Você pode passar a sua vida sem Jesus, mas vai ser terrível morrer sem Ele!!!

Você pode passar a sua vida sem Jesus, mas vai ser terrível morrer sem Ele!!!

Paulo Junior:

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quarta-feira, 25 de maio de 2011

HAROLD CAMPING ERROU... E DAÍ?

Aproveitando o texto abaixo, gostaria de esclarecer, que quando falamos em anos, somando 1948 + 70 = 2018. Não estamos aqui marcando datas, longe disto, estamos apenas prestando atenção aos sinais. Sabemos que em 1948 a Figueira = Israel brotou novamente. Sabemos que o Senhor Jesus disse que não passará essa geração sem que tudo aconteça e venha o fim. Uma geração é em torno de 70 anos. É apenas isto, não estamos marcando datas, que seja feita a vontade de Deus, porque a nossa, aos que aguardam e desejam a volta do Senhor Jesus, é que o Arrebatamento aconteça hoje mesmo. Porém, Deus está no controle de todas as coisas, e somente a Ele pertence este momento. Mas por todos os sinais, eu me atrevo a repetir que: JESUS ESTÁ VOLTANDO!!!

---------- Forwarded message ----------
From: CLAVIO JACINTO

"ISRAEL É O PONTEIRO NO RELÓGIO MUNDIAL DE DEUS".

HAROLD CAMPING ERROU... E DAÍ?

 

Vimos como a predição dos resultados de cálculos de números bíblicos de Camping foi um erro, bem ele já tinha experimentado isso na década de 1990, seus seguidores sabiam disso, a soma de proporções grandes, na propaganda usada em ônibus, impressos etc, poderia ter sido usada para outros fins, como exemplo em prol das vitimas do terremoto no Haiti. Poderia ser usado para outros fins mais dignos. Infelizmente nosso cristianismo frouxo é exatamente isso que vimos, estão fazendo um evangelho show, para servir de risos aos incrédulos e ateus. O grande prejuízo nisso tudo é que o protestantismo desgastado está cada vez mais perdendo o credito numa sociedade secular porque não é mais sal, todo mundo pisa a igreja, porque o numero de pilantras que se associam ao protestantismo é muito grande, o mundanismo descarado entrou com toda a força dentro das igrejas, o show está ai, e embora não queira denegrir a imagem de Camping, porque ele ainda no meio de muita gente que se diz cristã, é bem santo, ele errou, colocou o cristianismo na mira dos zombadores, mas há quem faça bem pior do que ele. Aliás, há os culpados disso tudo, e sempre se culpa a liderança, quando na realidade só a idolatria quando a ídolos e idolatras.

Cantores cobram cachês altos e fazem show? Quem é que idolatra eles e compra ingressos?

Os pregadores estão fazendo um comércio do evangelho? Quem é que compra os seus produtos e sustentas seus impérios financeiros? Camping errou? Porque ele vai ficar com toda a dívida de seus erros? Havia um número muito grande de pessoas que acreditaram nele, que sustentaram a sua teoria, esses sabiam que ele estava teorizando, fazendo escatologia dentro de um sistema que poderia ter seus equívocos. Ora, muita coisa existe porque o povo é culpado, e como no caso de Aarão que fez o bezerro de ouro, e todos os que foram envolvidos naquela abominação também foram culpados e, portanto CONDENADOS. É evidente que damos tanta ênfase para quem erra, falam mal de bispo tal e pastor tal, mas na verdade há um número grande de culpados, pessoas que se deixam levar pelos erros e pelas distorções de cristianismo apóstata, sem querer se consertar e sair do sistema. Eu sei disso, faz dezoito anos que saio nas ruas, converso com pessoas, e elas não querem sair do engano, aliás, só uma obra da Graça Divina é capaz de tirar um enganado do caminho do engano.

Camping errou, seu erro ganhou proporções, porque inúmeras pessoas estavam associadas aos seus erros de cálculos. A repercussão foi negativa, mas Camping agora sofre sozinho, ninguém mais quer assumir a culpa, mas com certeza há muitos e muitos culpados envolvidos nesse colapso escatológico defendido pelo movimento Family Radio, seus asseclas estão escondidos, o erro ficou exposto, as risadas dos incrédulos podem ser ouvidas em qualquer canto, mas uma data furada, entre tantas. Vamos parar com isso, chega de brincar com o evangelho, de denegrir a imagem do cristianismo, já que os incrédulos são incapacitados para distinguir o verdadeiro do falso cristianismo, é isso mesmo, os incrédulos são cegos e insensatos, quando se fala de criacionismo, a maior parte deles nem sequer tem idéia de que muitos homens de formação acadêmica são criacionistas, isso em praticamente todos os setores do saber, mas pior do que a insensatez dos incrédulos é a mornidão da maioria dos cristãos professos, mundanos, maquiavélicos, escapistas, materialistas, pragmáticos, etc, etc e etc, a maior parte dos argumentos contra o cristianismo são os próprios ditos "cristãos"!

Camping errou? E daí? Ele não é rara exceção, erros são cometidos em todas as partes, isso é próprio do fim dos tempos, é próprio desses dias de trevas densas. Precisamos, no entanto viver o cristianismo comprometido a não denegrir a imagem do Evangelho, deixem que os incrédulos e ateus riam, critiquem, eles são livres para isso, respeito a posição de um ateu, se ele não quer acreditar, ele tem esse direito, o que não podemos é dar motivos de chacotas e zombarias, devemos nos portar com dignidade e sabedoria.

 

Deixemos, pois que as Escrituras falem por si mesmas...

 

Antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a Palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade. (2Co 4:2)

 

As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais. (1Co 2:13)

 

Andai com sabedoria para com os que estão de fora, remindo o tempo. (Cl 4:5)

 

CLAVIO JUVENAL JACINTO



Vida com e sem Deus - A diferença.

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Pr. Daniel M. Wachter

Vida com e sem Deus - A diferença

Boa reflexão a todos!!
 
forte abraço!
Pr. Daniel M. Wächter
Panambi -RS

Vida sem Deus...

Cena 1


Cena 2


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Cena 6


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A Vida com Deus...


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Cena 21

 

"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." (João 14.6)

Lembre-se" Porque, qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos. Lucas 9:26."

domingo, 22 de maio de 2011

A igreja tirou o diabo para dançar


Mensagens novas no blog  O FINAL DE TUDO.


From: franhanseixas@hotmail.com

Blog 2Timóteo 3.16



Tiramos o Diabo para Dançar - Quando a igreja tenta ser "relevante"

Posted: 06 May 2011 06:15 AM PDT


Tiramos o Diabo para Dançar -
por Josemar Bessa

Qual é o grande negócio da nossa sociedade? Qual a grande característica dos dias atuais? O que caracteriza mesmo a base do que tem sido pregado como "evangelho" em nossos dias? A concupiscência. O mundanismo está destruindo a igreja da nossa geração.

A concupiscência reina. O tamanho, a força e a "onipresença" da indústria do entretenimento mostra o quanto a sociedade está entregue completamente a concupiscência. Quais são as ferramentas massivas da propaganda? A avareza, a glutonaria e acima de tudo os desejos sexuais – Aquilo que gostamos de chamar de cultura – aquilo que achamos poder abraçar para "ganhar" o mundo – a concupiscência é o grande negócio na nossa cultura. Como disse Andrew Kevin Walker: Quando você dança com o diabo, você não muda o diabo, o diabo muda você.

A sociedade e cultura que tanto encantam a igreja é a exata expressão da declaração de Paulo: "Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si" (Rm 1.24).

Quanto mais essa concupiscência é alimentada e encorajada, a tolerância com toda espécie de obscenidade, pornografia e outras formas podridão aumenta.

A palavra grega para concupiscência é epithumia, que simplesmente significa "desejo" – neste caso um desejo insaciável por prazer, lucro, poder, prestígio e sexo. Na verdade podemos dizer que concupiscência é o desejo de algo que Deus proibiu – são as concupiscências da carne. A ordem de Deus a seus filhos é estarem em guerra – somos chamados a nos "abster das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma" (1 Pe 2.11).

Olhe a sua volta e veja o juízo de Deus contra essa geração – o julgamento de Deus é "...Deus os entregou... à imundícia" (Rm 1.24). A palavra entregou usada aqui é usada algumas vezes para indicar alguém que foi enviado para a prisão ( paradidomi ) (Mc 1.14; At 8.3) – Ou seja, Paulo está falando de um ato judicial de Deus pelo qual ele retira sua mão e a consciência fica completamente calejada – Deus permite que as conseqüências do próprio pecado levem as pessoas a uma rota catastrófica – guiados pela paixão descontrolada...

E qual é a meta da igreja? Tirar o diabo para dançar. Tentar fazer o evangelho "relevante" – tentar se utilizar de uma cultura entregue a sua concupiscência para resgatá-la? Quem muda? O mundo? A sociedade? Não! Quem muda é a igreja – ao tirar o diabo para dançar não é ele que muda – Você muda!!!

A santidade nunca vai ser relevante para esta sociedade. E não há nada dela que você possa usar para promover santidade. A vida cristã, ao contrário de ser uma tentativa de encontrar pontos em comum com um mundo entregue a sua concupiscência, é uma luta. Você entra nela não por meio de estratégias que fazem o evangelho "relevante" – como se irrelevante ele fosse – Para esta sociedade o evangelho só se torna "relevante" quando suas concupiscências são introduzidas nele – ou seja, quando ele se torna uma farsa. E então esse "evangelho" passa ser parte da indústria do entretenimento, promete ajudar as pessoas a satisfazerem as concupiscências da carne, dos olhos e a soberba da vida (sinais de status ).

Não! O evangelho verdadeiro exige que se entre por uma porta estreita e um andar diário num caminho estreito. O caminho do verdadeiro evangelho não é sequer um caminho, um ponto entre dois extremos – um ponto convergente. O caminho cristão é um caminho estreito entre dois precipícios. Ao sair dele para achar um ponto em comum com o caminho largo você despenca e cai. O evangelho envolve viver pela fé e com auto-renúncia travar uma guerra santa com um mundo hostil – nossa missão não é achar um ponto convergente, esse ponto sequer existe. Não existe nada em comum entre – satisfazer as concupiscências e viver uma vida de santidade.

Pelo contrário, a vida cristã é uma guerra árdua, pois esse mundo, essa sociedade sem Deus, não lutará com justiça ou clareza. Não aceitará cessar fogo e não assinará tratado de paz até que você esteja completamente conformado ao que ele é.

O crente não tem que tornar o evangelho "relevante" ao mundo – ele tem que vencer o mundo. Vencer o caminho do mundanismo – João nos diz: "Porque todo aquele que é nascido de Deus vence o mundo..." (1 Jo 5.4,5).

A Bíblia não encoraja a tentar encontrar qualquer ponto em comum com o mundo, ela afirma: "não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece para sempre" (1 Jo 2.15-17).

O amor ao mundo e o amor ao Pai são duas coisas incompatíveis: "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro" (Mt 6.41).

Esqueça – combinar o evangelho e o mundo, encontrar um ponto de interesse mútuo, convivência pacífica, é impossível. A igreja hoje não está se tornando relevante, ela é mundana. E o mundanismo é a natureza humana sem Deus. Alguém que pertence a este mundo é controlado por interesses mundanos: a busca do prazer, lucro e status – ou seja – o 'evangelho' moderno. O espírito do interesse pessoal e auto-satisfação. O Homem mundano se rende ao espírito da humanidade caída – uma igreja assim é aceita pelo mundo – não porque ele tenha mudado – mas porque a 'igreja' mudou. Ela é 'relevante'? – para o mundo e o diabo, sem dúvida.

Por natureza, todos nós nascemos mundanos. Pertencemos a este mundo perverso; ele é o nosso habitat natural. Por natureza todo homem tem uma mentalidade mundana que não está "sujeita a lei de Deus, nem mesmo pode estar" (Rm 8.7).

Não adiante tentarmos "santificar" as concupiscências do mundo – isto é uma contradição. Portanto, vencer o mundo não significa santificar todas as coisas do mundo para Cristo. Ser o que eu era antes, fazer o que fazia antes, ter prazer no que tinha antes... só que dizer que santifiquei essas coisas a Cristo. Não temos que cristianizar as formas de prazeres que o mundo oferece. Isso não é vencer o mundo, é ser vencido por ele.

Vencer o mundo segundo a Bíblia é lutar todos os dias da nossa vida pela fé – a revelação de Deus – contra o curso de um mundo perverso e que vai, como diz Paulo em Efésios – "se corrompendo pelas concupiscências do engano".

O problema é que a grande maioria das pessoas fariam qualquer coisa pra não ser diferentes. Preferíamos, antes, misturar-nos. Um dos maiores temores do homem é o ostracismo, ser rejeitado pelo "grupo". A dor do ridículo é grande demais para a maioria das pessoas – não queremos suportar isso.

Há o temor de parecer tolo, temor de ser mal-interpretado e vilipendiado. Tudo o que Jesus pareceu a este mundo – que por isso o matou. Ou seja, há um temor de se parecer com Cristo (é ridículo dizer – como alguns tentam – que a cultura de sua época o aceitou, entendeu... – nem a cultura judaica, religiosa – e nem a cultura pagã romana depravada) – Elas se juntaram para o matar.

Nunca o Evangelho bíblico será relevante para este mundo – os que são salvos são tirados do império das trevas e transportados para o Reino do Filho do amor de Deus.
A ordem é "não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Rm 12.1,2).

Esta geração escolheu não obedecer ensino tão claro.Ao invés disso, resolvemos tirar o diabo para dançar. Resultado? Como era de se esperar o diabo e o mundo, que jaz no maligno, não mudaram – a 'igreja' mudou.

Por isso Charles Spurgeon disse: "Não posso imaginar um instrumento mais útil a satanás do que ministros mundanos."

Não podemos tornar o evangelho relevante, podemos torná-lo falso. O evangelho é a Sabedoria de Deus! E como disse Ronald Eyre "você não pode encontrar o conhecimento, reorganizando sua ignorância" - Se já tivéssemos convencidos de nossa ignorância, sequer tentaríamos tornar o evangelho relevante.

Mas em nossa estupidez tiramos o diabo para dançar.

Deus tenha misericórdia de nós!

Soli Deo gloria!!

Fonte: Josemar Bessa

A PLENITUDE DO ESPÍRITO.

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: IGREJA CASA DE ORAÇÃO CEHAB <prwaldyrcarmo@hotmail.com>


A plenitude do Espírito

Posted: 20 Apr 2011 05:30 AM PDT

[Ef. 4.18] "E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito,"

Paulo está direcionando essa palavra à igreja de Cristo que estava em Éfeso. Ele usa o termo "vinho" com objetivo de trazer uma verdade profunda à vida desta igreja. Sabemos que no contexto bíblico o crente não deve se envolver com bebidas e consequentemente ser acometido de embriaguez. (Pv. 20.1) Logo, esse "embriagar com vinho", além do contexto bebida, tem uma significação mais profunda. O crente se embriaga com vinho quando busca satisfazer suas próprias vontades, seus próprios desejos. Esse crente passa a alimentar a sua própria carne. Vivendo nesse contexto os pecados irão reinar e o Espírito Santo deixará de agir nesta vida. Paulo então afirma que devemos nos encher do Espírito. Nos enchemos do Espírito quando mortificamos nossa carne. É nesse processo que caminhamos através da santificação e Espírito Santo começa a encher-nos. Quanto mais se mortifica a carne mais a santificação é operada e o Espírito Santo encontra mais espaço nesta vida para enchê-la. O processo se seguirá até o transbordar do Espírito nesta vida. É o que chamamos de "Plenitude do Espírito". Deus encontrará nesta vida as condições plena para usá-la de forma grandiosa em Seu Reino. Esse servo de Deus será então um instrumento efetivo glorificando a Deus e anunciando as grandezas de sua glória aos perdidos. Que nossas vidas possam ser encontradas no centro da vontade de Deus e como servos fiéis sejamos instrumentos de bênçãos que glorifique o Seu nome.

Pr. Waldyr Silva do Carmo
IGREJA CASA DE ORAÇÃO CEHAB

quinta-feira, 19 de maio de 2011

IDOLATRIA - Deus exige total devoção.

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: fernanda cf seixas

Auris, irmã querida,

neste texto, vemos o perigo da idolatria, o desprezo e a advertência de Deus às imagens e cultos a deuses estranhos, demonstrando a tentação que Israel viveu no seu passado.             

Mostra também o nosso desejo de sempre pela unidade e mistura religiosa pagã, nos afastando da pureza de Deus.

Isso vai de encontro ao movimento atual e inevitável do ecumenismo que vemos e na vinda da chamada Nova Era.

Esse esclarecimento, é importante para nos mantermos afastados de qualquer coisa que nos tire da pureza da adoração ao Nosso Senhor, já que estamos largamente avisados que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vai ao Pai senão por Ele

Que o Pai tenha Misericórdia de todos nós, nos dê a fé necessária para continuarmos firmes no Seu Caminho. Grande abraço, com carinho, Fernanda.

Deus Exige Total Devoção


Por J. I. Packer

"Castigá-la-ei pelos dias dos baalins, nos quais lhes queimou incenso, e se adornou com as suas arrecadas e com as suas jóias, e andou atrás de seus amantes, mas de mim se esqueceu ", diz o SENHOR. - OSÉIAS 2.13

Embora haja somente um Deus e somente uma fé verdadeira, a saber, a que é ensinada na Bíblia, nosso mundo apóstata (Rm 1.18-25) sempre esteve cheio de religiões, e o antiqüíssimo impulso em direção ao sincretismo, pelo qual aspectos de uma religião assimilam-se a outra, mudando assim ambas, ainda está entre nós. Na realidade, ele revive de forma alarmante em nosso tempo por meio da renovada busca acadêmica de uma unidade transcendente de religiões e o desabrochar do amálgama popular das idéias do Oriente e do Ocidente, que se autodenomina Nova Era.

Esta pressão não é nova. Tendo ocupado Canaã, Israel era constantemente tentado a introduzir o culto cananita dos deuses e deusas da fertilildade no culto de Yahweh, e a fazer imagens do próprio Yahweh — mudanças ambas proibidas pela lei (Êx 20.3-6). A questão espiritual era se os israelitas se lembrariam de que Yahweh, o Deus do pacto, era plenamente suficiente para eles, e além disso reivindicava sua fidelidade exclusiva, de sorte que adorar outros deuses era adultério espiritual (Jr 3; Ez 16; Os 2). Este foi um teste em que a nação falhou grandemente.

De modo semelhante, o sincretismo foi muito difundido e aprovado no primeiro século do império romano, em que predominava o politeísmo e em que floresceu toda sorte de cultos. Os mestres cristãos lutaram muito para manter a fé a salvo de ser assimilada pelo gnosticismo (uma espécie de teosofia em que não havia lugar para a encarnação e a expiação, uma vez que, para ela, o problema do homem era a ignorância, não o pecado), e mais tarde pelo neoplatonismo e pelo maniqueísmo, ambos os quais, como o gnosticismo, viam a salvação no expediente da separação física do mundo. Estes conflitos foram relativamente bem-sucedidos, e as formulações clássicas do credo sobre a Trindade e a Encarnação são parte de seu permanente legado.

A Escritura é rigorosa a respeito do mal de praticar a idolatria. Os ídolos são escarnecidos como ilusórios, não existentes (SI 115-4-7; Is 44.9-20), mas escravizam seus adoradores em uma superstição cega (Is 44.20), que significa infidelidade perante Deus (Jr 2), e Paulo acrescenta que os demônios operam por intermédio dos ídolos, fazendo deles uma ameaça espiritual concreta; o contato com os falsos deuses somente corrompe (1 Co 8.4-6; 10.19-21). Em nossa cultura ocidental pós-cristã, que está preparada para preencher o vazio espiritual que as pessoas sentem ao voltar-se com simpatia para o sincretismo, a feitiçaria e os experimentos com o ocultismo, as advertências bíblicas contra a idolatria precisam ser tomadas com sensibilidade (cf. 1 Co 10.14; 1 Jo 5.19-21).

Fonte: Ortopraxia



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Postado por O Final de Tudo no O Final de Tudo em 5/19/2011 02:18:00 PM



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http://jesusofinaldetudo.blogspot.com/

http://ofinaldetudovem.blogspot.com/


http://jesusofinaldetudo.wordpress.com/

"E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna" ( 1 Jo 5:20 ).

"Porque, se anuncio o Evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o Evangelho!"  1 Cor 9:16

Não repassem mensagens com conteúdo que desagrade a Deus (pornografias, idolatrias, etc...), vai chegar o dia em que você lamentará por ter feito isso.

"ISRAEL É O PONTEIRO NO RELÓGIO MUNDIAL DE DEUS".



DESMASCARANDO MAOMÉ...

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Este Mundo Jaz no Maligno <teophilonoturno

Este Mundo Jaz no Maligno (Islamismo)

Link to Este Mundo Jaz no Maligno

Islamismo

Posted: 18 May 2011 04:30 PM PDT

   O Islã surgiu com Muhammad bin Abdallah, mais conhecido por Maomé, um pastor de ovelhas e comerciante nascido no ano 570, na cidade de Meca, hoje Arábia Saudita.
   Aos 40 anos de idade Maomé teve uma visão onde o anjo Gabriel lhe revelou o Alcorão, livro sagrado do Islã: Maomé seria o novo e último profeta de Alá, o nome árabe para o mesmo Deus de Abraão e Jesus.
   Islã significa submissão. O seguidor do Islã é chamado de muçulmano, que significa "aquele que se submete a Deus".
   Maomé faz sua pregação num ambiente de religiões politeístas, mas logo consegue adeptos para a fé no Deus Único.
   Mais tarde é perseguido e ameaçado de morte, e foge de Meca, refugiando-se em Medina, onde fundaria a primeira cidade islâmica.
   Essa fuga ou migração, chamada de Hégira, ocorre a 24 de setembro de 622, data celebrada no Islã como o início de uma nova era, o ano 1 do calendário árabe.
   Maomé morre em 632, quando toda a Península Arábica já é Islamita.
   Hoje o Islã é a maior religião do mundo, com cerca de 1,5 bilhões de fiéis: cresce mais que o cristianismo, especialmente na África e Ásia.
   Lamentavelmente, nos últimos anos o Islã tem sido associado ao nacionalismo político radical, graças a fiéis como Bin Laden, Sadan Hussein, Palestinos e Talibãs.
   A doutrina do Islã está em "Cinco Pilares de Fé", que todo fiel deve cumprir:
  1. A profissão de fé: "há um só Deus, Alá; e Maomé é seu Profeta" – para se converter ao Islã, basta proferir essa confissão na presença de testemunhas;
  2. A oração ritual, feita diariamente com o rosto voltado para Meca, acompanhada de gestos e genuflexões;
  3. O jejum, especialmente no Ramadã, o mês do perdão;
  4. A esmola, visando a purificação e a gratidão a Deus;
  5. A peregrinação a Meca, que todo islamita deve fazer pelo menos uma vez na vida.
   No dia-a-dia a fé islâmica tem muita oração em casa.
   A sexta-feira é reservada para orações comunitárias e pregação do Alcorão nas mesquitas.
   Festivais anuais reúnem milhões de peregrinos em Meca, onde se cumprem rituais como dar sete voltas na Caaba e andar pelo deserto, lembrando a saga de Ismael, filho de Abraão com a concubina Agar, conforme relatado no livro de Gênesis (capítulos 16 e 21): os árabes seriam descendentes de Ismael, enquanto Judeus descenderiam de Isaque, filho de Abraão com Sara.
   O Cristianismo está próximo do Islã na fé no Deus Único e Todo-Poderoso, Criador do mundo e misericordioso; na herança histórica comum testemunhada no Alcorão e na Bíblia; na crença no juízo final e na ressurreição dos mortos; na crítica à idolatria; na justiça divina manifesta na história e realizada no amor ao próximo e na piedade.
   O Islamismo se afasta do Cristianismo ao não aceitar a Trindade e que Jesus Cristo seja Filho de Deus e Salvador.
   O Islã se considera uma Reforma do Judaísmo e do Cristianismo, e diz que o Alcorão corrige o Antigo e o Novo Testamento; seria uma espécie de "3ª versão corrigida e ampliada" de uma mesma mensagem de Deus.
   Em contrapartida, cristãos não consideram Maomé um profeta, e nem que o Alcorão contenha revelação de Deus.
   A matéria sobre o islamismo é bastante extensa, por isso fizemos aqui apenas um resumo.
   Leia mais sobre Maomé no (excelente) artigo postado em 07/05/2011 no Blog do Adail: "Desmascarando Maomé", de Geert Wilders.



É Hora de Desmascarar Maomé

Geert Wilders, quarta-feira, 31/03/2011

Para saber por que o Islam é um perigo mortal, deve-se considerar não só o Corão, mas também o caráter de Maomé, que concebeu o Corão e o Islam em sua totalidade.

O Corão não é só um livro. Os muçulmanos acreditam que o próprio Alá o escreveu e que ele foi ditado a Maomé na versão original, o Umm al-Kitab, que fica sobre uma mesa no Céu. Consequentemente, não se pode discutir seu conteúdo. Quem ousaria discordar do que o próprio Alá escreveu? Isto explica muito do comportamento maometano, da violência da jihad ao ódio e à perseguição aos judeus, cristãos e outros não-muçulmanos e apóstatas. O que nós no Ocidente consideramos anormal é perfeitamente normal para o Islam.

Um segundo problema insuperável para o Islam é Maomé. Ele não é qualquer um. Ele é al-insan al-kamil, o homem perfeito. Para se tornar muçulmano, deve-se pronunciar a Shahada (o credo muçulmano). Ao prounciar a Shahada, a pessoa testifica que não há deus que mereça ser adorado, exceto Alá, e testifica que Maomé é seu servo e mensageiro.

O Corão e, portanto, Alá, estabelecem que a vida de Maomé deve ser imitada. As consequências disto são horrendas e podem ser testemunhadas em uma base diária.

Muito se analisou a sanidade mental de Maomé. Apesar de todas as pesquisas disponíveis, elas raramente são mencionadas ou debatidas. É tabu discutir a verdadeira natureza do homem que um bilhão e meio de muçulmanos ao redor do mundo consideram um profeta sagrado e um exemplo a ser seguido. Este tabu deve ser quebrado no Ocidente e aqui nos Países Baixos.

Ali Sina é um ex-muçulmano iraniano que fundou a organização de apóstatas do Islam Faith Freedom International. Em seu último livro, ele sustenta que Maomé é um narcisista, um pedófilo, um assassino em massa, um terrorista, um misógino, um parasita, um líder de culto, um louco, um estuprador, um torturador, um assassino e um saqueador. Sina ofereceu 50 000 dólares para quem puder provar o contrário. Ninguém ainda reclamou a recompensa. E não é de se admirar, já que a descrição se baseia nos próprios textos islâmicos, como os hadiths, as descrições da vida de Maomé a partir do testemunho de seus contemporâneos.

O Maomé histórico foi o líder selvagem de uma gangue de assaltantes de Medina. Sem escrúpulos, eles saquearam, estupraram e assassinaram. As fontes descrevem as orgias de selvageria em que as gargantas de centenas de pessoas foram cortadas, mãos e pés foram amputados, olhos foram arrancados, tribos inteiras massacradas. Um exemplo é a extinção da tribo judia de Banu Qurayza, em Medina, em 627. Um dos que arrancou suas cabeças foi Maomé. As mulheres e crianças foram vendidas como escravas. Ao nos depararmos com a loucura dos terroristas islâmicos de hoje, não é difícil descobrir de onde esta loucura vem.

Em Viena, a ativista de direitos das mulheres Elisabeth Sabaditsch-Wolff foi recentemente condenada a pagar uma multa por insultar uma religião, ao chamar Maomé de pedófilo. Entretanto, isto é verdade. Vários hadiths contêm testemunhos da esposa favorita de Maomé, a esposa-criança Aisha. Aisha literalmente diz: "O profeta me desposou quando eu tinha seis anos de idade e teve relação comigo quando eu tinha nove."

De acordo com o historiador Teófanes (752-817), Maomé era epilético. Crises de epilepsia às vezes são acompanhadas por alucinações, transpiração na testa e espuma na boca, os mesmos sintomas que Maomé apresentava durante suas visões.

Em seu livro "The Other Muhammad" [O outro Maomé] (1992), o psicólogo flamengo dr. Herman Somers conclui que, na casa dos quarenta anos, o "profeta" começou a sofrer de acromelagia, uma doença causada por um tumor na glândula pturitária, um pequeno órgão situado logo abaixo do cérebro. Quando o tumor na glândula pturitária causa pressão demais no cérebro, a pessoa começa a ver e ouvir coisas que não estão lá. Eis o diagnóstico psico-patológico da doença de Maomé, segundo Somers: distúrbio alucinatório orgânico com características paranóicas.

O historiador médico Armin Geus fala de uma esquizofrenia alucinatória paranóica. Uma análise similar pode ser encontrada no livro "The Medical Case of Muhammad" [O caso clínico de Maomé], do dr. Dede Korkut.

Em seu livro "Psychology of Mohammed: Inside the Brain of a Prophet" [A psicologia de Maomé: Por dentro do cérebro de um profeta], o Dr. Masud Ansari chama Maomé de "a encarnação perfeita de um psicopata no poder." Maomé tinha uma personalidade paranóica fora de controle, com um complexo de inferioridade e tendências megalomaníacas. Na casa dos quarenta anos, ele começa a ter visões que o levam a acreditar que ele tem uma missão cósmica e que ninguém vai detê-lo.

A verdade nem sempre é agradável ou politicamente correta. Com base nas pesquisas acima mencionadas, pode-se sustentar que o credo islâmico obriga um bilhão e meio de pessoas ao redor do mundo, incluindo o milhão vivendo nos Países-Baixos, a tomarem Maomé como seu exemplo. Não há retorno depois que uma pessoa se torna muçulmana, pois embora o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos afirme que toda pessoa tem o direito a "mudar sua religião ou crença", no Islam há a pena de morte por deixar a fé.

Quem quer que expresse críticas ao Islam e a Maomé está em grave perigo pessoal -- como é o meu caso. E quem quer que tente escapar da influência do Islam e de Maomé corre risco de vida. Não podemos continuar a aceitar este estado de coisas. Um debate público sobre a verdadeira natureza e o caráter de Maomé podem resultar na conscientização e no apoio aos muçulmanos do mundo inteiro que desejam deixar o Islam.

Os apóstatas são heróis e mais do que nunca eles merecem o apoio dos que amam a liberdade em todo o mundo. Os partidos políticos não devem interferir neste assunto. É hora de nós ajudarmos estas pessoas, expondo Maomé.

Geert Wilders é deputado nos Países-Baixos. Ele é presidente do Partido da Liberdade (PVV)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Onde o mundo reina no coração. O Perigo da falta de posicionamento no Cristianismo.


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: fernanda cf seixas

Auris, irmã querida, vez em quando recebo mensagens que valem a pena repassar.
 
A primeira, fala de nosso coração quando somos cristãos verdadeiros, o que almejamos no presente e no futuro, a nossa visão e a importância da Fé em Jesus.
A segunda, fala da  tomada de posição doutrinária clara e firme por nós, cristãos, perante os outros, da busca pela Verdade, da sua importância e também da Fé, o título original da mensagem, na minha opinião, se encaixa melhor no original "O perigo da complacência cristã".
 
Temos que ficar alertas aos sinais, vejo também, que se não nos alimentarmos destes artigos que nos ajudam a caminhar, fundamentados na sã doutrina, no verdadeiro evangelho de Jesus, entramos em parafuso.
 
Que Cristo tenha misericórdia de todos nós, em nenhum momento tire sua mão sustentadora de nossas vidas, e nos conduza pelo caminho estreito, por Sua Graça e Misericórdia, tudo é feito por Ele, por Ele e para Ele, portanto Glórias a Ele eternamente!
 
Um grande abraço, sua irmã em Cristo, Fernanda.


Bispo J.C.Ryle


Onde o mundo reina no coração

Posted: 13 May 2011 11:26 AM PDT

J. C. Ryle

Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé." (1Jo 5:4 ARC1995)

O que realmente crê em Cristo, vence o mundo.

Um verdadeiro cristão não se deixa ser dirigido pelo mundo — pelas normas do bem e do mal, da verdade e do engano, que o mundo define.

Ele é independente da opinião do mundo.

Ele não se preocupa muito com o elogio do mundo.

Ele não se comove pela censura do mundo.

Ele não procura os prazeres do mundo.

Ele não se afana em excesso pelas recompensas do mundo.

O verdadeiro cristão põe o olho nas coisas que não se vêem. Ele vê um Salvador invisível, um julgamento vindouro e uma coroa de glória incorruptível. A contemplação destas coisas fá-lo pensar relativamente pouco neste mundo e no seu resplendor.

Onde o mundo reina no coração, não há fé salvadora. O homem que se conforma habitualmente a este mundo, não tem o direito de se considerar um cristão!

Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé." (1Jo 5:4 ARC1995)
_________________
tradução: Carlos António da Rocha 
In "Where the world reigns in the heart" (J. C. Ryle, "Faith")

É PROIBIDA A REPRODUÇÃO DESTE TEXTO SEM CITAR NA ÍNTEGRA ESTA FONTE

O Perigo da falta de posicionamento no Cristianismo

Posted: 05 Jun 2010 10:29 AM PDT

J.C.Ryle
Os tempos exigem visões precisas e claras da doutrina cristã. Não posso negar a minha convicção de que a igreja nominal é tão prejudicada pela frouxidão e falta de clareza internamente, como pelos céticos e incrédulos externamente. Milhares de cristãos hoje parecem totalmente incapazes de distinguir coisas diferentes. Assim como os daltônicos com relação às cores, eles não conseguem diferençar o que é verdadeiro ou falso, o que convém ou não. Se o pregador for esperto, eloqüente e fervoroso, acham-no perfeito, por mais estranhos e heterodoxos que sejam os seus sermões. São aparentemente desprovidos de bom-senso espiritual e não conseguem identificar o erro. A única coisa categórica sobre eles é que desprezam a precisão [doutrinária] e acham que todas as visões extremas, radicais e taxativas são grandemente censuráveis e muito erradas!

Essas pessoas vivem no meio de uma neblina ou nevoeiro. Não veem as coisas com clareza nem sabem no que creem. Não têm nenhuma convicção sobre as grandes questões do evangelho e parecem estar satisfeitas com serem membros honorários de toda e qualquer linha de pensamento. Ainda que a vida delas estivesse em jogo, não poderiam lhe dizer o que consideram como verdade sobre justificação, regeneração, santificação, Ceia do Senhor, batismo, fé ou conversão, inspiração, ou o estado futuro. São consumidas pelo medo doentio da controvérsia e pelo desprezo ignorante ao espírito partidário; nada obstante não conseguem definir de fato o que querem dizer com tais expressões. E assim, vivendo sem clareza e por demais obscurecidos, deixam-se descer à sepultura sem consolo na própria fé e, temo eu, muitas vezes sem esperança.
Não é difícil achar a explicação para essa condição espiritual que não tem ossos, nervos, conteúdo. Para começar, com relação à fé, o coração do homem está naturalmente nas trevas — sem o mínimo senso intuitivo da verdade — e carece verdadeiramente de instrução e iluminação. Além disso, o coração natural da maioria dos homens odeia a diligência religiosa e despreza sinceramente a inquirição paciente e esforçada. Acima de tudo, o coração natural gosta geralmente de ser louvado pelos outros, esquiva-se da controvérsia e adora ser considerado caridoso e liberal. O resultado geral é que uma espécie de amplo "agnosticismo" religioso se ajusta a grande número de pessoas, especialmente às mais jovens. Elas contentam-se em descartar como lixo toda questão controversa e quando acusadas de indecisão, respondem: "Não tenho a pretensão de entender de controvérsias. Recuso-me a examinar questões polêmicas. Acho que, no fim das contas, é tudo a mesma coisa". Quem não sabe que pessoas assim infestam e enxameiam todos os lugares?
Assim, rogo a todos que se protejam desse estado mental indeciso relativo à fé. Ele é a peste que se propaga nas trevas e a destruição que assola ao meio-dia; é uma disposição espiritual preguiçosa e indolente que, obviamente, livra o homem do trabalho de pensar e de investigar, para o qual, entretanto, não há fundamento na Bíblia. Por amor à sua alma, ouse decidir-se sobre o que crê e atreva-se a tomar posições bem-definidas e claras sobre a verdade e o erro. Nunca, nunca mesmo, tenha medo de defender opiniões doutrinárias nítidas nem deixe que o medo a homens ou o terror mórbido de ser considerado um espírito partidário, bitolado ou afeito à controvérsia lhe torne acomodado e satisfeito com um cristianismo desprovido de sangue, de ossos, de cor, de calor, não dogmático.
Tome nota do que eu digo. Se quiser fazer o bem nos dias de hoje, ponha realmente a indecisão de lado e assuma uma fé doutrinariamente clara e incisiva. Se você acreditar pouco, aqueles a quem você procura fazer o bem não acreditarão nada. As vitórias do cristianismo foram sempre alcançadas pela teologia doutrinariamente clara; por se falar abertamente aos homens da morte vicária e do sacrifício de Cristo, constrangendo-os a crerem no Salvador crucificado; por se pregar a ruída do pecado, a redenção por Cristo, a regeneração pelo Espírito; por se levantar a serpente de bronze; por se advertir para que olhem e vivam — para que creiam, se arrependam e sejam convertidos. Esse, exatamente esse, é o único ensinamento que Deus tem honrado com o sucesso ao longo dos séculos e ainda hoje está honrando, tanto em casa como no estrangeiro.
É a doutrina — a doutrina, a doutrina clara e vibrante que, semelhante às trombetas em Jericó, derruba a oposição do diabo e do pecado. Não importa o que alguns gostem de dizer nestes dias, apeguemo-nos a visões doutrinais claras e faremos bem a nós mesmos, aos outros e à causa de Cristo no mundo.
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FONTE: Monergismo
Tradução: Marcos Vasconcelos
titulo original: O Perigo da Complacência Cristã


sexta-feira, 13 de maio de 2011

ESTOU FRACO

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: José Manuel de Castro ferreira

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: fernanda cf seixas

Querida irmã, vemos a mão poderosa de Deus em todas as nossas veredas, pois o caminho é um só. Como está em Isaías capítulo 42
 

16

E guiarei os cegos pelo caminho que nunca conheceram, fá-los-ei caminhar pelas veredas que não conheceram; tornarei as trevas em luz perante eles, e as coisas tortas farei direitas. Estas coisas lhes farei, e nunca os desampararei.

 

A mensagem a seguir, recebi de um pastor, a saber Paulo Junior, não a tinha lido até este momento em que lhe escrevo, me senti feliz por ele ter me mandado algo, que acredito, é para você, para você se erguer novamente, oro para você faz tempo, e já entendi porque, somos necessitados de forças o tempo todo para nossa luta contra o mal. Que Deus te ilumine e abençoe, muita força, fé e coragem no teu caminho. Grande abraço, sua irmã em Cristo, Fernanda.

 

ESTOU FRACO

"Os quais pela fé (...), da fraqueza tiraram forças (...)" (Hb 11.33-34)

Tem sido muito necessário escrever, nesses últimos tempos, ao homem, pois seu estado de estresse, saturação física, mental e espiritual estão no ápice, deixando-o em constante fraqueza.
Com esse sentimento no coração quero escrever a você caro leitor. Você que está se sentindo fraco, desencorajado, desanimado, sem a menor condição de lutar.

Somos homens que vivem debaixo da lei do pecado, por isso somos vulneráveis às oscilações da vida. Tornando-nos conscientes da verdade revelada no Evangelho, nossa vida deixa – e muito – de ser conforme os padrões das pessoas comuns, nossa caminhada diária passa ser uma batalha, uma verdadeira guerra! Lutamos contra os poderes das trevas, contra nossa velha natureza, lutamos contra o pecado, trabalhamos por santidade, crescimento espiritual e cuidadosamente tentamos ter o máximo de zelo em nosso chamado ministerial – isso torna-se nossa rotina.

Em meio a todas essas "frentes de batalha", ainda temos nossa vida social, estudos, trabalho, compromissos conjugais, sociais e familiares, nos quais somos chamados a desempenhar resultados melhores do que aqueles que estão a nossa volta.

Isso é apenas um pouco do que consiste nossa trajetória nessa esfera terrena, e jamais pode ser resumido em simples linhas escritas – estamos falando de sua vida – e ela é vivida em momentos específicos, manifestados diariamente, que no passar de todos esses anos constroem a pessoa que você é hoje e, ninguém melhor que você, para saber o que você já passou e tem passado.

Provavelmente, depois de todas essas lutas, de tamanhos desgastes sofridos e de situações internas e externas que a maioria desconhece, hoje, nesse exato momento, você está fraco, totalmente fraco, sem forças para lutar, prosseguir, continuar... Não que você vá desistir, mas você não vê qualquer possibilidade de ter o mesmo desempenho anterior: falta-lhe coragem, ânimo, disposição. Acabou-se a força física, mental, emocional, espiritual e todas essas estão minguando a cada dia, mesmo debaixo de tão poderosa fé que você professa em Jesus Cristo.

O que estou falando é realidade na vida de muitos: não é baboseira filosófica! Alguns entre nós estão vivendo esse quadro e não têm força alguma para se erguer. Perderam a motivação, a garra, a vibração, estão fracos, sentindo fraqueza, profunda fraqueza!

O que fazer diante de tamanho domínio exercido por esse tão forte inimigo?

O texto de Hebreus nos ensina a não desistir e usar uma das maiores armas do cristão: a FÉ!

"Da fraqueza tiraram forças", esse texto foi extraído da galeria dos heróis da fé, homens e mulheres que não venceram só esse gigante, mas também tantos outros ainda maiores, todos eles usando o mesmo dom, a mesma arma: a FÉ!

Como isso pode ser possível?! O texto diz que essas pessoas – nesse mesmo estado que você se encontra de profundo desencorajamento e fraqueza – em meio a essa terrível situação, elas tiram forças da fraqueza.

Isso só pode ser feito por meio da fé: a convicção que o próprio Deus colocou em você, a certeza que tudo está sobre Seu controle, que cada passo nosso é dirigido por Sua soberania, e que todos os nossos esforços não são realmente aquilo que nos garante a vitória em nossa luta diária, mas sim o Seu poder que em nós opera! Veja o exemplo de fé do rei Ezequias: ele estava doente a ponto de morrer – fraqueza física era seu problema – contudo, em meio àquele terrível estado, conseguir tirar forças através da sua notável fé: orando a Deus, buscando-O e crendo que aquela situação poderia ser mudada. Não poderia um homem como aquele, no estado de doença que se encontrava, tendo uma palavra de morte dada por um dos maiores profetas de todos os tempos (Isaías), ter desistido? De onde esse homem tomou forças em meio a tantos obstáculos? Foi através da FÉ, da convicção, da esperança!

E o que dizer de Sansão, quando teve os cabelos cortados, os olhos vasados, perdeu sua glória expressa em sua extraordinária força e foi preso e molestado pelos filisteus ao ponto de brincarem com ele como um palhaço? Esse homem experimentou todos os níveis de fraqueza: a física, a espiritual, a emocional, a moral, todas no seu extremo, quando o Espírito o deixou. Não me diga que você está mais fraco que Sansão esteve!

O que as Escrituras nos dizem sobre isso? Que em meio àquela agudíssima fraqueza Sansão encontrou forças para clamar a Deus, pedindo que novamente lhe concedesse força e que ele fosse colocado entre as colunas do templo de Dagom e ali protagonizou uma das cenas mais poderosas da Bíblia: a morte de todos os seus inimigos! De onde Sansão conseguiu tais forças, estando ele vulnerável como estava? Foi através da FÉ!

Meu querido leitor, não se dê por vencido, ainda não acabou, em meio a esse caos que você está vivendo, esse deserto seco, árido, sombrio, incerto, inerte, passivo, há uma esperança: a FÉ que Ele te deu, a fé para saber que Ele pode executar todos os desígnios do seu coração e que pode mudar o cenário a qualquer momento!

Em meio a esse "coma espiritual", que se compara àquele do exército relatado pelo profeta Ezequiel: tão fraco que chegou a ser "sequíssimo", daí você pode tirar forças! Exerça sua em Cristo, na Sua pessoa e no Seu sacrifício, assim o poder do Espírito Santo te revestirá e uma força sobre-humana te alcançará. Força essa que não depende do seu estado natural, mas força dada a nós pela graça divina!

Pr. Paulo Junior

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