Você pode passar a sua vida sem Jesus, mas vai ser terrível morrer sem Ele!!!

Você pode passar a sua vida sem Jesus, mas vai ser terrível morrer sem Ele!!!

Paulo Junior:

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domingo, 31 de julho de 2011

O fim do mandamento.

[I Tm. 1: 5] "Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida."

Quando o texto lido fala do "fim do mandamento", a orientação bíblica trata do resultado que se espera alcançar quanto à maturidade que deve ser vivida pelos servos de Deus. Pensar no Evangelho do Senhor Jesus é ter os olhos voltados para a prática dos valores do Reino, que geram crescimento e amadurecimento constantes na vida daquele que creu no Senhor Jesus. Nesta caminhada cristã, o caráter de Cristo vai sendo manifestado na vida daquele que creu, o tornando no reflexo de Cristo diante daqueles que precisam da Salvação. De forma clara vemos pelo texto, que nesse processo três valores precisam ser evidenciados para a consolidação dessa grande bênção; Paulo destaca "o amor de um coração puro" - Quando me volto para refletir sobre um coração puro me lembro do sermão da montanha, pois nele Jesus assim afirma: "Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;" Os pobres de espírito são aqueles que após terem tido um encontro real com Cristo, conseguem se esvaziar de si mesmos. Para esses os valores que outrora eram defendidos e que primavam apenas para alimentar a carne gerando assim uma vida pecaminosa, agora no contexto da nova vida são abandonados e o ministrar pleno do Espírito Santo é gerado de forma plena. Esses são aqueles, que se encontram diante de Deus com os corações puros e que alcançam a vitória em suas vidas. Vemos também que para a bênção ser ministrada de forma plena é necessário ter "uma boa consciência". Que maravilha irmãos! Uma vez sendo achado diante de Cristo com o coração puro, haverá espaço para Ele agir e o resultado será marcado por essa boa consciência que vem de Deus; esta é a mente de Cristo que irá atuar na vida daquele que foi salvo. O fechamento do grande milagre é marcado também por "uma fé não fingida". Viver desta forma diante de Deus e dos homens é sem dúvida caminhar na verdade plena de Cristo. É ser um servo de Deus autêntico que cumpre com excelência os propósitos estabelecidos por Deus. É ter a certeza de ser um instrumento vivo nas mãos do Senhor e que faz a diferença onde se está plantado. Que estas verdades trazidas direto do coração de Deus possam ser vividas por aqueles que fazem parte da Igreja viva do Senhor Jesus.
Pr. Waldyr Silva do Carmo

sábado, 30 de julho de 2011

Você que anda desanimado, pois a luta é grande, mas a vitória é maior ainda.

Muitas pessoas escrevem dizendo que estão desanimadas, com problemas de todos os tipos, cansadas, doentes, etc..., eu me incluo nessa lista, com certeza, porque estamos neste mundo, vivenciando coisas horríveis demais, cada dia pior. Então recebi a mensagem abaixo e acho que vale a pena repassar e postar no blog, porque tenho certeza que servirá para muitos. Que Deus o abençoe irmão Carlos, por tão sábias palavras.

De: Carlos krte


Boa noite irmã amada!
Bom você sempre ajuda as pessoas, com videos, extras extras, mensagens de fé, trechos biblicos, bem agora chegou a minha vez, não vou fazer igual a você, recortar noticias e te enviar, mais vou alimentá-la um pouco com a palavra de Deus. Você falou que anda desanimada, pois a luta é grande, mas a vitória é maior ainda. No sermão profético de Jesus Cristo no Monte das Oliveiras Ele disse aos discípulos... texto Mateus 24. "12. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará. 13. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo." então irmã não fique triste e não desanime, leia e releia a Bíblia, pois ela é .... A mente de Deus, a condição do homem, o caminho da salvação, a condenação dos pecadores, e a felicidade dos cristãos. Suas doutrinas são santas, seus preceitos são justos, suas histórias verdadeiras e suas decisões imutáveis. Leia-a para ser sábia, creia nela para estar segura e pratique-a para ser santa. Ela contém luz para dirigi-la, alimento para sustê-la, e consolo para animá-la. É o mapa do viajante, o cajado do peregrino, a bússola do piloto, a espada do soldado e o guia do cristão. Por Ela o paraíso é restaurado, os céus abertos e as portas do inferno descobertas. Cristo é o seu grande tema, nosso bem o seu intento, e a glória de Deus a sua finalidade. Deve encher a mente, governar o coração e guiar os pés. Leia-a lenta e frequentimente e em oração. É uma mina de riqueza, um paraíso de glória e um rio de prazer. É lhe dada em vida, será aberta no dia do julgamento e lembrada para sempre. Ela envolve a mais alta responsabilidade, recompensará o mais árduo labor e condenará a todos quantos menosprezam seu grande conteúdo. Você disse que erra muito, mais até nisso Jesus nos ensina.....Marcos 12. "27. Orá, Deus não é de mortos, mais sim é Deus de vivos. Por isso, vós errais muito. Sim, é bem verdade que esse é um texto de Jesus ensinando sobre ressurreiçao para os saduceus, mais podemos aprender muito com essa passagem. Fica com Deus e seja como Josué: não importa o que aconteça e qual situação você possa estar passando, mas fale como Ele dizendo sempre... "Eu e minha casa serviremos ao senhor"..... A paz de Cristo esteja contigo hoje e sempre.... Amém!    Irmão Carlos.

A grande batalha.

De: fernanda cf seixas

A Grande Batalha

Tratado escrito por
J. C. Ryle
Escrito em Helmingham, Suffolk, Inglaterra.


Todos os homens devem amar a paz. A guerra é um mal imenso, embora seja um mal necessário às vezes. As batalhas são acontecimentos sangrentos e angustiantes, apesar de que, as vezes as nações não podem manter os seus direitos sem as mesmas. Mas todos os homens devem amar a paz. Todos devemos orar por uma vida tranquila.

Tudo isso é verdade,  e ainda há uma guerra que vale a pena  lutar; uma batalha que deveríamos estar sempre lutando. A batalha da qual falo é a batalha contra o mundo, a carne e o diabo. Com estes inimigos nunca devemos estar em paz; desta guerra homem nenhum deve  procurar estar desencarregado, enquanto ele estiver vivo.


Leitor, dê-me sua atenção por alguns minutos, e eu vou lhe contar algo sobre a grande batalha.

Todo cristão é soldado de Cristo. Ele é chamado, através de seu batismo, a lutar na batalha de Cristo contra o pecado, o mundo e o diabo.  O homem que não faz isso, quebra sua promessa: ele é inadimplente espiritualmente;  não cumpre o compromisso feito por ele próprio. O homem que não faz isso, está praticamente renunciando ao Cristianismo. O fato de que ele pertence a uma Igreja, frequenta um lugar de adoração e chama a si mesmo de cristão, é uma declaração pública de que ele deseja ser reconhecido como  um soldado de Jesus Cristo.

A armadura é fornecida para o cristão, somente se ele for usá-la.  "Portanto, tomai toda a armadura de Deus", diz Paulo aos Efésios, "estejam, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça e calçados os pés na preparação do evangelho da paz; tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus." (Efésios 6:13-17). E não menos importante, o cristão tem o melhor dos líderes, Jesus - o Capitão da salvação,  através do qual podemos ser mais que vencedores e podemos ter o melhor das provisões, o pão e a água da vida, e o melhor pagamento prometido a nós,- um eterno peso de glória.

Tudo isso é remoto. Eu não quero me deter em explicá-las agora. O ponto em que eu quero chegar  é esse: que, se você quer ser salvo, você não deve ser apenas um soldado, mas um soldado vitorioso.Você deve não apenas confessar lutar ao lado de Cristo contra o pecado, o mundo e o diabo, mas você deve, de fato, lutar e vencer.

Esta é a grande marca que distingue os verdadeiros cristãos. Alguns homens, talvez gostariam de se alistar no exército de Cristo; outros são preguiçosos e fracos na busca pela coroa da vida; mas só o verdadeiro cristão é quem faz o trabalho de um soldado. Somente ele conhece bem os inimigos de sua alma, verdadeiramente luta contra eles, e nessa batalha, os supera.

Leitor, uma grande lição que eu espero que você aprenda  hoje é que, se você é nascido de novo e  vai para o Céu, você será um soldado vitorioso de Cristo. Se você souber que não tem nenhum direito às promessas preciosas de Cristo, combaterá o bom combate pela causa de Cristo, e nessa luta, então você vencerá.

A vitória é a única evidência suficiente de que você tem uma religião salvadora. Você gosta de bons sermões, talvez; você respeita a Bíblia e até a lê ocasionalmente; você faz orações, noite e dia; você faz orações em família, e faz doações. E eu agradeço a Deus por isto; de fato, tudo isso é muito bom. Mas como vai a batalha? Como está o grande conflito em todo esse tempo? Você está superando o amor ao mundo e o medo do homem? Você está superando as paixões, o temperamento e as concupiscências do seu próprio coração? Você está resistindo ao diabo, e fazendo-o fugir de você? Como você está nessa questão? Meu querido irmão ou irmã, você deve se controlar, ou servir ao pecado e ao diabo e ao mundo. Não há meio termo. Ou você vence  ou está perdido.

Eu sei bem que é uma dura batalha  que você deve lutar, e eu quero que você saiba isso também. Você deve lutar o bom combate da fé, e suportar dificuldades, se quiser ter a vida eterna; você deve preparar a sua mente para uma luta diária, se quiser chegar ao Céu. Pode haver estradas curtas para o Céu inventadas pelo homem, mas o Cristianismo antigo, a velha e boa maneira, é o caminho da cruz: o caminho do conflito. O pecado, o mundo e o diabo devem estar realmente mortificados, resistidos, e superados.

Este é o caminho que os santos de antigamente pisaram, e deixaram seu registro nas alturas. Quando Moisés recusou os prazeres do pecado no Egito, e escolheu a aflição com o povo de Deus,  isto foi superação: ele superou o amor ao prazer. Quando Miqueías se recusou a profetizar coisas agradáveis ​​ao rei Acabe, apesar de que ele sabia que seria perseguido se ele falasse a verdade - isto foi superação: ele superou o amor à vontade.  Quando Daniel se recusou a desistir de orar, mesmo sabendo que a cova dos leões estava preparada para ele,  isto foi superação: ele superou o medo da morte. Quando Mateus desprendeu-se do recebimento de impostos, por amor ao nosso Senhor, ele deixou tudo e O seguiu, isto foi superação: ele superou o amor ao dinheiro. Quando Pedro e João se levantaram corajosamente perante o Conselho e disseram: "Nós não podemos deixar de falar das coisas que temos visto e ouvido",  isto foi superação: eles superaram o medo do homem. Quando Saulo, o fariseu, desistiu de todas as suas perspectivas de honra entre os Judeus, e pregou sobre aquele Jesus, a quem ele mesmo, havia perseguido - isso foi superação: ele superou o amor ao louvor dos homens.

Leitor, o mesmo tipo de coisa que estes homens fizeram você também deve fazer, se você quer ser salvo. Eles eram homens com as mesmas paixões que vocês, e ainda assim eles as superaram; eles tinham tantas provações quantas qualquer um de vocês pode ter, e mesmo assim eles venceram. Eles lutaram, combateram, se esforçaram muito; você deve fazer o mesmo.

Qual foi o segredo da vitória deles? Sua fé. Eles acreditaram em Jesus, e acreditando, eles foram fortalecidos. Eles acreditaram em Jesus, e acreditando, foram levantados. Em todas as suas batalhas eles mantiveram seus olhos em Jesus, e Ele nunca os deixou ou abandonou. Eles venceram pelo sangue do Cordeiro, e pela palavra de Seu testemunho, e assim você também pode vencer.

Leitor, eu coloco essas verdades diante de você: peço-lhe para deixá-las ir ao coração. Decida, pela graça de Deus, ser um cristão melhor.  Eu temo por muitos cristãos professos: Eu não vejo neles nenhum sinal de luta, muito menos de vitória; pois eles nunca venceram uma batalha ao lado de Cristo. Eles estão em paz com seus inimigos: eles não têm nenhuma briga com o pecado. Leitor, eu advirto-lhe, isso não é cristianismo: este não é o caminho para o céu.

Homens e mulheres que ouvem o Evangelho regularmente, eu geralmente temo muito por vocês. Temo que vocês se tornem tão familiarizados com as doutrinas do evangelho, que insensivelmente vocês se tornem mortos para o poder dele. Temo que a sua religião afunde em uma conversa vaga sobre sua própria fraqueza e corrupção, e algumas expressões sentimentais a respeito de Cristo, enquanto a prática real de lutar ao lado de Cristo seja completamente negligenciada. Oh, cuidado com este estado de espírito! "Sede cumpridores da Palavra, e não somente ouvintes." Sem vitória – sem coroa! Lutar e vencer!

Jovens, homens e mulheres, e especialmente aqueles que foram educados em famílias religiosas, temo muito por vocês. Temo que vocês tenham o hábito de dar lugar a toda tentação. Temo que vocês tenham medo de dizer "Não!" ao mundo e ao diabo, - e quando os pecadores te quiserem seduzir, vocês achem que é menos problema consentir. Cuidado, eu imploro a vocês, não dêem lugar. Cada concessão vai fazer vocês mais fracos. Vão pelo mundo decididos a lutar na batalha de Cristo, e lutem nesse caminho.
Crentes no Senhor Jesus, de cada Igreja e classe de vida, eu sinto muito por vocês. Eu sei que o curso de vocês é difícil: eu sei que é uma batalha árdua que vocês têm que lutar; eu sei que vocês muitas vezes são tentados a dizer: "É inútil", e abaixar suas armas completamente.

Animem-se, queridos irmãos e irmãs: confortem-se, peço-lhes; olhem para o lado bom de sua posição. Sejam encorajados a lutar: o tempo é curto, o Senhor está bem perto, a noite já foi gasta. Milhões tão fracos quanto vocês lutaram a mesma luta, nem um sequer, de todos aqueles milhões, foram levados cativos por Satanás. Poderosos são os seus inimigos, mas o Capitão de sua salvação é mais forte ainda: Seu braço, Sua graça e Seu Espírito devem segurá-los. Animem-se: não sejam derrubados.

E se vocês perderem uma batalha ou duas? Vocês não devem perder todas. E se vocês enfraquecerem algumas vezes? Vocês não devem ficar abatidos. E se vocês cairem sete vezes? Vocês não devem ser destruídos. Vigiem contra o pecado, e o pecado não terá domínio sobre vocês. Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Saiam corajosamente do mundo e o mundo será obrigado a deixá-los ir. No final, vocês devem encontrar-se mais do que vencedores: você devem superar.

Leitor, deixe-me tirar de todo o assunto algumas palavras de aplicação, e então eu terei terminado.

Por um lado, deixe-me avisar a todos os legalistas e hipócritas que tomem cuidado para que não sejam enganados. Vocês gostam de achar que vão para o céu porque vocês vão regularmente à igreja; vocês têm uma expectativa de vida eterna, porque vocês estão sempre à mesa do Senhor, e nunca faltam em seus bancos na igreja. Mas onde está o seu arrependimento? Onde está a fé de vocês? Onde estão suas evidências de um novo coração? Onde está a obra do Espírito? Onde estão as provas de que vocês estão lutando a grande batalha? Oh, cristãos formais, considerem estas questões! Tremam: tremam, e se arrependam.

Por outro lado, deixe-me avisar todos os membros descuidados das Igrejas para tomar cuidado para que não desperdicem suas almas no inferno. Vocês vivem ano após ano como se não houvesse nenhuma batalha a ser travada contra o pecado, o mundo e o diabo; vocês passam pela vida sorrindo, gargalhando, como cavalheiros ou damas, e se comportam como se não houvesse diabo, céu ou inferno. Oh, "homem da igreja" descuidado, ou dissidente descuidado, Episcopal descuidado, Presbiteriano descuidado, Independente descuidado, Batista descuidado, despertem e vejam as realidades eternas na sua verdadeira luz! Acordem, e vistam a armadura de Deus! Acordem, e lutem duro pela vida! Tremam: tremam, e se arrependam.

Leitor, a grande batalha deve ser combatida por todos os que querem ser salvos. E mais do que isso, ela deve ser vencida.

FONTE:
Todo direito de tradução protegido por lei internacional de domínio público
Original em inglês: The Great Battle
Tradução: Patrícia Geiger e Hellen Rodrigues
Revisão: Armando Marcos

Bispo J.C.Ryle – Anunciando a verdade evangélica
Projeto de tradução de sermões, tratados e livros do bispo anglicano John Charles Ryle, mais conhecido como J.C.Ryle, para glória de Deus em Cristo Jesus, pelo poder do Espírito Santo, para edificação da Igreja e salvação e conversão de incrédulos de seus pecados.

Um chamado para angústia. David Wilkerson.

De: Kátia Cristina



----- Esse é o calibre de homem que o nosso Senhor tomou para si .. "... lixo do mundo, escória de todos" (I Cor 4:13)

--   Davis Wilkerson, fundador da igreja de Times Square em Nova York e autor de livros conhecidos como "A cruz e o punhal".
Wilkerson postou em seu blog um artigo datado de 27 de abril de 2011- o dia de sua morte, intitulado: "Quando tudo mais falhar". Ele incentivou as pessoas que estão enfrentando dificuldades a "permanecerem firmes na fé".
 Sem dúvida um missionário que deixou suas marcas cravadas em milhares de vidas simplesmente porque ele amou.

E você? Onde estão as marcas de Cristo?

São 52 minutos, em um momento de solitude, vale a pena ver:


"O servo que se dispõe a tomar o manto da dor de Deus é o único que tem autoridade e direito para lembrar a Deus das suas promessas e alianças. 

DEUS MUDA-ME! E quando você fica desesperado diante de Deus você dispõe teu coração para segui-lo, então você pode lembrar Deus as Suas alianças e promessas.

Não haverá renovo, avivamento, não haverá despertamento, até que nós estejamos dispostos a deixar Deus nos quebrantar de novo

...e este é o resultado de conhecer o coração de Deus. A alegria final de ver Deus cumprindo na sua vida as promessas e alianças escritas. Não é nada carnal que vai te trazer alegria. Não me importa quanto dinheiro, que tipo de casa nova, pois é algo espiritual que pode lhe trazer ALEGRIA. É algo realizado unicamente pelo Espírito Santo quando você obedece e assume o Seu coração.

SEJA FORTE E INCONQUISTÁVEL CONTRA O INIMIGO!

VOCÊ FOI CHAMADO PARA A ANGÚSTIA?
(David Wilkerson)

O justo olha pela vida dos seus animais, porém as entranhas dos ímpios são cruéis [Provérbios 12:10]. As festas idólatras.

E como existem animais sofrendo nas mãos de homens monstros.

Está entre nós

As Festas pagãs e idólatras de "São Firmino" homenageiam um "santo" que leva o seu nome é celebrada anualmente na cidade espanhola de Pamplona. Tradicionalmente os festejos começam dia 6 e terminam no dia 14 de julho. O cerne da festa é a corrida de touros que segue por um percurso de 800 metros, por três ruas da cidade, e culmina na praça de touros da cidade. A corrida acontece todos os, às 8 horas da manhã, e duram três a quatro minutos.

A princípio, é um evento tradicional que atrai muitos turistas pelo seu caráter típico, mas não deixa de ser violento: não só pelas pessoas que se machucam ou até morrem, mas também pelos animais. A diferença é que as pessoas escolhem correr o risco pessoal, mas os animais não têm escolha, simplesmente estão lá. Os touros são conduzidos ao Coliseu Espanhol, onde ocorrem as touradas, culminando em suas mortes à espada: por isso a festa é alvo de muitos protestos internacionais.

O justo olha pela vida dos seus animais, porém as entranhas dos ímpios são cruéis [Provérbios 12:10].

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino que não viu pecado.

Éramos a única família, no restaurante, com uma criança. Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranquilos,  comendo e conversando. 

De repente, Daniel gritou animado, dizendo: 'Olá, amigo!', batendo na mesa com suas mãozinhas gordas. Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes. Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo. 

Eu olhei em volta e vi a razão de seu contentamento. Era um homem, um mendigo, com um casaco jogado nos ombros, sujo, engordurado e rasgado. Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade, e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, os sapatos. Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo. Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa. 

Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal. 

Suas mãos começaram a se mexer para saudar. 

'Olá, neném. Como está você?', disse o homem a Daniel. 

Minha esposa e eu nos olhamos:  "Que faremos?". 

Daniel continuou rindo e respondeu: 'Olá, olá, amigo'. 

Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo. 

O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho. 

Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê. Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático. Obviamente ele estava bêbado. 

Minha esposa e eu estávamos envergonhados. Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices. 

Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta. Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos no estacionamento. O velho se encontrava muito perto da porta de saída. 

'Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel', disse orando, enquanto caminhava perto do homem. Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do cheiro que ele pudesse estar exalando. Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de 'carrega-me'. Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para os braços do homem. 

Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor. Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido. O homem fechou os olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face. Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro, suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel. 

Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo. 

Eu me detive aterrado O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura: 'Cuide deste menino'

De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: 'Assim o farei'. 

Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor. 

Peguei meu filho e o velho homem me disse: 'Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso'.

Não pude dizer mais que um entrecortado 'obrigado'. Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro. Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo: 'Deus meu, Deus meu, me perdoe'

Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez nenhum juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de roupa suja. 

Eu fui um cristão cego carregando  um menino que não o era. 

Eu senti que Deus estava me perguntando: 'Estás disposto a dividir seu filho por um momento?', quando Ele compartilhou Seu Filho por toda a eternidade. 

O velho mendigo, inconscientemente, me recordou: 

Eu asseguro que aquele que não aceite o reino de Deus como um menino, não entrará nele.' (Lucas 18:17).

Se entregue para Deus com um sincero coração e verá como Deus se move para te perdoar, se realmente for sincero e deixar seus pecados para sempre, com arrependimento verdadeiro.

'Senhor Jesus Cristo, te amo e te necessito, entre em meu coração, por favor'. 

terça-feira, 26 de julho de 2011

"Amazing Grace" - Sem palavras, simplesmente maravilhoso, será que há quem fique duro de coração para com Deus ouvindo um hino igual a este???

Josemar Moreira do Nascimento

Estimados irmãos e amigos, Silvestre, Carlos, Marinez, Viviane, Andreza, Susana, Auris, Josely, Francisco, Paulo, Miriam, Edmar, Adriana, Eder, Wilma e Roseli. 

  A mensagem anexa em video para a próxima semana, será um pouco diferente. Será cantada e fala especificamente da Maravilhosa Graça de Deus para conosco. Vocês que tem nos ajudado a divulgar a Palavra de Deus pela internet, certamente foram contemplados com essa "Maravilhosa Graça" que nos faz antingir mais de 4000 pessoas semanalmente. Que nós possamos usurfruir cada vez mais dessa graça Maravilhosa de um Deus espetacular.


"Amazing Grace" é um conhecido hino cristão composto pelo inglês John Newton e foi impresso pela primeira vez no Newton's Olney Hymns (1779).
Nesta versão do YouTube (il Divo),

 
é cantada por tenores de talento memorável, em alta definição e com legenda em português. O cenário é o Coliseum. Sua história o que faz com que entendamos sua letra: depois de um curto tempo na Marinha Real, John Newton iniciou sua carreira como traficante de escravos. Certo dia, durante uma de suas viagens, o navio de Newton foi fortemente afetado por uma tempestade. Momentos depois de ele deixar o convés, o marinheiro que tomou o seu lugar foi jogado ao mar, por isso ele próprio guiou a embarcação pela tempestade. Mais tarde ele comentou que durante a tempestade ele sentiu que estavam tão frágeis e desamparados e concluiu que somente a Graça de Deus poderia salvá-los naquele momento. Incentivado por esse acontecimento e pelo que havia lido no livro, Imitação de Cristo de Tomás de Kempis, ele resolveu abandonar o tráfico de escravos e tornou-se cristão, o que o levou a compor a canção Amazing Grace ("Graça Maravilhosa"). A versão em português é cantada há muito tempo em muitas igrejas, com o nome de "Segura na Mão de Deus", composição de Nelson Monteiro da Mota.

Um abração, na paz de Cristo.

Salvo Pela "Incrível Graça" — A história de John Newton.

John Newton era pastor de uma igreja crescente em Olney, na Inglaterra, quando compôs a letra daquele que talvez seja o hino mais conhecido até hoje – Amazing Grace (i.e., “Incrível Graça”). Newton estava satisfeito naquele contexto de vida campestre. Ele tinha uma esposa carinhosa ao seu lado, desenvolvia um bom ministério pastoral e estava cercado de pessoas amáveis. Naquele momento, Newton desfrutava de uma ótima vida. Mas, 25 anos antes, sua vida estava em ruínas.

Newton nasceu em Londres no dia 24 de julho de 1725. Seu pai, um capitão de navio mercante, o amava, porém era um homem severo e reservado. Por outro lado, a mãe de John era uma mulher atenciosa e cuidadosa. Ela lhe ensinou as Escrituras – capítulos inteiros da Bíblia de uma vez – bem como hinos e poemas. Infelizmente, a mãe de John Newton morreu, duas semanas antes que ele completasse sete anos de idade, e, pouco tempo depois, seu pai casou-se novamente.

Quando o novo casal teve seu próprio filho, ambos deram mais atenção e carinho a este do que a John Newton, de modo que John deixou-se levar pela companhia influente de garotos pervertidos, aprendendo a andar nos sórdidos caminhos que eles trilhavam. Com a idade de 11 anos, ele fez a primeira das cinco viagens marítimas na companhia de seu pai, durante a qual rapidamente aprendeu a xingar e amaldiçoar com os melhores marujos.

Entretanto, durante os cinco anos que se seguiram, John se viu forçado a refletir seriamente sobre a condição de sua alma. Certa feita faltou pouco para que John Newton embarcasse num navio de guerra que levava a bordo um amigo dele. Mais tarde, todavia, ele soube que aquele navio naufragara e que seu amigo, junto com vários outros tripulantes, tinha morrido afogado.

Também foi nessa época que Newton teve um sonho perturbador no qual ele jogava fora um anel que representava toda a misericórdia que Deus lhe reservara. Essas experiências pesaram de forma tremendamente condenatória na consciência de Newton e, por algum tempo, impeliram-no a tratar as questões espirituais com mais seriedade. Contudo, passados alguns dias, ele logo se esquecia daquilo que o levara à sobriedade e continuava sua queda vertiginosa na espiral da perversidade. Newton afirmou: “Eu geralmente considerava a religião como um meio necessário para se escapar do inferno; mas eu amava o pecado e não estava disposto a abandoná-lo”.[1]

Aos 19 anos de idade, Newton foi obrigado a se alistar como aspirante da Marinha para servir no navio HMS Harwich. Passado algum tempo, ele desertou, foi capturado, encarcerado, açoitado a bordo do navio, fustigado com chicote de nove tiras, e rebaixado. Então Newton entrou em terrível depressão e desespero, que o levaram, por vezes, a querer se lançar ao mar e a planejar maneiras de assassinar o capitão que o humilhara. Entretanto, não demorou muito para que a situação dele mudasse, quando o capitão de seu navio fez uma permuta entre ele e marinheiros de um navio que estava preste a zarpar para a África Ocidental à procura de escravos.
A Época no Tráfico de Escravos

Em meados de 1700, o tráfico de escravos era um negócio lucrativo. Mais de 100 mil escravos foram trazidos para o Novo Mundo em navios ingleses.[2] William E. Phipps escreveu: “No século XVIII, a média de mortalidade dos escravos durante o trajeto [da África para algum porto no Caribe ou nos Estados Unidos, onde eram vendidos] em navios ingleses era de aproximadamente quinze por cento”.[3] Cerca de 15 mil escravos africanos morreram a bordo de navios ingleses nessa época.

Em meados de 1700, o tráfico de escravos era um negócio lucrativo. Mais de 100 mil escravos foram trazidos para o Novo Mundo em navios ingleses.

Em seu novo ambiente, Newton não fez absolutamente nada para ser benquisto pelos oficiais do navio. Ele compôs uma cantiga de escárnio para ridicularizar o capitão do navio e a ensinou para a tripulação inteira. Após capturar uma lucrativa quantidade de escravos, Newton ganhou a permissão de ficar na África, ao longo da costa da Guiné, onde trabalhava para um traficante de escravos inglês que vivia com uma amante africana. Essa mulher não gostava de Newton. Quando Newton contraiu malária, ela o tratou cruelmente, com insultos e subnutrição para que morresse de fome.

Tempos depois, Newton foi injustamente acusado de roubar o traficante inglês. Ele ficou acorrentado com cadeias no convés do navio daquele homem e foi mantido com pouca comida, água e roupa. Na verdade, ele se tornou escravo daquele homem e, por ironia do destino, recebeu o mesmo tratamento com o qual eram tratadas as pessoas que tinham sido escravizadas com a ajuda dele.

Esse tormento durou um ano, até que Newton convencesse seu dono a cedê-lo para um outro traficante de escravos. Seu novo senhor tratou-o com bondade e o colocou na supervisão das “feitorias” (prisões para escravos localizadas nos portos).

Apesar dos olhos vigilantes de seu antigo senhor traficante de escravos, Newton conseguiu enviar algumas cartas para seu pai, nas quais pedia socorro. Certo dia, um navio mercante denominado Greyhound [i.e., “cão pernalta e veloz”] chegou onde Newton estava. Ele fora enviado àquele lugar por ordem do pai de John Newton. A princípio, Newton hesitou em deixar seu negócio que a essa altura já era lucrativo, mas, por fim, concordou em voltar à Inglaterra. Newton foi mantido cativo na África por 15 meses ao todo.

A bordo do Greyhound em sua viagem de volta, Newton demonstrou ser o homem mais profano e devasso do navio. Certa noite, ele estava tão bêbado, que quando seu chapéu caiu no mar pela força do vento, se outro marujo não o agarrasse pela roupa, ele teria se lançado nas águas em busca do chapéu.

Mais tarde naquela viagem, Newton folheou um dos poucos livros que havia a bordo – Imitation of Christ [i.e., “Imitação de Cristo”]. Newton começou a ler esse livro como um mero passatempo, mas, depois, passou a se perguntar o que lhe aconteceria se aquilo que nele estava escrito fosse verdade. Ele ficou com medo e fechou o livro.
Atingido Pela Tempestade

Naquela noite de 21 de março de 1748, uma violenta tempestade se abateu sobre o navio, que por pouco não afundou. Homens, animais e provisões foram arrastados pela força das águas e caíram no mar. Newton orou a Deus pela primeira vez depois de anos. Ele temia estar à beira da morte e, se a fé cristã fosse verdadeira, estava certo de que não seria perdoado. John refletiu em tudo o que fizera naqueles últimos anos, inclusive a atitude de zombar dos fatos históricos do Evangelho, e ficou abalado.

Passados quatro dias, a tempestade diminuiu. Pela providência de Deus, a cera de abelha, que se encontrava no porão de carga, ajudou que o navio continuasse a flutuar. Newton atribuiu a Deus aquele livramento que tiveram. Ele começou a ler o Novo Testamento com mais interesse. Quando chegou à passagem de Lucas 15, John percebeu os impressionantes paralelos entre a sua vida e a vida do filho pródigo.

O navio ficou à deriva por um mês. Os suprimentos se esgotaram. O capitão culpou a blasfêmia de Newton como a causa dos problemas que enfrentavam e cogitou a hipótese de jogá-lo ao mar, à semelhança de Jonas. O navio avariado finalmente conseguiu seguir seu rumo para a Irlanda do Norte, a tempo de não ser apanhado por um vendaval que começava a ocorrer. Newton reconheceu que Deus respondera sua oração.

Ao chegarem em terra firme, Newton tomou a decisão de não mais xingar e blasfemar. Ele chegou a voltar para a igreja. Entretanto, ainda não era um crente em Jesus. Mais tarde ele declarou: “Penso que aquele foi o início de meu retorno para Deus, ou antes, o retorno dEle para mim; contudo, só considero que vim a ser crente em Cristo (no sentido pleno da palavra crente) muito tempo depois daquele momento”.[4]
Regenerado Pela Fé

Naquela noite de 21 de março de 1748, uma violenta tempestade se abateu sobre o navio, que por pouco não afundou. Newton orou a Deus pela primeira vez depois de anos.

Em 1749 Newton zarpou como primeiro piloto de um navio negreiro. A essa altura, ele já tinha se esquecido do compromisso que assumira e recaiu nas antigas práticas pecaminosas. Enquanto buscava escravos ao longo da costa ocidental da África, John Newton foi novamente acometido de malária, situação que o levou a refletir mais uma vez sobre a sua vida. Diante das misericórdias de Deus para com sua vida, ele estava absolutamente convicto da culpa pelos erros que recentemente cometera. Meio delirante e enfraquecido, Newton se levantou da cama e caminhou com dificuldade até um lugar afastado da ilha. Naquele local, percebendo a futilidade de tomar decisões autoconfiantes, “ele se entregou ao Senhor”, escreve Richard Cecil, “para que Deus fizesse com ele aquilo que fosse do Seu agrado. Ao que parece, nada de novo acontecia em sua mente, exceto o fato de que ele estava apto para confiar e crer num Salvador crucificado”.[5] A incrível graça de Deus preciosamente se manifestou no exato momento em que John Newton creu pela primeira vez.

Daquele momento em diante, a vida de Newton mudou gradativamente. No começo, como acontece com a maioria dos crentes, ele não percebia todas as áreas de sua vida que precisavam ser transformadas pela graça de Deus.

Por exemplo, por cinco anos, ele enfrentou lutas quanto à certeza de sua salvação. Todavia, através do encorajamento dado por outro capitão de navio, que também era crente em Cristo, as dúvidas foram vencidas, conforme Newton declarou: “Eu comecei a entender [...] e a ter esperança de ser preservado e salvo, não por meu próprio poder e santidade, mas pelo imenso poder e promessa de Deus, através da fé num Salvador imutável”.[6]

A mudança mais evidente na vida de Newton se deu na área do tráfico de escravos. Um ano antes de crer em Jesus Cristo, John Newton se tornou capitão de um navio negreiro. Nos quatro anos seguintes à sua salvação, Newton realizou três viagens com o intuito de buscar escravos na África e levá-los para serem vendidos no Caribe. Durante essas viagens, Newton liderou sua tripulação em cultos de adoração e em momentos de oração. Contudo, ele também foi forçado a sufocar rebeliões de escravos, chegando a ponto de utilizar instrumentos de tortura para apertar polegares a fim de arrancar confissões.

Mais tarde, Newton se conscientizou de que o tráfico de escravos e sua participação nele eram algo moralmente ultrajante e repulsivo. Ele afirmou: “a força do hábito, o exemplo e o interesse [comercial] cegaram meus olhos”.[7]

A partir do momento em que o Espírito Santo convenceu John Newton dos males e pecados envolvidos no tráfico de escravos, ele passou a trabalhar incansavelmente para extingui-lo num esforço de décadas. Ele foi orientador e conselheiro de um crente em Cristo mais novo do que ele, chamado William Wilberforce, o qual atuou no Parlamento Britânico. Wilberforce se tornou o mais notável e eficaz abolicionista da história da Inglaterra. Alguns meses antes da morte de Newton, ocorrida em 21 de dezembro de 1807, o Parlamento Britânico aprovou o Decreto da Abolição do Tráfico de Escravos, o que muito alegrou Newton.
A Ternura da Graça

Antes de experimentar a graça salvadora de Deus, John Newton não tinha o menor receio de xingar e proferir palavrões quando relampejava, de blasfemar contra o Deus do céu, de zombar da Bíblia, de ridicularizar a consagração a Deus, de se envolver em atos depravados, nem o mínimo escrúpulo de comprar e vender seres humanos como se fossem objetos ou mercadorias.

Entretanto, John Newton mudou completamente após a sua conversão. Mais tarde, ele se tornou pastor e exerceu o ministério pastoral por 23 anos, sempre salientando em seus sermões o tema da graça de Deus. Ele compôs e publicou centenas de hinos, inclusive o hino intitulado How Sweet the Name of Jesus Sounds [que traduzido quer dizer: “Quão doce soa o nome de Jesus”] (um nítido contraste com a época blasfema de sua vida pregressa), bem como demonstrou incessante hospitalidade em sua casa.

Ele manteve comunhão com alguns dos mais notáveis nomes do avivamento evangélico na Inglaterra, tais como George Whitefield e John Wesley; ensinou e encorajou pessoas influentes como o grande missionário William Carey, o poeta William Cowper, e o abolicionista William Wilberforce; além disso, tornou-se um dos maiores defensores do fim da escravidão na Grã-Bretanha.

Como explicar tamanha transformação na vida de um homem? Semanas antes de sua morte, já velho e debilitado, Newton explicou: “Minha memória praticamente se foi; mas ainda consigo me lembrar de duas coisas: que eu sou um tremendo pecador e que Cristo é um tremendo Salvador”.[8] (Bruce Scott - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)
Notas:

1. Richard Cecil, The Works of the Rev. John Newton, 3ª ed., vol. 1, 1824; reimpressão, Carlisle, PA: The Banner of Truth Trust, 1985, 1:4.
2. William E. Phipps, Amazing Grace in John Newton: Slave-Ship Captain, Hymnwriter, and Abolitionist, Macon, GA: Mercer University Press, 2001, p. 63.
3. Ibid., p. 60.
4. Cecil, p. 33.
5. Ibid., p. 37.
6. Phipps, p. 66.
7. Ibid., p. 202.
8. Ibid., p. 238.

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, março de 2008.