Você pode passar a sua vida sem Jesus, mas vai ser terrível morrer sem Ele!!!

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Paulo Junior:

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domingo, 18 de agosto de 2013

Israel e a farsa da Palestina. Isto é história, leiam tudo.

Assunto que vale a pena ler e reler, ficar informado, esclarecido, pensar, repensar, porque ISRAEL, sem dúvida alguma, É O PONTEIRO NO RELÓGIO MUNDIAL DE DEUS. São quatro
textos, não deixem de ler, para os que não sabem, foi o próprio Deus quem formou o povo de Israel, foi criado por Deus, para os planos de Deus e nós devemos amar este povo, orar por este povo, muitos de nós viemos deles e ainda não sabemos.




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O primeiro texto abaixo foi enviado pelo Airton, simplesmente MARAVILHOSO, espero que todos leiam e tomem conhecimento dos fatos sobre Israel e sobre a farsa da Palestina.
Sem comentários, a pessoa que escreveu o texto abaixo disse tudo, só não vê quem não quer.

Aos que já são crentes no Senhor Jesus, por favor, tomem conhecimento e repassem mais esta verdade, no mínimo fiquem informados para nada falarem contra os judeus, porque o judeu é um povo especial para Deus. 

Airton da Fonseca

O assunto é praticamente o mesmo.
http://ferramula.blogspot.com/2010/03/o-que-o-lula-foi-fazer-no-oriente-medio.html

segunda-feira, 15 de março de 2010

O que o Lula foi fazer no Oriente Médio? Se eles tivessem lido este texto antes , pensariam pelo menos uma vez antes de abrir a boca e opinar sobre o que não conhecem..

A mentira leva ao caos - Jerusalém x PalestinaPublicado em 11/25/2002
Joseph Farah
http://www.worldnetdaily.com/

O que vem a seguir foi escrito pelo jornalista Joseph Farah,americano de ascendência árabe, lider do WorldNetDaily. O artigo é impressionante, dada a etnia do autor.
Tenho estado quieto desde que Israel começou a lutar devido as disputas relacionadas com o Monte do Templo, onde ocorreu a visita de Sharon ao sitio arqueológico sob o quarteirão árabe na cidade velha de Jerusalém, que Arafat alega ser o motivo detonador do último levante árabe-Intifada.

Até agora, não me preocupei em dizer: "Viu? Eu te disse que isso ia acontecer...". Mas não aguento mais. Me sinto compelido a lembrá-los de um artigo que escrevi cerca de 2 semanas antes do ultimo levante. Sim, colegas, eu previ que isso aconteceria. Tudo bem. Segurem seus aplausos. Afinal, eu preferia ter errado em minha previsão. Mais de 600 pessoas foram mortas desde que esta luta se iniciou. E por que motivo?

Se voce acredita no que lê na maioria das novas fontes, os Palestinos querem uma pátria e os muçulmanos querem controlar os locais que consideram sagrados. Bastante simples, não?

Bem, eu, como um jornalista americano de origem árabe que passou algum tempo no Oriente Médio fazendo mais que a minha cota de pedras e morteiros, devo comunicar-lhes que isso são apenas desculpas para o combate, a criação de problemas e a tomada de terras por parte islâmica.

Não é interessante, que antes da guerra entre árabes e judeus de 1967, não havia nenhum movimento sério em prol de uma pátria palestina?

"Bem, Farah", vocês podem dizer, "isto foi antes dos Israelenses tomarem a Cisjordânia e Jerusalem Antiga." Isto lá é verdade. Na guerra dos seis dias, Israel tomou a Judeia, Samaria e o lado oriental de Jerusalem. Mas não tiraram estes territórios de Yasser Arafat. Eles a tomaram do rei Hussein da Jordânia.

Não consigo deixar de imaginar por que todos estes palestinos descobriram sua identidade nacional depois que Israel ganhou a guerra. A verdade é que a Palestina não é mais real que a Terra do Nunca. A primeira vez que este nome foi utilizado foi em 70 D.C. quando os romanos cometeram um genocidio contra os judeus , destruiram o Templo e declararam que não haveria mais a Terra de Israel. A partir daquele momento, os romanos prometeram, que o local seria conhecido como Palestina. Nome este derivado dos Filisteus, o povo de Golias que havia sido conquistado pelos judeus séculos antes. Este foi um modo que os romanos adicionaram insultos à injuria.

Eles também tentaram mudar o nome de Jerusalém para Aelia Capitolina, mas este nome teve menos força para se manter. A Palestina nunca existiu antes ou desde então, como uma entidade autonoma. Foi dominado, alternadamente por Roma, Muçulmanos, pelas Cruzadas Cristãs, pelo Império Otomano e por um curto período de tempo pelos Ingleses após a Primeira Guerra Mundial. Os ingleses concordaram em devolver ao menos, parte do território ao Povo Judeu como uma pátria.

Não há uma língua conhecida como "Palestino". Não há uma cultura Palestina diferenciada. Nunca houve uma terra conhecida por Palestina governada por palestinos. Palestinos são árabes, indistinguíveis de Jordanianos (outra invenção recente), Sirios, Libaneses, Iraquianos, etc.

Saiba que os árabes detém o controle sobre 99,9% das terras do Oriente Médio. Israel representa um decimo de 1% (ou seja, 0,1%) do total de terras. Mas, ao modo de ver dos árabes, isto é muito. Eles querem tudo. E é essa a razão da briga em Israel hoje. Ganancia, Orgulho, Inveja. Não importando quanto de concessão de terras os israelenses fizessem, jamais seria suficiente.

O que dizer dos locais sagrados para o Islam? Não existe Jerusalém! Ficou chocado? Pois você deveria! Não espero que você ouça esta brutal verdade de qualquer outro na mídia internacional. Não é politicamente correto... Eu sei o que você dirá: "Farah, a Mesquita de Al Aqsa e o Domo da Rocha em Jerusalém representam o 3º lugar mais sagrado do Islam." Não é verdade. De fato, o Corão não diz nada referente a Jerusalém. Menciona Meca centenas de vezes. Menciona Medina por vezes incontáveis. Nunca menciona Jerusalém. Por uma boa razão. Não há qualquer evidência histórica que Maomé tenha visitado Jerusalém alguma vez. Então, como Jerusalem se tornou o terceiro local mais sagrado para o Islam?

Os muçulmanos de hoje, citam uma vaga passagem no Corão, a 17ª Sura, entitulada "A jornada Noturna". Onde relata que em sonho ou em uma visão, "Maomé foi carregado a noite do templo sagrado para o templo mais remoto, cujo local foi abençoado, onde devemos mostrar-lhe nossos sinais..." No século XVII, alguns muçulmanos identificaram os dois templos mencionados neste verso como sendo Meca e Jerusalém. E isso é o mais próximo que o islamismo se conecta com Jerusalém - mito, fantasia, um desejo. Enquanto isso, os judeus podem traçar suas raizes em Jerusalém, até os tempos de Abraão.

O último "round" da violência em Israel irrompeu, quando o líder do partido Likud, Ariel Sharon, tentou visitar o Monte do templo, a fundação do Templo construido por Salomão. Que é o local mais sagrado para os judeus. Sharon foi encontra-se com pedras e tratos. Sei como é. Estive lá.

Você pode imaginar como é para os os judeus serem ameaçados, apedrejados e mantidos fisicamente fora do local mais sagrado do judaismo? Então, qual a solução para o impasse do Oriente Médio?

Bem, francamente, não creio em uma solução criada pelo homem para a violência. Mas, se há uma, ela deve começar com a verdade.

A mentira só levará mais e mais rumo ao caos.

"Tratar um pacto de 5.000 anos fundamentado em bases históricas e evidências arqueológicas tal qual se trata reclamações, desejos e vontades ilegítimas tornam a diplomacia e a manutenção da paz uma coisa suja."

Outros excelentes artigos, como o da URL -
http://www.worldnetdaily.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=27427
ou arquivos do autor no site
http://www.worldnetdaily.com/news/archives.asp?AUTHOR_ID=134

Para os judeus, provavelmente os seus mais antigos habitantes, ela é a Eretz Israel, a terra dada por Deus ao Povo Eleito, tendo Jerusalém, cujo terreno original foi tomado dos filisteus pelo rei Davi, como sua eterna capital (cerca do ano 1.000 a.C.). Para os judeus ela é a Terra da Promissão, o local que Deus apontou a Moisés como o lar definitivo dos judeus logo que eles conseguiram escapar do Egito, onde eram mantidos como escravos pelo faraó (nesta época nem haviam islâmicos e muito menos palestinos na região). Esta relação dos judeus com sua terra assumiu com os tempos um aspecto místico que fazia com que embora eles fossem desterrados varias vezes por inimigos poderosos (babilônios ou romanos) sempre que estavam na Diáspora encontraram uma maneira de voltar ao seu solo sagrado, local onde o rei Salomão construiu o Primeiro Templo, símbolo integrador das 12 tribos de Israel(cerca de 950 a.C.).

Vamos à história: Tempos bíblicos
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?Id=351

No link acima tem uma sequência de fatos, histórias Bíblicas, percam um tempo precioso para Deus e leiam tudo, este e-mail e mais o link acima, no mínimo vale a pena tomar conhecimento, porque esta é a mais pura verdade; as mentiras ouvimos todos os dias na mídia, quando falam dos direitos dos falsos Palestinos. Confiram e fiquem informados:

Os patriarcas

A história judaica começou há mais ou menos 4.000 anos (c. séc. XVII a.E.C.) - com o patriarca Abraão, seu filho Isaac e seu neto Jacob. Documentos encontrados na Mesopotâmia, que datam de 2.000-1.500 a.E.C., confirmam aspectos de sua vida nômade, tal como a Bíblia descreve. O Livro do Gênese relata como Abraão foi conclamado a abandonar Ur, na Caldéia, e ir para Canaã, para iniciar a formação do povo com a fé no Deus Único. Quando Canaã foi assolada pela fome, Jacob (Israel), seus doze filhos e suas famílias estabeleceram-se no Egito, onde seus descendentes foram reduzidos à escravidão e sujeitos a trabalhos forçados.

O Êxodo e o Assentamento

Após 400 anos de servidão, os israelitas foram conduzidos à liberdade por Moisés que, segundo a narrativa bíblica, foi escolhido por Deus para tirar seu povo do Egito e retornar à Terra de Israel, prometida a seus antepassados (séc. XIII-XII a.E.C.). Durante 40 anos eles vagaram no deserto do Sinai, tornando-se uma nação; lá receberam a Torá (o Pentateuco), que inclui os Dez Mandamentos e deram forma e conteúdo à sua fé monoteísta. O êxodo do Egito (c. 1300 a.E.C.) deixou uma marca indelével na memória nacional do povo judeu, e tornou-se um símbolo universal de liberdade e independência. Todo ano os judeus celebram as festas de Pessach (a Páscoa judaica), Shavuot (Pentecostes) e Sucot (Festa dos Tabernáculos), relembrando os eventos ocorridos naquela época.

Durante os dois séculos que se seguiram, os israelitas conquistaram a maior parte da Terra de Israel e renunciaram à sua vida nômade, tornando-se agricultores e artesãos; seguiu-se uma fase de consolidação social e econômica. Períodos de relativa paz se alternavam com tempos de guerra, durante os quais o povo se unia em torno de líderes conhecidos como 'Juízes', escolhidos por suas habilidades políticas e militares, e por suas qualidades de liderança. A fraqueza inerente a essa organização tribal, face à ameaça constituída pelos filisteus (povo navegante da Ásia Menor que havia se estabelecido na costa mediterrânea do país) gerou a necessidade de um chefe que unisse as tribos e mantivesse a liderança de modo permanente, com sucessão hereditária.

A Monarquia

O reinado do primeiro rei, Saul (c.1020 a.E.C.) permitiu a transição entre esta organização tribal já frouxa e o pleno estabelecimento da monarquia, sob David, seu sucessor.

O Rei David (c.1004-965 a.E.C.) fez de Israel uma das potências da região através de bem sucedidas expedições militares, entre as quais a derrota final dos filisteus, assim como por alianças políticas com os reinos vizinhos. Conseqüentemente, sua autoridade foi reconhecida desde as fronteiras com o Egito e o Mar Vermelho até as margens do Eufrates. Internamente, ele unificou as doze tribos israelitas num só reino e estabeleceu sua capital, Jerusalém, e a monarquia, no centro da vida nacional. A tradição bíblica descreve David como poeta e músico, e os versos do Livro dos Salmos lhe são atribuídos.

David foi sucedido por seu filho Salomão (c.965-930 a.E.C.), que consolidou mais ainda o reino. Através de tratados com os reis vizinhos, reforçados por casamentos políticos, Salomão garantiu a paz para seu reino, tornando-o uma das grandes potências da época. Ele expandiu o comércio exterior e promoveu a prosperidade doméstica, desenvolvendo grandes empreendimentos, tais como mineração do cobre e fundição de metais; construiu novas cidades e fortificou as que tinham importância estratégica e econômica. O auge de sua realização foi a construção do Templo de Jerusalém, que se tornou o centro da vida nacional e religiosa do povo judeu. A Bíblia atribui a Salomão o Livro dos Provérbios e o Cântico dos Cânticos.

Os Profetas

Os Profetas, pensadores religiosos e figuras carismáticas, considerados como dotados do dom divino de revelação, pregaram durante o período da monarquia e até um século após a destruição de Jerusalém (586 a.E.C.). Às vezes conselheiros dos reis em assuntos religiosos, éticos e políticos, às vezes seus críticos, dando a primazia ao relacionamento entre o indivíduo e Deus, os profetas eram guiados pela sua aspiração de justiça e emitiram poderosos comentários sobre a moralidade da vida nacional judaica. Suas revelações estão registradas em livros de prosa e poesia inspiradas, muitos dos quais foram incorporados à Bíblia.

O apelo universal e eterno dos profetas deriva de sua procura por uma consideração fundamental dos valores humanos. Palavras como as de Isaías (1:17): "Aprendei a fazer bem; praticai o que é reto; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; pleiteai a causa das viúvas" continuam a alimentar a aspiração da humanidade pela justiça social.

A Monarquia Dividida

O final do reino de Salomão foi marcado por descontentamento das camadas mais pobres da população, que tinham de pagar pesados impostos para financiar seus planos ambiciosos. Além disso, o tratamento preferencial dispensado à sua própria tribo exasperava as outras, e conseqüentemente crescia o antagonismo entre a monarquia e os separatistas tribais. Após a morte de Salomão (930 a.E.C.) uma insurreição aberta provocou a cisão das tribos do norte e a divisão do país em dois reinos: o reino setentrional de Israel, formado pelas dez tribos do norte, e o reino meridional de Judá, no território das tribos de Judá e Benjamim. O Reino de Israel, com sua capital Samaria, durou mais de 200 anos, e teve 19 reis; o Reino de Judá sobreviveu 350 anos, com sua capital, Jerusalém, e teve o mesmo número de reis, todos da linhagem de David. Com a expansão dos impérios assírio e babilônio, tanto Israel quanto Judá, mais tarde, acabaram caindo sob domínio estrangeiro. O Reino de Israel foi destruído pelos assírios (722 a.E.C.) e seu povo foi exilado e esquecido. Uns cem anos depois, a Babilônia conquistou o Reino de Judá, exilando a maioria de seus habitantes e destruindo Jerusalém e o Templo (586 a.E.C.)

O Primeiro exílio

A conquista babilônica foi o fim do primeiro estado judaico (período do Primeiro Templo), mas não rompeu a ligação do povo judeu com sua terra. Às margens dos rios da Babilônia, os judeus assumiram o compromisso de lembrar para sempre sua pátria: "Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha destra da sua destreza. Apegue-se-me a língua ao paladar, se me não lembrar de ti, se não preferir Jerusalém à minha maior alegria." (Salmos 137:5-6).

O exílio na Babilônia, que se seguiu à destruição do Primeiro Templo, marcou o início da Diáspora judaica. Lá, o judaísmo começou a desenvolver um sistema e um modo de vida religioso fora de sua terra, para assegurar a sobrevivência nacional e a identidade espiritual do povo, concedendo-lhe a vitalidade necessária para preservar seu futuro como uma nação.

O povo judeu nasceu na Terra de Israel (Eretz Israel). Nela transcorreu uma etapa significativa de sua longa história, cujo primeiro milênio está registrado na Bíblia; nela se formou sua identidade cultural, religiosa e nacional; e nela se manteve ininterrupta, através dos séculos, sua presença física, mesmo depois do exílio forçado da maioria do povo. Durante os longos anos de dispersão, o povo judeu jamais rompeu ou esqueceu sua ligação com sua terra. Com o estabelecimento do Estado de Israel, em 1948, foi recuperada a independência judaica, perdida 2.000 anos antes.

Outros Descendentes de Abraão

Abraão é o homem com quem esse conflito árabe/judeu começou, pois Abraão também é considerado o pai dos árabes, além de ser o patriarca dos judeus. Abraão chegou a região da Palestina, terra de ocupação cananéia, por volta de 2000 a.C., nesta região viveram como semi-nômades. Esta região, porém, foi assolada por grande fome. Abraão, rico e próspero pastor, tomou sua tribo e retirou-se para o Egito, onde permaneceram por um breve período e depois mudou-se para Canaã.(hoje chamada terra de Israel).

Abraão, até então, não possuia descendentes. Sara, a esposa amada de Abraão, não conseguia ter filhos, pois só conseguiiu esta façanha aos 90 anos, quando nasceu o filho do casal, chamado Isaque (de onde descendem os judeus). Até que isto acontecesse, a paciência de Sara esgotou-se e disse Sara a Abrão: "Eis que o SENHOR me tem impedido de dar à luz filhos; toma, pois, a minha serva, e assim me edificarei com filhos por meio dela." E Abrão anuiu ao conselho de Sara (segundo Gênesis 16.2). Sara , portanto, deu a Abraão sua escrava egípcia, Agar, para que com esta Abraão viesse a ter descententes. Deste ajuntamento nasceu Ismael. "Ele a possuiu, e ela concebeu. Vendo ela que havia concebido, foi sua senhora por ela desprezada" (v. 4). Ismael deveria ser abençoado, ser frutífero, multiplicar-se, não apenas de maneira normal, mas "extraordinariamente". Ele seria pai de 12 príncipes e não se tornaria apenas uma nação, mas "uma grande nação". O cumprimento dessa profecia encontra-se em Gênesis 25. Lemos na genealogia de Ismael que dele realmente descenderam 12 príncipes e de Ismael descenderam os islâmicos. Entretanto, os descendentes de Ismael tornaram-se inimigos ferrenhos de Israel, descendentes de Isaque (veja Salmo 83). E permanecem assim até o dia de hoje.

Sara acabou morrendo aos 127 anos e Abraão desposou-se de outra mulher; que chamava-se Quetura. Ela lhe deu à luz a Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Suá. Todos estes foram filhos de Quetura. Abraão deu tudo o que possuía a Isaque. Porém, aos filhos das concubinas que tinha, deu ele presentes e, ainda em vida, os separou de seu filho Isaque, enviando-os para a terra oriental" (vv. 1-6). Abraão, já em idade avançada, criou outra família!

Pesquisando sobre a genealogia dessa família, descobrimos que os filhos de Abraão com Quetura também se tornaram inimigos ferrenhos de Israel. Portanto, vemos claramente que os árabes em geral, que reivindicam ter Abraão como pai, certamente pertencem à mesma família e estão ligados a Israel.

Nesse contexto, é extremamente interessante observar o que mostrou uma pesquisa recente:

Estudo de DNA comprova que judeus e árabes são parentes próximos, como diz a Bíblia

(...) Com uma nova técnica baseada no estudo da descendência masculina, biólogos concluíram que as várias populações judaicas não apenas são parentes próximas umas das outras, mas também de palestinos, libaneses e sírios. A descoberta significa que todos são originários de uma mesma comunidade ancestral, que viveu no Oriente Médio há 4000 anos. Em termos genéticos significa parentesco bem próximo, maior que o existente entre os judeus e a maioria das outras populações. Quatro milênios representam apenas 200 gerações, tempo muito curto para mudanças genéticas significativas. Impressiona como o resultado da pesquisa é coerente com a versão expressa da Bíblia de que os árabes e judeus descendem de um ancestral comum, o patriarca Abraão.

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Palestina, a farsa
Aí estão algumas perguntas que eu gostaria de saber as respostas já que não as tenho. Se alguém puder responder a alguma, ficarei agradecido.

Yoshiro Shagamori
Uma interessante visão japonesa
Os japoneses têm olhos oblíquos, mas vêem as coisas com muita direção. Um cidadão japonês de Tóquio enviou esta carta a um jornal local:
Se vocês estão tão seguros de que a Palestina, o país, foi fundado há muitos séculos, ou gerações, e está registrada através da História escrita, espero que estejam capacitados a responder às perguntas abaixo:

- Quando foi fundada e por quem?
- Quais eram as suas fronteiras?
- Qual a sua capital?
- Quais eram as suas grandes cidades?
- Qual era a base de sua economia?
- Qual a sua forma de governo?
- Você pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?
- A Palestina foi reconhecida por algum país cuja existência, naquele tempo ou agora, não deixa margem a interpretações?
- Qual era a língua falada no país Palestina?
- Qual a religião que prevalecia no país Palestina?
- Qual o nome de sua moeda?
- Escolha uma data no passado e responda qual era a taxa de câmbio da moeda palestina frente ao dólar, yen, franco, marco, etc.
- Desde que tal país não existe hoje, explique porque deixou de existir?
- Se você lamenta o destino da pobre Palestina, responda em que época este país foi orgulhoso e independente?
- Se o povo que você, por engano, chama de palestino é algo mais do que uma coleção de gente saída de países árabes e se eles têm realmente uma identidade étnica definida que lhes assegure o direito da autodeterminação, por que eles não trataram de ser um país árabe independente até a devastadora derrota na Guerra dos Seis Dias?
- Espero que você não venha a confundir Palestinos com filisteus. Trocar etimologia por história não funciona.

Esta selecionada pérola merece ser remetida para todos os nossos amigos, simpatizantes, meio amigos, falsos primos e até para alguns intelectuais que por burrice ou falsas informações falam contra ISRAEL.


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Os palestinos e sua verdadeira identidade
http://www.beth-shalom.com.br/artigos/verdadeiraidentidade.html

O povo palestino é enganado, explorado e usado como massa de manobra contra Israel. Na foto: criança palestina é incentivada a jogar pedras diante das câmaras dos representantes da mídia mundial, ansiosa por noticiários sensacionalistas.

Não apenas os israelenses são enganados, os palestinos também ouvem sua parcela de inverdades. Eles são usados apenas como meio para se alcançar um alvo, pois são transformados em um povo que nem existe. O nome "palestinos" deriva de "filisteus". Estes, porém, vieram originalmente de Creta (Caftor), ocuparam partes da região e exterminaram seus habitantes. Em Deuteronômio 2.23 lemos: "Também os caftorins que saíram de Caftor destruíram os aveus, que habitavam em vilas até Gaza, e habitaram no lugar deles" (veja também Js 13.3; Gn 10.14; Jr 47.4; Am 9.7). Os filisteus, por serem oriundos de Creta, nem eram árabes.

A palavra "Palestina" é simplesmente uma designação genérica para a terra de Israel, criada pelo imperador romano Adriano. Adriano era um inimigo ferrenho de Deus e dos judeus. No ano de 135 d.C. ele sufocou a revolta dos judeus sob a liderança de Bar-Kochba. Seu alvo era acabar definitivamente com a memória de Israel e de Jerusalém. Com essa intenção, ele mudou o nome de Jerusalém para "Aelia Capitolina". À terra de Israel ele deu o nome de seus inimigos mais ferrenhos, os filisteus.

Com toda a franqueza, Zuheir Mohsen, um dos mais importantes representantes da OLP, admitiu em 1977 o abuso praticado com o nome dos árabes que vivem na "Palestina":

Na realidade não existe diferença entre jordanianos e palestinos, sírios e libaneses. Todos fazem parte do povo árabe.

Não existe um povo palestino. A criação de um Estado palestino é um meio para a continuação de nossa luta contra Israel e em prol da unidade árabe... Mas na realidade não existe diferença entre jordanianos e palestinos, sírios e libaneses. Todos nós fazemos parte do povo árabe. Falamos da existência de uma identidade palestina unicamente por razões políticas e estratégicas, pois é do interesse nacional dos árabes contrapor a existência dos palestinos ao sionismo. Por razões táticas a Jordânia, que é um país com território definido, não pode reivindicar Haifa ou Yaffa. Mas como palestino eu posso exigir Haifa, Yaffa, Beersheva e Jerusalém. Entretanto, no momento em que nossa soberania sobre toda a Palestina estiver consolidada, não devemos retardar por nenhum momento a unificação dela com a Jordânia."[1]

O povo palestino é enganado, explorado e usado como massa de manobra contra Israel. Nessa terra simplesmente viviam árabes cuja origem era, em sua maioria, síria e libanesa, mas nela também viviam judeus. Nesse sentido, os judeus também são palestinos. Golda Meir, que foi primeira-ministra de Israel, disse em sua época: "Eu sou palestina." Foi também Golda Meir que afirmou: "Somente teremos paz com os árabes quando o amor pelos seus filhos for maior que o ódio que eles sentem por nós".

A Margem Ocidental do Jordão e Gaza estavam sob domínio árabe de 1948 a 1967, ou seja, nas mãos de jordanianos e egípcios. Se naquela época houvesse uma "questão palestina", como a conhecemos hoje, por que não lhes foi concedido um Estado quando essa região estava sob domínio árabe? Simplesmente porque os "palestinos" nunca foram reconhecidos como um povo autônomo, mas sempre foram considerados árabes jordanianos, sírios ou de outras nacionalidades!

O nome "palestinos" surgiu a partir de 1964, quando o Alto Comissariado da Palestina solicitou à Liga Árabe a fundação de uma Organização Para a Libertação da Palestina (OLP). O semanário egípcio El Mussawar escreveu a respeito:

A criação de uma nação palestina é o resultado de um planejamento progressivo, pois o mundo não admitiria uma guerra de cem milhões de árabes contra uma pequena nação israelense."[2]

Antes de 1964 os moradores da "Palestina" ainda eram chamados de "árabes". Em 15 de maio de 1948, quando sete exércitos árabes atacaram o recém-criado Estado de Israel, os árabes da Palestina foram convocados a deixarem temporariamente a região colocando-se em segurança até que Israel estivesse aniquilado. Foram os próprios países árabes que animaram os palestinos a saírem dali; eles não foram expulsos pelos israelenses. Em torno de 68% deles partiram sem jamais ter visto um único soldado israelense. Um refugiado palestino resumiu a questão com as seguintes palavras: "O governo árabe disse-nos: ‘Saiam para que possamos entrar.’ Assim, nós saímos, mas eles não entraram."[3] (Norbert Lieth - http://www.beth-shalom.com.br/)

Notas

1.Israel oder Palästina?, Rudolf Pfisterer, Brockhaus, p. 141.
2.Israel oder Palästina?, Rudolf Pfisterer, Brockhaus, p. 140.
3.Philister, Ramon Bennett, p. 118
Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, abril de 2001.

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Verdades ignoradas propositalmente pela mídia (leitura importante):

"É a nossa terra ..." É informação importante, pois nós não conseguimos informação justa e exata da mídia e os fatos tendem a se perder no amontoado de eventos diários.
"Curso sobre o conflito árabe-israelense".

Aqui estão os fatos negligenciados no passado e atual situação no Oriente Médio.
Esses dados foram compilados por um professor universitário cristão:

ATOS BREVES sobre o conflito Israel HOJE ... (Demora apenas 1,5 minutos para ler!)
Faz sentido e não tem inclinação. Judeus e não-judeu - não importa.

1. Nação e Jerusalém.
Israel se tornou uma nação em 1312 aC , dois mil anos antes da ascensão do Islam.

2. Os refugiados árabes em Israel começaram a identificar-se como parte da Palestina em 1967, duas décadas após a criação do moderno Estado de Israel.

3. Desde a conquista Judaica em 1272 aC , os judeus tiveram domínio sobre a terra por mil anos, com uma presença contínua no terreno a passados 3.300 anos.

4. O único domínio árabe desde a conquista em 63 AC não durou mais de 22 anos.

5. Por mais de 3.300 anos, Jerusalém foi a capital judaica. Jerusalém nunca foi a capital de qualquer entidade árabe ou muçulmana. Mesmo quando o Jordanianos tinha Jerusalém ocupada, nunca procurou torná-la a sua capital, e líderes arabes nunca chegaram a visita-la.

6. Jerusalém é mencionada mais de 700 vezes no Tanach, Escrituras. Jerusalém não é mencionada uma vez no Corão.

7. Rei David fundou a cidade de Jerusalém. Maomé nunca chegou a Jerusalém.

8. Judeus rezam voltados para Jerusalém. Os muçulmanos rezam de costas para Jerusalém.

9. Refugiados árabes e judeus: em 1948 os refugiados árabes foram encorajados a deixar Israel pelos líderes árabes,com promessas para limpar a terra dos judeus. Sessenta e oito por cento deles deixou Israel sem nunca ver um soldado israelense.

10. Os refugiados judeus foram obrigados a fugir de terras árabes devido à brutalidade Arabe, perseguição e pogroms.

11. O número de refugiados árabes que deixaram Israel em 1948 é estimada em em torno de 630.000. O número de refugiados judeus de terras árabes é estimado no mesmo.

12. INTENCIONALMENTE refugiados árabes não foram absorvidos ou integrados nas terras Arabes para qual eles fugiram, apesar do vasto território árabe. Fora do 100.000.000 refugiados desde a Segunda Guerra, porque deles é o grupo de refugiados somente que nunca foi absorvido ou integrado em terras seu próprio povo.
Refugiados judeus foram completamente absorvidos em Israel, um país de dimensões não maior do que o estado de Nova Jersey ..

13. O Conflito israelo-árabe: os árabes são representados por oito nações, não incluindo os palestinos. Existe apenas uma nação judaica.
As Nações árabes iniciaram as cinco guerras e perderam. Israel defendeu-se de cada uma e ganhou.

14. Carta da OLP ainda apela para a destruição do Estado de Israel.
E Israel deu aos palestinos a maior parte das terras da Cisjordânia, a autonomia para a Autoridade Palestina.

15. Sob o governo jordaniano, locais sagrados dos judeus foram profanados e aos judeus foi negado o acesso aos locais de culto. Sob o governo de Israel, todos os locais muçulmanos e Cristãos foram preservados e tornados acessíveis a pessoas de todas as fés.

16. O registro da ONU sobre Israel e os árabes: dos 175 resoluções do Conselho de Segurança aprovadas antes de 1990, 97 foram dirigidas contra Israel.

17. Das 690 resoluções da Assembléia Geral votada antes de 1990, 429 foram dirigidas contra Israel.

18. A ONU silenciou quando 58 sinagogas de Jerusalém foram destruídas pelos Jordanianos.

19. A ONU ficou em silêncio enquanto a Jordânia sistematicamente profanou o antigo Cemitério judeu no Monte das Oliveiras.

20. A ONU ficou em silêncio enquanto a Jordânia aplicava um apartheid como política de impedir os judeus de visitar o Monte do Templo e o Muro Ocidental.

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Mais claro do que isto..... Discurso de Benjamin Netanyahu

Para quem se diz cristao, eh um pouco de Bíblia, e um pouco mais de História escrita e estudada nas escolas;

Mas hoje em dia estah em moda negar a História, e quando nao, reescrever a História. ("nunca antes neste país......")

Mas negar os fatos, eh negar a sua própria existência como ser racional.

Cada um dará contas de si mesmo ao Criador.
Jesus Cristo faz parte da História de Israel e de Jerusalem.

Povo palestino eh uma criaçao de mentes doentias, uma mentira deslavada.
Pessoas sao pessoas, mas dar a elas uma cidadania fictícia somente para nao reconhecer o direito de Israel, eh querer mudar os fatos e subestimar quem fez e escreveu a História, e os resultados apresentados no passado e no presente, e subestimar a inteligência do ser humano. Os 2000 anos (quase 2 mil) que o povo de Israel nao teve domínio sobre a sua terra, isto depois de serem derrotado pelos Romanos, continou se mantendo como povo, mesmo os que foram espalhados por outras naçoes, continuando sua língua, sua cultura, seus costumes e praticando a sua religiao.
Durante este tempo sempre houveram Judeus lá, e nenhuma outra naçao, ou povo, tomou posse da terra para fundar uma outra naçao, mesmo tendo o domínio daquela regiao. A História registra o nomes destes povos, mas nenhum com o nome de "povo palestino".
Por exemplo, os Portugueses dominaram os povos que habitavam as terras do Brasil de hoje, e fundaram aqui uma outra naçao, com a sua lingua, cultura, costumes e religiao; assim temos hoje a naçao e o povo do Brasil. Isto sao fatos que nao se podem negar nem mudar.

Há 3500 anos o povo de Israel saiu do Egito e depois de 40 anos vivendo no deserto do Sinai, conquistou a terra de Canaan, derrotando 7 grandes povos, e fundaram a terra de Israel, e 500 anos depois, ou seja, 1000 anos antes de Cristo, o rei David fundou a cidade de Jerusalem. Jerusalem eh a antiga cidade de Salem, onde reinava o rei Melquisedeque. Na época do rei David, a cidade era chamada de Jebus, pois os jebuseus habitavam ali, e tinha como defesa a fortaleza de Siao. David tomou esta fortaleza, e derrotando os jebuseus, que escarneciam de David. David, entao, para acabar com este deboche de "nunca antes....", defendeu-se contra-atacando e derrotanto e destruindo o povo jebuseu. Inicialmente David a chamou de Cidade de David, mas logo foi chamada pelo seu nome original que era Salem, mas com a "assinatura" de Israel, ou seja, Jerusalem.
Ler: Genesis 14: 18 ; Salmo 72:1-2; 2Samuel 5:6-10; 1Cronicas11:4-9; Salmo 122

Um abraço. Benevides


De: Data: 26 de março de 2010 12:24
Assunto: DISCURSO HISTÓRICO DIA 22/03 - NETANYAHU NOS EUA


O discurso é um pouco longo, mas muito elucidativo, para quem de fato quiser conhecer as razões e motivações de Israel.

O primeiro-ministro de Israel fala na Conferência da AIPAC
O futuro do Estado judeu nunca pode depender da boa vontade até mesmo do maior dos homens. Israel deve sempre reservar-se o direito de se defender
Video (em inglês): http://www.aipac.org/PC2010/webPlayer/mon_netanyahu10.asp

Transcrição:
Membros da Administração Obama, Senadores, Membros do Congresso, ministro da Defesa Ehud Barak, ministro Uzi Landau , embaixador Michael Oren, Howard Kohr, Victor David, Lee Rosenberg, Líderes da AIPAC, Senhoras e Senhores:
Quando o mundo enfrenta desafios monumentais, sei que Israel e Estados Unidos vão enfrentá-los juntos. Estamos juntos porque somos animados pelos mesmos ideais e inspirados pelo mesmo sonho - o sonho de alcançar a segurança, a prosperidade e a paz.
Este sonho parecia impossível para muitos judeus no século passado.
Neste mês, meu pai comemorou seu centésimo aniversário. Quando ele nasceu, os czares governavam a Rússia, o Império Britânico abarcava todo o mundo e os otomanos governavam o Oriente Médio. Durante sua vida, todos esses impérios desmoronaram, outros floresceram e sucumbiram, e o destino judaico passou do desespero para uma nova esperança - o renascimento do Estado judeu. Pela primeira vez em dois mil anos, o povo judeu soberano podia defender-se contra ataques.
Antes disso, fomos submetidos à incessante barbárie: A carnificina da Idade Média, a expulsão dos judeus da Inglaterra, Espanha e Portugal, os massacres sanguinários dos judeus da Ucrânia, os pogroms na Rússia, que culminaram com o maior dos males - o Holocausto.
A fundação de Israel não interrompeu os ataques contra os judeus. Limitou-se a dar aos judeus o poder deles próprios se defenderem contra aqueles ataques.
Meus amigos,
Quero dizer a vocês sobre o dia em que compreendi a profundidade dessa transformação. Foi o dia em que conheci Shlomit Vilmosh, há mais de 40 anos atrás. Eu servi com seu filho, Haim, na mesma unidade de elite do exército. Durante uma batalha em 1969, Haim foi morto por uma rajada de metralhadora.
Em seu funeral, descobri que Haim nascera pouco depois que sua mãe e seu pai foram libertados dos campos de morte da Europa. Se Haim tivesse nascido dois anos antes aquele corajoso jovem teria sido atirado aos fornos como um milhão de outras crianças judias. Shlomit, a mãe de Haim, me disse então que estava bastante angustiada, mas também muito orgulhosa. Pelo menos, ela disse, meu filho caiu vestindo o uniforme de um soldado judeu defendendo o Estado judeu.
Uma e outra vez, o exército israelense foi obrigado a repelir os ataques de poderosos inimigos determinados a nos destruir. Quando o Egito e a Jordânia reconheceram que não poderiam nos derrotar em batalha, adotaram o caminho da paz.
Ainda há aqueles que continuam a agressão contra o Estado judeu e abertamente pedem a nossa destruição. Eles procuram alcançar este objetivo através do terrorismo, dos ataques de mísseis e, mais recentemente, através do desenvolvimento de armas atômicas.
A reunião do povo judeu em Israel não dissuadiu esses fanáticos. Na verdade, isso só tem aguçado seu apetite. Governantes do Irã dizem que "Israel é país de uma só bomba". O chefe do Hezbolá diz: "Se todos os judeus se reúnem em Israel, isso irá poupar-nos do trabalho de persegui-los em todo o mundo".
Meus amigos,
Estes são fatos desagradáveis, mas são os fatos.
A maior ameaça para qualquer organismo vivo ou nação não é a de reconhecer o perigo a tempo. Setenta e cinco anos atrás, muitos líderes ao redor do mundo puseram suas cabeças na areia. Incontáveis milhões de pessoas morreram na guerra que se seguiu. Finalmente, dois dos maiores líderes da história ajudaram a maré a mudar. Franklin Delano Roosevelt e Winston Churchill ajudaram a salvar o mundo. Mas era tarde demais para salvar seis milhões do meu próprio povo.
O futuro do Estado judeu nunca pode depender da boa vontade até mesmo do maior dos homens. Israel deve sempre reservar-se o direito de se defender.
Hoje, uma ameaça sem precedentes para a humanidade é iminente. Um regime radical iraniano com armas nucleares poderia trazer um fim à era da paz nuclear que o mundo tem desfrutado nos últimos 65 anos. Esse regime poderia fornecer armas nucleares a terroristas e poderia mesmo ser tentado a usá-las. Nosso mundo nunca mais seria o mesmo. A descarada corrida do Irã para desenvolver armas nucleares é, em primeiro lugar, uma ameaça para Israel, mas também é uma grave ameaça para a região e para o mundo.
Israel espera que a comunidade internacional aja rápida e decisivamente para impedir esse perigo. Mas sempre nos reservamos o direito da autodefesa.
Temos também de nos defender contra mentiras e difamações. Ao longo da história, as calúnias contra o povo judeu sempre precederam as agressões físicas contra nós e foram usadas para justificar esses ataques. Os judeus eram chamados de envenenadores da humanidade, fomentadores da instabilidade e fonte de todo o mal sob o sol.
Infelizmente, esses ataques caluniosos contra o povo judeu também não terminaram com a criação de Israel. Por um tempo, o antissemitismo ostensivo foi colocado em xeque pela vergonha e o choque do Holocausto. Mas só por um tempo. Nas últimas décadas, o ódio aos judeus ressurgiu com força crescente, mas com uma distorção insidiosa. Não é apenas dirigida ao povo judeu, mas cada vez mais ao Estado judeu. Na sua forma mais perniciosa, alega que, se Israel não existisse, muitos dos problemas do mundo acabariam.
Meus amigos,
Será que isso significa que Israel está acima de qualquer crítica? Claro que não. Israel, como qualquer democracia, tem suas imperfeições, mas nós nos esforçamos para corrigi-las através do debate aberto e escrutínio. Israel tem tribunais independentes, Estado de Direito, imprensa livre e um vigoroso debate parlamentar - acreditem, é vigoroso.
Eu sei que membros do Congresso se referem um ao outro, como “o meu ilustre colega de Wisconsin ou o senador da Califórnia”. Em Israel, os membros do Knesset não se referem assim aos seus ilustres colegas de Kiryat Shmona ou de Beer Sheva. Dizemos, bem, vocês não vão querer saber o que falamos. Em Israel, a autocrítica é um modo de vida, e aceitamos que a crítica faz parte da condução dos assuntos internacionais.
Mas Israel deve ser julgado pelos mesmos padrões aplicados a todas as nações, e as alegações contra Israel devem ser baseados em fatos. A alegação pela qual se tenta descrever os judeus como colonizadores estrangeiros na sua própria pátria é uma das grandes mentiras dos tempos modernos.
Em meu escritório tenho um anel com sinete, que me foi emprestado pelo Departamento de Antiguidades de Israel. O anel foi encontrado junto ao Muro Ocidental, mas remonta a cerca de 2.800 anos atrás, duzentos anos depois que o rei Davi transformou Jerusalém em nossa capital. O anel é um selo de um funcionário judeu, e inscrito em hebraico está o seu nome: Netanyahu. Netanyahu Ben-Yoash. Esse é meu sobrenome. Meu primeiro nome, Benjamin, remonta 1.000 anos antes de Benjamin, filho de Jacob. Um dos irmãos de Benjamin era chamado Shimon, que também acontece de ser o primeiro nome do meu bom amigo, Shimon Peres, o presidente de Israel. Cerca de 4.000 anos atrás, Benjamin, Shimon e seus dez irmãos vagavam pelas montanhas da Judéia.
Senhoras e Senhores,
A ligação entre o povo judeu e a terra de Israel não pode ser negada. A ligação entre o povo judeu e Jerusalém não pode ser negada. O povo judeu esteve construindo Jerusalém 3.000 anos atrás e o povo judeu constrói Jerusalém hoje.
Jerusalém não é um assentamento. É a nossa capital.
Em Jerusalém, meu governo tem mantido as políticas de todos os governos israelenses desde 1967, incluindo aqueles liderados por Golda Meir, Menachem Begin e Yitzhak Rabin. Hoje, quase um quarto de um milhão de judeus, quase a metade da população judaica da cidade, vive em bairros que estão mais além das linhas de 1949. Todos estes bairros estão dentro de uma distância de cinco minutos de carro da Knesset. Eles são parte integrante e inseparável da Jerusalém moderna. Todo mundo sabe que esses bairros serão parte indivisível de Israel em qualquer acordo de paz. Portanto, construir neles, de forma alguma exclui a possibilidade de uma solução de dois Estados.
Nada é mais raro no Oriente Médio do que a tolerância às crenças dos outros. É apenas sob soberania israelense, em Jerusalém, que a liberdade religiosa para todas as crenças tem sido garantida. Enquanto prezamos nossa pátria, também reconhecemos que os palestinos vivem lá igualmente. Nós não queremos dominá-los. Nós não queremos governá-los. Nós os queremos como vizinhos, vivendo em segurança, dignidade e paz. No entanto, Israel é injustamente acusado de não querer fazer a paz com os palestinos. Nada poderia estar mais longe da verdade.
Meu governo deu provas do seu compromisso com a paz em palavras e atos. Desde o primeiro dia pedimos à Autoridade Palestina que inicie as negociações de paz sem demora. Eu faço esse mesmo pedido hoje. Presidente Abbas, venha negociar a paz. Líderes que realmente querem a paz devem sentar-se frente a frente.
Naturalmente que os Estados Unidos podem ajudar as partes a resolverem seus problemas, mas não podem resolver os problemas para as partes. A paz não pode ser imposta de fora. Ela só pode vir através de negociações diretas nas quais estamos desenvolvendo confiança mútua.
No ano passado, falei de uma visão de paz na qual um Estado palestino desmilitarizado reconhece o Estado judeu. Assim como os palestinos esperam que Israel reconheça um Estado palestino, nós esperamos que os palestinos reconhecessem o Estado judeu.
Meu governo retirou centenas de bloqueios, barreiras e postos para facilitar o movimento dos palestinos. Como resultado, ajudamos a impulsionar um boom fantástico na economia palestina (cafeterias, restaurantes, empresas, e até mesmo cinemas multiplex). E anunciamos uma moratória sem precedentes nas novas construções israelenses na Judéia e na Samária.
Isto é o que meu governo fez pela paz. O que tem feito a Autoridade Palestina pela paz? Bem, eles só têm colocado pré-condições para as negociações de paz, movem uma implacável campanha internacional para minar a legitimidade de Israel, e promoveram o notório Relatório Goldstone, que falsamente acusa Israel de crimes de guerra. Na verdade, eles estão fazendo bem agora no âmbito da ONU o que grotescamente fizeram no Conselho dos Direitos Humanos da ONU.
Quero agradecer ao presidente Obama e ao Congresso dos Estados Unidos por seus esforços em frustrar essa calúnia, e peço pelo seu contínuo apoio.
De forma lamentável, a Autoridade Palestina também continua o incitamento contra Israel. Alguns dias atrás, uma praça pública nas imediações de Ramallah recebeu o nome de uma terrorista que matou 37 civis israelenses, incluindo 13 crianças. A Autoridade Palestina nada fez para impedir isso.
Senhoras e Senhores,
A paz exige reciprocidade. Não pode ser uma rua de mão única, na qual só Israel faz concessões. Israel está pronto a assumir compromissos necessários para a paz. Mas esperamos que os palestinos comprometam-se também. Mas uma coisa que nunca vai se comprometer é a nossa segurança.
É difícil explicar a situação da segurança de Israel para alguém que vive em um país com 500 vezes o tamanho de Israel. Mas imaginem os Estados Unidos inteiros comprimidos no tamanho de Nova Jersey. Em seguida, ponha na fronteira norte de Nova Jersey um representante terrorista do Irã chamado Hezbolá, que dispara 6.000 foguetes contra esse pequeno Estado. Imaginem então que este agente terrorista acumulou mais de 60.000 mísseis para lançar sobre você. Espere. Eu não terminei ainda. Agora, imaginem na fronteira sul de Nova Jersey outro agente terrorista iraniano chamado Hamas. Ele também lançou 6.000 foguetes contra o seu território, enquanto contrabandeia armas ainda mais letais ao seu território. Vocês não acham que se sentiriam um pouco mais vulneráv eis? Vocês acham que poderiam esperar alguma compreensão da comunidade internacional quando se defenderem?
Um acordo de paz com os palestinos devem incluir medidas de segurança eficazes na região. Israel precisa se certificar de que o que aconteceu no Líbano e em Gaza não volte a acontecer na Cisjordânia.
O principal problema da segurança de Israel com o Líbano não é sua fronteira com o Líbano. É a fronteira do Líbano com a Síria, através da qual o Irã e a Síria contrabandeiam dezenas de milhares de armas ao Hezbolá.
O principal problema da segurança de Israel com Gaza não é sua fronteira com Gaza. É a fronteira de Gaza com o Egito, na qual cerca de 1.000 túneis foram cavados para contrabandear armas. A experiência tem demonstrado que apenas a presença israelense no local pode impedir o contrabando de armas. É por isso que um acordo de paz com os palestinos deve incluir uma presença israelense na fronteira oriental de um futuro Estado palestino.
Se a paz com os palestinos comprovar sua durabilidade ao longo do tempo, poderemos rever os acordos de segurança. Estamos dispostos a assumir riscos para a paz, mas não seremos irresponsáveis com a vida da nossa população e a vida do primeiro e único Estado judeu.
Senhoras e Senhores,
O povo de Israel quer um futuro no qual nossos filhos já não experimentem os horrores da guerra. Queremos um futuro no qual Israel realize todo o seu potencial como um centro global de tecnologia, ancorado nos seus valores e viva em paz com todos os seus vizinhos.
Eu pressinto um Israel que pode dedicar ainda mais os seus talentos criativos e científicos para ajudar a resolver alguns dos grandes desafios da atualidade, antes de tudo, encontrar um substituto limpo e acessível (Nota do tradutor: mais barato) para a gasolina. E quando encontrarmos essa alternativa, vamos parar de transferir centenas de bilhões de dólares para regimes radicais que apóiam o terror.
Estou confiante que na perseguição destes objetivos, temos a amizade duradoura dos Estados Unidos da América, a maior nação da terra. O povo americano tem sempre demonstrado a sua coragem, sua generosidade e decência. De um presidente para o seguinte, de um Congresso para o subsequente, o compromisso dos EUA com a segurança de Israel foi inabalável. No ano passado, o presidente Obama e o Congresso norte-americano deram significado a essa promessa, fornecendo assistência militar a Israel, permitindo exercícios militares conjuntos e trabalhando juntos na defesa antimísseis.
Assim também Israel tem sido um aliado leal e firme dos Estados Unidos. Como disse o vice-presidente Biden, a América não tem melhor amigo na comunidade das nações que Israel. Durante décadas, Israel serviu como um baluarte contra o expansionismo soviético. Hoje, está ajudando a América a conter a onda militante do islã. Israel compartilha com os Estados Unidos tudo o que sabe sobre como combater um novo tipo de inimigo. Trocamos informações de inteligência. Cooperamos em inúmeros outros campos dos quais eu não estou liberado a divulgar. Esta cooperação é importante para Israel e está ajudando a salvar vidas americanas.
Nossos soldados e seus soldados lutam contra inimigos fanáticos que detestam os nossos valores comuns. Aos olhos desses fanáticos, somos vocês e vocês estão conosco. Para eles, a única diferença é que vocês são grandes e nós somos pequenos. Vocês são o Grande Satã e nós somos o Pequeno Satã. Esse ódio fanático pela civilização ocidental antecede o estabelecimento de Israel por mais de mil anos.
Os militantes islâmicos não odeiam o Ocidente por causa de Israel. Eles odeiam Israel por causa do Ocidente - porque consideram Israel como um posto avançado da liberdade e da democracia, que os impede de ultrapassarem o Oriente Médio. É por isso que quando Israel está contra seus inimigos, está contra os inimigos da América.
O presidente Harry Truman, o primeiro líder a reconhecer Israel, disse: "Eu tenho fé em Israel e eu acredito que ele tenha um futuro glorioso - não apenas como uma outra nação soberana, mas como uma personificação dos grandes ideais da nossa civilização".
Meus Amigos,
Estamos reunidos aqui hoje porque acreditamos nos ideais comuns. E por causa desses ideais, estou certo de que Israel e os EUA estarão sempre juntos.
Íntegra do histórico discurso do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, na Conferência da AIPAC em 22/3/2010.
Se quiser saber mais mais sobre a AIPAC, clique aqui: http://www.aipac.org/
Traduzido por Szyja Lorber

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