de chamas de fogo eternas, sofrendo indescritivelmente com toda a consciência.
QUANDO AS PESSOAS VÃO PARA O INFERNO?
No exato momento da morte. "E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o JUÍZO," (Hb 9:27). Não há nenhuma segunda chance! Uma vez que um indivíduo deixou este mundo sem receber Cristo como seu Salvador e sem receber o pagamento de Cristo por seu pecado, somente a certeza do inferno eterno o aguarda. Por isto é dito: "HOJE se ouvirdes Sua voz, não endureçais os vossos corações..." (Heb 3:15). "Eis aqui AGORA o tempo aceitável; Eis aqui AGORA o dia da salvação" (2Co 6:2). Cada pessoa pode e deve e tem de ser salva do castigo que está por vir, se vier HOJE, enquanto ele ou ela ainda está vivo e capaz, a crer e confiar em Cristo pela fé. O amanhã pode ser muito tarde: "Não presumas do dia de amanhã, porque não sabes o que ele trará" (Pro 27:1). Você deve receber Cristo como seu Salvador, HOJE.
QUE TENHO QUE FAZER?
"Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo..." (Atos 16:31). Se você parar neste momento, e receber Jesus Cristo como seu Salvador (João 1:12), colocando toda a sua confiança e fé nEle para salvá-lo, Ele o salvará! Ele prometeu isto. "Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (Rom 10:13). Você pode contar com isso ou com nada mais, para perdoar seus pecados e fazê-lo apto para o céu. Somente o Senhor Jesus Cristo.
FAÇA ISTO, AGORA!
Ore, agora mesmo: Querido Senhor, eu sei que sou um pecador indigno do céu e sou plenamente merecedor do inferno e estou a caminho para ele. Eu agora me volto somente para Jesus Cristo e recebo-O como meu Senhor e Salvador, confiando nEle para perdoar meus pecados e para me dar a vida eterna. Obrigado Senhor, por salvar-me dos castigos e tormentos do inferno, através do sacrifício do teu próprio Filho unigênito, Deus-Filho em carne humana, em meu lugar. Ajude-me honrá-Lo com minha vida.
E AGORA? [QUE FAZER DEPOIS DE SER SALVO?]
Encontre uma boa igreja, realmente bíblica, vá à frente e diga às pessoas que você foi salvo (Mat 10:32), batize-se e torne-se membro dela.
E SE EU TIVER OUTRAS PERGUNTAS?
Nós queremos ajudar em qualquer coisa que pudermos. Se você tem outras perguntas, por favor, sinta-se à vontade: aurisjosely@gmail.com. Se você recebeu Cristo como seu Salvador pessoal, nós queremos felicitá-lo por fazer a decisão mais importante de sua vida. Que Deus possa abençoá-lo enquanto você procura servi-Lo. Leia neste blog mais textos sobre SALVAÇÃO e leia também os arquivos deste blog e de outros tantos na web.