Você pode passar a sua vida sem Jesus, mas vai ser terrível morrer sem Ele!!!

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Paulo Junior:

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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Como você adora a Deus ?? É de coração ??

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Ricardo Ferreira

Como adorar a Deus em vão – John Piper

Postado por Marcos Stockstill

Olhemos para Mateus 15.8: podemos "adorar" a Deus em vão. "Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim." Um ato de adoração é vão e fútil quando não vem do coração. Isso estava implícito nas palavras de Jesus à adúltera samaritana: "Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores" (Jo 4.23). Mas o que é essa experiência do espírito? O que acontece no coração quando a adoração não é em vão?

É mais do que um mero ato de força de vontade. Todos os atos exteriores de adoração são atos da vontade. Isso, porém, não os torna autênticos. A vontade pode estar presente (por todos os tipos de razão) sem que o coração esteja genuinamente envolvido (ou, como diz Jesus, "longe"). A atuação do coração na adoração é o despertar de sentimentos, emoções e afetos do coração. Lá onde os sentimentos por Deus estão mortos, a adoração está morta.

Os afetos que tornam autêntica a adoração Agora sejamos específicos. Quais são esses sentimentos ou afetos que tornam autênticos os atos exteriores de adoração? Para chegar à resposta recorreremos aos salmos e aos hinos  inspirados do Antigo Testamento. Um conjunto de afetos diferentes entrelaçados pode tomar conta do coração a qualquer momento. Portanto, a extensão e sequência da lista abaixo não têm a intenção de limitar as possibilidades de prazer no coração de alguém.

Talvez a primeira resposta do coração ao ver a santidade majestosa de Deus seja o silêncio perplexo. "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus" (Sl 46.10). "O Senhor está em seu santo templo; cale-se diante Dele toda a terra" (Hc 2.20).

Do silêncio brota um sentimento de temor, reverência e maravilha diante da imensa grandeza de Deus. "Tema ao Senhor toda a terra, temam-no todos os habitantes do mundo" (Sl 33.8). E por sermos todos pecadores, em nossa reverência há um medo santo do poder justo de Deus. "Ao Senhor dos Exércitos, a Ele santificai; seja Ele o vosso temor, seja Ele o vosso espanto" (Is 8.13).

"Entrarei na tua casa e me prostrarei diante do teu santo templo, no teu temor" (Sl 5.7). Esse temor, porém, não é um terror paralisante, cheio de ressentimento contra a autoridade absoluta de Deus. Ele encontra alívio na contrição, no arrependimento e na tristeza por nossa distância de Deus. "Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus" (Sl 51.17). "Assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos" (Is 57.15).

Misturado ao sentimento genuíno de contrição e tristeza pelo pecado aparece um anseio por Deus. "Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo" (Sl 42.1, 2). "Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra. Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre" (Sl 73. 25,26). "Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água" (Sl 63.1).

Deus não fica indiferente ao anseio contrito da alma. Ele vem, retira a carga do pecado e enche nosso coração de alegria e gratidão. "Converteste o meu pranto em folguedos; tiraste o meu pano de saco e me cingiste de alegria, para que o meu espírito te cante louvores e não se cale. Senhor, Deus meu, graças te darei para sempre" (Sl 30.11, 12).

Nossa alegria, porém, não é resultado apenas da gratidão gerada pelo olhar em retrospectiva. Ela também vem do olhar esperançoso prospectivo: "Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a Ele, meu auxílio e Deus meu" (Sl 42.5). "Aguardo o Senhor, a minha alma o aguarda; eu espero na sua palavra" (Sl 130.5).

No fim das contas, o coração não anseia por qualquer das dádivas de Deus, mas pelo próprio Deus. Vê-lo, conhecê-lo e estar em sua presença é o maior banquete da alma. Depois disso ela não quer mais nada. As palavras passam a ser insuficientes. Nós falamos de prazer, alegria, delícia, mas esses são apenas frágeis indicadores da experiência indizível.

"Uma coisa peço ao Senhor, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo" (Sl 27.4). "Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente" (Sl 16.11). "Agrada-te do Senhor" (Sl 37.4).

Esses são alguns dos afetos do coração que podem evitar que a adoração seja "em vão". Adorar é uma maneira alegre de refletir de volta para Deus o brilho do seu valor. Não é um mero ato de vontade, pelo qual executamos ações externas. Sem a participação do coração não adoramos de verdade. O envolvimento do coração na adoração é o despertamento de sentimentos, emoções e afetos do coração.

Onde os sentimentos por Deus estão mortos, a adoração está morta. A adoração genuína precisa incluir sentimentos interiores que refletem o valor da glória de Deus. Se não fosse assim, a palavra hipócrita não teria sentido. Mas a hipocrisia existe — ter emoções exteriores (como cantar, orar, dar, recitar) que significam afetos do coração que não existem. "Este povo me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim."

CIDADÃOS DOS CÉUS!


Cidadãos dos céus!

Posted: 28 Jun 2011 06:03 AM PDT

[Cl. 1: 5] "Por causa da esperança que vos está reservada nos céus, da qual já antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho,"

Há um texto bíblico em Efésios 1. 13,14 que corrobora plenamente com o versículo base de hoje: "Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa. O qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão adquirida, para louvor da sua glória." Essa é a viva esperança que é manifestada na vida daquele que creu em Cristo. É viver na certeza de que uma vez tendo sido lavado e remido pelo sangue de Cristo, através da Graça de Deus há reservado para esse crente uma herança nos céus. E o penhor (garantia) dessa herança é o Espírito Santo que habita no crente. Quando o pecador aceita a Jesus como único Senhor e Salvador pleno de sua vida o Espírito Santo o sela para a salvação. A partir desse momento ao receber o Dom (dádiva) do Espírito uma nova vida é instaurada na vida daquele que creu. E nesse contexto o servo de Deus passa a viver seguro na esperança da vida eterna com Deus. Vida esta que foi prometida por Jesus. (Jo 14.2) Ele sabe que está no mundo, mas não pertence ao mundo e como embaixador de Cristo na terra (II Co 5.20) o servo de Deus precisa representar bem o seu país (céu) diante de um mundo que vive cheio de pecados. A boa representação se dá quando o servo de Deus se torna uma testemunha viva de Cristo. (At. 1.8) Pois é anunciando a salvação de Deus aos perdidos que a Igreja de Cristo cumpre a sua missão. É desta forma que em todo o mundo muitas vidas serão alcançadas pela Graça de Cristo e se tornarão cidadãos dos céus que vivem na maravilhosa esperança de um dia morar nos céus.

Pr. Waldyr Silva do Carmo
IGREJA CASA DE ORAÇÃO CEHAB


Felicidade!!!???

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Jairo Larroza

Felicidade

Acredito que a nossa maior busca é pela felicidade. Mas, ninguém é cem por cento feliz (só em algumas novelas). Desde criança, aprendi que a felicidade seria encontrada em coisas fora mim mesmo. E fui por aí, conquistando coisas, pessoas, dinheiro, status... Um dia, fiquei com a sensação de ter sido enganado. Onde está o prêmio por minha busca? Felicidade é um conceito abstrato demais, fugaz, volátil, impreciso, subjetivo. Isso não é justo! Depois de cada decepção, começava tudo de novo: onde está a satisfação para a minha necessidade mais profunda?

Descobri que a Palavra de Deus, no lugar de "felicidade", apresenta outro conceito: "Alegria" (contentamento, júbilo, plenitude, gozo, Fruto do Espírito Santo produzido em meu viver). Felicidade não se encontra nos sonhados "finais", porque ela não existe como a imaginamos. O que a Bíblia nos apresenta é a alegria que só encontramos em Cristo Jesus. Precisei entregar minha alma, minha vida, meus caminhos totalmente nas mãos do Salvador. Alegria não é "estar tudo bem", porque "muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender" um dia também acabam. Alegria é crer que, apesar de qualquer circunstância, Deus me ama e tem um lugar para mim em Seu Reino, agora e para sempre. E essa alegria não depende mesmo das circunstâncias, está alicerçada na fé. Muito além do que os sentidos naturais lhe ensinaram, experimente a grande aventura de conhecer a Deus e andar com Ele!

Pare de correr atrás da felicidade. Corra para Cristo! Onde você está, agora mesmo, peça a Ele que transforme sua vida, perdoe seus pecados e lhe dê a alegria de viver: Jesus.


Jairo Larroza 07abr2008seg02h23m

quarta-feira, 29 de junho de 2011

PAI, TÔ COM FOME! - linda historia...

Recebi essa mensagem de uma amiga muito amada, a Dione, e estou postando no blog por causa do comentário abaixo, pode servir para muitos corações. Repassei ontem já, mas hoje tem acréscimos.

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Waldyr Silva do Carmo


Olá amada,

A emoção foi muito forte diante desta mensagem. Como é bom a gente poder parar e pensar naquilo que pode ser feito e que não custa quase nada , mas que transforma e muda a história de uma pessoa. Muitos hoje só precisam de um pedacinho de pão. Só precisam de um olhar carinhoso, só precisam de amor. Em nome de Jesus, que tenhamos a coragem de sair de nossa capa religiosa vivermos as atitudes que Jesus viveu quando esteve entre nós. Obrigado por essa linda mensagem.

Que Deus continue usando poderosamente sua vida que tem feito diferença para muitos corações. 

Grande abraço,  Pr. Waldyr


From: DIONE - dimazan1@hotmail.com

 PAI, TÔ COM FOME!
 
Vale a pena ler!!!!

Ricardinho não aguentou o cheiro bom do pão e falou:

- Pai, tô com fome!!!

O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência....

- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!

Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente...

Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:

- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!

Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho...

Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) - arroz, feijão, bife e ovo...

Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua....

Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá...

Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada...

A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades...

Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:

- Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim... Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!?!

Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer...

Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho...

Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas...

Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório...

Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de
pequenos 'biscates aqui e acolá', mas que há 2 meses não recebia nada...

Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias...

Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho...

Ao chegar em casa com toda aquela 'fartura', Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso...

Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores...

No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho...

Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando...

Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele

chamava-o para ajudar aquela pessoa...

E, ele não se enganou - durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres...

Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar...

Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta...

Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula...

Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros , advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro...

Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o 'antigo funcionário' tão elegante em seu primeiro terno...

Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço...

Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista...

Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um...

Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido...

Ricardinho , o filho mandou gravar na frente da 'Casa do Caminho', que seu pai fundou com tanto carinho:

'Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!'

Se acharem que vale a pena repassem, pois nunca é tarde para começar e sempre é cedo para parar!!!  

Embora não podemos voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim!!! E Deus está sempre pronto para perdoar os que se voltarem para Ele com um coração arrependido e sincero. A Salvação é agora, amanhã pode ser tarde demais. VOCÊ PODE PASSAR A SUA VIDA SEM JESUS, MAS VAI SER TERRÍVEL MORRER SEM ELE!!!

Repassando, com carinho...

Cidade das Sombras, um prelúdio à vida contemporânea.



Cidade das Sombras, um prelúdio à vida contemporânea

Ilustração da Caverna de Platão
Olá, amigo leitor! Aqui estamos nós.
Vou comentar hoje um filme muito bacana que assisti chamado "Cidade das Sombras". É história da população de uma cidade que vive num mundo escuro, iluminado apenas por luzes artificiais e que são alimentadas por um gerador. Acontece que este gerador apresenta defeitos, de maneira que, vez e outra, e cada vez mas freqüente, a energia acaba.

Realidade do Filme:
a) Surgem grupos religiosos apregoando e cantando músicas apocalípticas pelas ruas; b) Surgem os céticos que acreditam que nada de novo vai acontecer; c) Surgem os políticos que fazem promessas vazias e comem a comida, cada vez mais escassa, às escondidas do povo; d) Surgem os ingênuos que acreditam que os políticos podem resolver o problema; e) Surgem as forças de segurança que impedem qualquer pessoa de procurar uma saída.

O que eu achei muito interessante no filme, foram duas coisas:
a) Apenas dois adolescentes se perguntam porque estão ali, se tem saída dali, enfim, os demais sequer desconfiam de algo que exista d'além daquele universo (quem arrisca é punido); b) O filme é muito parecido com a idéia da Alegoria da Caverna de Platão;

Nossa realidade:
a) Cada vez que acontece um evento notório, surgem grupos apocalípticos lunáticos apregoando que o fim tem data marcada etc. b) Surgem os céticos que debocham de tudo e de todos e dizem que nada de mais está acontecendo, é mais do mesmo; c) Surgem os políticos prometendo coisas que o povo quer ouvir; d) Surge a massa que acredita piamente na capacidade dos políticos resolverem tudo para eles; e) E o pior (que por enquanto ainda não aconteceu) está no surgimento de forças de segurança que impedirão qualquer pessoa de procurar uma saída.

O que eu acho muito interessante na vida real são duas coisas:
a) Uma minoria se pergunta porque está aqui, se tem saída daqui, enfim, os demais preferem ignorar algo que exista d'além deste universo; b) Nossa realidade é muito parecida com a "Carvena de Platão", quando alguém tenta mostrar a luz, e poucos querem realmente acreditar nela.

Veja o trailer do filme, mas procure assistir inteiro:
http://www.youtube.com/watch?v=702_gBvc-74&feature=player_embedded



Obs. minha: o que ninguém quer ver é que este mundo vai terminar e Deus fará novos Céus e nova Terra, onde habitará a Justiça para sempre. Estamos vivenciando todos os sinais: JESUS ESTÁ VOLTANDO!!!

Complemente esta leitura em:
Subterrâneo ou Sobreterrâneo: Qual abrigo você escolheria?

Este Mundo Jaz no Maligno (Mormonismo).



Este Mundo Jaz no Maligno (Mormonismo)

Link to Este Mundo Jaz no Maligno

   Embora os conhecidos Mórmons sejam um povo aparentemente simpático e tenham um programa de beneficência social igual aos melhores do mundo, o mormonismo é uma das seitas mais perigosas de que se tem conhecimento: são verdadeiros lobos vestidos de cordeiros!
   Os missionários dos Mórmons (élderes) são bem treinados em seus métodos: quem é crente só de nome se torna presa fácil para seus argumentos.
   Entretanto, qualquer pessoa que realmente tiver nascido de novo não cairá em suas armadilhas doutrinárias, pois sua regra de fé e prática será sempre a Bíblia Sagrada.

   BREVE HISTÓRICO DO MORMONISMO
   O "profeta" dos Mórmons, Joseph Smith Júnior, nasceu em 23 de dezembro de 1805 em Sharon, Estado de Vermont, tendo sido criado na pobreza e superstição.
   Em 1820, aos quinze anos, já residente em Palmira, estado de Nova Iorque, participou de um grande movimento evangelístico na região e, ao orar num bosque (segundo ele), perguntando a Deus a qual Igreja devia pertencer, apareceram-lhe dois anjos resplandecentes e lhe disseram que todas as igrejas estavam desviadas e que ele não se unisse a nenhuma, pois o evangelho de Cristo em breve seria restaurado.
   A Segunda Visão de Smith: conforme relato do próprio Smith, apareceu-lhe o "anjo" Moroni, que, segundo fez crer, havia vivido naquela mesma região há uns 1400 anos.
   Ainda de acordo com o relato de Smith, Mórmon, um profeta e pai de Moroni, havia gravado a história do seu povo em placas de ouro: quando estavam a ponto de serem exterminados por seus inimigos, Moroni teria ocultado essas placas ao pé de um monte próximo do local, onde hoje é Palmyra.
   Nessa visão, Moroni teria indicado a Joseph Smith o lugar onde as placas teriam sido escondidas e lhe emprestado umas "pedras especiais" (um tipo de lentes chamadas, "Urim e Tumim"), com as quais Joseph Smith poderia decifrar e traduzir os dizeres dessas placas.
   Fundação da Igreja Mórmon: Joseph Smith logo encontrou quem o aceitasse como profeta e fundou uma Igreja com seis membros: esta, no conceito dele, era a única "igreja verdadeira" e somente nela se conseguiria a salvação da alma.
   Os crentes deviam edificar uma teocracia, isto é, teriam seu próprio governo civil onde Smith, o profeta, seria o presidente e teria a ajuda de doze apóstolos… os que não recebiam a mensagem eram chamados de "gentios".
   Uma série de "revelações" de Joseph Smith foi desenvolvendo a doutrina da Igreja e transformado-a em um politeísmo, conforme "Doutrinas e Convênios" (livro da seita).
   Perseguição À Igreja Mórmon: Devido à doutrina da poligamia, Smith e seus seguidores sofreram várias perseguições, razão pela qual eram levados a peregrinar de um a outro ponto da América, procurando onde estabelecer uma colônia e fundar o reino de Deus.
   Encontraram acolhida em Illinois, onde erigiram a cidade de Nauvoo.
   Ali, ao ser acusado de grosseira imoralidade e falsificação, Smith foi preso e uma turba enfurecida invadiu a cadeia e, a tiros, matou Smith e seu irmão, Hyrum.
   AS DOUTRINAS DO MORMONISMO
   Primeiramente é bom destacar que o Mormonismo NÃO É um grupo doutrinário que esteja dentro do corpo cristão: esta igreja prega um Deus diferente, um Jesus diferente e um céu e inferno diferentes.
   Ela ataca a integridade da Bíblia e proclama um outro evangelho.
   Suas doutrinas "eternas", "evangelho" e plano de salvação são dirigidos pelo deus desta terra através de um profeta "vidente e revelador", ao qual os membros devem demonstrar obediência total se quiserem ganhar a vida eterna.

   A Bíblia: Os Mórmons dizem crer na Bíblia até onde ela se haja conservado a tradução correta: afirmam que a "igreja apóstata" tem a corrompido gravemente, tirando muitas partes e acrescentando outras e, por conta disso, publicaram sua própria versão da Bíblia.
   Se confrontarmos a Bíblia atual com manuscritos antigos iremos ver que o Senhor Deus admiravelmente tem conservado Sua Palavra livre de tais alterações e corrupções.
   Os Mórmons dizem também que os profetas vivos (deles, é claro!) "valem mais que todas as Bíblias"…
   Deus: O Mormonismo ensina que há muitos deuses, porém os livros sagrados desta igreja se contradizem a respeito desta doutrina.
   No princípio ensinavam que havia um só Deus, seguindo a doutrina unitária que se encontra no livro de Mórmon  e na tradução que Joseph Smith fez da Bíblia.
   Mais tarde a igreja ensinava que havia três deuses, negando a unidade do Pai, do Filho e do Espírito.
   Depois seus ensinos se converteram num politeísmo radical no qual todos os fiéis chegam a ser deuses!
   Jesus Cristo: Dizem que Jesus Cristo foi o Filho de Deus-Adão e Maria - não foi gerado pelo Espírito Santo, mas por geração natural.
   Chegam ao absurdo de dizer que Jesus teve várias esposas, entre elas Marta e Maria, as irmãs de Lázaro, e Maria Madalena: teria sido desta maneira que pôde "ver sua linhagem" antes de sua crucificação…
   As bodas de Caná, segundo eles, eram do próprio Jesus e que Joseph Smith foi um de seus descendentes, a "linhagem prometida"…
   Pecado e Salvação: Ensinam que Adão teve de desobedecer a um dos mandamentos de Jeová para poder cumprir outro mais importante, o de povoar a terra.
   Pela desobediência de Eva ela foi condenada à mortalidade: para poder retê-la como esposa e povoar a terra, ele também teria de fazer-se mortal e, "sabiamente", desobedeceu também para que a raça humana pudesse nascer.
   Expiação: O Mormonismo ensina que Jesus Cristo expiou somente o pecado de seu Pai, Deus-Adão: isto fez possível a libertação da humanidade dos efeitos da queda, porém não era para remir o homem dos pecados individuais.
   Batismo pelos mortos: Ensinam que aqueles que morrem sem terem sido batizados na Igreja dos Mórmons, terão oportunidade de ouvir a pregação da verdade no mundo dos espíritos: muitos crerão, mas não terão ali oportunidade de se batizar para serem salvos e, portanto, os fiéis que ainda vivem devem batizar-se em lugar de cada defunto cuja conversão deseja.
   Teocracia: Os Mórmons, ainda por cima, ensinam que o sacerdócio de sua Igreja é o governo de Deus na terra: os que rejeitam serão condenados!
   REFUTAÇÕES
   O árbitro maior da fé cristã é a Bíblia Sagrada e não a teologia, seca e morta, nem as alegadas "visões" de homens… sejam eles quem forem!
   E é à luz dos ensinos bíblicos que as crenças do mormonismo devem ser refutadas, pois a regra de fé e prática do cristianismo sempre foi a Bíblia Sagrada, que fala de si mesma, entre outras qualidades, como:
   O Livro dos séculos (Salmos 119:89; 1 Pedro 1:25);
   Divinamente inspirada (Jeremias 36:2; 2 Timóteo 3:16; 2 Pedro 1:21);
   Poderosa em sua influência (Jeremias 5:14; Romanos 1:16; Efésios 6:17; Hebreus 4:12);
   Absolutamente digna de confiança (1 Reis 8:56; Mateus 5:18; Lucas 21:33);
   Pura (Salmos 19:8);
   Verdadeira (Salmos 119:142).
   Sobre Deus: Deus e Adão são pessoas distintas - Deus é o criador (Gênesis 1:26), enquanto Adão é apenas criatura de Deus (Gênesis 1:27);
   Deus não é homem (Números 23:19);
   Deus é Espírito (João 4:24).
   Contra o politeísmo veja Êxodo 20:1-3; Deuteronômio 6:4, 4:33-35,39; 1 Reis 8:60; Isaías 45:5-6,12,21; Joel 2:27, etc.
   Jesus Cristo: Jesus Cristo foi gerado por obra e graça do Espírito Santo (Lucas 1:35).
   Dizer que Jesus era casado e que as Bodas de Caná da Galileia foi a festa do seu próprio casamento, demonstram a completa ignorância quanto à exegese de João 2:2… muito mais que isto, constitui-se num abominável ultraje à pessoa do Salvador Jesus Cristo!
   Pecado e Salvação: A Bíblia não atribui nenhuma sabedoria à escolha de Adão, pelo contrário desobedeceu de maneira consciente conforme 1 Timóteo 2:14 e Romanos 5:12-19.
   Expiação: Se a pessoa negar a divindade de Cristo, nega também, logicamente, a doutrina cristã da expiação.
   A Bíblia ensina que Jesus Cristo levou o nosso pecado, e não somente os de Adão (1 João 2:2, 3:5, 4:10; Isaías 53:4-6,12; João 1:29; 1 Coríntios 15:3; Gálatas 1:4; Hebreus 1:3; 1 Pedro 2:24).
   Batismo pelos mortos: Não há nenhuma referência na Bíblia, nem na história eclesiástica, quanto ao batismo pelos mortos como uma prática da Igreja. Pelo contrário, em 1 Coríntios 15:29-30 Paulo faz uma represália!
   Teocracia: Já vimos que a salvação depende da fé em Cristo, não de ser membro de uma Igreja (Atos 16:31; Efésios 2:8).
   Os cristãos através dos séculos têm chegado a ser membros do reino de Deus, ao receberem o Rei em seus corações e fazê-lo Senhor de sua vida (Romanos 14:17).
   CONCLUSÃO
   "Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo." (1 João 4:1)
   Na história do mormonismo se vê o perigo de seguir personalidade em vez de aderir-se à doutrina sadia: tal como a popularidade de Joseph Smith cegou seus seguidores para suas faltas e falsidade de mensagem, surgem problemas similares ainda hoje… existem muitos falsos doutrinadores com muita popularidade em nossos dias!
   O conselho de Deus continua sendo este para todos nós:
   "À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles." (Isaías 8:20)
Texto adaptado e baseado em informações colhidas principalmente de:
Sola Scriptura


Um relance do futuro. Jesus está batendo na sua porta agora, abra o seu coração para Ele, amanhã pode ser tarde demais.


UM RELANCE DO FUTURO
 "Quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição…
e de modo nenhum escaparão"
1Tessalonicenses 5:3
"O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar"
Mateus 24:35
Em 19 de julho de 1992, Paolo Borsellino, "o maior caçador de mafiosos de Palermo", foi assassinado juntamente com seus guarda-costas. O horrível crime foi condenado pelas autoridades, mas diante de vários atos semelhantes, uma sensação de impotência tomou conta dos responsáveis pela segurança pública da Itália.
Tal impotência diante da injustiça produz um perigoso vazio que algum dia pode ser preenchido por um "homem forte", seja ele desejado ou não. De fato, a Bíblia afirma que tal homem virá no tempo da tribulação, após o arrebatamento da Igreja. Quando aparecer, em todas as partes se dirá: "Paz e segurança". Mas não será uma paz genuína, pois Deus não estará presente. Ela será obtida mediante um acordo com a "besta", ou seja, uma grande autoridade mundial que sairá "do mar", símbolo das nações na Bíblia (Apocalipse 13:1). Como afirma o versículo de hoje, uma destruição repentina alcançará a humanidade, e "de modo nenhum escaparão". Essa será a resposta de Deus ao "homem forte".
Porém, graças a Deus, ainda podemos escapar desse juízo, porque Deus oferece a salvação para todos. O Senhor nos convida a voltarmos para Ele mesmo, confessar nossas culpas e crer no Salvador, Seu Filho Jesus Cristo. Quem aceita o convite, obtém perdão e paz com Deus, que derrama a vida eterna no coração de tal pessoa e a protege de Sua ira que se abaterá sobre os que O rejeitaram.
Extraído do devocionário Boa Semente 2011

A SINDROME DA MENTE ALÇAPÃO

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: CLAVIO JACINTO

Quando éramos crianças gostávamos de caçar pássaros silvestres, fazíamos armadilhas e também me lembro muito bem da gaiola, que tinha anexo um alçapão, que servia de armadilha, os pássaros eram atraídos e caiam no alçapão, ficavam assim presos. Eram coisas de crianças, mas faz pouco tempo que me lembrei dos velhos tempos de criança e então uma luz brilhou na minha mente. Hoje na verdade muitas pessoas têm uma mente tipo alçapão, que após receber uma ideia, se fecha completamente, e não permite que outras ideias sejam aceitas. Vejamos alguns exemplos clássicos: os adeptos das seitas em geral. Uma vez que eles recebem a suposta verdade, não admitem qualquer possibilidade da verdade estar em outro lugar. A mente se fecha e aprisiona o erro, e não permite ver que a possibilidade da verdade está voando fora.
Mas não é somente isso, na verdade muitos cristãos sofrem dessa terrível síndrome da mente alçapão. Eu tenho experiências próprias. Vejamos por exemplo, um mais recente. Quando me desliguei de minha denominação e me filiei em uma outra denominação mais conservadora e que transmitia no corpo doutrinário minhas convicções, muitos ditos “crentes’ achavam que eu tinha me desviado ou saído da “igreja”; a mente alçapão desses “crentes” aprisionou a idéia de que uma denominação seria a única igreja verdadeira e que não há possibilidade de salvação em outros ministérios. Outro dia ouvi um desses obreiros que na frente do púlpito argumentavam com orgulho que nunca colocaram o pé em outra igreja, nunca entraram em um templo de outro ministério. A mente alçapão aprisiona a falsa e herética ideia de que visitar irmãos de outras denominações ou participar de um culto em outra igreja, é uma profanação sem medidas. Na verdade a mente alçapão é uma síndrome que infesta a comunidade evangélica geral, para os calvinistas extremos é inconcebível a salvação de um arminiano, para um pentecostal fanático é inconcebível a salvação de um tradicional, e vice versa!
Há os que se aprisionam nos templos, nas quatro paredes de uma denominação e se não bastasse isso, limitam a mente a conceber uma ideia única e na maior parte das vezes antibíblica.
Os que sofrem da mente alçapão, admitem coisas absurdas e insustentáveis como a “salvação só está na minha denominação” ou “jamais vou colocar meus pés num templo de outra denominação” ou “jamais vou participar de uma reunião fora da minha denominação”. Você vê isso em toda parte, essa síndrome é uma devastação na comunidade evangélica. Outro dia ouvi um insensato afirmar descabidamente que se a sua igreja não tiver boa nenhuma outra está! Mas o fato é que ele nunca conheceu outro ministério e não entende nada mais do que acontece em sua comunidade. Esse é o resultado da síndrome da mente alçapão.
No campo doutrinário ocorre isso, achamos que a ideia teológica que nos foi transmitida é a verdade absoluta e por isso não nos esforçamos para ir além e abrir a nossa mente para verificar a possibilidade de estarmos errados ou não. Não vamos além, a ideia e o ensino inculcado na nossa mente está aprisionada num campo extremamente hermético que é a nossa mente. Não abrimos a mente para a possibilidade, não raciocinamos além do circuito fechado daquilo que foi imposto a nossa mente. JESUS nos ensinou a raciocinar, e não a fechar a nossa mente, ele nos incentiva ao cálculo, ao exame, a verificação. Em Lucas 14:25 a 35 há um exemplo claro, em outra parte Jesus mandou os cristãos a examinarem as escrituras e ainda Paulo exortou: “Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.” (2Co 13:5) e ainda “Examinai tudo. Retende o bem.” (1Ts 5:21).
Os bereanos em Atos 17:11, não tinham a síndrome da mente alçapão, eles estavam abertos a possibilidade de Paulo errar, examinavam as Escrituras para ver se realmente era assim. Há muitos conceitos, ideias e doutrinas que podem estar errados, temos de avaliar, estudar a possibilidade de estarmos errado em algum conceito ou opinião. A inflexibilidade com relação a opiniões pessoais tem sido um dos fatores mais favoráveis a divisões e pelejas na comunidade cristã.
Eu tenho observado e tenho enfrentado muito desse tipo de coisas, pessoas que estão aprisionadas em opiniões de pessoas, inflexíveis diante dos fatos bíblicos quando se apresenta como prova de seus erros, mas a mente hermética, que prende a opinião errada, não admite a entrada de evidências. Esse fenômeno tem sido comum até mesmo entre os ditos acadêmicos, fervorosos defensores da teoria da evolução, não admitem qualquer possibilidade da existência de um criador, a ideia de um DEUS não é permitida a sua entrada na mente de um ateu que aprisiona a sua mente, ou a doutrina da divindade de CRISTO é inconcebível para um Testemunha de Jeová que fechou a sua mente para a entrada dessa ideia, acontece que se uma ideia, uma teoria ou uma doutrina não entra na nossa mente, ela é impossível de ser avaliada, o que é inadmissível por preconceito programado, não terá efeito de verificação equilibrada na nossa mente.
Assim vimos como muitos ditos cristãos, estão apenas vivendo ideias aprisionadas, e fazem disso seu conjunto de verdade, os resultados desse condicionamento que eu chamo de auto-aprisionamento mental, é em muitos casos terrível do ponto de vista eterno. Aliás, todos os que sofrem da síndrome da mente alçapão tendem a ser intolerantes. Vimos esses vestígios em alguns reformadores, acabaram aprisionando ideias doutrinárias como verdades absolutas, e não admitiram a possibilidade de estarem errados. Acho que um antitrinitário, apenas para citar um exemplo, não deve ser vítima de intolerância de um trinitário, podemos discordar com respeito, aliás, respeitando a posição alheia, mesmo diante das evidências a nosso favor. Respeito sempre é o resultado de uma mente iluminada, intolerância sempre será o resultado de uma mente encarcerada. Estejamos atentos a esse fato e vamos abrir a nossa mente para todas as verdades descritas na Bíblia, ainda que em alguns casos ela pareça um pouco diferente do que aprendemos em nossa denominação.
DEUS ABENÇOE
Clávio Juvenal Jacinto

O PODER DA ORAÇÃO.


O poder da oração

Posted: 29 Jun 2011 04:34 AM PDT

[Cl. 1: 9] "Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual;"

A oração é a alavanca na vida da Igreja. Ela move o coração de Deus a favor do seu povo! Ela quebranta e muda o coração daquele que ora. Através da oração o canal da comunicação com Deus é aberto e uma profunda intimidade é gerada com o Pai celestial. Há um texto em Tiago 5.16 que nos afirma que "a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos." Essa realidade vem nos mostrar que Deus tem compromisso com aqueles que foram alcançados pela graça de Cristo. O justo citado no texto é aquele que foi Justificado através do sangue do Senhor Jesus. Esta vida está ligada à videira verdadeira que é Jesus; portanto, quando ela ora em obediência à palavra de Deus ela sabe como pedir, pois pede com sabedoria e o resultado final são grandes e copiosas bênçãos sendo derramadas. (Jo. 15.7) É maravilhoso viver estas certezas, pois aquele que é servo de Deus tem a sua disposição essa maravilhosa ferramenta que tem o poder de produzir grandes milagres na vida daquele que creu e através dele ser também um canal de bênçãos para muitas vidas. Lembro-me da história de uma mulher que estava passando fome com seus dois filhos que eram pequenos. Diante desse quadro terrível ela uma serva de Deus chamou os filhos para orarem ao Senhor para que Ele os abençoasse com o alimento. Quando estavam na varanda da casa orando e pedindo o alimento ao Senhor, passavam naquele momento alguns rapazes na rua e vendo-os de olhos fechados e orando, correram até a venda mais próxima compraram pães e jogaram no quintal dizendo entre si: "vamos jogar os pães pra ela achar que foi Deus quem mandou". Ao abrir os olhos a mãe viu os pães e louvou ao Senhor com os filhos pelo alimento que Deus tinha concedido. Os jovens acharam que estavam zombando da mulher, mas na verdade estavam sem saber sendo instrumentos de Deus para que o milagre acontecesse. É assim que Deus faz na vida daquele que crê! Ele responde de forma sobrenatural usando situações inusitadas para abençoar seus filhos. Como anda sua vida de oração? Você tem tido oportunidades de conversar com o Pai abrindo o coração no altar Daquele que te livrou da morte eterna? Creia na Palavra Daquele que salvou! Envolva-se com a oração e grandes milagres serão derramados à sua vida.

Pr. Waldyr Silva do Carmo
IGREJA CASA DE ORAÇÃO CEHAB



domingo, 26 de junho de 2011

EXTRA! EXTRA! ÚLTIMOS ACONTECIMENTOS. Pense sobre sua Salvação. Leia até o fim...

JESUS ESTÁ VOLTANDO, não haverá mais avivamento, o texto abaixo é apenas para nosso engrandecimento espiritual, para repensarmos se estamos fazendo o certo, estamos vivendo os últimos dias, as dores de parto já se iniciaram. Agora não é mais tempo de pensar em correr para as denominações e achar que vai ocorrer um avivamento, ou algo assim. A história abaixo ocorreu nos anos de 1800, creio que nesta época o avivamento da Igreja de Cristo - a Espiritual - recomeçou.

Hoje vivemos a era da apostasia nas denominações. Este mundo não vai melhorar, daqui é para pior, mas nós, cada um de nós em particular necessita de Salvação, e a salvação é pessoal, precisamos nos voltar para Deus agora, o tempo da graça está chegando ao fim e em breve o Arrebatamento já será passado e este mundo estará vivendo a pior tribulação que este mundo já viu. Deus odeia o pecado, mas ama o pecador, se você se voltar para Ele, pedir perdão de seus pecados, confessar a Ele, pedir misericórdia, você e Deus, nada mais que isso, você só precisa se ajoelhar e clamar a Deus, com um sincero coração, com fé, e assim Ele te ouvirá. Não peça coisas materiais, porque estas Deus dará se for da vontade Dele, mas peça por sua salvação, pela salvação de sua alma, porque perto está o dia em que todos nós estaremos diante de Deus e por Ele seremos julgados.

Não demore mais, não fique na indecisão, porque você pode morrer no próximo minuto e então será tarde demais para clamar a Deus.

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: BLOG CONTAGEM REGRESSIVA <pastoralexandrenasc@gmail.com>


A biografia de Charles Finney

Posted: 23 Jun 2011 10:55 PM PDT

Apóstolo de avivamentos (1792-1875)
Perto da aldeia de New York Mills, no século dezenove, havia uma fábrica de tecidos movida pela força das águas do rio Oriskany. Certa manhã, os operários se achavam comovidos, conversando sobre o poderoso culto da noite anterior, no prédio da escola pública.

Não muito depois de começar o ruído das máquinas, o pregador, um rapaz alto e atlético, entrou na fábrica. O poder do Espírito Santo ainda permanecia sobre ele; os operários, ao vê-lo, sentiram a culpa de seus pecados a ponto de terem de se esforçar para poderem continuar a trabalhar. Ao passar perto de duas moças que trabalhavam juntas, uma delas, no ato de emendar um fio, foi tomada de tão forte convicção, que caiu em terra, chorando. Segundos depois, quase todos em redor tinham lágrimas nos olhos e, em poucos minutos, o avivamento encheu todas as dependências da fábrica.
 
O diretor, vendo que os operários não podiam trabalhar, achou que seria melhor que cuidassem da salvação da alma, e mandou que parassem as máquinas. A comporta das águas foi fechada e os operários se ajuntaram em um salão do edifício. O Espírito Santo operou com grande poder e dentro de poucos dias quase todos se converteram.

Diz-se acerca deste pregador, que se chamava Carlos Finney, que, depois dele pregar em Governeur, no Estado de New York, não houve baile nem representação de teatro na cidade durante seis anos. Calcula-se que, durante os anos de 1857 e 1858, mais de 100 mil pessoas foram ganhas para Cristo pela obra direta e indireta de Finney. A sua autobiografia é o mais maravilhoso relato de manifestação do Espírito Santo, excetuando o livro de Atos dos Apóstolos. Alguns consideram o seu livro, "Teologia Sistemática", a maior obra sobre teologia, a não ser as Sagradas Escrituras.

- Como se explica o seu êxito tão destacado nos anais dos servos da Igreja de Cristo? - Sem dúvida era, antes de tudo, o resultado da sua profunda conversão.

Nasceu de uma família descrente e se criou em um lugar onde os membros da igreja conheciam apenas a formalidade fria dos cultos. Finney era advogado; ao encontrar, nos seus livros de jurisprudência, muitas citações da Bíblia, comprou um exemplar com a intenção de conhecer as Escrituras. O resultado foi que, após a leitura, achou mais e mais interesse nos cultos dos crentes. Acerca da sua conversão ele relata, na sua autobiografia, o seguinte:

"Ao ler a Bíblia, ao assistir às reuniões de oração, e ouvir os sermões de senhor Gale, percebi que não me achava pronto a entrar nos céus... Fiquei impressionado especialmente com o fato das orações dos crentes, semana após semana, não serem respondidas. Li na Bíblia: 'Pedi e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á'. Li, também, que Deus é mais pronto a dar o Espírito Santo aos que lho pedirem, do que os pais terrestres a darem boas coisas aos filhos. Ouvia os crentes pedirem um derramamento do Espírito Santo e confessarem, depois, que não o receberam. "Exortavam uns aos outros a se despertarem para pedir, em oração, um derramamento do Espírito de Deus e afirmavam que assim haveria um avivamento com a conversão de pecadores... Mas ao ler mais a Bíblia, vi que as orações dos crentes não eram respondidas por que não tinham fé, isto é, não esperavam que Deus lhes desse o que pediam...

Entretanto, com isso senti um alívio acerca da veracidade do Evangelho... E fiquei convicto de que a Bíblia, apesar de tudo, é a verdadeira Palavra de Deus.
 
"Foi num domingo de 1821 que assentei no coração resolver o problema sobre a salvação da minha alma e ter paz com Deus. Apesar das minhas grandes preocupações como advogado, resolvi seguir rigorosamente a determinação de ser salvo. Pela providência de Deus, não me achei muito ocupado nem segunda nem terça-feira, e consegui passar a maior parte do tempo lendo a Bíblia e orando.

"Mas ao encarar a situação resolutamente, achei-me sem coragem para orar sem tapar o buraco da fechadura. Antes deixava a Bíblia aberta na mesa com os outros livros e não me envergonhava de lê-la diante do próximo. Mas então, se entrasse alguém, eu colocaria um livro aberto sobre a Bíblia para escondê-la.

"Durante a segunda e a terça-feira, a minha convicção aumentou, mas parecia que o coração se havia endurecido: eu não podia chorar, nem orar... Terça-feira, à noite, senti-me muito nervoso e parecia-me estar perto da morte. Reconhecia que, se eu morresse, por certo iria para o Inferno.

"De manhã cedo, fui para o gabinete... Parecia que uma voz me perguntava: - 'Por que esperas? Não te prometes dar o coração a Deus? O que experimentas fazer? - alcançar a justificação pelas obras?' Foi então que vi, claramente, como qualquer vez depois, a realidade e a plenitude da propiciação de Cristo. Vi que sua obra era completa e, em vez de eu necessitar duma justiça própria para Deus me aceitar, tinha de sujeitar-me à justiça de Deus por intermédio de Cristo... Sem o saber, fiquei imóvel, não sei por quanto tempo, no meio da rua, no lugar onde a voz de dentro se dirigiu a mim. Então me veio a pergunta: - 'Aceitá-lo-ás, agora, hoje?' Repliquei: - 'Aceitá-lo-ei hoje ou me esforçarei para isso até morrer...' Em vez de ir ao gabinete, voltei para entrar na floresta, onde podia derramar a alma sem alguém me ver nem me ouvir. "Porém, o meu orgulho continuava a se manifestar; passei por cima dum alto e andei furtivamente atrás duma cerca, para que ninguém me visse, e pensasse que ia orar. Penetrei dentro da mata cerca de meio quilômetro, onde achei um lugar mais escondido entre algumas árvores caídas. Ao entrar, disse a mim mesmo: 'Entregarei o coração a Deus, ou então não sairei daqui'.

"Mas ao tentar orar, o coração não queria. Pensara que, uma vez sozinho, onde ninguém pudesse ouvir-me, podia orar livremente. Porém, ao experimentar fazê-lo, achei-me sem coisa alguma a dizer a Deus. Toda a vez que tentava orar parecia-me ouvir alguém chegando.

"Por fim, achei-me quase em desespero. O coração estava morto para com Deus e não queria orar. Então reprovei-me a mim mesmo por ter-me comprometido a entregar o coração a Deus antes de sair da mata. Comecei a pensar que Deus já me tivesse abandonado... Achei-me tomado de uma fraqueza demasiadamente grande para ficar de joelhos.

"Foi justamente nessa altura que pensei novamente que ouvia alguém se aproximando e abri os olhos para ver. Logo me foi revelado que o orgulho do meu coração era a barreira entre mim e a minha salvação. Fui vencido pela convicção do grande pecado de eu envergonhar-me se alguém me encontrasse de joelhos perante Deus, e bradei em alta voz que não abandonaria o lugar, nem que todos os homens da terra e todos os demônios do inferno me cercassem.

Gritei: 'Ora, um vil pecador como eu, de joelhos perante o grande e santo Deus, e confessando-lhes os pecados, e me envergonho Dele perante o próximo, pecador também, porque me encontro de joelhos para achar paz com o meu Deus ofendido!' O pecado parecia-me horrendo, infinito. Fiquei quebrantado até o pó perante o Senhor. Nessa altura, a seguinte passagem me iluminou: 'Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração...

"Continuei a orar e a receber promessas e a apropriar-me delas, não sei por quanto tempo. Orei até que sem saber como, achei-me voltando para a estrada. Lembro-me de que disse a mim mesmo: 'Se eu me converter, pregarei o Evangelho'.

"Na estrada, voltando para a aldeia, certifiquei-me da preciosa paz e da gloriosa calma na minha mente. - 'Que é isso?' Perguntei-me a mim mesmo. - 'Entristecera eu o Espírito Santo até retirar-se de mim? Não sinto mais convicção... ' Então me lembrei de que dissera a Deus, que confiaria na sua Palavra... A calma de meu espírito era indescritível... Fui almoçar, mas não tinha vontade de comer. Fui ao gabinete, mas meu sócio não voltara do almoço. Comecei a tocar a música de um hino no rabecão, como de costume. Porém, ao começar a cantar as palavras sagradas, o coração parecia derreter-se e só podia chorar...
 
"Ao entrar e fechar a porta atrás de mim, parecia-me ter encontrado o Senhor Jesus Cristo face a face. Não me entrou na mente, na ocasião, nem por algum tempo depois, que era apenas uma concepção mental. Ao contrário, parecia-me que eu o encontrara como encontro qualquer pessoa. Ele não disse coisa alguma, mas olhou para mim de tal forma, que fiquei quebrantado e prostrado aos seus pés. Isso, para mim, foi, depois, uma experiência extraordinária, porque parecia-me uma realidade, como se Ele mesmo ficasse em pé perante mim, e eu me prostrasse aos seus pés e lhe derramasse a minha alma. Chorei alto e fiz tanta confissão quanto foi possível, entre soluços. Parecia-me que lavava os seus pés com as minhas lágrimas; contudo, sem sentir ter tocado na sua pessoa...

"Ao virar-me para me sentar, recebi o poderoso batismo com o Espírito Santo. Sem o esperar, sem mesmo saber que havia tal para mim, o Espírito Santo desceu de tal maneira, que parecia encher-me corpo e alma. Senti-o como uma onda elétrica que me traspassava repetidamente. De fato, pareciam-me como ondas de amor liquefeito; porque não sei outra maneira de descrever isso. Parecia o próprio fôlego de Deus.

"Não existem palavras para descrever o maravilhoso amor derramado no meu coração. Chorei de tanto gozo e amor que senti; acho melhor dizer que exprimi, chorando em alta voz, as inundações indizíveis do meu coração. As ondas passaram sobre mim, uma após outra, até eu clamar: 'Morrerei, se estas ondas continuarem a passar sobre mim! Senhor, não suporto mais!' Contudo, não receava a morte.

"Não sei por quanto tempo este batismo continuou a passar sobre mim e por todo o meu ser. Mas sei que era já noite quando o dirigente do coro veio ao gabinete para me visitar. Encontrou-me nesse estado de choro aos gritos e perguntou: - 'Sr. Finney, que tem?' Por algum tempo não pude responder-lhe. Então ele perguntou mais: - 'Está sentindo alguma dor?' Com dificuldade respondi: - Não, mas sinto-me demasiado feliz para viver.

"Saiu e, daí a pouco, voltou acompanhado por um dos anciãos da igreja. Esse ancião sempre foi um homem de espírito ponderado e quase nunca ria. Ele, ao entrar, encontrou-me no mesmo estado, mais ou menos, como quando o rapaz o foi chamar. Queria saber o que eu sentia e eu comecei a lhe explicar. Mas, em vez de responder-me, foi tomado de um riso espasmódico. Parecia impossível evitar o riso que procedia do fundo do seu coração."

Nessa altura, entrou certo rapaz que começara a frequentar os cultos da igreja. Presenciou tudo por alguns momentos, até cair ao chão em grande angústia de alma, clamando: "Orem por mim!"

O ancião da igreja e o outro crente oraram e depois Finney também orou e logo após todos se retiraram deixando Finney sozinho.

Ao deitar-se para dormir, Finney adormeceu, mas logo se acordou, por causa do amor que lhe transbordava do coração. Isso aconteceu repetidas vezes durante a noite. Sobre isso ele escreveu depois:

"Quando me acordei, de manhã, a luz do sol penetrava no quarto. Faltam-me palavras para exprimir os meus sentimentos ao ver a luz do sol. No mesmo instante, o batismo do dia anterior voltou sobre mim. Ajoelhei-me ao lado da cama e chorei pelo gozo que sentia. Passei muito tempo sem poder fazer coisa alguma senão derramar a alma perante Deus".

Durante o dia, o povo se ocupava em falar na conversão do advogado. Ao anoitecer, sem qualquer anúncio do culto, ajuntou-se uma multidão no templo. Quando Finney relatou o que Deus fizera na sua alma, muitos foram profundamente comovidos; um, sentiu-se tão convicto que voltou a casa sem o chapéu. Certo advogado afirmou: "É claro que ele é sincero; mas que enlouqueceu, é evidente." Finney falou e orou com grande liberdade. Realizavam-se cultos todas as noites por algum tempo, aos quais assistiam pessoas de todas as classes. Esse grande avivamento espalhou-se para muitos lugares em redor.

Finney continuou:

"Por oito dias (depois da sua conversão) o meu coração permanecia tão cheio, que não sentia desejo de comer nem de dormir. Parecia-me que tinha um manjar para comer que o mundo não conhecia. Não sentia necessidade de alimentar-me nem de dormir... Por fim, cheguei a ver que devia comer como de costume e dormir quanto fosse possível.

"Grande poder acompanhava a Palavra de Deus; todos os dias admirava-me ao notar como poucas palavras, dirigidas a uma pessoa, traspassavam-lhe o coração como uma seta. "Não demorei muito em ir visitar meu pai. Ele não era salvo; o único membro da família que fizera profissão de religião era meu irmão mais novo. Meu pai encontrou-me no portão e me perguntou: - 'Como tem passado, Carlos?' Respondi-lhe: - Bem, meu pai, tanto no corpo como na alma. Meu pai, o senhor já é idoso, todos os seus filhos estão crescidos e casados; e nunca ouvi alguém orar na sua casa. Ele baixou a cabeça e começou a chorar, dizendo: - 'É verdade, Carlos; entre, e você mesmo ore'.

"Entramos e oramos. Meus pais ficaram comovidos e, não muito depois, converteram-se. Se a minha mãe tinha qualquer esperança antes, ninguém o sabia".

Assim, esse advogado, Carlos G. Finney, perdeu todo o gosto pela sua profissão e se tornou um dos mais famosos pregadores do Evangelho. Acerca de seu método de trabalhar, ele escreveu:

"Dei grande ênfase à oração como indispensável, se realmente queríamos um avivamento. Esforçava-me por ensinar a propiciação de Jesus Cristo, sua divindade, sua missão divina, sua vida perfeita, sua morte vicária, sua ressurreição, a necessidade de arrependimento e de fé, a justificação pela fé, e outras doutrinas que se tornaram vivas pelo poder do Espírito Santo.

"Os meios empregados eram simplesmente pregação, cultos de oração, muita oração em secreto, intensivo evangelismo pessoal e cultos para a instrução dos interessados. "Eu tinha o costume de passar muito tempo orando; acho que, às vezes, orava realmente sem cessar. Achei, também, grande proveito em observar frequentemente dias inteiros de jejum em secreto. Em tais dias, para ficar inteiramente sozinho com Deus, eu entrava na mata, ou me fechava dentro do templo... "
 
Vê-se no seguinte, a maneira como Finney e seu companheiro de oração, o irmão Nash, "bombardeavam" os céus com as suas intercessões:

"Quase um quilômetro distante da residência do senhor S, morava certo adepto do universalismo. Nos seus preconceitos religiosos, recusava-se a assistir aos cultos. Certa vez o irmão Nash, que se hospedava comigo na casa do senhor S, retirou-se para dentro da mata para lutar em oração, sozinho, bem cedo de madrugada, conforme seu costume. A atmosfera era tal nessa ocasião que se ouvia qualquer som de longe. O universalista ao levantar-se, de madrugada, saiu de casa e ouviu a voz de quem orava, e, apesar de não compreender muitas das palavras, reconheceu quem orava. E isso traspassou-lhe o coração como uma flecha. Sentiu a realidade da religião como nunca. A flecha permanecia. "E ele achou alívio somente crendo em Cristo".

Acerca do espírito de oração, Finney afirmou que "era coisa comum nesses avivamentos, os recém-convertidos se acharem tomados pelo desejo de orar noites inteiras até lhes faltarem as forças físicas. O Espírito Santo constrangia grandemente o coração dos crentes, e sentiam constantemente a responsabilidade pela salvação das almas imortais. A solenidade da mente se manifestava no cuidado com que falavam e se comportavam. "Era muito comum encontrar crentes juntos caídos de joelhos em oração em vez de ocupados em palestras".

Em certo tempo, quando as nuvens de perseguição enegreciam cada vez mais, Finney, como era seu costume sob tais circunstâncias, sentia-se dirigido a dissipá-las, orando. Em vez de falar pública ou particularmente acerca das acusações, ele orava. Acerca da sua experiência escreveu: "Eu olhava para Deus com grande anelo, dia após dia, rogando que Ele me mostrasse o plano a seguir e a graça para suportar a borrasca... O Senhor mostrou-me, em uma visão, o que eu tinha de enfrentar. Ele chegou-se tão perto de mim, enquanto eu orava, que a minha carne literalmente estremecia sobre os ossos. "Eu tremia da cabeça aos pés, sob o pleno conhecimento da presença de Deus".

Acrescentamos mais um exemplo, tirado da sua autobiografia, da maneira de o Espírito Santo operar na sua pregação:

"Ao chegar, na hora anunciada para iniciar o culto, achei o prédio da escola repleto e tinha de ficar em pé perto da entrada. Cantamos um hino, isto é, o povo pretendia cantar. Entretanto, eles não tinham o costume de cantar os hinos de Deus, e cada um desentoava à sua própria maneira. Não podia conter-me e lancei-me de joelhos e comecei a orar. O Senhor abriu as janelas dos céus, derramou o espírito de oração e entreguei-me de toda a alma a orar.

"Não escolhera um texto, mas logo ao levantar-me dos joelhos, eu disse: Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade. Acrescentei que havia dois homens, um se chamava Abraão, e outro, Ló... Contei-lhes como Ló se mudara para Sodoma... O lugar era excessivamente corrupto... Deus resolveu destruir a cidade e Abraão orou por Sodoma. Mas os anjos acharam somente um justo lá, era Ló. Os anjos disseram: 'Tens alguém mais aqui? Teu genro, e teus filhos, e tuas filhas, e todos quantos tens nesta cidade, tira-os fora deste lugar; porque nós vamos destruir este lugar, porque o seu clamor tem engrossado diante da face do Senhor, e o Senhor nos enviou a destruí-lo'.

"Ao relatar estas coisas, os ouvintes se mostraram irados a ponto de me açoitarem. Nessa altura, deixei de pregar e lhes expliquei que compreendera que nunca se realizara culto ali e que eu tinha o direito de, assim, considerá-los corruptos. Salientei isso com mais e mais ênfase e, com o coração cheio de amor até não poder mais conter-me. "Depois de eu assim falar cerca de quinze minutos, parecia cair sobre os ouvintes uma tremenda solenidade e começaram a cair ao chão, clamando e pedindo misericórdia. Se eu tivesse tido uma espada em cada mão, não os poderia derrubar tão depressa como caíram. De fato, dois minutos depois de os ouvintes sentirem o choque do Espírito vir sobre eles, quase todos estavam ou caídos de joelhos ou prostrados no chão. Todos os que podiam falar de qualquer maneira, oravam por si mesmos.

"Tive de deixar de pregar, porque os ouvintes não prestavam mais atenção. Vi o ancião que me convidara para pregar, sentado no meio do salão, olhando em redor, estupefato. Gritei bem alto para ele ouvir, apesar da balbúrdia, pedindo-lhe que orasse. Caiu de joelhos e começou a orar em voz retumbante; mas o povo não prestou atenção. Gritei: Vós não estais ainda no inferno; quero dirigir-vos a Cristo. O coração transbordava de gozo ao presenciar tal cena. Quando pude dominar os meus sentimentos, virei-me para um rapaz que estava perto de mim, consegui atrair a sua atenção e preguei Cristo, em voz bem alta, ao seu ouvido. Logo, ao olhar para a 'cruz' de Cristo, ele acalmou-se por um pouco e então rompeu em oração pelos outros. Depois fiz o mesmo com outro; depois com mais outro e continuei assim tratando com eles até a hora do culto da noite, na aldeia. Deixei o ancião que me convidara a pregar, para continuar a obra com os que oravam.

"Ao voltar, havia tantos clamando a Deus que não pudemos encerrar a reunião, que continuou o resto da noite. Ao amanhecer o dia, alguns ainda permaneciam com a alma ferida. Não se podiam levantar e, para dar lugar às aulas, foi necessário levá-los a uma residência não muito distante. De tarde mandaram chamar-me porque ainda não findara o culto.

"Só nesta ocasião cheguei a saber a razão de o auditório agastar-se da mensagem. Aquele lugar cognominava-se 'Sodoma' e havia somente um homem piedoso lá a quem o povo tratava de 'Ló'. Era o ancião que me convidara a pregar. "Depois de já velho, Finney escreveu acerca do que o Senhor fez em "Sodoma". "Embora esse avivamento caísse tão repentinamente sobre eles era tão empolgante que as conversões eram profundas e a obra permanente e genuína. Nunca ouvi falar em qualquer repercussão desfavorável. "

Não foi só na América do Norte que Finney viu o Espírito Santo cair e abater os ouvintes em terra. Na Inglaterra, durante os nove meses de evangelização, que Finney promoveu lá, multidões também se prostraram enquanto ele pregava em certa ocasião mais de dois mil, de uma vez. Alguns pregadores confiam na instrução e ignoram a obra do Espírito Santo. Outros, com razão, rejeitam tal ministério infrutífero e sem graça; oram a Deus para o Espírito Santo tomar conta e alegram-se no grande progresso da obra de Deus. Mas, ainda outros, como Finney, dedicam-se a buscar o poder do Espírito Santo, sem desprezar a arma de instrução, e veem resultados incrivelmente mais vastos.

Durante os anos de 1851 a 1866, Finney foi diretor do Colégio de Oberlin e ensinou a um total de 20 mil estudantes. Dava mais ênfase ao coração puro e ao batismo com o Espírito Santo do que à preparação do intelecto; de Oberlin saiu uma corrente contínua de alunos cheios do Espírito Santo. Assim, depois dos anos de uma campanha intensiva de evangelismo e no meio dos seus esforços no colégio, "em 1857, Finney via cerca de 50 mil, todas as semanas, converterem-se a Deus." (By My Spirit, Jônathan Goforth, p. 183.) Os diários de New York, às vezes quase não publicavam outras notícias, senão do avivamento. Suas lições aos crentes sobre avivamento foram publicadas, primeiro em um jornal e depois em um livro de 445 páginas e que se intitulava "Discursos Sobre Avivamentos". As primeiras duas edições, de 12 mil exemplares, foram vendidas logo ao saírem do prelo. Outras edições foram impressas em vários idiomas. Uma só editora em Londres publicou 80 mil. Entre suas outras obras de circulação mundial, contam-se as seguintes:

Sua "Autobiografia", "Discursos aos Crentes" e "Teologia Sistemática".

Os convertidos nos cultos de Finney eram pela graça constrangidos a andar de casa em casa para ganhar almas. Ele mesmo se esforçava para preparar o maior número de obreiros em Oberlin College. Mas o desejo que ardia sempre em tudo era o de transmitir a todos o espírito de oração. Pregadores como Abel Câry e Father Nash viajavam com ele e, enquanto ele pregava, eles continuavam prostrados em oração. Vejamos isso nas palavras de Finney:

"Se eu não tivesse o espírito de oração, não alcançaria coisa alguma. Se por um dia, ou por uma hora eu perdesse o espírito de graça e de súplica, não poderia pregar com poder e fruto, e nem ganhar almas pessoalmente." Para que alguém não julgue que a obra era superficial, citamos outro escritor: "Descobriu-se, por pesquisa empolgante, que mais de 85 pessoas de cada 100 que se convertiam sob a pregação de Finney, permaneciam fiéis a Deus; enquanto 75 pessoas de cada cem, das que professaram conversão nos cultos de algum dos maiores pregadores, se desviavam. Parece que Finney tinha o poder de impressionar a consciência dos homens, sobre a necessidade de um viver santo, de tal maneira que produzia fruto mais permanente." (Deeper Experiences of Famous Christians, p. 243.)

Finney continuou a inspirar os estudantes de Oberlin College até a idade de 82 anos. Já no fim da vida, permanecia tão lúcido de mente como quando jovem e sua vida nunca foi tão rica no fruto do Espírito e na beleza da sua santidade do que nesses últimos anos. No domingo, 16 de agosto de 1875, pregou seu último sermão. Mas de noite não assistiu ao culto. Ao ouvir os crentes cantarem "Jesus lover of my soul, let me to Thy bosom fly", saiu até o portão na frente da casa, e com estes que tanto amava, foi a última vez que cantou na terra. Acordou-se à meia-noite, sofrendo dores lancinantes no coração. Sofrera assim muitas vezes durante a sua vida. Semeara as sementes de avivamento e as regara com lágrimas. Todas as vezes que recebeu o fogo da mão de Deus, foi com sofrimento. Finalmente, antes de amanhecer o dia, dormiu na terra para acordar na Glória, nos céus. Faltavam-lhe apenas treze dias para completar 83 anos de vida aqui na terra.

Fonte: Heróis da Fé

Frases de Leonard Ravenhill

Posted: 23 Jun 2011 10:12 PM PDT

LeonardRavenhill
(1907-1994)
"Se Jesus tivesse pregado a mesma mensagem que os ministros pregam hoje, Ele nunca teria sido crucificado". 

"Será que um marinheiro ficaria parado se ouvisse o clamor de um náufrago? Será que um médico permaneceria sentado comodamente, deixando seus pacientes morrerem? Será que um bombeiro, ao saber que alguém está perecendo no fogo, ficaria parado e não iria prestar-lhe socorro? E você, conseguiria ficar à vontade em Sião vendo o mundo ao seu redor ser condenado?" 

"Se somos fracos em oração, nós somos fracos em todo o resto".


"Um homem pecador para de orar, um homem de oração para de pecar".

"Como você pode derrubar as fortalezas de Satanás, se você não tem nem a força para desligar a TV?"

"Muitos pastores me criticam por ter tomado o Evangelho tão a sério. Mas será que realmente pensam que no Dia do Julgamento, Cristo vai castigar-me, dizendo," Leonard, você me levou muito a sério'? "

"Quando há algo na Bíblia que as igrejas não gostam, eles o chamam de 'legalismo'."

"Nenhum homem é maior do que sua vida de oração. O pastor que não está orando está brincando, as pessoas que não estão orando estão desviando. O púlpito pode ser uma vitrine para mostrar os talentos de uma pessoa; já o quarto de oração não permite nenhum exibicionismo." 

"Todo mundo reconhece que Estêvão era cheio do Espírito quando estava realizando maravilhas. Porém, ele era igualmente cheio do Espírito quando estava sendo apedrejado até a morte." 

"Se um cristão não está tendo tribulação do mundo, há algo errado!"

"Será que o mundo está crucificado para você esta noite? Ou será que ele o fascina?"
WS