Você pode passar a sua vida sem Jesus, mas vai ser terrível morrer sem Ele!!!

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Paulo Junior:

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quinta-feira, 28 de junho de 2012

A santidade que Deus requer.


A santidade que Deus requer

Jeremias 18.1-6

Introdução:
           
Deus é Santo e requer santidade na vida de seus filhos. Através de um viver santo, a comunhão plena é estabelecida com o Pai e o redundar das bênçãos e maravilhas se fazem reais.
A mensagem profética que Deus ministrou a Jeremias nos mostra valores relevantes que precisam ser apreendidos e praticados por aqueles que desejam viver a santidade. Veremos na mensagem de hoje, as atitudes que são necessárias para caminharmos na direção da santidade que Deus requer.

Atitudes para alcançar a santidade que Deus requer...

I – Precisamos ouvir o Senhor (v.1)

            Não há como desenvolver uma vida de santidade sem primeiro ouvir a voz do Senhor. No texto que acabamos de ler, Deus fala a Jeremias e ao ouvir a voz do Senhor, todo um processo de cura para a nação de Israel foi ministrado da parte de Deus. Se quisermos viver na santidade que Deus requer, precisamos ouvir a voz do Senhor.

            Para ouvir Deus...

  • É preciso levantar-se (querer ouvir);

No texto a Palavra do Senhor é: Levanta-te! Levantar-se é uma atitude que implica que queremos de fato ouvir o que Deus tem a nos dizer.

  • É necessária uma tomada de decisão;

Levantar-se para ouvir Deus, implica também uma tomada de decisão. É a realidade de uma vida que entendeu o chamado do Senhor e numa postura de Fé, está tomando a decisão certa: "Eu quero ouvir ao Senhor e obedecer aos seus mandamentos".

  • É preciso sair do contexto em que se está;

O texto diz: "Levanta-te, e desce à casa do oleiro,". Para receber o melhor de Deus, Jeremias precisou sair do contexto em que estava.
Não há como ouvir a voz do Senhor permanecendo onde estamos. É necessário sair e caminhar na direção do Senhor para receber Dele o melhor para nossas vidas.

  • É preciso se humilhar (descer);

Precisamos nos levantar para descer! É descendo que nos quebrantamos e esvaziamos de nós mesmos. É descendo que reconheceremos nossas fragilidades e incapacidades.
Ouviremos claramente a voz do Senhor, quando nos humilharmos e quebrantados nos apresentarmos diante Dele. É desta forma que seremos ministrados pelo Espírito e levados a uma vida de santidade que agrada ao Senhor.
           
II – Precisamos ser dependentes do Senhor (v.3)

O vaso estava completamente nas mãos do oleiro. Todo o domínio e controle estavam nas mãos daquele que fazia o vaso.  A santidade está diretamente relacionada com a dependência que Deus requer de seus filhos. Ser dependente é passar uma procuração no plano espiritual para Deus dando a Ele o controle total de nossas vidas.
É desta forma que o Senhor irá encontrar as condições necessárias para fazer grandes coisas em nós e através de nós.

III – Precisamos reconhecer que somos suscetíveis a falhas e pecados (v.4)

            Num determinado momento nas mãos do oleiro o vaso se quebrou. Possivelmente uma rachadura que estava tirando a condição do vaso ser usado.
Como crentes, estamos suscetíveis a falhas e pecados. Estamos propensos a sermos encontrados vivendo com rachaduras espirituais. É através do reconhecimento de nossas falhas e pecados que será gerada em nós fé para recebermos do Senhor a cura que precisamos.

IV – Precisamos deixar Deus restaurar por completo nossas vidas. (v.6)
           
            O texto nos afirma que o oleiro tornou a fazer daquele vaso, outro perfeito. Quando reconhecemos nossas falhas, pecados e clamamos por cura e perdão do Senhor, Ele derrama sobre nós o seu sangue e nos limpa e restaura para o louvor da Sua glória.
O Oleiro santo que é Jesus tem toda a autoridade e poder para restaurar de forma plena a vida daqueles, que quebrantados, clamam por perdão.
Deus não desistiu de você! Ele quer restaurá-lo e usá-lo para fazer a diferença na sua geração.
                       
 Conclusão:

            Deus não usa vasos sujos e quebrados. Ele requer santidade na vida daqueles que professam a Cristo como Senhor e salvador de suas vidas. Contudo, para alcançar a santidade que Ele requer, precisamos: ouvir a voz do Senhor e numa postura de total dependência, reconhecer que somos suscetíveis a falhas e pecados. É assim que seremos encontrados quebrantados em Seu altar e recebendo Dele, a restauração completa para nossas vidas.
É desta forma que seremos encontrados Santificados e com condições plenas para sermos usados pelo Senhor.
           
Pr. Waldyr do Carmo



Como viver a nova vida em Cristo?

Em Novidade de Vida


"... assim andemos nós também em novidade de vida".
Romanos 6:4

Como viver a nova vida em Cristo:


Não digam palavras que fazem mal aos outros, mas usem apenas palavras boas, que ajudam os outros a crescer na fé e a conseguir o que necessitam, para que as coisas que vocês dizem façam bem aos que ouvem. E não façam com que o Espírito Santo de Deus fique triste. Pois o Espírito é a marca de propriedade de Deus colocada em vocês, a qual é a garantia de que chegará o dia em que Deus os libertará. Abandonem toda amargura, todo ódio e toda raiva. Nada de gritarias, insultos e maldades! Pelo contrário, sejam bons e atenciosos uns para com os outros. E perdoem uns aos outros, assim como Deus, por meio de Cristo, perdoou vocês. (EFÉSIOS 4.29-32)

Vamos aproveitar nossa semana?

Uma forma simples e, sem dúvida, maravilhosa de chegar a conhecer a Deus é "passar tempo a sós com Ele", lendo a Bíblia e conversando com ele através da oração. É o fato que costumamos chamar de devocional. Talvez o melhor tempo para você seja pela manhã, talvez à tarde ou à noite. Não importa, o que realmente importa é que você tenha horário com Deus para edificar sua vida. E qualquer que seja o tempo é importante que ele seja constante. Por exemplo, Jesus se levantava de madrugada para orar e procurava um lugar onde houvesse silêncio, o que é uma boa ideia para nós! (Marcos 1:35)

É claro que não precisa ser de madrugada, mas você pode pensar em um lugar e um tempo específico para passar a sós com Deus diariamente. Aqui vão algumas sugestões práticas para que seu tempo devocional seja proveitoso:

ORE. Comece com uma breve oração pedindo a Deus benção para este tempo com Ele.

LEIA. É hora de ler a Palavra de Deus, que é a Bíblia. O evangelho de João é um bom começo para você se familiarizar com ela.

MEDITE. Meditar significa simplesmente pensar seriamente a respeito das coisas espirituais e sobre o que acabou e ler. Meditar no que está lendo é pensar profundamente acerca de Deus.

TESTEMUNHE: Faça um compromisso de testemunhar de Jesus pelo menos para uma pessoa por dia.

Deus te abençoe.

Pastor Gerson Luiz

(texto desconhecido e adaptado)


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SEREI ARREBATADO EM TEMPO MUITO BREVE!! Conto com tua companhia para esse evento!!!

http://jesusofinaldetudo.blogspot.com/

http://jesusofinaldetudo.wordpress.com/

"E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna" ( 1 Jo 5:20 ).

"Porque, se anuncio o Evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o Evangelho!"  1 Cor 9:16

Não repassem mensagens com conteúdo que desagrade a Deus (pornografias, idolatrias, etc...), vai chegar o dia em que você lamentará por ter feito isso.

"ISRAEL É O PONTEIRO NO RELÓGIO MUNDIAL DE DEUS".

quarta-feira, 27 de junho de 2012

O desafio de seguir a Jesus.

O desafio de seguir a Jesus

"... Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me." (Mc 8.34.b)
            "Se alguém..." O desafio de seguir a Jesus tem início quando voluntariamente me proponho a segui-lo. Cristo jamais irá obrigar alguém a ser seu seguidor. Contudo, uma vez tendo aceitado o desafio, algumas atitudes precisam ser vivenciadas.
A primeira mencionada por Jesus é negar a si mesmo. Ele nos mostra que segui-lo é ser confrontado com os desejos de nossa carne. É preciso mortificar tudo o que alimenta a minha carne e me afasta dos valores de Deus. A inclinação da carne é para o pecado e viver em pecados é estar sendo encontrado afastado do Senhor. Portanto, não há como seguir a Jesus satisfazendo os desejos da carne.
Cristo também nos afirma que precisamos tomar a cada dia a nossa cruz. O que Ele nos revela com a cruz é que cada servo dele tem uma missão, uma responsabilidade a ser cumprida na terra. Qual é a sua cruz? Que obra Deus tem confiado a você? Para ser um seguidor autêntico de Deus na terra, precisamos a cada dia tomar a nossa cruz e caminhar rumo a nossa vitória.
A última atitude que Ele nos apresenta é a de "segui-lo". Ele diz: "Siga-me". É preciso convicção plena de que uma vez de tendo atendido ao convite do Mestre, não podemos parar! É por isso que Ele nos diz em Lucas 9.62 "... Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus." O olhar do crente é pra frente onde Cristo está, pois Ele é o nosso alvo.
Há uma missão, uma história a ser construída para marcar a nossa geração com a glória do Senhor. Isso é seguir a Jesus, é ser encontrado como instrumento eficaz que glorifica o nome do Senhor, através do cumprimento dos Seus propósitos.
Você já disse "sim" para Cristo? Já aceitou o desafio de segui-lo? Se ainda não o fez, faça-o agora e viva uma grande história de aventuras com o Mestre Jesus.
Pr. Waldyr Silva do Carmo
                                                                                                prwaldyrcarmo@yahoo.com.br

Não temas, creia somente! 

LEMBRE-SE SEMPRE QUE O TEMPO E A VONTADE SÃO DE DEUS, ELE PERMITE SOMENTE O 

QUE FOR DA VONTADE DELE E NO TEMPO DELE.

"Mas Jesus, sem acudir a tais palavras, disse ao chefe da sinagoga: Não temas, crê somente." (Mc 5.36)
             Um pouco antes de Jesus curar a mulher do fluxo de sangue (Mc 5.24), um homem chamado Jairo, chefe da sinagoga, havia prostrado aos pés do Mestre e suplicado a cura de sua filha, que estava muito enferma. No caminho até a casa de Jairo, em meio à grande multidão que os acompanhava, a mulher do fluxo tocou em Jesus e foi curada. Foi nesse momento que alguns dos que eram da casa de Jairo chegaram e pediram que ele não incomodasse o Mestre, pois a menina já havia morrido. Ao ouvi-los, Jesus fez uma poderosa declaração a Jairo: "não temas, crê somente".
Para Jairo, humanamente tudo estava acabado, já não havia mais esperanças. Mas para o Cristo que tem o poder sobre a vida e a morte a menina estava apenas dormindo, pois para Ele não há impossíveis! Chegando à casa de Jairo, com o Seu poder sobrenatural, tomou a menina que estava morta pela mão e disse: Talitá cumi! (Menina, eu te ordeno, levanta-te!) "Imediatamente, a menina se levantou e pôs-se a andar" (Mc 5.42a); A Bíblia nos afirma que todos ficaram sobremaneira admirados; eles ficaram impressionados diante do impossível que Cristo realizou.
Jairo empreendeu uma caminhada para se encontrar com Cristo na busca da cura de sua filha. No meio da caminhada, usando todas as suas forças na suplica pela cura, ele ouve a notícia de que a filha havia morrido. Quando Jesus afirma para ele: "Não temas, crê somente" – Em outras Palavras é como se Cristo estivesse dizendo: "Jairo! Você já caminhou até aqui! Não desanimes, pois, você já chegou até a metade do caminho. Continue firme! Vamos em frente! Daqui a pouco você chegará ao final de sua caminha e verá a glória de Deus sendo manifestada, trazendo a resposta que o seu coração anseia".
Sabe irmão; muitas vezes quando chegamos à metade de nossa caminhada na busca do milagre, alguém se apresenta nos dizendo que já não há mais solução para o nosso problema. É justamente nesse momento quando estamos no meio da caminhada e achamos que já não há mais solução, é que ouvimos a voz do Senhor a nos dizer: Não tenha medo! Creia! Esse é o momento que Cristo toma a direção completa da nossa vida e junto de nós, caminha para nos declarar a vitória.
Não sei qual tem sido a sua grande luta, o seu grande conflito. Mas tenho certeza plena de que há "Um" que pode respondê-lo de forma sobrenatural: O Seu nome é JESUS; Ele tem a palavra que muda a história da sua vida. Não temas, creia somente.
Pr. Waldyr Silva do Carmo
                                                                                                prwaldyrcarmo@yahoo.com.br

segunda-feira, 18 de junho de 2012

JESUS, a verdade absoluta.


         Gostaríamos de poder fazer com que as pessoas (não crentes) que nos lêem acordassem da letargia espiritual em que se encontram, e sentissem o toque especial da vida abundante que nos dá gratuitamente o Senhor JESUS.

Muitos nos julgam erroneamente por pensarem que estamos empurrando mais religião em suas vidas, quando só estamos falando de verdades bíblicas que nos libertam da religiosidade.
         Na verdade, a nossa intenção é despertar o interesse de todos para uma vida plena.
         Todos os que já foram despertados por Deus, agora são colocados como atalaias.
         Seguramente, naquele grande dia final, do qual nenhum incrédulo escapará, não se ouvirá nenhuma desculpa do tipo “Ninguém me falou sobre isso”.
         As verdades bíblicas estão sendo anunciadas nos quatro cantos da Terra, para que todos saibam que a salvação é adquirida por cada pessoa individualmente, sendo que nenhum de nós já nasceu cristão, nem podemos comprar a salvação com boas obras.
         Anunciamos verdades que mostram que todos devemos nascer de novo pela Palavra de Deus, através da fé em JESUS.
         São verdades absolutas que indicam somente um caminho que conduz ao Céu: JESUS.
         São verdades bíblicas incontestáveis, de Gênesis a Apocalipse, que nos apontam somente um Salvador na pessoa bendita de JESUS, o Cristo vivo e ressurreto.
         Entretanto, sabemos que há muitos brincalhões, escarnecedores que não desejam aceitar esta verdade absoluta (JESUS), e querem que os deixemos em paz.
         Realmente, esses estão mesmo em “paz” consigo mesmos.
         Eles têm uma paz aparente encontrada nos prazeres carnais.
        Uma paz instantânea que se dissipa como a fumaceira das noitadas barulhentas.
         Paz? Ora, “para os ímpios não há paz, diz o Senhor” (Isaías 48.22).
         Meu amigo, se você tem ouvidos, ouça.
         É mais lógico crer na Palavra de Deus do que na palavra de homens.
“As coisas invisíveis de Deus, desde a CRIAÇÃO (e não EVOLUÇÃO) do mundo, tanto o seu eterno poder como a sua divindade, se entendem e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que os homens fiquem indesculpáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, em seus discursos se desvaneceram, e os seus corações insensatos se obscureceram. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Pelo que também Deus os entregou às concupiscências dos seus corações, à imundície, para desonrarem os seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais à criatura do que o Criador, que é bendito eternamente (Romanos 1:20-25).

         Exortamos a todos, que creiam definitivamente na Palavra de Deus, e parem de praticar rituais que desagradam ao Deus vivo.
         Concluindo, precisamos todos saber que “Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, MANDA agora a todos homens, em todo lugar, que se arrependam;
        Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo por meio de Jesus” (Atos 17:30).
         Portanto, que ninguém venha falar depois: “Por que alguém não me falou sobre essas coisas?”


Autor: Adail Campelo de Abreu

terça-feira, 12 de junho de 2012

Distinção entre o Arrebatamento e a Segunda Vinda.


“E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras... Certamente, venho sem demora” (Ap 22.12,20).


O encontro nos ares

Essas palavras, as últimas de Cristo que foram registradas por escrito, confirmam Sua promessa anterior: “...voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou, estejais vós também” (Jo 14.3). Paulo faz referência ao cumprimento dessa promessa: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, ...e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; ...depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1 Ts 4.16-17).


Como resposta a essas promessas de Cristo, “o Espírito e a noiva dizem: Vem!” (Ap 22.17); ao que João adiciona, jubilante: “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22.20b). Quem é essa Noiva? Após declarar que esposo e esposa são “uma só carne”, Paulo explica: “Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja” (Ef 5.32).
A qualquer momento
As palavras de Cristo, do mesmo modo como as de João, do Espírito e da Noiva, não fariam sentido se essa vinda para levar os crentes para Si mesmo tivesse que esperar a revelação do Anticristo (perspectiva pré-ira) ou a consumação da Grande Tribulação (perspectiva pós-tribulacionista). Uma vinda de Cristo “pós-qualquer coisa” para Sua Noiva simplesmente não se encaixa nessas palavras das Escrituras. Afirmar que a Grande Tribulação deve ocorrer primeiro, para que o Espírito e a Noiva digam: “Vem, Senhor Jesus”, é como exigir o pagamento de uma dívida que vai vencer somente em sete anos!


Um Arrebatamento “pós-qualquer coisa” vai contra várias passagens das Escrituras que demandam claramente a vinda de Cristo a qualquer momento (iminente). O próprio Jesus disse: “Cingido esteja o vosso corpo, e acesas as vossas candeias, sede vós semelhantes a homens que esperam o seu senhor” (Lc 12.35,36a). Esse mandamento seria ridículo se Cristo pudesse vir para o Arrebatamento apenas após os sete anos da Tribulação.


A vinda que a Noiva de Cristo tanto deseja levará à ressurreição dos mortos e à transformação dos corpos dos vivos. Isso fica bem claro não somente em 1 Tessalonicenses 4, mas também através de outras passagens: “...de onde (os céus) aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória” (Fp 3.20-21). Muitas outras passagens também incentivam os crentes a vigiar e esperar com intensa expectativa. Essas exortações somente fazem sentido se a possibilidade de Cristo levar Sua Noiva para o céu puder ocorrer a qualquer momento: “...aguardando vós a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Co 1.7); “...deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro, e para aguardardes dos céus o Seu Filho...” (1 Ts 1.9-10); “...aguardando a bendita esperança e a manifestação do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” (Tt 2.13); “...aparecerá segunda vez ...aos que o aguardam para a salvação” (Hb 9.28); “Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor” (Tg 5.7).

Diferentes opiniões sobre o Arrebatamento não afetam a salvação, mas deveríamos procurar entender o que a Bíblia diz. A Igreja primitiva estava claramente esperando o Senhor a qualquer momento. Estar vigiando e esperando por Cristo, se o Anticristo deve aparecer primeiro, é como esperar o Pentecoste antes da Páscoa. No entanto, Cristo exortou: “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mt 25.13); “...para que, vindo ele inesperadamente, não vos ache dormindo. O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai” (Mc 13.36-37).

A surpresa da Sua vinda
A seguinte afirmação de Jesus também não se encaixa numa vinda pós-tribulacionista: “Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mt 24.44). É absurdo imaginar que qualquer pessoa sobrevivente da Grande Tribulação, que tenha visto os eventos profetizados (as pragas e julgamentos derramados na terra; a imagem do Anticristo no Templo; a marca da besta imposta a todos que quiserem comprar e vender; as duas testemunhas testificando em Jerusalém, sendo mortas, ressuscitadas e levadas ao céu; Jerusalém cercada pelos exércitos do mundo, etc.), tendo contado os 1260 dias (3 anos e meio) de duração da segunda metade da Grande Tribulação (preditos em Apocalipse 11.2-3;12.14), poderia imaginar naquela hora que Cristo não estaria a ponto de retornar! Após todos esses acontecimentos, isso será por demais evidente. Portanto, simplesmente não há como reconciliar uma vinda de Cristo pós-tribulacionista com Seu aviso de que virá quando não estiver sendo esperado.


Distinção entre Arrebatamento e Segunda Vinda

Somente essa afirmação já distingue o Arrebatamento (a retirada da Igreja da terra para o céu) da Segunda Vinda (para resgatar Israel durante o Armagedom); pois este último acontecimento não vai surpreender quase ninguém. Contrastando com Seu aviso de que mesmo muitos na Igreja não O estarão esperando, as Escrituras anunciam outra vinda de Cristo quando todos os sinais já tiverem sido cumpridos e todos souberem que Ele está voltando. A um Israel descrente, Cristo declarou: “Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas” (Mt 24.33). Até o Anticristo saberá: “E vi a besta e os reis da terra, com os seus exércitos, congregados para pelejarem contra aquele que estava montado no cavalo e contra o Seu exército” (Ap 19.19).


Ou Cristo está se contradizendo (impossível!), ou Ele está falando de dois eventos. Jesus disse que virá num tempo de paz e prosperidade quando até Sua Noiva não estará esperando por Ele: “Ficai também vós apercebidos, porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Lc 12.40). Não somente as [virgens] néscias, mas até as sábias estarão dormindo: “E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram” (Mt 25.5).

No entanto, a Escritura diz que o Messias virá quando o mundo estiver quase destruído pela guerra, fome e os juízos de Deus, e quando Israel estiver quase derrotado. Então, Yahweh declara: “olharão para aquele a quem traspassaram” (Zc 12.10b), e todos os judeus vivos na terra reconhecerão seu Messias que retornará como “Deus forte, Pai da Eternidade” (Is 9.6): exatamente como os profetas previram, Ele veio como homem, morreu pelos seus pecados, e retornará, dessa vez para salvar Israel. Sobre esse momento culminante, Cristo declara: “Aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo” (Mt 24.13). Paulo adiciona: “...todo o Israel [ainda vivo] será salvo”... (Rm 11.26).


Dois eventos distintos

Não podemos escapar ao fato de que duas vindas de Cristo ainda se darão no futuro: uma que surpreenderá até mesmo Sua Noiva e outra que não será uma surpresa para quase ninguém. As duas não podem ser o mesmo evento. Mas onde o Novo Testamento diz que ainda há duas vindas a serem cumpridas? Todo cristão crê em duas vindas de Cristo: Ele veio uma vez à terra, morreu pelos nossos pecados, ressuscitou dentre os mortos, retornou ao céu e voltará. Contudo, em nenhum lugar o Antigo Testamento diz que haveria duas vindas distintas.

Esse fato causou confusão para os rabinos, para os discípulos de Cristo e até para João Batista, que era “cheio do Espírito Santo, já do ventre materno” (Lc 1.15, 41,44), João tinha testificado que Jesus era “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). No entanto, este último dos profetas do Velho Testamento, de quem não havia ninguém maior “nascido de mulher” (Lc 7.28), começou a duvidar: “És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?” (Mt 11.3).

Somente uma vinda do Messias era esperada. Ele iria resgatar Israel e estabelecer Seu Reino sobre o trono de Davi em Jerusalém. Por essa razão os rabinos, os soldados e a multidão zombaram dEle na cruz (Mt 27.40-44; Mc 15.18-20; 29-32; Lc 23.35-37). Apesar de todos os milagres que Jesus tinha feito, os discípulos, da mesma forma, tomaram Sua crucificação como a prova conclusiva de que Ele não poderia ter sido o Messias. Os dois na estrada de Emaús disseram: “...nós esperávamos que fosse Ele quem havia de redimir Israel” (Lc 24.19-21) – mas agora Ele estava morto.

Cristo os repreendeu por não crerem “tudo o que os profetas disseram!” (Lc 24.25). Este era o problema comum: deixar de considerar todas as profecias. Israel tinha uma compreensão unilateral da vinda do Messias (e continua assim atualmente), que lhe permitia ver apenas Seu reino triunfante e o deixava cego para Seu sacrifício pelo pecado. Até mesmo muitos cristãos estão tão obcecados com pensamentos de “conquista” e “domínio” que imaginam ser responsabilidade da Igreja dominar o mundo e estabelecer o Reino de Deus, para que o Rei possa retornar à terra para reinar. Eles se esquecem da promessa que Ele fez à Sua Noiva de levá-la ao céu, de onde ela voltará com Ele para ajudá-lO a governar o mundo.


O Arrebatamento ocorrerá antes da Tribulação

Como poderia Cristo executar julgamento sobre a terra, vindo do céu “entre suas santas miríades (multidões de santos)” (Jd 14), se primeiro não as tivesse levado para o céu? Aqui temos outra razão para um Arrebatamento anterior à Tribulação. Incrivelmente, Michael Horton, em seu livro “Putting Amazing Back into Grace”, imagina que 1 Tessalonicenses 4.14 (“assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem”) refere-se à Segunda Vinda de Cristo “com os santos”. Ao contrário, na ocasião do Arrebatamento Jesus trará a alma e o espírito dos cristãos fisicamente mortos para serem reunidos com seus corpos na ressurreição, levando-os para o céu juntamente com os vivos transformados. Na Segunda Vinda Ele trará consigo de volta à terra os santos vivos, que já foram ressuscitados e previamente levados ao céu no Arrebatamento.

Antes da volta de Cristo com os Seus santos haverá a celebração das Bodas do Cordeiro com Sua Noiva (Ap 19.7). Tendo passado pelo Tribunal de Cristo (1 Co 3.12-15); (2 Co 5.10 ), os santos estarão vestidos de linho fino, branco e puro (Ap 19.8). Certamente eles devem ser também o exército vestido de linho fino, branco e puro (Ap 19.14) que virá com Cristo para destruir o Anticristo. Quando eles foram levados ao céu? É claro que isso não ocorrerá durante a própria Segunda Vinda, pois não haveria tempo suficiente nem para o Tribunal de Cristo, nem para as Bodas do Cordeiro. O Arrebatamento deve ter ocorrido anteriormente.

Aqueles que estão com seus pés plantados na terra, esperando encontrar um “Cristo”, esquecem que o verdadeiro Cristo virá nos buscar para nos encontrarmos com Ele nos ares e nos levará para a casa de Seu Pai. Eles se esquecem também que o Anticristo estabelecerá um reino terreno antes que o verdadeiro Rei volte para reinar. Infelizmente, os que se empenham em estabelecer um reino nesta terra estão preparando o mundo para o reino fraudulento do “homem do pecado”.


A Escritura registra duas vindas

Como alguém nos tempos do Velho Testamento poderia saber que haveria duas vindas do Messias? Somente por implicação. Ou os profetas se contradisseram quando profetizaram que o Messias seria rejeitado e crucificado e que Ele também seria proclamado Rei sobre o trono de Davi para sempre, ou eles falavam de duas vindas de Cristo.

Não há forma de colocar dentro de um só evento o que os profetas disseram. Simplesmente tem de haver duas vindas do Messias: primeiro como o Cordeiro de Deus, para morrer pelos nossos pecados, e depois como o Leão da Tribo de Judá (Os 5.14-15; Ap 5.5), em poder e glória para resgatar Israel no meio da batalha do Armagedom.

A mesma coisa acontece no Novo Testamento. Note as muitas contradições, a menos que estes sejam dois eventos:


1) Ele vem para Seus santos e numa hora que ninguém espera; mas vem com Seus santos quando todos souberem que Ele está vindo.

2) Ele não vem à terra mas arrebata os santos para se encontrarem com Ele nos ares (1 Ts 4.17); por outro lado, Ele vem à terra: “naquele dia, estarão Seus pés sobre o monte das Oliveiras” (Zc.14.4), e os santos vem à terra com Ele.
3) Ele leva os santos para o céu, para as muitas mansões na casa de Seu Pai, para estarem com Ele (Jo.14.3); mas traz os santos do céu (Zc 14.5, Jd 14).
4) Ele vem para Sua Noiva num tempo de paz e prosperidade, bons negócios e prazeres (Lc 17.26-30); mas volta para salvar Seu povo Israel quando o mundo já terá sido praticamente destruído, em meio ao pior conflito já visto na terra, a batalha do Armagedom.


Rebatendo as críticas ao Arrebatamento

Cristo declarou: “Assim como foi nos dias de Noé ...comiam, bebiam, casavam-se... O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre... Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar” (Lc 17.26-30). Essas condições mundiais por ocasião do Arrebatamento só podem se referir ao período anterior à Tribulação; certamente não ao final dela!


Arrebatamento? Há críticos afirmando que a palavra “Arrebatamento” nem está na Bíblia! Isso não é verdade, pois a versão latina da Bíblia (Vulgata), feita por Jerônimo no quinto século, traduziu o grego harpazo (arrancar subitamente) pela palavra raptus (raptar), da qual deriva “Arrebatamento”. Foi o que Cristo nos prometeu em João 14: levar-nos para o céu.

Outros críticos papagueiam o mito propagado por Dave MacPherson, de que o ensino do Arrebatamento antes da Tribulação apareceu apenas no início do século XIX através de Darby, que o teria aprendido de Margaret MacDonald. Ela o teria recebido de Edward Irving, e este, por sua vez, o teria encontrado nos escritos do jesuíta Emmanuel Lacunza. Isso simplesmente não é verdade. Muitos escritores anteriores expressaram a mesma convicção. Um deles foi Ephraem de Nisibis (306-373 d.C.), bem conhecido na história da igreja da Síria. Ele afirmou: “Todos os santos e eleitos de Deus serão reunidos antes da tribulação, que está por vir, e serão levados para o Senhor...” Seu sermão com essa afirmação teve ampla circulação popular em diferentes idiomas.

Sim, há uma vinda do Senhor após a Tribulação: “Logo em seguida à tribulação daqueles dias... verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt 24.29-30). A referência aos anjos “reunindo Seus escolhidos dos quatro ventos” (vv. 29-31) certamente não significa Cristo arrebatando Sua Igreja para levá-la ao céu, pois trata-se do ajuntamento do Israel disperso, de volta à sua terra quando da Segunda Vinda.

Cristo associou o mal com o pensamento de que Sua vinda se atrasaria: “Mas, se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: Meu Senhor demora-se” (Mt 24.48; Lc 12.45). Novamente, essa afirmação não tem sentido se o Arrebatamento vem após a Tribulação.

Não existe motivo maior para uma vida santa e um evangelismo diligente do que saber que o Senhor poderia nos levar ao céu a qualquer momento. Que a Noiva acorde do seu sono, apaixone-se novamente pelo Noivo, e de coração diga continuamente por meio da sua vida diária: “Vem, Senhor Jesus!”

|  Autor: Dave Hunt  |  Divulgação: EstudosGospel.Com.BR |