Você pode passar a sua vida sem Jesus, mas vai ser terrível morrer sem Ele!!!

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Paulo Junior:

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domingo, 21 de agosto de 2011

Como adorar a Deus em vão - John Piper.

EXTRA! EXTRA! ÚLTIMOS ACONTECIMENTOS. <pastoralexandrenasc@gmail.com>


Como adorar a Deus em vão – John Piper

Posted: 20 Mar 2011 10:10 AM PDT

Postado por Marcos Stockstill

   Olhemos para Mateus 15.8: podemos "adorar" a Deus em vão. "Este povo honra me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim." Um ato de adoração é vão e fútil quando não vem do coração. Isso estava implícito nas palavras de Jesus à adúltera samaritana: " Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores" (Jo 4.23). Mas o que é essa experiência do espírito? O que acontece no coração quando a adoração não é em vão?

   É mais do que um mero ato de força de vontade. Todos os atos exteriores de adoração são atos da vontade. Isso, porém, não os torna autênticos. A vontade pode estar presente (por todos os tipos de razão) sem que o coração esteja genuinamente envolvido (ou, como diz Jesus, "longe"). A atuação do coração na adoração é o despertar de sentimentos, emoções e afetos do coração. Lá onde os sentimentos por Deus estão mortos, a adoração está morta.

   Os afetos que tornam autêntica a adoração Agora sejamos específicos. Quais são esses sentimentos ou afetos que tornam autênticos os atos exteriores de adoração? Para chegar à resposta, recorreremos aos salmos e aos hinos  inspirados do Antigo Testamento. Um conjunto de afetos diferentes entrelaçados pode tomar conta do coração a qualquer momento. Portanto, a extensão e seqüência da lista abaixo não têm a intenção de limitar as possibilidades de prazer no coração de alguém.

    Talvez a primeira resposta do coração ao ver a santidade majestosa de Deus seja o silêncio perplexo. "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus" (Sl 46.10). "O Senhor está em seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra" (Hc 2.20).

    Do silêncio brota um sentimento de temor, reverência e maravilha diante da imensa grandeza de Deus. "Tema ao Senhor toda a terra, temam-no todos os habitantes do mundo" (Sl 33.8). E por sermos todos pecadores, em nossa reverência há um medo santo do poder justo de Deus. "Ao Senhor dos Exércitos, a ele santificai; seja ele o vosso temor, seja ele o vosso espanto" (Is 8.13).

     "Entrarei na tua casa e me prostrarei diante do teu santo templo, no teu temor" (Sl 5.7). Esse temor, porém, não é um terror paralisante, cheio de ressentimento contra a autoridade absoluta de Deus. Ele encontra alívio na contrição, no arrependimento e na tristeza por nossa distância de Deus. "Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus" (Sl 51.17). "Assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos" (Is 57.15).

     Misturado ao sentimento genuíno de contrição e tristeza pelo pecado aparece um anseio por Deus. "Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo" (Sl 42.1, 2). "Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra. Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre" (Sl 73. 25,26). "Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água" (Sl 63.1).

     Deus não fica indiferente ao anseio contrito da alma. Ele vem, retira a carga do pecado e enche nosso coração de alegria e gratidão. "Converteste-o meu pranto em folguedos; tiraste o meu pano de saco e me cingiste de alegria, para que o meu espírito te cante louvores e não se cale. Senhor, Deus meu, graças te darei para sempre" (Sl 30.11, 12).

    Nossa alegria, porém, não é resultado apenas da gratidão gerada pelo olhar em retrospectiva. Ela também vem do olhar esperançoso prospectivo: "Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu" (Sl 42.5). "Aguardo o Senhor, a minha alma o aguarda; eu espero na sua palavra" (Sl 130.5).

     No fim das contas, o coração não anseia por qualquer das dádivas de Deus, mas pelo próprio Deus. Vê-lo, conhecê-lo e estar em sua presença e o maior banquete da alma. Depois disso ela não quer mais nada. As palavras passam a ser insuficientes. Nós falamos de prazer, alegria, delícia, mas esses são apenas frágeis indicadores da experiência indizível.

      "Uma coisa peço ao Senhor, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo" (Sl 27.4). "Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente" (Sl 16.11). "Agrada-te do Senhor" (Sl 37.4).

     Esses são alguns dos afetos do coração que podem evitar que a adoração seja "em vão". Adorar é uma maneira alegre de refletir de volta para Deus o brilho do seu valor. Não é um mero ato de vontade, pelo qual executamos ações externas. Sem a participação do coração, não adoramos de verdade. O envolvimento do coração na adoração é o despertamento de sentimentos, emoções e afetos do coração.

     Onde os sentimentos por Deus estão mortos, a adoração está morta. A adoração genuína precisa incluir sentimentos interiores que refletem o valor da glória de Deus. Se não fosse assim, a palavra hipócrita não teria sentido. Mas a hipocrisia existe — ter emoções exteriores (como cantar, orar, dar, recitar) que significam afetos do coração que não existem. "Este povo me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim."
Fonte : Cristão Hedonista 

domingo, 14 de agosto de 2011

Por Que o Mundo Socialista Deseja Exterminar Israel?

12 de agosto de 2011

 
Para qualquer pessoa com uma mente sadia, é difícil entender o ódio cáustico que os países socialistas têm com relação a Israel. Em 1948, finalmente, os judeus, que não tinham uma pátria por mais de 1.800 anos, obtiveram votação favorável para se tornarem uma nação. A votação foi realizada pelas Nações Unidas, dominadas pelos socialistas, com a vantagem de um voto. Graças ao presidente Truman, ou, na verdade, à sua mãe, que era batista, e que insistira com ele para que, se algum dia ele se tornasse presidente, ajudasse Israel de todas as formas possíveis. Foi a campanha que ele realizou na ONU (contra o conselho de seus assessores militares e políticos), e com a ajuda de Deus, que fez o grupo anti-Deus, anticristão e anti-Israel assistir à vitória escapar entre os dedos. Esse foi um dos maiores e mais vívidos sinais de que estamos rapidamente nos aproximando dos "tempos finais", antes que nosso Senhor retorne para arrebatar Sua Igreja.

A ONU jamais foi favorável a Deus ou a Israel. Pelo contrário, seus líderes sempre criticaram e desprezaram aquele pequenino país (do tamanho aproximado do estado de Sergipe), até mesmo por se defender contra a perseguição dos árabes, inclusive em cinco guerras fracassadas – todas elas vencidas por Israel, contrariamente a todas as previsões. A ONU abraçou a causa dos palestinos, que não têm nenhum direito sobre a terra. Na verdade, a Palestina nunca havia sido reconhecida como nação até os anos de 1930, depois que os britânicos selaram o destino deles, negando-se a cumprir a Declaração Balfour, apresentada durante a Primeira Guerra Mundial, enquanto que os judeus haviam ocupado a terra por mais de três mil anos.

Nenhuma nação na história mundial manteve sua identidade após ficar desterrada de sua pátria durante 300 anos ou mais – exceto Israel. Os judeus ficaram sem terra durante 1.800 anos; contudo, agora estão migrando para sua pátria vindos de todas as partes do planeta. Por quê? Porque Deus disse a Seu profeta Ezequiel que traria Seu povo de volta para a terra que havia dado originalmente a Seu fiel servo Abraão:

"Ora, disse o Senhor a Abraão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra" (Gn 12.1-3).

A profecia de Ezequiel, expressa 2.500 anos atrás, está registrada em Ezequiel 37.1-13:

"Veio sobre mim a mão do Senhor; ele me levou pelo Espírito do Senhor e me deixou no meio de um vale que estava cheio de ossos, e me fez andar ao redor deles; eram mui numerosos na superfície do vale e estavam sequíssimos. Então, me perguntou: Filho do homem, acaso, poderão reviver estes ossos? Respondi: Senhor Deus, tu o sabes. Disse-me ele: Profetiza a estes ossos e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor. Assim diz o Senhor Deus a estes ossos: Eis que farei entrar o espírito em vós, e vivereis. Porei tendões sobre vós, farei crescer carne sobre vós, sobre vós estenderei pele e porei em vós o espírito, e vivereis. E sabereis que eu sou o Senhor. Então, profetizei segundo me fora ordenado; enquanto eu profetizava, houve um ruído, um barulho de ossos que batiam contra ossos e se ajuntavam, cada osso ao seu osso. Olhei, e eis que havia tendões sobre eles, e cresceram as carnes, e se estendeu a pele sobre eles; mas não havia neles o espírito. Então, ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize-lhe: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam. Profetizei como ele me ordenara, e o espírito entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso. Então, me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; estamos de todo exterminados. Portanto, profetiza e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Eis que abrirei a vossa sepultura, e vos farei sair dela, ó povo meu, e vos trarei à terra de Israel. Sabereis que eu sou o Senhor, quando eu abrir a vossa sepultura e vos fizer sair dela, ó povo meu".

É uma profecia tremenda, que já foi parcialmente cumprida e que prepara o cenário para a invasão russo-islâmica (veja Ezequiel 38 e 39) que poderia muito bem acontecer em nossos dias, uma invasão na qual apenas Deus poderá e irá resgatar Israel da destruição certa. O resultado será que todo o mundo perceberá pela primeira vez que Ele é Deus! Pois, nesses dois capítulos, Ele declara essa verdade oito vezes!

Considere estes fatos tremendos
 
Seguem alguns interessantes fatos históricos que os políticos de todo o mundo deveriam observar quando tomam decisões sobre a nação de Israel, que foi trazida do passado pelo próprio Deus! Esses pontos me foram enviados por um amigo do general (da reserva) Avihu Ben-Nun, ex-comandante-em-chefe da Força Aérea de Israel:

1. Israel se tornou uma nação no ano 1312 a.C., dois mil (2000) anos antes do aparecimento do islã.

2. Durante mais de 3300 anos, Jerusalém tem sido a capital judaica. Jerusalém nunca foi a capital de alguma entidade árabe ou islâmica. Mesmo quando os jordanianos ocuparam Jerusalém, eles nunca tentaram fazer dela sua capital, e os líderes árabes nunca foram visitar a cidade.

3. Árabes e judeus refugiados: em 1948, os refugiados árabes foram aconselhados pelos líderes árabes a deixar Israel. Eles prometeram que eliminariam todos os judeus daquela terra. Sessenta e oito por cento dos árabes deixaram o lugar (muitos por medo da retaliação que viria de seus próprios irmãos, os árabes), sem jamais terem visto um soldado israelense. Os que ficaram gozaram da mesma paz, civilidade e direitos de cidadania que todos os demais.

4. Os refugiados judeus foram forçados a fugir das terras árabes devido à brutalidade, à perseguição e aos massacres que os árabes lhes impuseram.

5. O número de refugiados árabes que deixaram Israel em 1948 é estimado em cerca de 630.000. Estima-se que o número de refugiados judeus que deixaram as terras árabes foi equivalente.

6. Intencionalmente os refugiados árabes não foram absorvidos ou integrados às terras árabes para as quais fugiram, a despeito do vasto território árabe. Dos 100 milhões de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial, o deles é o único grupo de refugiados que nunca foram absorvidos ou integrados nas terras de seu próprio povo. Os refugiados judeus foram totalmente absorvidos em Israel, um país que não é maior que o estado de Sergipe.

7. Jerusalém é mencionada mais de 700 vezes no Tanach, as Escrituras Sagradas dos judeus. Jerusalém não é mencionada nenhuma vez no Corão.

8. O Conflito Árabe-Israelense: os árabes são representados por oito nações distintas, não incluindo os palestinos. Há apenas uma nação judaica.

9. A Carta da OLP (Organização Para a Libertação da Palestina) ainda conclama o povo à destruição do Estado de Israel. Israel deu aos palestinos a maior parte das terras da Margem Ocidental, autonomia sob a Autoridade Palestina (AP), e tem lhes fornecido suprimentos.

10. Sob o governo jordaniano, os sítios sagrados dos judeus foram profanados e aos judeus foi negado o acesso a lugares de adoração. Sob o governo israelense, todos os sítios muçulmanos e cristãos têm sido preservados e ficam acessíveis a pessoas de todos os credos.

11. O histórico da ONU sobre os israelenses e os árabes: das 175 resoluções do Conselho de Segurança da ONU aprovadas antes de 1990, 97 foram contrárias a Israel.

12. Das 690 resoluções da Assembléia Geral da ONU votadas antes de 1990, 429 foram contrárias a Israel.

13. A ONU ficou em silêncio enquanto 58 sinagogas em Jerusalém foram sendo sistematicamente destruídas pelos jordanianos.

14. A ONU ficou em silêncio enquanto os jordanianos sistematicamente profanavam o antigo cemitério judeu no monte das Oliveiras.

15. A ONU ficou em silêncio enquanto os jordanianos reforçaram uma política como a do apartheid para impedir os judeus de visitarem o monte do Templo e o Muro Ocidental.

Não deveríamos ficar surpresos pelo fato da ONU e seus 220 países-membros odiarem Israel. Eles odeiam o Deus de Israel e odeiam os cristãos. Alger Hiss, um comunista convicto, foi a mente principal que escreveu a Carta da ONU. Portanto, não é de surpreender que ele tenha maquinado as coisas de modo que os comunistas soviéticos e, depois, os comunistas chineses tivessem poder de veto no poderoso Conselho de Segurança, o que ajudou a minoria a dominar a maioria desde sua concepção. É por isso que a chamada "entidade mundial" tem odiado a América e sua liberdade desde o início. Lá atrás, quando foi fundado no início dos anos 1950, eu, como jovem pastor em Minneapolis, protestei abertamente contra a retirada do grandioso símbolo da fé cristã, a Cruz de Cristo, da minúscula capela da ONU, para que não ofendesse os soviéticos, que eram notadamente ateus. Entretanto, anos mais tarde, quando visitei a ONU na cidade de Nova Iorque, presenciei ali um culto wicca (bruxaria), que pode ser mais bem descrito como um culto de louvor ao Diabo. Qualquer coisa que denigra o Cristianismo ou o nosso Deus é considerado legal, mas todas as religiões pagãs são bem-vindas e, na maioria dos casos, são veneradas.

Você já percebeu que os atuais líderes do governo dos Estados Unidos tratam os ditadores, reis, presidentes e primeiros-ministros com grande respeito – exceto os cristãos e Israel? Os países dominados pelo islamismo, a Irmandade Islâmica, e suas organizações afiliadas em 80 países do mundo, referem-se aos Estados Unidos como "O grande Satã" e a Israel como "O pequeno Satã". Uma coisa que todos eles têm em comum é que odeiam Israel, os EUA e o cristianismo. Talvez isso seja responsável pelo tratamento desrespeitoso que o presidente americano, um socialista, deu ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, quando este visitou os EUA e a Casa Branca. Parece que a liderança americana está do lado errado.

Quando perguntado sobre a ocupação de terras árabes por Israel, Netanyahu freqüentemente responde: "Aquela é a nossa terra!" Ela foi dada aos judeus por Deus, como já vimos, e foi destinada a eles pelo governo britânico após a Primeira Guerra Mundial. Depois que esse acordo foi renegado, Israel foi reconhecido pelas Nações Unidas como um país soberano em 1948, e será dos judeus quando Jesus Cristo voltar, em breve, para estabebelcer Seu Reino por mil anos.

Enquanto os líderes americanos, os líderes mundiais e até os radicais islâmicos não reconhecerem isso, não haverá paz no Oriente Médio. (Pre-Trib Perspectives)

Tim LaHaye

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Este Mundo Jaz no Maligno (Fatos acerca do Oriente Médio).

Este Mundo Jaz no Maligno (Fatos Acerca do Oriente Médio)

Link to Este Mundo Jaz no Maligno


   Dos vários portais de notícias disponíveis atualmente na Internet, prefiro aqueles que permitem comentários dos leitores: esta semana estava lendo sobre a tentativa de Barack Obama para impor mais uma de suas vontades ao povo do Oriente Médio, em especial israelenses e "palestinos", quando me deparei com alguns comentários, no mínimo, falaciosos.
   Notem que coloco "palestinos" entre aspas por duas razões:
   Primeira: que israelenses também são "palestinos", pois moram na "Palestina";
   Segunda: que nunca existiu um povo, uma civilização "palestina", na acepção moderna da palavra.
   O motivo principal é que o primeiro-ministro israelense, Netanyahu, obviamente, rejeitou a proposta, que obrigaria Israel a recuar para as fronteiras de antes da Guerra dos Seis Dias: isto seria como se os Estados Unidos tivessem que devolver a Califórnia e o Texas ao México, por exemplo.
Netanyahu: devolve o Texas primeiro, Obama...
   "Bibi", como Netanyahu é conhecido em Israel, também apresentou uma alternativa ao presidente "palestino" Abbas, pedindo que este abandone os terroristas do Hamas e cedendo vários outros territórios.
   Claro que Abas não topou, e saiu esbravejando ainda mais!
   Nesse meio tempo, alguns comentaristas, metidos a pacificadores e humanistas, bateram na manjada tecla de que os "judeus estão fazendo o mesmo que os nazistas", "ocupando territórios" e matando gente adoidado.
   Para acabar com essas falácias, proponho algumas questões:
   A quem pertence o território de Israel?
   A quem pertence Jerusalém?
   Vamos analisar tópicos de um estudo de Joseph Farhat, jornalista americano de origem árabe, que foi correspondente no Oriente Médio e publicou interessante artigo na WorldNet.
   Será que todos conhecemos estes fatos?
  1. Israel tornou-se uma nação por volta de 1400 A.E.C. (antes da era cristã), dois mil anos antes do aparecimento do Islamismo.
  2. Os refugiados árabes de Israel começaram a se identificar como parte do povo palestino em 1967, duas décadas depois do estabelecimento do moderno Estado de Israel.
  3. Desde a conquista hebraica, com Josué, os judeus mantiveram o domínio daquelas terras por mil anos e lá tiveram presença consecutiva nos últimos 3.300 anos.
  4. O único período de domínio árabe, desde a conquista em 635 E.C., durou menos de 22 anos.
  5. Por mais de 3.300 anos, Jerusalém sempre foi e é considerada a capital de Israel. A cidade jamais foi a capital de nenhuma entidade árabe ou muçulmana.
    Mesmo durante a ocupação jordaniana de Jerusalém, estes jamais pensaram em transformá-la em sua capital; e nenhum líder árabe fez-lhe qualquer visita de importância.
  6. Jerusalem_Jesus_timeJerusalém é mencionada mais de 700 vezes no Tanach (Bíblia), as Escrituras Sagradas dos judeus. Jerusalém não é mencionada uma vez sequer no Alcorão.
  7. O Rei Davi fez de Jerusalém a capital de Israel e seu filho, Salomão, estabeleceu, onde hoje fica a Esplanada das Mesquitas, o Grande Templo, muito antes do surgimento do Islã.
  8. Judeus rezam três vezes por dia em direção a Jerusalém. Muçulmanos rezam cinco vezes ao dia… para Meca!
  9. Em 1948, os árabes foram encorajados pelos líderes árabes a deixar Israel - sendo-lhes prometida a eliminação dos judeus na região.
    68% foram embora sem jamais terem visto sequer um soldado israelense.
  10. Os refugiados judeus foram forçados a fugir dos países árabes por causa da brutalidade, perseguição e pogroms (atentados organizados).
  11. O número de refugiados árabes que deixaram Israel em 1948 é estimado em cerca de 630.000.
    Estima-se que o número de refugiados judeus dos países árabes é o mesmo (muitos dos quais compõem a grande comunidade Sefaradita de São Paulo, por exemplo).
  12. Não existe língua palestina.
    Não há uma cultura especificamente palestina.
    Jamais existiu um país chamado Palestina, governado por palestinos.
    Na realidade, a palavra Palestina como área geográfica vem de Filisteus (um dos sete povos que habitaram a região durante o período bíblico e que há muito deixaram de existir). O nome foi dado à região pelos romanos, em 70 E.C., como forma de ultrajar os judeus derrotados por Roma, pois sempre houve conflitos entre os filisteus e os israelitas da Antiguidade. Era conhecida por Filistina.
  13. Palestinos são árabes e não há distinção cultural, física, linguística, musical, literária ou política dos jordanianos, sírios, libaneses, etc.
    O próprio Yasser Arafat, líder terrorista que era o Bin Laden dos anos 1970 e fundou a OLP e outras organizações, era, na verdade, um egípcio.
  14. Israel representa um décimo de 1% do total das terras do Oriente Médio. Os árabes controlam 99,9% da região!
    Será impossível os países árabes e muçulmanos doarem um pedaço para os "palestinos"? Tem que ser Israel, e tem que ser Jerusalém?
  15. Os palestinos ocupam hoje a chamada Faixa de Gaza, exatamente a mesma região ocupada por seus supostos ancestrais, os filisteus dos tempos bíblicos.
    Os filisteus nunca chegaram nem perto de Jerusalém. Por que os filisteus de hoje querem por que querem que Jerusalém seja sua capital?
  16. A pseudo-opinião pública mundial condena Israel por fechar as fronteiras de Gaza. Gaza faz fronteira ao sul com o Egito (igualmente de maioria árabe e muçulmana) e a leste com o Mar Mediterrâneo.
    Por que o Egito e outros países – árabes, inclusive – não usam essas passagens naturais para acudir seus "irmãos" e fornecer alimentos e água? Mas quando Israel detona túneis usados para contrabandear armas, todos protestam na ONU.
  17. É fácil ver onde termina Israel e começa GazaSe você está lendo este texto é por que tem acesso à Internet. Vá a algum site que mostre fotos de satélite e veja que dentro das fronteiras de Israel (mesmo sem ver as linhas que são vistas nos mapas escolares) a cor predominante é de verde, que indica terra fértil. Mas do outro lado da fronteira é só deserto.
    Por que os países árabes, multimilionários graças ao petróleo, não tratam de melhorar as condições desse deserto – Gaza inclusive – e assim proporcionam melhor qualidade de vida a seus "irmãos"?
  18. A terra hoje ocupada por Israel ficou deserta por 19 séculos desde o ano 70 até 1948.
    Por que os "palestinos" não fizeram dela seu território e de Jerusalém sua capital nesse espaço de tempo?
  19. Não se vê israelenses queimando bandeiras árabesIsrael reconhece o direito dos palestinos à terra, mas os palestinos não reconhecem o direito de Israel sequer à existência!
  20. Israel nunca decretou "dia do ódio aos palestinos", mas o Hamas decretou o "dia do ódio a Israel".
    Você não vê judeus queimando bandeiras de nações árabes, mas o contrário…
  21. Antes de dizer que os judeus agem como os nazistas, verifique quem é que anda dizendo que os judeus devem ser varridos do mapa, exatamente como Hitler há 60 anos.
   Devemos sempre condenar a violência, de parte a parte, sempre defendendo o direito à vida e à propriedade, mas temos que ter ciência dos fatos reais para podermos opinar com justiça.
   Precisamos deixar de lado preconceitos e falácias divulgados pela mídia. Vamos juntos orar pela paz no Oriente Médio, até que venha o Rei da Paz!
Para maiores informações: Notícias de Sião


Acusar a Deus?

Acusar a Deus?



Pergunta: “Recentemente ouvi o ensino de que não devemos apenas falar a Deus sobre nossos problemas e dificuldades, mas que também devemos questioná-lO quando não entendemos Sua maneira de dirigir nossa vida. Podemos realmente fazer isso?”
Resposta: O que tentaram lhe ensinar é simplesmente abalador! Nós também já ouvimos esse tipo de afirmação. A arrogância humana, camuflada como cristianismo, parece não conhecer limites! Quem tem coragem de falar dessa forma deveria ser questionado se, afinal, entendeu alguma coisa a respeito das verdades bíblicas sobre a santidade absoluta de Deus e a pecaminosidade e pequenez humanas. O Senhor já lamentou através do profeta Isaías: “Que perversidade a vossa! Como se o oleiro fosse igual ao barro, e a obra dissesse ao seu artífice: Ele não me fez; e a coisa feita dissesse do seu oleiro: Ele nada sabe” (Is 29.16). Em Isaías 45.9 lemos um “ai” para todos que se atrevem a falar com Deus dessa maneira: “Ai daquele que contende com o seu Criador! E não passa de um caco de barro entre outros cacos. Acaso, dirá o barro ao que lhe dá forma: Que fazes? Ou: A tua obra não tem alça.”
Em Números 14.1ss vemos de maneira muito clara quanto Deus leva a sério a rebeldia e como o “ai’ acima citado se aplica na prática: os espias que haviam saído a explorar a Terra Prometida voltaram ao acampamento israelita com um relatório arrasador. Eles tinham visto gigantes e sentiam-se como gafanhotos diante deles (Nm 13.32-44). Com suas palavras, que excluíam por completo o poder ilimitado de Deus, eles influenciaram negativamente todo o povo. E o povo reagiu imediatamente com reclamações, murmurações e gritaria – primeiro contra Moisés e Arão, e depois contra o próprio Deus: “E por que nos traz o Senhor a esta terra, para cairmos à espada e para que nossas mulheres e nossas crianças sejam por presa? Não nos seria melhor voltarmos para o Egito?” (Nm 14.3). Quais foram as conseqüências? Se Moisés não se tivesse colocado na brecha e intercedido pelos israelitas, de maneira comovente e sem poupar a si mesmo, o povo teria sido aniquilado (a respeito, leia com atenção todo o capítulo 14 de Números)!
Certamente podemos clamar a Deus, falar-Lhe dos nossos problemas, podemos chorar e suplicar por Sua intervenção, mas jamais temos o direito de exigir algo dEle ou de cobrar dEle a razão porque agiu de uma maneira que não nos agrada. É um atrevimento sem medida tentarmos, em oração, obrigar Deus a fazer a nossa vontade. Quem se atrever a fazê-lo será vergonhosamente frustrado! Em Isaías 6.3 os serafins clamam: “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória”. Os quatro seres viventes de Apocalipse 4.8 também proclamam a santidade e o poder de Deus, dizendo: “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir.”
Que verdadeiro arrependimento e temor de Deus tomem conta dos corações daqueles que ousam aproximar-se de Deus de maneira atrevida e arrogante! Ainda é tempo de voltarem atrás e de buscarem a Sua graça! (Elsbeth Vetsch - http://www.chamada.com.br)

Satanás mudou a doutrina do amor ao próximo. Quem disse que eu não posso julgar alguém? Jesus que não foi!

Por favor, acho que todos devem ler este texto, porque tenho visto muitas pessoas dizendo que não podemos julgar, que todos são filhos de Deus, etc... Isto é mentira de Satanás, leiam a Bíblia, mas leiam do início ao fim, como um livro, é a nossa história, só então você saberá se é ou não um filho de Deus, só então você saberá de onde viemos e para onde vamos, só então você compreenderá a história da humanidade. Deixem a cegueira de lado e se voltem para Deus, porque o tempo do fim está próximo, e para os que dizem que este mundo não vai terminar nunca, acho bom começarem a ler a Bíblia muito rápido e pedir sabedoria para Deus para que compreendam, porque ler sem prestar atenção também não vai lhe adiantar de nada. Jesus está voltando e o Tempo da Graça está se findando. Este mundo vai acabar sim e no maior sofrimento que já existiu e jamais existirá. Aos que duvidam, aguardem e verão.
 
 
Escrevemos sobre assuntos polêmicos essas últimas semanas e tivemos muitos comentários, o que nos motivou a escrever sobre esse tema.

Existe uma concepção errada sobre o que é o amor ao próximo. Os cristãos foram condicionados a acreditar que o amor que Cristo pregou foi um amor de inclusão, ecumênico e tolerante, mas isso não alinha com as Escrituras. Amar não é passar a “mão na cabeça”.

Ama quem sabe falar sim, mas também sabe falar não! Hoje em dia, quem critica uma crença, doutrina ou escolha, é considerada uma pessoa que não ama. No post que fizemos sobre homossexualismo, nos posicionamos severamente contra o pecado e por isso fomos muito criticados pelos próprios ditos “cristãos”, que dizem não estarmos “andando em amor”. Isso é estúpido, pois muitos falam que Jesus pregou o amor ao próximo, mas eles mesmos não entendem o que significa esse amor.

Você odeia seu filho quando chama sua atenção? Você odeia seu amigo ao repreendê-lo por ter feito alguma besteira? Eu odeio meu irmão em Cristo quando falo a verdade pra ele? O amor é cego e inconsequente?

Para Jesus, amar é exortar, ensinar, corrigir e ajudar o próximo! Ele jamais fez “vista grossa” para os problemas que estavam acontecendo e nunca deixou de expressar sua posição sobre qualquer assunto. Cristo NUNCA pregou ecumenismo e paz, mas sim amor e espada. Satanás, como sempre, distorceu o que o Salvador ensinou. Hoje em dia, se falarmos qualquer coisa contra um pastor, líder, cristão, espírita, homossexual ou até um ateu, somos chamados de juízes. Eles argumentam dizendo que a “bíblia diz”: “Não julgues para não seres julgados”. Quem diz isso é MENTIROSO. Jamais fomos ensinados a não julgar e sim, a manter nossa vida limpa diante do Criador para não sermos julgados nas mesmas coisas que estamos julgando.

Por exemplo, se eu julgo um irmão por ser idólatra e beberrão e praticar as mesmas coisas, eu também serei julgado e ainda mais severamente. Agora, se eu julgá-lo e estiver com minha vida limpa, estarei amando e ajudando esse irmão a voltar para os caminhos de Deus e JAMAIS serei julgado por isso.

Não julguem, para que vocês não sejam julgados. Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês. Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho?

Como você pode dizer ao seu irmão: Deixe-me tirar o cisco do seu olho, quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão. (Mateus 7)

Essa doutrina foi baseada apenas na primeira parte, mas continue lendo e verá que na verdade Jesus nos ensina como devemos julgar. O que não podemos fazer é condenar alguém para a perdição, mas julgar e criticar condutas, isso é parte vital do cristianismo. Como posso corrigir um cristão idólatra, sem falar que ele está errado na sua idolatria? Pequei por ter falado a verdade?

Paulo também ensina sobre esse tema em Romanos 2:

Portanto, você, que julga os outros é indesculpável; pois está condenando a si mesmo naquilo em que julga, visto que você, que julga, pratica as mesmas coisas. Sabemos que o juízo de Deus contra os que praticam tais coisas é conforme a verdade.

Ele continua assim…

Então você, que ensina os outros, não ensina a si mesmo? Você, que prega contra o furto, furta? Você, que diz que não se deve adulterar, adultera? Você, que detesta ídolos, rouba-lhes os templos?

Deus detesta esse tipo de julgamento. Quando pregamos contra algo que praticamos, somos hipócritas, mas quando julgamos e estamos andando retamente… somos sal e luz! O que não podemos fazer é julgar um irmão por comida ou bebida, como fazem alguns, pois o Reino do Deus Eterno não é isso segundo as escrituras. (Romanos 14)

Porque outrora vocês eram trevas, mas agora são luz no Senhor. Vivam como filhos da luz, pois o fruto da luz consiste em toda bondade, justiça e verdade e aprendam a discernir o que é agradável ao Senhor.

Não participem das obras infrutíferas das trevas; antes, exponham-nas à luz. Porque aquilo que eles fazem em oculto, até mencionar é vergonhoso. Mas, tudo o que é exposto pela luz torna-se visível, pois a luz torna visíveis todas as coisas. (Efésios 5)

Como você vai expor alguma prática ou pessoa à luz sem primeiro julgá-la pelas trevas que ela está vivendo? Se você acredita que o amor consiste apenas em oração e aceitação, você precisa ler os evangelhos e verá que Jesus pregou muito mais condenação do que salvação. Ele confrontou TODOS os pecadores que chegaram até ele. Alguns dizem: não fale assim, Deus é amor. Sim, mas ele também é Justo, Santo e tardio em se irar. Isso não quer dizer que Ele não se ira.

Todos os grandes profetas e pregadores nas escrituras eram ousados e falavam o que Deus tinha pra falar na “lata”, sem cortes nem edição. Hoje temos uma epidemia de cristãos moles, inseguros e sem ousadia. Ministérios de jovens que só fazem churrascos, piqueniques e acampamentos, mas nada de falar: Ei, você se diz cristão, mas ouve lady gaga, ou, Ei você se diz cristão, mas continua dormindo com sua namorada! “Jovens” barbados de 30 anos participando de cervejadas e fazendo todo tipo de idiotice, mas continuam cantando e dançando nas igrejas.

Onde estão os homens e mulheres de Deus? Onde estão os imitadores de Cristo? Jesus não era esse Cristo ecumênico que fazia carinho nas ovelhinhas, que se vestia como uma mulherzinha e tinha cabelos compridos e olhos azuis, parecendo um ator de cinema. O verdadeiro Jesus era e é um homem santo, puro, vivo e direto. Que ama, cura, salva, mas o que poucos se lembram, ele também julga!

Pois, da mesma forma que o Pai ressuscita os mortos e lhes dá vida, o Filho também dá vida a quem ele quer dá-la. Além disso, o Pai a ninguém julga, mas confiou todo julgamento ao Filho, para que todos honrem o Filho como honram o Pai. Aquele que não honra o Filho, também não honra o Pai que o enviou. Eu lhes asseguro: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para a vida.

Eu lhes afirmo que está chegando a hora, e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e aqueles que a ouvirem, viverão. Pois, da mesma forma como o Pai tem vida em si mesmo, ele concedeu ao Filho ter vida em si mesmo. E deu-lhe autoridade para julgar, porque é o Filho do homem. (João 5)

Cristo confrontou os fariseus e hoje, continua nos confrontando para voltarmos ao seu evangelho puro e eficaz. A igreja se tornou um clube de fofocas e apenas uma formalidade, onde as pessoas não têm coragem de se posicionar e/ou exortar um irmão. Entenda de uma vez por todas que para amar é preciso ter coragem e fazer o que Jesus fez, trazer correção para que as pessoas entrem ou voltem para a porta estreita e ao caminho apertado.

Jesus, o maior Amor

Não julgueis...??

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É necessário conhecermos a Palavra de Deus, e dEla termos entendimento, para nos precaver de não ser exemplo daquela passagem de 2Timóteo 3, quando diz que “aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade”...

Somente conhecer e usar versículos sem saber o entendimento pelo qual estes versículos têm seu fim, é pior do que não conhecer a Palavra de Deus [“Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado” – 2Pedro 2], e muitos têm entrado por este caminho e usado versículos isolados de toda e qualquer maneira, seja para justificar uma coisa que não condiz com a sã doutrina bíblica, seja para, chegando ao cúmulo, de atacar ou agredir a outrem...

Sempre que trazemos mensagens e comentários contrários a muitas ações que existem dentro das “instituições religiosas com nome de igreja” (ou igrejas em geral, as evangélicas, por exemplo), aparecem os “santinhos” e com suas celebres frases querem nos qualificar de “juízes”, dizendo que estamos julgando as pessoas!!

Ora, ora, ora, como são faltosos em entendimento bíblico!!

Falam em demasia do “não julgueis”, mas, é imperioso que entendamos do que se fala, por que na realidade bíblica, o SENHOR nos ordena ao “juízo”:

Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça” [João 7];

Portanto, o entendimento bíblico qualifica que o SENHOR está nos ordenando que comparemos as atitudes das pessoas com a Sua reta justiça, ou seja, quando mostramos estas aberrações religiosas, por exemplo, as sessões de descarrego, ou os pula pula com gritarias histéricas nos cultos, ou a cobrança indevida de dízimos... quando assim denunciamos, estamos trazendo juízo pelo Palavra de Deus, ou se preferir, não estamos condenando ninguém mas mostrando que eles estão errados diante o ensinamento bíblico...

... será que é fácil entender a diferença do “não julgueis” como juízes, mas, julgueis como mostrando a Verdade que liberta???

Aliás, o que estou tentando fazer está contido na Palavra de Deus, mostrar os erros e mentiras doutrinárias que encontramos em diversas “instituições religiosas com nome de igreja” (ou igrejas evangélicas, e em todas as demais igrejas e religiões) que estão usando, por exemplo, a obrigatoriedade dos dízimos aos mais simples para se enriquecerem:

Assim diz o SENHOR: "Exercei o juízo e a justiça, e livrai o espoliado da mão do opressor; e não oprimais ao estrangeiro, nem ao órfão, nem à viúva; não façais violência, nem derrameis sangue inocente neste lugar” [Jeremias 22];

Portanto, não sou hipócrita, pois, sei que tenho uma trave no meu olho que ainda me impede de ser perfeito [Mateus 7.3; Lucas 6.42], por que se a não tivesse, já teria partido para o SENHOR, mas, como ainda preciso perseverar na sã doutrina bíblica para chegar a salvação, falo e escrevo o que se encontra em minhas mensagens, e isto é por ordenança divina:

Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados” [Isaías 58].

E, também, assim falou o SENHOR dos Exércitos, dizendo: “Executai juízo verdadeiro, mostrai piedade e misericórdia cada um para com seu irmão... Estas são as coisas que deveis fazer: Falai a verdade cada um com o seu próximo; executai juízo de verdade e de paz nas vossas portas” [Zacarias 7 e 8].

Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.
Fraternalmente,  irmão James.
Jesus, o maior Amor