Você pode passar a sua vida sem Jesus, mas vai ser terrível morrer sem Ele!!!

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Paulo Junior:

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

DESMASCARANDO MAOMÉ...

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Este Mundo Jaz no Maligno <teophilonoturno

Este Mundo Jaz no Maligno (Islamismo)

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Islamismo

Posted: 18 May 2011 04:30 PM PDT

   O Islã surgiu com Muhammad bin Abdallah, mais conhecido por Maomé, um pastor de ovelhas e comerciante nascido no ano 570, na cidade de Meca, hoje Arábia Saudita.
   Aos 40 anos de idade Maomé teve uma visão onde o anjo Gabriel lhe revelou o Alcorão, livro sagrado do Islã: Maomé seria o novo e último profeta de Alá, o nome árabe para o mesmo Deus de Abraão e Jesus.
   Islã significa submissão. O seguidor do Islã é chamado de muçulmano, que significa "aquele que se submete a Deus".
   Maomé faz sua pregação num ambiente de religiões politeístas, mas logo consegue adeptos para a fé no Deus Único.
   Mais tarde é perseguido e ameaçado de morte, e foge de Meca, refugiando-se em Medina, onde fundaria a primeira cidade islâmica.
   Essa fuga ou migração, chamada de Hégira, ocorre a 24 de setembro de 622, data celebrada no Islã como o início de uma nova era, o ano 1 do calendário árabe.
   Maomé morre em 632, quando toda a Península Arábica já é Islamita.
   Hoje o Islã é a maior religião do mundo, com cerca de 1,5 bilhões de fiéis: cresce mais que o cristianismo, especialmente na África e Ásia.
   Lamentavelmente, nos últimos anos o Islã tem sido associado ao nacionalismo político radical, graças a fiéis como Bin Laden, Sadan Hussein, Palestinos e Talibãs.
   A doutrina do Islã está em "Cinco Pilares de Fé", que todo fiel deve cumprir:
  1. A profissão de fé: "há um só Deus, Alá; e Maomé é seu Profeta" – para se converter ao Islã, basta proferir essa confissão na presença de testemunhas;
  2. A oração ritual, feita diariamente com o rosto voltado para Meca, acompanhada de gestos e genuflexões;
  3. O jejum, especialmente no Ramadã, o mês do perdão;
  4. A esmola, visando a purificação e a gratidão a Deus;
  5. A peregrinação a Meca, que todo islamita deve fazer pelo menos uma vez na vida.
   No dia-a-dia a fé islâmica tem muita oração em casa.
   A sexta-feira é reservada para orações comunitárias e pregação do Alcorão nas mesquitas.
   Festivais anuais reúnem milhões de peregrinos em Meca, onde se cumprem rituais como dar sete voltas na Caaba e andar pelo deserto, lembrando a saga de Ismael, filho de Abraão com a concubina Agar, conforme relatado no livro de Gênesis (capítulos 16 e 21): os árabes seriam descendentes de Ismael, enquanto Judeus descenderiam de Isaque, filho de Abraão com Sara.
   O Cristianismo está próximo do Islã na fé no Deus Único e Todo-Poderoso, Criador do mundo e misericordioso; na herança histórica comum testemunhada no Alcorão e na Bíblia; na crença no juízo final e na ressurreição dos mortos; na crítica à idolatria; na justiça divina manifesta na história e realizada no amor ao próximo e na piedade.
   O Islamismo se afasta do Cristianismo ao não aceitar a Trindade e que Jesus Cristo seja Filho de Deus e Salvador.
   O Islã se considera uma Reforma do Judaísmo e do Cristianismo, e diz que o Alcorão corrige o Antigo e o Novo Testamento; seria uma espécie de "3ª versão corrigida e ampliada" de uma mesma mensagem de Deus.
   Em contrapartida, cristãos não consideram Maomé um profeta, e nem que o Alcorão contenha revelação de Deus.
   A matéria sobre o islamismo é bastante extensa, por isso fizemos aqui apenas um resumo.
   Leia mais sobre Maomé no (excelente) artigo postado em 07/05/2011 no Blog do Adail: "Desmascarando Maomé", de Geert Wilders.



É Hora de Desmascarar Maomé

Geert Wilders, quarta-feira, 31/03/2011

Para saber por que o Islam é um perigo mortal, deve-se considerar não só o Corão, mas também o caráter de Maomé, que concebeu o Corão e o Islam em sua totalidade.

O Corão não é só um livro. Os muçulmanos acreditam que o próprio Alá o escreveu e que ele foi ditado a Maomé na versão original, o Umm al-Kitab, que fica sobre uma mesa no Céu. Consequentemente, não se pode discutir seu conteúdo. Quem ousaria discordar do que o próprio Alá escreveu? Isto explica muito do comportamento maometano, da violência da jihad ao ódio e à perseguição aos judeus, cristãos e outros não-muçulmanos e apóstatas. O que nós no Ocidente consideramos anormal é perfeitamente normal para o Islam.

Um segundo problema insuperável para o Islam é Maomé. Ele não é qualquer um. Ele é al-insan al-kamil, o homem perfeito. Para se tornar muçulmano, deve-se pronunciar a Shahada (o credo muçulmano). Ao prounciar a Shahada, a pessoa testifica que não há deus que mereça ser adorado, exceto Alá, e testifica que Maomé é seu servo e mensageiro.

O Corão e, portanto, Alá, estabelecem que a vida de Maomé deve ser imitada. As consequências disto são horrendas e podem ser testemunhadas em uma base diária.

Muito se analisou a sanidade mental de Maomé. Apesar de todas as pesquisas disponíveis, elas raramente são mencionadas ou debatidas. É tabu discutir a verdadeira natureza do homem que um bilhão e meio de muçulmanos ao redor do mundo consideram um profeta sagrado e um exemplo a ser seguido. Este tabu deve ser quebrado no Ocidente e aqui nos Países Baixos.

Ali Sina é um ex-muçulmano iraniano que fundou a organização de apóstatas do Islam Faith Freedom International. Em seu último livro, ele sustenta que Maomé é um narcisista, um pedófilo, um assassino em massa, um terrorista, um misógino, um parasita, um líder de culto, um louco, um estuprador, um torturador, um assassino e um saqueador. Sina ofereceu 50 000 dólares para quem puder provar o contrário. Ninguém ainda reclamou a recompensa. E não é de se admirar, já que a descrição se baseia nos próprios textos islâmicos, como os hadiths, as descrições da vida de Maomé a partir do testemunho de seus contemporâneos.

O Maomé histórico foi o líder selvagem de uma gangue de assaltantes de Medina. Sem escrúpulos, eles saquearam, estupraram e assassinaram. As fontes descrevem as orgias de selvageria em que as gargantas de centenas de pessoas foram cortadas, mãos e pés foram amputados, olhos foram arrancados, tribos inteiras massacradas. Um exemplo é a extinção da tribo judia de Banu Qurayza, em Medina, em 627. Um dos que arrancou suas cabeças foi Maomé. As mulheres e crianças foram vendidas como escravas. Ao nos depararmos com a loucura dos terroristas islâmicos de hoje, não é difícil descobrir de onde esta loucura vem.

Em Viena, a ativista de direitos das mulheres Elisabeth Sabaditsch-Wolff foi recentemente condenada a pagar uma multa por insultar uma religião, ao chamar Maomé de pedófilo. Entretanto, isto é verdade. Vários hadiths contêm testemunhos da esposa favorita de Maomé, a esposa-criança Aisha. Aisha literalmente diz: "O profeta me desposou quando eu tinha seis anos de idade e teve relação comigo quando eu tinha nove."

De acordo com o historiador Teófanes (752-817), Maomé era epilético. Crises de epilepsia às vezes são acompanhadas por alucinações, transpiração na testa e espuma na boca, os mesmos sintomas que Maomé apresentava durante suas visões.

Em seu livro "The Other Muhammad" [O outro Maomé] (1992), o psicólogo flamengo dr. Herman Somers conclui que, na casa dos quarenta anos, o "profeta" começou a sofrer de acromelagia, uma doença causada por um tumor na glândula pturitária, um pequeno órgão situado logo abaixo do cérebro. Quando o tumor na glândula pturitária causa pressão demais no cérebro, a pessoa começa a ver e ouvir coisas que não estão lá. Eis o diagnóstico psico-patológico da doença de Maomé, segundo Somers: distúrbio alucinatório orgânico com características paranóicas.

O historiador médico Armin Geus fala de uma esquizofrenia alucinatória paranóica. Uma análise similar pode ser encontrada no livro "The Medical Case of Muhammad" [O caso clínico de Maomé], do dr. Dede Korkut.

Em seu livro "Psychology of Mohammed: Inside the Brain of a Prophet" [A psicologia de Maomé: Por dentro do cérebro de um profeta], o Dr. Masud Ansari chama Maomé de "a encarnação perfeita de um psicopata no poder." Maomé tinha uma personalidade paranóica fora de controle, com um complexo de inferioridade e tendências megalomaníacas. Na casa dos quarenta anos, ele começa a ter visões que o levam a acreditar que ele tem uma missão cósmica e que ninguém vai detê-lo.

A verdade nem sempre é agradável ou politicamente correta. Com base nas pesquisas acima mencionadas, pode-se sustentar que o credo islâmico obriga um bilhão e meio de pessoas ao redor do mundo, incluindo o milhão vivendo nos Países-Baixos, a tomarem Maomé como seu exemplo. Não há retorno depois que uma pessoa se torna muçulmana, pois embora o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos afirme que toda pessoa tem o direito a "mudar sua religião ou crença", no Islam há a pena de morte por deixar a fé.

Quem quer que expresse críticas ao Islam e a Maomé está em grave perigo pessoal -- como é o meu caso. E quem quer que tente escapar da influência do Islam e de Maomé corre risco de vida. Não podemos continuar a aceitar este estado de coisas. Um debate público sobre a verdadeira natureza e o caráter de Maomé podem resultar na conscientização e no apoio aos muçulmanos do mundo inteiro que desejam deixar o Islam.

Os apóstatas são heróis e mais do que nunca eles merecem o apoio dos que amam a liberdade em todo o mundo. Os partidos políticos não devem interferir neste assunto. É hora de nós ajudarmos estas pessoas, expondo Maomé.

Geert Wilders é deputado nos Países-Baixos. Ele é presidente do Partido da Liberdade (PVV)