Você pode passar a sua vida sem Jesus, mas vai ser terrível morrer sem Ele!!!

Você pode passar a sua vida sem Jesus, mas vai ser terrível morrer sem Ele!!!

Paulo Junior:

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sábado, 26 de março de 2011

Se prepare: JESUS ESTÁ VOLTANDO!!! Os sinais estão todos aí.

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From: DIAS

http://www.youtube.com/user/ValedeJeosafa

Marca da Besta, parte 1:

http://www.youtube.com/watch?v=dFaKKzviBhc



Grande Tribulação - Falso Arrependimento:

http://www.youtube.com/user/ValedeJeosafa#p/a/u/1/COup6lPcTMY



Templo de Salomão, Anticristo e o Pacto:

http://www.youtube.com/user/ValedeJeosafa#p/a/u/2/-Di2jTfu5h4




Rom 10:9 - A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.

Vídeos postados no Youtube, clicar do lado dos títulos nos links que abrem os vídeos..

Tim Conway - O Inferno É Necessário
http://www.youtube.com/watch?v=pQ1IBDoMKZY
Tim Conway - Você está a salvo de Deus?
http://www.youtube.com/watch?v=usq1oBBpw6E&feature=related
Paul Washer - Não Conhecemos o Evangelho de Jesus Cristo http://www.youtube.com/watch?v=t1rrx41beqI&feature=related
Paul Washer - Jesus Cristo Morreu e Ressuscitou
http://www.youtube.com/watch?v=VfgEqlcJgl4&feature=related


quarta-feira, 9 de março de 2011

O ÚLTIMO ALERTA DE JESUS!!!


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From: Antonio Calil
Irmãos Amados,

A Paz do Senhor,

Quando um rapaz - mesmo ímpio - escolhe uma moça para se casar, independente de outras qualidades, deseja, principalmente, que a moça lhe seja fiel e exclusiva.

Não escolheria uma que já estivesse comprometida com outro rapaz.

Nem escolheria uma que estivesse, ainda que esporadicamente, flertando ou se encontrando com outros rapazes.

Este comportamento é o natural e é o esperado, independentemente de classe social, grau de escolaridade, etc.

Da mesma forma, Jesus, o Esposo, está selecionando a Sua Eleita e espera dela Fidelidade Incondicional e Exclusiva.

Eis o critério do Esposo para escolher a Sua Amada que, em muito breve, será arrebatada para as Bodas do Cordeiro.

Está tudo nas Escrituras Sagradas.

Leia o artigo em anexo e divulgue-o.

De seu irmão em Cristo,

Antonio Calil

O ÚLTIMO ALERTA DE JESUS

I) No Monte da Transfiguração: o Pai, o Filho e a sua Obra

No Monte da Transfiguração, o Pai e o Filho se regozijavam (se compraziam) ao contemplarem a obra de suas mãos representada por aqueles que ali significavam os dois povos eleitos de Deus: Moisés, representando o povo de Israel, a ser restaurado por ocasião da Vinda Gloriosa de Jesus; e Elias, representando a igreja fiel do Senhor formada pelos que hão de ser brevemente arrebatados, tal como Elias o foi (Mt 17:1-5):

1 Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte.

2 E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e os seus vestidos se tornaram brancos como a luz.

3 E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.

4 E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés, e um para Elias.

5 E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo: escutai-o.

II) Elias versus Jezabel

Elias vivia em uma sociedade que, ao mesmo tempo em que dizia adorar ao Senhor, adotava elementos dos cultos de Baal e Asera, cujos profetas eram protegidos de Jezabel, mulher do rei Acabe.

Elias, que não tolerava as práticas de Jezabel, desafiou os profetas de Baal e Asera para que, à vista de todo o Israel, fosse manifestado quem é Deus: o Senhor ou Baal (I Rs 18:19-21):

19 Agora pois envia, ajunta a mim todo o Israel no monte Carmelo; como também os quatrocentos e cinquenta profetas de Baal, e os quatrocentos profetas de Asera, que comem da mesa de Jezabel.

20 Então enviou Acabe a todos os filhos de Israel: e ajuntou os profetas no monte Carmelo.

21 Então Elias se chegou a todo o povo, e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; e se Baal, segui-o. Porém o povo lhe não respondeu nada.

Os profetas de Baal aceitaram o desafio e, à vista de todo o Israel, pediram ao seu deus que enviasse fogo do céu, sem sucesso; ao passo que Elias, orando ao Senhor, imediatamente foi respondido com fogo do céu, e o povo de Israel pôde confirmar que só o Senhor é Deus e, como tal, exigia total exclusividade na adoração, com a consequente eliminação de qualquer vestígio dos cultos de Baal e Asera, abominação aos olhos do Senhor (I Rs 18:36-39):

36 (...) o profeta Elias se aproximou, e disse: ó Senhor Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, manifeste-se hoje que tu és Deus em Israel, e que eu sou teu servo, e que conforme a tua palavra fiz todas estas coisas.

37 Responde-me, Senhor, responde-me, para que este povo conheça que tu, Senhor, és Deus, e que tu fizeste tornar o seu coração para trás.

38 Então caiu fogo do Senhor, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e o pó, e ainda lambeu a água que estava no rego.

39 O que vendo todo o povo, caíram sobre os seus rostos, e disseram: Só o Senhor é Deus! Só o Senhor é Deus!

III) A primeira idolatria: Baal

O culto a Baal é antiga idéia de Satanás para separar o homem de Deus, vem desde o tempo de Ninrode, bisneto de Noé (Gn 10:8-10):

8 E Cuche gerou a Ninrode; este começou a ser poderoso na terra.

9 E este foi poderoso caçador diante da face do Senhor; pelo que se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante do Senhor.

10 E o princípio do seu reino foi Babel, e Ereque, e Acade, e Calné, na terra de Sinar.

Ninrode era idolatrado como deus-sol, a quem foi dado o nome de Baal. Sua mulher Semíramis foi cultuada como deusa-lua, e mais tarde Asera.

Eis alguns nomes que identicam Ninrode: Baal; Hórus; Mammom; Mitra; Moloch; Osiris (Abreu, 2005).

O nascimento de Baal era celebrado no dia 25 de dezembro. No século IV, esta data também foi atribuída ao nascimento de Jesus por cristãos romanos apóstatas, os quais associaram o deu-sol a Jesus que, segundo eles, assumiria a forma de luz para salvar a humanidade.

A origem da árvore de Natal também é ligada a Baal. Após a morte de Ninrode, Semíramis divulgou que ele ainda vivia, alegando que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, a partir de um pedaço de árvore morta, simbolizando o início de uma nova vida para Ninrode. Ela disseminou que, anualmente, em 25 de dezembro, Ninrode (Baal) visitava a árvore, deixando nela presentes.

Esta prática de adoração ao deus-sol Baal, contra a qual Elias se indignou, também foi trazida por cristãos romanos apóstatas, que decoravam uma espécie de pinheiro com cerejas negras durante a Saturnália (de 17 a 24 de dezembro) e a Brumália (25 de dezembro).

O Senhor adverte (Jr 10:2-4):

2 Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações,

3 pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice.

4 Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.

Desta forma, sob a influência das práticas de Jezabel, foi introduzido Baal no culto cristão. O Natal, vivenciado com as antigas práticas pagãs, nada mais é do que uma festividade oriunda da velha celebração pagã de adoração ao deus-sol Baal.

IV) A segunda idolatria: Asera

Eis alguns nomes que identificam Semíramis: Asera; Astoreth; Ostera - deusa da páscoa com os seus coelhinhos (Abreu, 2005).

Desde a Antiguidade até a Idade Média, era comum entre os povos pagãos a realização de rituais de adoração à Ostera, deusa da Primavera, também identificada como Asera. Em suas representações, esta deusa pagã assumia a figura de uma mulher que observava um coelho (ou o apoiava no colo), enquanto segurava um ovo nas mãos, razão pela qual havia o costume de se presentear com ovos coloridos para celebrar a chegada da Primavera. A conjunção destes símbolos (ovo e coelho) representava o ideal de fertilidade celebrado entre os pagãos.

A entrada destes símbolos para o conjunto de festividades cristãs, em especial a Páscoa, ocorreu com o Concílio de Nicéia (325 d.C.). Os cristãos romanos apóstatas tinham a manifesta preocupação de aumentar a quantidade de seguidores por meio da associação de algumas antigas tradições pagãs (Asera e Baal, por exemplo) a eventos relacionados ao ideário cristão.

Desta forma, sob a influência das práticas de Jezabel, foi introduzida Asera no culto cristão. A Páscoa, vivenciada com as antigas práticas pagãs, nada mais é do que uma festividade oriunda da velha celebração pagã de adoração a deusa Asera (Ostera).

V) O exemplo de Elias

No Monte da Transfiguração, o Pai e o Filho, ao se comprazerem com o profeta Elias, revelaram o elevado grau de intimidade que os futuros arrebatados terão com o Senhor. Mas também trouxeram a mensagem de que Elias é exemplo a ser seguido por aquele que almeja o arrebatamento.

Ora, a principal virtude de Elias foi sua fidelidade incondicional e exclusiva a Deus, rejeitando, publicamente, as práticas incentivadas por Jezabel, que associavam o culto do Senhor com os cultos de Baal e Asera. A igreja a ser arrebatada deverá ser identificada por esta fidelidade que Elias apresentou.

Este tema é de tal importância, que Jesus, ao ser perguntado sobre qual é o grande mandamento, respondeu (Mt 22:37-38):

37 E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de TODO o teu coração, e de TODA a tua alma, e de TODO o teu pensamento.

38 Este é O PRIMEIRO E GRANDE MANDAMENTO.

Quem ama a Deus, mas não com a totalidade de seu coração, alma e pensamento, tolerando elementos do culto de outros deuses, deixou de cumprir o primeiro e grande mandamento e, como tal, se arrisca perigosamente a ficar fora do arrebatamento.

Sem dúvida, é melhor dar ao Senhor um amor total e exclusivo - sem vestígios da capa de Acã (Josué 7), da árvore de Baal ou do ovo de Asera - e dEle receber um amor sem limites, do que ser deixado para trás, e ter que provar esse amor exclusivo e incondicional com a própria vida diante de um Anticristo tirânico e determinado na Grande Tribulação.

VI) O ÚLTIMO ALERTA DE JESUS

Jesus, em seu último alerta sobre este tão importante tema, no ano 95 d.C, se apresenta ao apóstolo João na ilha de Patmos, para lhe revelar o Livro do Apocalipse (Ap 1:1).

Jesus determina a João que escreva ao líder da igreja de Tiatira, identificando-se, primeiramente, como o autor da carta (Ap 2:18):

18 Ao anjo da igreja em Tiatira escreve: Isto diz o Filho de Deus, que tem seus olhos como chama de fogo, e os pés semelhantes ao latão reluzente:

Em seguida, Jesus revela que conhece todas as virtudes e obras que o líder e sua igreja realizam (Ap. 2:19):

19 Eu conheço as tuas obras, e o teu AMOR, e o teu SERVIÇO, e a tua , e a tua PACIÊNCIA, e que as TUAS ÚLTIMAS OBRAS SÃO MAIS NUMEROSAS QUE AS PRIMEIRAS.

Diante de palavras tão fortes, alguém poderia supor que aquele líder e sua igreja seriam os mais galardoados por ocasião do arrebatamento, pois era o próprio Senhor quem reconhecia suas virtudes: seu amor, sua fé, seu serviço, sua paciência, e que suas últimas obras são mais numerosas que as primeiras.

Uma pergunta: Se fossem colocadas todas estas virtudes em uma balança, haveria algum pecado que, de tão negativo, pudesse anular todas estas qualidades tão sublimes para um cristão?

Jesus com a Palavra (Ap 2:20):

20 Mas TENHO CONTRA TI QUE TOLERAS JEZABEL, mulher que se diz profetisa; ensina e engana os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria;

Jesus volta a alertar, no Livro do Apocalipse, sobre Jezabel, adversária de Elias, confirmando que o tipo de fidelidade incondicional e exclusiva a Deus apresentada pelo profeta - que não tolerou as práticas de Jezabel - supera todas aquelas virtudes somadas. Eis o critério do Esposo que deseja uma Esposa sem qualquer vestígio de adultério com outros deuses.

Em que épocas do ano, desde o século IV até os dias de hoje, ocorre a associação das práticas de Jezabel com as celebrações cristãs? Sem dúvida, na Páscoa (ovos e coelhos de Asera) e no Natal (a data de 25 de dezembro, a árvore de Baal, o Noel, etc.), dentre outras.

“Não tolerar Jezabel” significa não só discordar de suas práticas, mas a adoção de uma postura ativa de alertar aos servos do Senhor para que retirem estas práticas idólatras de suas vidas, tal como Elias alertou o povo de Deus no Monte Carmelo.

E antes que alguém viesse a se pronunciar contra a seriedade desta Palavra de Deus, Jesus se antecipou e atravessou a sentença em Ap 2:22-23:

22 Eis que a porei numa cama, e SOBRE OS QUE ADULTERAM COM ELA VIRÁ GRANDE TRIBULAÇÃO, se não se arrependerem das suas obras;

23 E FERIREI DE MORTE A SEUS FILHOS, e todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda asmentes e os corações. E darei a cada um de vós segundo as suas obras.

De acordo com a Escritura, dois juízos estão determinados para aqueles que admitirem as práticas de Jezabel na vida e culto cristãos:

a) No versículo 22, Jesus decreta, com todas as letras, que estes passarão pela Grande Tribulação, ou seja, não serão arrebatados, confirmando, expressamente, que o cristão, que não se conduzir tal qual Elias diante das práticas de Jezabel, não provará da vitória que Elias experimentou;

b) No versículo 23, o Senhor decreta que Ele mesmo ferirá de morte aos filhos de tais apóstatas, o que deverá ocorrer após o arrebatamento, no período da Grande Tribulação.

Jesus chega a chamar esta doutrina de Jezabel como as “profundezas de Satanás” (Ap 2:24), se referindo à velha prática satânica de culto a Baal e a Asera (e suas variantes), a qual remonta ao tempo de Ninrode, após o dilúvio.

Os ovos e os coelhos da Páscoa, o Noel, a árvore, as guirlandas, as velas e outros elementos do Natal, a própria data, 25 de dezembro, consagrada ao deus-sol, enfim, todas as práticas introduzidas sob influência de Jezabel devem ser abandonadas e rejeitadas, sob pena de se perder a melhor parte do plano traçado por Deus.

Não se iluda com festas juninas, julinas, agostinas (e outras variantes), nem com qualquer festividade em que haja elementos relacionados ao culto de outros deuses ou ídolos, como natal, páscoa, carnaval, porque a sua origem será sempre em Jezabel.

Irmão, o assunto é tão decisivo, que também foi tema central da Carta do Senhor à igreja de Pérgamo (Ap. 2:12-17). No verso 14, Jesus se refere à doutrina de Balaão, o qual induziu o povo de Deus a servir a Baal (Nm 25:3). Em Ap. 2:16, o Senhor revela que os que seguem esta prática serão alvo de sua espada, o que deverá ocorrer na Batalha do Armagedon (Ap 19:15).

Não vale a pena arriscar como as “virgens loucas” (Mt 25:3). É infinitamente melhor se livrar dos elementos atuais de Baal e Asera e se preparar, puro e santo, para a vinda do Esposo, do que se preparar para enfrentar a fúria do Anticristo e a ira do Deus Todo-Poderoso na Grande Tribulação.

Amado, Jesus está às portas, seja tal qual Elias foi e o seu destino será o mesmo do profeta. Não se deixe levar pela maioria apóstata, tal como Elias não se deixou levar. Lembre-se que, tal como na época de Elias (I Rs 19:18), o Senhor tem reservado para si servos, em todo o mundo, que não dobraram seus joelhos para Baal e que, em breve, encontrarão o Senhor nos ares. Seja um dos tais.

Irmão, à luz da Palavra de Deus, a fidelidade exclusiva e incondicional ao Senhor é critério decisivo adotado pelo Esposo que, com todo o direito, deseja uma Esposa santa e pura, sem vestígio de adultério com ídolos, para ser trasladada para as Bodas do Cordeiro.

Amado, desde já, adote uma postura ativa. Tal qual Elias alertou o povo de Israel no Monte Carmelo, alerte os cristãos com quem você interage, transmitindo-lhes este estudo “O último alerta de Jesus”. Use o e-mail ou qualquer rede social. E esteja certo de que esta atitude, que muito agradará o Esposo, poderá fazer a grande diferença a teu favor no dia do arrebatamento de Sua Eleita.

Não demore. Que Deus te abençoe.

Referência Abreu, A. O Poder Secreto. Rio de Janeiro: Kranion Editorial, 2005.